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Para responder à questão.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje
Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.
Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.
As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.
A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.
No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.
Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.
Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.
Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.
Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje
Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.
Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.
As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.
A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.
No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.
Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.
Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.
Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.
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I. Trata-se de uma oração subordinada adverbial reduzida de particípio que desempenha a função exclusiva de agente da passiva do verbo levantar.
II. A estrutura preposicionada por cerca de 500 estudantes de Medicina exerce a função sintática de agente da passiva em relação à forma verbal no particípio que a antecede.
III. A oração de particípio possui um valor de adjetivo, funcionando no período de forma explicativa em relação ao termo subsequente referente à plateia.
Está CORRETO o que se afirma em
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Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje
Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.
Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.
As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.
A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.
No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.
Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.
Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.
Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.
Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html
A explicação das causas da perda de rnemoria poderla levantar questionamentos formais diretos em um arligo cientíÍico. Considere a adaptação das ideias do texto na estrutura a seguir: "O especialista questionou ___ os estudantes reclamavam tanto de suas memorias. Afinal, as queixas frequentes surgem____ há um inegável excesso de estímulos e de informaçôes na atualidade. Resta aos estudiosos descobrirem o ___de tamanha alteração cognitiva".
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas
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Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.
Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.
As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.
A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.
No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.
Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.
Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.
Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.
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Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.
Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.
As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.
A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.
No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.
Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.
Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.
Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.
Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html
I O aleitamento materno exclusivo caracteriza-se pela oferta de leite humano de forma exclusiva, sem outros líquidos ou sólidos, com exceção de gotas contendo vitaminas, sais de reidratacão oral ou medicamentos.
II. Mulheres que vivem com HIV não devem amamentar seus filhos, recomendando-se a substituição do leite materno por fórmula infantil para evitar a transmissão vertical do vírus.
III. A amamentação cruzada, na qual outras mães amamentam o filho de uma nutriz, é uma prática estimulada no Brasil para garantir o suprimento lácteo do recém-nascido e prevenir o desmame precoce.
Está CORRETO o que se afirma em:
A ventilação com pressão positiva (VPP) deve ser iniciada com oxigênio a 100% em recém-nascidos com 34 semanas ou mais de idade gestacional, visando reverter rapidamente o quadro de hipóxia (1ª parte). Se, após 30 segundos de VPP com máscara facial, o RN mantiver a frequência cardiaca inferior a 100 bpm, o profissional deve verificar o ajuste entre face e máscara, a permeabilidade das vias aéreas e a pressão inspiratória aplicada (2ª parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
I. O tratamento preferencial da asma na Etapa II para crianças de 6 a 11 anos consiste no uso de corticoide inalatório (CI) contínuo em doses baixas.
II. Nas crises de asma em crianças menores de 6 anos, preconiza-se o uso rotineiro e preventivo de corticoide oral por no mínimo 14 dias para evitar recidivas a longo prazo.
III. O uso excessivo de beta-2 agonista de curta duração (SABA) como medicação de resgate associa-se a um maior risco de exacerbações e maior risco de morte por asma.
Está CORRETO o que se afirma em:
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
() É direito do Médico indicar o procedimento adequado ao paciente, desde que observadas as práticas cientificamente reconhecidas e respeitada a legislação vigente.
() É direito do Médico recusar-se a exercer a profissão em instituição pública ou privada cujas condições de trabalho sejam indignas ou possam prejudicar sua saúde ou a do paciente, devendo comunicar sua decisão, com justificativa e maior brevidade, ao diretor técnico, ao Conselho Regional de Medicina de sua jurisdição e à Comissão de Ética da instituição, quando houver.
() É direito do Médico suspender suas atividades, individualmente ou coletivamente, quando a instituição para a qual trabalhe não oferecer condições adequadas para o exercício profissional ou não o remunerar dignamente, inclusive em situações de urgência e emergência, desde que haja comunicação imediata ao Conselho Regional de Medicina.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses?
I. A prevenção primária abrange medidas destinadas a evitar o surgimento da doença, incluindo ações de promoção da saúde e proteção específica.
II. A prevenção secundária relaciona-se à identificação precoce de agravos, buscando diagnóstico e tratamento oportunos para reduzir sua progressão e suas repercussões.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
É obrigatória a concessão e gozo as férias, em um só período, nos dez meses subsequentes à data em que o servidor tiver adquirido o direito (1ª parte); vencido esse prazo, sem que a Administração tenha concedido as férias, incumbirá ao servidor, no prazo de dez dias, requerer o gozo de férias, sob pena de perda do direito às mesmas (2ª parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
I. Atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o terceiro grau.
II. Cometer a outro servidor atribuicões estranhas às do cargo que ocupa, exceto em situações de emergência e transitórias.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que: