Questões de Concurso
Para médico gastroenterologista
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Verifica-se que houve variações em relação aos valores anteriores: uma variação de 8 para 9 no limite inferior admissível; duas variações no limite superior admissível (12 para 14 e 12 para 15), e outras duas no intervalo exigido entre o limite inferior e o superior (4 para 5 e 4 para 6). De acordo com essa notícia, e usando a terminologia dela, a maior variação percentual, em relação aos valores tradicionais vigentes, verificou-se no
O diagnóstico provável é:
Coluna 1 1. Custo de oportunidade ou custo social. 2. Economia da saúde. 3. Transição da saúde.
Coluna 2 ( ) Reflete a escassez ou a limitação dos recursos e está na essência de técnicas de avaliação econômica, como as análises de custo-benefício e custo efetividade. ( ) Ramo do conhecimento que tem por objetivo a otimização das ações de saúde. ( ) Associa-se, nos últimos anos, a uma marcada recessão econômica e pelo crescimento das desigualdades entre populações e classes sociais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Risco Relativo – razão entre a incidência de eventos dos tratados e dos não tratados. II. Número necessário para tratar: número de indivíduos a serem tratados por determinado tempo para evitar um evento.
III. Redução absoluta de risco - número de eventos que deixam de acontecer nos indivíduos tratados.
Quais estão corretas?
I. Notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. Historicamente, a notificação compulsória tem sido a principal fonte da vigilância epidemiológica, a partir da qual, na maioria das vezes, se desencadeia o processo informação-decisão-ação.
II. O caráter compulsório da notificação implica responsabilidades formais para todo cidadão e uma obrigação inerente ao exercício da medicina, bem como de outras profissões na área de saúde. Mesmo assim, sabe-se que a notificação nem sempre é realizada, o que ocorre por desconhecimento de sua importância e, também, por descrédito nas ações que dela devem resultar. A experiência tem mostrado que o funcionamento de um sistema de notificação é diretamente proporcional à capacidade de se demonstrar o uso adequado das informações recebidas, de forma a conquistar a confiança dos notificantes.
III. Não se notifica a simples suspeita da doença ou evento. Deve-se aguardar a confirmação do caso para se efetuar a notificação, pois isso pode significar perda da credibilidade. E quando ocorrer a notificação, esta tem de ser sigilosa, só podendo ser divulgada fora do âmbito médico-sanitário em caso de risco para a comunidade, respeitando-se o direito de anonimato dos cidadãos. O envio dos instrumentos de coleta de notificação deve ser feito mesmo na ausência de casos, configurando-se o que se denomina notificação negativa, que funciona como um indicador de eficiência do sistema de informações.
Quais estão corretas?
Nos últimos anos os pesquisadores vêm dedicando atenção redobrada a uma fonte riquíssima de informações no universo dos ultravelhos: as mulheres centenárias. Afinal de contas, viver durante um período maior – e bem – é um fenômeno predominantemente feminino. Entender os motivos disso pode resultar em remédios e procedimentos que levem também os homens a aumentar sua expectativa de vida. Para compreender por que, sob a ótica da biologia, as mulheres são mais longevas, é preciso voltar à pré-história, pelo menos 10 000 anos atrás. No período neolítico, os homens mais aptos à sobrevivência eram aqueles com maior habilidade para cultivar e guerrear, de modo a garantir alimento e proteger a si e aos seus dos perigos impostos pela natureza e pelos inimigos. Já para as mulheres, às quais era reservado o papel de cuidar da prole, as mais habilitadas a passar adiante seus genes foram aquelas capazes de resistir a adversidades de outra natureza – como as infecções. Sobreviveram as mulheres com um sistema imunológico mais eficiente. Hoje, como pouquíssimo esforço físico é exigido para que sobrevivamos, é mais vantajoso ter um sistema imunológico eficaz do que músculos desenvolvidos. Outro fator da longevidade feminina é o hormônio estrógeno. Ele desempenha um papel protetor fundamental para a saúde da mulher. Diminui o colesterol ruim (o LDL), aumenta o colesterol bom (HDL), retardando, assim, os riscos de desenvolvimento de arteriosclerose e doenças do coração. Como, depois da menopausa, as mulheres perdem essa proteção, a partir dos 60 anos, a ocorrência de mortes por doenças cardiovasculares praticamente se iguala em ambos os sexos. O que mais conta, a partir daí, é o estilo de vida. Mais um aspecto em que elas levam vantagem, por serem mais cuidadosas com a própria saúde. Do ponto de vista da genética, o homem é definido por um cromossomo X e outro Y. A mulher, por um par de cromossomos X. Há pelo menos 1000 doenças relacionadas ao cromossomo X, enquanto moléstias associadas ao Y são pouquíssimas. Como os homens têm apenas um cromossomo X, qualquer alteração nele desencadeia distúrbios. Um deles é a hemofilia. As mulheres não são acometidas pelo problema, a não ser em casos tão raros que nem entram nas estatísticas. A influência da genética feminina na longevidade é enorme. Pesquisadores da Universidade de Tóquio descreveram o impacto dos genes de origem materna para uma vida longeva. Em laboratório, os especialistas criaram ratas com o material genético de “duas mães”. Elas viveram 186 dias mais do que as ratas normais, geradas a partir do código genético de um pai e uma mãe. O peso das ratas com duas mães foi menor do que o das ratas do grupo de controle, uma característica comum a animais que vivem mais. Enquanto a ciência não consegue estender aos homens as vantagens biológicas femininas capazes de prolongar-lhes o tempo de vida, é bom que eles pensem em adotar um comportamento mais próximo do feminino quanto aos cuidados com a saúde. Alimentar-se de forma equilibrada, não fumar e beber com moderação aumenta a expectativa de vida em onze anos.
MAGALHÃES, Naiara. Veja. São Paulo: Abril, p. 150-156, ed. 2190, ano 43, n. 45, 10 nov. 2010. [texto adaptado]
Considere os seis parágrafos do texto. Numere os itens abaixo de I a VI de acordo com o que diz cada um dos seis parágrafos do texto.
( ) A importância dos genes femininos na longevidade, descrita cientificamente. ( ) Por que as mulheres são menos afetadas que os homens por doenças cardiovasculares. ( ) A História explica por que, do ponto de vista biológico, as mulheres vivem mais que os homens. ( ) Mulheres com mais de cem anos são objeto de estudos recentes. ( ) Cuidados com a saúde aumentam a expectativa de vida para ambos os sexos. ( ) Aspectos da diferente composição genética do homem e da mulher explicam, também, a longevidade feminina.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se:
A expressão destacada está corretamente analisada em: