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Q2722828 Português

Texto I, para responder às questões de 1 a 4.


O sabão que aqui lava não lava como lá


1 A tendência de adaptar produtos para atender às

particularidades de um país começou nos anos 1950 com a

indústria automobilística e tornou-se crucial depois da

4 globalização. Hoje, multinacionais do setor de bens de

consumo lideram os investimentos nessa direção. A medida

é estratégica quando se trata de conquistar mercado em

7 países emergentes, onde a classe média ainda alarga suas

fronteiras. No Brasil, nada menos do que 20 milhões de

pessoas foram alçadas à classe C nos últimos três anos,

10 dando novo contorno à sociedade de consumo. Isso é o que

compensa os altos gastos com aquilo que o jargão do

marketing chama de segmentação. O processo pode ser

13 simples, como a adição de açúcar à receita de um biscoito,

ou implicar a completa transformação de um produto. Tudo

para contemplar hábitos ou até condições climáticas que

16 variam de um país para outro. No Brasil, a tarefa é tanto mais

difícil quanto mais necessária. Por sua dimensão continental,

muda quase tudo de uma região para outra.

19 O segmento de bens de consumo abarca alimentos,

bebidas e produtos de higiene e limpeza — basicamente tudo

o que se encontra em um supermercado. Ele é composto,

22 grosso modo, de quinze grandes empresas no mundo.

Apenas duas dessas companhias globais, a Procter &

Gamble e a Unilever, produzem mercadorias tão variadas

25 como sorvete, xampu, detergente, ração para cachorro e

pilha. Ambas estão esparramadas por mais de uma centena

de países e, juntas, faturam algo como 140 bilhões de

28 dólares por ano — quase o mesmo que todo o setor de

eletrônicos.

A Nestlé criou em 2005, um leite em pó

31 exclusivamente para o Nordeste, ao qual adicionou vitaminas

que são deficientes na alimentação local, e ainda o embalou

em saco plástico, para baixar o preço. Com tais ajustes, já

34 vende nessa única região brasileira quantidade de leite em

pó equivalente à que consome a população inteira de um

país como o México.

37 No Brasil, não há algo como um Perfil único do

consumidor brasileiro. Além das disparidades de renda, é

preciso levar em conta os hábitos regionais e a diversidade

40 do clima — coisas que não se acham, por exemplo, em

países menores e culturalmente mais homogêneos. Para

uma empresa como.a L'Oréal, a maior do mundo no setor de

43 produtos de beleza, isso Significa produzir uma variedade

quatro vezes maior de xampus e condicionadores do que em

outros países. Só para cabelos cacheados, há cinco

46 variações. A velha expressão "ao gosto do freguês" nunca

fez tanto sentido no mundo dos negócios.

O exemplo do sabão para lavar roupas ajuda a

49 entender por que uma empresa global como a Unilever

precisa adaptar um mesmo produto para vendê-lo em

diversos países. No Brasil, Omo: em nenhum outro lugar a

52 espuma é tão abundante — um sinal para os brasileiros de

que a roupa será bem lavada. A cor azul, outra

particularidade local, é associada à limpeza, uma vez que,

55 por muito tempo, se usou no país o anil para alvejar as

roupas. Na Argentina, Ala: a ausência de espuma é uma

adaptação ao tipo de máquina de lavar mais comum no país.

58 Como o aparelho tem uma abertura na frente — e não em

cima, como os modelos brasileiros —, a espuma poderia

transbordar e estragar o aparelho. Na China, Omo: produz

61 pouquíssima espuma. A ideia é facilitar o enxágue, uma

verdadeira obsessão para os chineses, que temem que os

resíduos do sabão na roupa causem alergia. Na Inglaterra,

64 Persil: a versão líquida domina o mercado inglês e o de

outros países europeus. Considerada mais simples de usar e

sem deixar pó no chão, adéqua-se bem à realidade de

67 pessoas que costumam lavar a própria roupa. Em El

Salvador, Xtra: quase ninguém tem máquina de lavar, daí o

sabão ser em barra e redondo — feito para deslizar num tipo

70 de tanque horizontal e sem ondulações, o mais comum no

país. Dado o apreço por perfumes na América Central, a

concentração deles no sabão é a mais alta do mundo.



Renata Betti. In: Veja, 24/6/2009, p. 134-8 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que a alteração feita mantém a correção gramatical de passagens do texto I, segundo a linguagem formal.

Alternativas
Q2722827 Português

Texto I, para responder às questões de 1 a 4.


O sabão que aqui lava não lava como lá


1 A tendência de adaptar produtos para atender às

particularidades de um país começou nos anos 1950 com a

indústria automobilística e tornou-se crucial depois da

4 globalização. Hoje, multinacionais do setor de bens de

consumo lideram os investimentos nessa direção. A medida

é estratégica quando se trata de conquistar mercado em

7 países emergentes, onde a classe média ainda alarga suas

fronteiras. No Brasil, nada menos do que 20 milhões de

pessoas foram alçadas à classe C nos últimos três anos,

10 dando novo contorno à sociedade de consumo. Isso é o que

compensa os altos gastos com aquilo que o jargão do

marketing chama de segmentação. O processo pode ser

13 simples, como a adição de açúcar à receita de um biscoito,

ou implicar a completa transformação de um produto. Tudo

para contemplar hábitos ou até condições climáticas que

16 variam de um país para outro. No Brasil, a tarefa é tanto mais

difícil quanto mais necessária. Por sua dimensão continental,

muda quase tudo de uma região para outra.

19 O segmento de bens de consumo abarca alimentos,

bebidas e produtos de higiene e limpeza — basicamente tudo

o que se encontra em um supermercado. Ele é composto,

22 grosso modo, de quinze grandes empresas no mundo.

Apenas duas dessas companhias globais, a Procter &

Gamble e a Unilever, produzem mercadorias tão variadas

25 como sorvete, xampu, detergente, ração para cachorro e

pilha. Ambas estão esparramadas por mais de uma centena

de países e, juntas, faturam algo como 140 bilhões de

28 dólares por ano — quase o mesmo que todo o setor de

eletrônicos.

A Nestlé criou em 2005, um leite em pó

31 exclusivamente para o Nordeste, ao qual adicionou vitaminas

que são deficientes na alimentação local, e ainda o embalou

em saco plástico, para baixar o preço. Com tais ajustes, já

34 vende nessa única região brasileira quantidade de leite em

pó equivalente à que consome a população inteira de um

país como o México.

37 No Brasil, não há algo como um Perfil único do

consumidor brasileiro. Além das disparidades de renda, é

preciso levar em conta os hábitos regionais e a diversidade

40 do clima — coisas que não se acham, por exemplo, em

países menores e culturalmente mais homogêneos. Para

uma empresa como.a L'Oréal, a maior do mundo no setor de

43 produtos de beleza, isso Significa produzir uma variedade

quatro vezes maior de xampus e condicionadores do que em

outros países. Só para cabelos cacheados, há cinco

46 variações. A velha expressão "ao gosto do freguês" nunca

fez tanto sentido no mundo dos negócios.

O exemplo do sabão para lavar roupas ajuda a

49 entender por que uma empresa global como a Unilever

precisa adaptar um mesmo produto para vendê-lo em

diversos países. No Brasil, Omo: em nenhum outro lugar a

52 espuma é tão abundante — um sinal para os brasileiros de

que a roupa será bem lavada. A cor azul, outra

particularidade local, é associada à limpeza, uma vez que,

55 por muito tempo, se usou no país o anil para alvejar as

roupas. Na Argentina, Ala: a ausência de espuma é uma

adaptação ao tipo de máquina de lavar mais comum no país.

58 Como o aparelho tem uma abertura na frente — e não em

cima, como os modelos brasileiros —, a espuma poderia

transbordar e estragar o aparelho. Na China, Omo: produz

61 pouquíssima espuma. A ideia é facilitar o enxágue, uma

verdadeira obsessão para os chineses, que temem que os

resíduos do sabão na roupa causem alergia. Na Inglaterra,

64 Persil: a versão líquida domina o mercado inglês e o de

outros países europeus. Considerada mais simples de usar e

sem deixar pó no chão, adéqua-se bem à realidade de

67 pessoas que costumam lavar a própria roupa. Em El

Salvador, Xtra: quase ninguém tem máquina de lavar, daí o

sabão ser em barra e redondo — feito para deslizar num tipo

70 de tanque horizontal e sem ondulações, o mais comum no

país. Dado o apreço por perfumes na América Central, a

concentração deles no sabão é a mais alta do mundo.



Renata Betti. In: Veja, 24/6/2009, p. 134-8 (com adaptações).

Assinale a alternativa correta com relação ao texto I.

Alternativas
Q2722820 Português

Texto I, para responder às questões de 1 a 4.


O sabão que aqui lava não lava como lá


1 A tendência de adaptar produtos para atender às

particularidades de um país começou nos anos 1950 com a

indústria automobilística e tornou-se crucial depois da

4 globalização. Hoje, multinacionais do setor de bens de

consumo lideram os investimentos nessa direção. A medida

é estratégica quando se trata de conquistar mercado em

7 países emergentes, onde a classe média ainda alarga suas

fronteiras. No Brasil, nada menos do que 20 milhões de

pessoas foram alçadas à classe C nos últimos três anos,

10 dando novo contorno à sociedade de consumo. Isso é o que

compensa os altos gastos com aquilo que o jargão do

marketing chama de segmentação. O processo pode ser

13 simples, como a adição de açúcar à receita de um biscoito,

ou implicar a completa transformação de um produto. Tudo

para contemplar hábitos ou até condições climáticas que

16 variam de um país para outro. No Brasil, a tarefa é tanto mais

difícil quanto mais necessária. Por sua dimensão continental,

muda quase tudo de uma região para outra.

19 O segmento de bens de consumo abarca alimentos,

bebidas e produtos de higiene e limpeza — basicamente tudo

o que se encontra em um supermercado. Ele é composto,

22 grosso modo, de quinze grandes empresas no mundo.

Apenas duas dessas companhias globais, a Procter &

Gamble e a Unilever, produzem mercadorias tão variadas

25 como sorvete, xampu, detergente, ração para cachorro e

pilha. Ambas estão esparramadas por mais de uma centena

de países e, juntas, faturam algo como 140 bilhões de

28 dólares por ano — quase o mesmo que todo o setor de

eletrônicos.

A Nestlé criou em 2005, um leite em pó

31 exclusivamente para o Nordeste, ao qual adicionou vitaminas

que são deficientes na alimentação local, e ainda o embalou

em saco plástico, para baixar o preço. Com tais ajustes, já

34 vende nessa única região brasileira quantidade de leite em

pó equivalente à que consome a população inteira de um

país como o México.

37 No Brasil, não há algo como um Perfil único do

consumidor brasileiro. Além das disparidades de renda, é

preciso levar em conta os hábitos regionais e a diversidade

40 do clima — coisas que não se acham, por exemplo, em

países menores e culturalmente mais homogêneos. Para

uma empresa como.a L'Oréal, a maior do mundo no setor de

43 produtos de beleza, isso Significa produzir uma variedade

quatro vezes maior de xampus e condicionadores do que em

outros países. Só para cabelos cacheados, há cinco

46 variações. A velha expressão "ao gosto do freguês" nunca

fez tanto sentido no mundo dos negócios.

O exemplo do sabão para lavar roupas ajuda a

49 entender por que uma empresa global como a Unilever

precisa adaptar um mesmo produto para vendê-lo em

diversos países. No Brasil, Omo: em nenhum outro lugar a

52 espuma é tão abundante — um sinal para os brasileiros de

que a roupa será bem lavada. A cor azul, outra

particularidade local, é associada à limpeza, uma vez que,

55 por muito tempo, se usou no país o anil para alvejar as

roupas. Na Argentina, Ala: a ausência de espuma é uma

adaptação ao tipo de máquina de lavar mais comum no país.

58 Como o aparelho tem uma abertura na frente — e não em

cima, como os modelos brasileiros —, a espuma poderia

transbordar e estragar o aparelho. Na China, Omo: produz

61 pouquíssima espuma. A ideia é facilitar o enxágue, uma

verdadeira obsessão para os chineses, que temem que os

resíduos do sabão na roupa causem alergia. Na Inglaterra,

64 Persil: a versão líquida domina o mercado inglês e o de

outros países europeus. Considerada mais simples de usar e

sem deixar pó no chão, adéqua-se bem à realidade de

67 pessoas que costumam lavar a própria roupa. Em El

Salvador, Xtra: quase ninguém tem máquina de lavar, daí o

sabão ser em barra e redondo — feito para deslizar num tipo

70 de tanque horizontal e sem ondulações, o mais comum no

país. Dado o apreço por perfumes na América Central, a

concentração deles no sabão é a mais alta do mundo.



Renata Betti. In: Veja, 24/6/2009, p. 134-8 (com adaptações).

Assinale a alternativa que interpreta corretamente informações do texto I.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SESAP-RN
Q1233654 Português
Texto 1
Quanto mais caro, melhor
O cigarro, que já foi acessório de sedução nos filmes de Hollywood, é hoje malvisto pela maioria das pessoas. Mesmo assim, um contingente de 1,3 bilhão de pessoas  insiste em continuar fumando. Há um consenso entre praticamente todos os governos de que é preciso baixar esse número até que o hábito de fumar seja extinto no planeta. Os fumantes custam fortunas aos sistemas de saúde pública e colaboram decisivamente para os índices de morte prematura em todos os países. Na semana passada, o Ministério da Fazenda anunciou um aumento nos impostos federais que incidem sobre os cigarros no Brasil.A medida elevará o preço dos maços de cigarros entre 20% – no caso das marcas mais populares – e 25%. O governo espera que o aumento do imposto sobre o cigarro compense a perda de receita com os benefícios fiscais concedidos ao setor de automóveis e de material de construção como recurso para enfrentar a crise econômica. Seu efeito paralelo, com certeza, será uma melhoria na saúde do brasileiro. Estudos da Organização Mundial de Saúde indicam que um aumento de 10% nos impostos sobre o fumo geralmente acarreta uma queda de 4% no consumo de cigarros, no caso dos países desenvolvidos, e de 8% nos países em desenvolvimento. 
O aumento de impostos, as restrições aos locais onde se pode fumar e a proibição da publicidade de cigarros são hoje as três ferramentas mais eficazes no combate ao  tabagismo. Na semana passada, o Congresso americano praticamente triplicou os impostos que incidem sobre os cigarros. Antes o preço de cada maço embutia 39 centavos de dólar de imposto – agora, esse valor é de 1,01 dólar. Segundo as estatísticas, todo ano o cigarro mata 440 000 americanos – mais do que em toda a II Guerra. No Brasil, são 200 000 mortes anuais ligadas aos males decorrentes do consumo de tabaco. A União Europeia determina que os impostos sobre cigarros devem representar pelo menos 57% do preço de cada maço. Até 2014, a UE pretende elevar esse percentual para 63%. O país que mais combate o fumo na Europa é a Inglaterra. O aumento de impostos aplicado no ano passado quadruplicou o preço dos maços de cigarros. A proibição de fumar em locais públicos fechados, como restaurantes e universidades, é hoje uma tendência mundial. Cerca de 50% dos americanos e 90% dos canadenses moram em cidades onde essa norma já foi implantada. Em Paris, é proibido fumar nos cafés. Nos famosos pubs londrinos, já não é permitido acompanhar com baforadas as canecas de cerveja quente. 
No Brasil, a campanha antifumo começou para valer em 1996, quando o governo restringiu ao horário noturno a propaganda de cigarros no rádio e na televisão. Em 1998, o  fumo foi proibido nos aviões. Inicialmente, quando a aeromoça anunciava a proibição pelo microfone, muitos passageiros comemoravam com palmas. Em 2000, a propaganda tabagista foi proibida em todos os meios de comunicação. No ano seguinte, vetou-se o patrocínio dos eventos culturais e esportivos por parte dos fabricantes de cigarros, que foram obrigados a estampar fotos chocantes nos maços. A eficácia dessas medidas foi enorme. Em 1989, 35% da população brasileira era fumante – em 2006, esse índice baixou para 17%. Na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo está prevista para esta semana a votação de uma lei que não só proíbe o fumo em lugares públicos fechados como extingue a peculiar instituição dos fumódromos – locais em prédios de escritórios onde se refugiam os fumantes. No Rio de Janeiro, no ano passado, um decreto da prefeitura extinguiu os fumódromos e instituiu multa para os infratores de até 75 000 reais. No Recife, há um ano não se pode fumar em locais fechados – e até mesmo em locais ao ar livre, caso se comprove que a fumaça não se dispersa com facilidade
A má fama do cigarro nas sociedades atuais pode prejudicar os fumantes em situações diversas. Uma pesquisa sobre ambientes corporativos encomendada pela indústria farmacêutica Pfizer mostrou que, nas empresas brasileiras, 44% dos funcionários e 80% dos patrões acham que os não fumantes são mais produtivos. “De cada dez currículos que recebemos para uma vaga, pelo menos um traz no final 'não fumante', e, isso pesa na decisão do empregador”, diz Augusto Costa, diretor-geral da consultoria de recursos humanos Manpower, de São Paulo. Nos Estados Unidos, os fumantes pagam entre 15% e 20% mais por um seguro de vida. Caso o prêmio da apólice seja superior a 100 000 dólares, as seguradoras obrigam o cliente a fazer um checkup médico que pode detectar, entre outros males, o tabagismo. No Brasil, duas grandes seguradoras já cobram preços mais altos de clientes que fumam. Parece claro que, um dia, o cigarro será lembrado como uma esquisitice do passado da humanidade. 
(Duda Teixeira e Carolina Romanini, in Revista Veja,08/04/2009)
De acordo com o texto,NÃO se pode afirmar que:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Resende - RJ
Q1190986 Medicina
Assinale o adenoma de hipófise mais frequente: 

Alternativas
Q442599 Medicina
Acerca de adenomas hipofisários, julgue o item subsequente.

20% das células da adeno-hipófise são secretantes de ACTH.
Alternativas
Q442598 Medicina
Acerca de adenomas hipofisários, julgue o item subsequente.

Os tumores produtores de GH são, em sua maioria, histologicamente benignos, tendo, como os demais adenomas hipofisários, origem policlonal.
Alternativas
Q442597 Medicina
Acerca de adenomas hipofisários, julgue o item subsequente.

O significado da maioria das alterações moleculares encontradas nos adenomas não funcionantes estariam, provavelmente, relacionadas a fenômenos secundários no processo de tumoregênese hipofisária, e não a eventos verdadeiramente patogênicos.
Alternativas
Q442596 Medicina
Acerca de adenomas hipofisários, julgue o item subsequente.

A diferenciação entre adenomas gonadotróficos e adenomas de células nulas verdadeiras pode ser feita pela pesquisa de SF-1, um fator de transcrição gonadotrófico específico facilmente identificável à imunoistoquímica
Alternativas
Q442595 Medicina
Acerca de adenomas hipofisários, julgue o item subsequente.

À patologia convencional, a maioria dos adenomas não funcionantes são secretores do tipo cromófobo, contudo, à microscopia eletrônica, e imunoistoquímica, apresentam grânulos secretórios com conteúdo hormonal variado.
Alternativas
Q442594 Medicina
Acerca de adenomas hipofisários, julgue o item subsequente.

Os adenomas hipofisários clinicamente não funcionantes são assim denominados por não apresentarem produção de secreção hormonal.
Alternativas
Q442593 Medicina
Em relação à acromegalia, julgue o seguinte item.

Pacientes acromegálicos com recidiva tumoral apresentam níveis significativamente elevados de mRNA do receptor de EGF, quando comparado com pacientes sem recidiva tumoral.
Alternativas
Q442592 Medicina
Em relação à acromegalia, julgue o seguinte item.

Um aumento na expressão do fator de crescimento epitelial (EGF) e seu receptor é descrita em diversos tumores hipofisários, principalmente os tumores somatotróficos, estando dessa forma o EGF relacionado à agressividade do tumor.
Alternativas
Q442591 Medicina
Em relação à acromegalia, julgue o seguinte item.

É consequência de hipersecreção do hormônio de crescimento (GH) por tumores hipofisários ou, em cerca de 1% dos casos, da produção excessiva de GHRH.
Alternativas
Q442590 Medicina
Em relação à acromegalia, julgue o seguinte item.

Constitui uma entidade nosológica frequente, com incidência anual de 60 casos por 1.000.000 e prevalência de 200 casos por 1.000.000.
Alternativas
Q442589 Medicina
No que concerne a linfomas do SNC, julgue o item a seguir.

O tratamento dos linfomas de SNC é, via de regra, cirúrgico, com quimioterapia ou radioterapia utilizadas como adjuvantes
Alternativas
Q442588 Medicina
No que concerne a linfomas do SNC, julgue o item a seguir.

À tomografia computadorizada, as lesões apresentam-se hiperatenuantes com acentuado realce pós-administração de contraste. Outros achados incluem calcificações e edema perilesional.
Alternativas
Q442587 Medicina
No que concerne a linfomas do SNC, julgue o item a seguir.

Pacientes imunocompetentes apresentam, via de regra, lesões únicas com predomínio em substância branca e extensão para corpo caloso e núcleos da base, em contrapartida a pacientes imunocomprometidos, que apresentam lesões múltiplas e esparsas.
Alternativas
Q442586 Medicina
No que concerne a linfomas do SNC, julgue o item a seguir.

Podem acometer pacientes imunocompetentes, apresentando predominância no sexo feminino e acometimento por volta da sexta década de vida, enquanto pacientes imunocomprometidos costumam ser acometidos em idades mais jovens, especialmente em pacientes HIV positivos.
Alternativas
Q442585 Medicina
No que concerne a linfomas do SNC, julgue o item a seguir.

Linfomas primários do SNC constituem formas raras de linfoma não-Hodgkin de células T, que afetam o cérebro, a medula espinhal, as leptomeninges e os olhos.
Alternativas
Respostas
1121: E
1122: A
1123: B
1124: C
1125: E
1126: C
1127: E
1128: C
1129: C
1130: C
1131: E
1132: C
1133: C
1134: C
1135: E
1136: E
1137: E
1138: C
1139: C
1140: E