Questões de Concurso Para escriturário

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Q85345 Português
Desde o início da evolução humana, buscamos formas
alternativas para o nosso desenvolvimento, seja por meio da
fala, de ferramentas ou de associações para superar barreiras.
Nos últimos tempos, nos acostumamos à expressão Tecnologia
Social, sem compreender exatamente o que isso significa.

Para a Fundação Banco do Brasil, o conceito de Tecnologia
Social percorre as experiências desenvolvidas nas comunidades
urbanas e rurais, nos movimentos sociais, nos centros
de pesquisa e nas universidades ? que podem produzir métodos,
técnicas ou produtos que contribuam para a inclusão e a
transformação social, em particular quando desenvolvidas em
um processo no qual se soma e se compartilha o conhecimento
científico com o saber popular.

Muitas experiências foram desenvolvidas no Brasil, nos
últimos anos, tendo como perspectiva a construção do desenvolvimento
local, com sustentabilidade. Nesse processo, o objetivo
é, ao mesmo tempo, dinamizar as potencialidades locais e
desbloquear aqueles entraves que impedem esse potencial de
se realizar. Grupos e comunidades organizadas, ou em organização,
presentes em todo o país, buscam levar adiante projetos
de geração de trabalho e renda nas mais diversas realidades,
seja no campo, seja nas pequenas, médias e grandes cidades.

Nos povoados com características do mundo rural, esses
projetos aparecem em atividades tradicionais que vão do
artesanato, casas de farinha, criação de galinha caipira, produção
de rapadura ou de cachaça até às atividades mais novas da
apicultura, piscicultura, fruticultura. Nas grandes cidades, na
reciclagem, nos espaços de inclusão digital e nas rádios comunitárias,
entre outras atividades, milhares de pessoas desenvolvem
empreendimentos econômicos e solidários, dos quais
muitos contam com a parceria da Fundação Banco do Brasil.


(Adaptado de artigo de Jacques de Oliveira Pena.
http://www.fbb.org.br/portal/pages/publico/expandir.fbb?cod
ConteudoLog=8577, acessado em 15 de janeiro de 2011)

A afirmativa correta, segundo o texto, é:
Alternativas
Q85344 Português
Desde o início da evolução humana, buscamos formas
alternativas para o nosso desenvolvimento, seja por meio da
fala, de ferramentas ou de associações para superar barreiras.
Nos últimos tempos, nos acostumamos à expressão Tecnologia
Social, sem compreender exatamente o que isso significa.

Para a Fundação Banco do Brasil, o conceito de Tecnologia
Social percorre as experiências desenvolvidas nas comunidades
urbanas e rurais, nos movimentos sociais, nos centros
de pesquisa e nas universidades ? que podem produzir métodos,
técnicas ou produtos que contribuam para a inclusão e a
transformação social, em particular quando desenvolvidas em
um processo no qual se soma e se compartilha o conhecimento
científico com o saber popular.

Muitas experiências foram desenvolvidas no Brasil, nos
últimos anos, tendo como perspectiva a construção do desenvolvimento
local, com sustentabilidade. Nesse processo, o objetivo
é, ao mesmo tempo, dinamizar as potencialidades locais e
desbloquear aqueles entraves que impedem esse potencial de
se realizar. Grupos e comunidades organizadas, ou em organização,
presentes em todo o país, buscam levar adiante projetos
de geração de trabalho e renda nas mais diversas realidades,
seja no campo, seja nas pequenas, médias e grandes cidades.

Nos povoados com características do mundo rural, esses
projetos aparecem em atividades tradicionais que vão do
artesanato, casas de farinha, criação de galinha caipira, produção
de rapadura ou de cachaça até às atividades mais novas da
apicultura, piscicultura, fruticultura. Nas grandes cidades, na
reciclagem, nos espaços de inclusão digital e nas rádios comunitárias,
entre outras atividades, milhares de pessoas desenvolvem
empreendimentos econômicos e solidários, dos quais
muitos contam com a parceria da Fundação Banco do Brasil.


(Adaptado de artigo de Jacques de Oliveira Pena.
http://www.fbb.org.br/portal/pages/publico/expandir.fbb?cod
ConteudoLog=8577, acessado em 15 de janeiro de 2011)

O texto afirma que
Alternativas
Q85343 Português
A média universal do Índice de Desenvolvimento Humano
aumentou 18% desde 1990. Mas a melhora estatística está
longe de animar os autores do Relatório de 2010. Eles argumentam
que, embora os números reflitam avanços em determinadas
áreas, o mundo continua a conviver com problemas
graves, que exigem uma nova perspectiva política.

O cenário apresentado pelo Relatório não é animador. O
documento adverte que, nestes 20 anos, parte dos países enfrentou
sérios problemas, sobretudo na saúde, anulando em alguns
anos os ganhos de várias décadas. Além disso, o crescimento
econômico tem sido desigual. Os padrões de produção
e consumo atuais são considerados inadequados.

Embora não queira apresentar receitas prontas, o Relatório
traça caminhos possíveis. Entre eles, o reconhecimento da
ação pública na regulação da economia para proteger grupos
mais vulneráveis. Outro aspecto ressaltado é a necessidade de
considerar pobreza, crescimento e desigualdade como temas
interligados. "Crescimento rápido não deve ser o único objetivo
político, porque ignora a distribuição do rendimento e negligencia
a sustentabilidade do crescimento", informa o texto.

Um aspecto importante revelado pelo Relatório é que
muitas das ações para melhoria da saúde e da educação não
necessitam de grande investimento financeiro. Isso está mais
presente sobretudo onde os indicadores são ruins. "Numa
primeira etapa, medidas simples como inclusão do soro caseiro
e lavagem das mãos já trazem impacto relevante", avalia Flávio
Comim, economista do Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento.


(Adaptado de Lígia Formenti. O Estado de S. Paulo, A30 Vida,
5 de novembro de 2010)

A frase em que a concordância verbal e nominal está inteiramente respeitada é:
Alternativas
Q85342 Português
A média universal do Índice de Desenvolvimento Humano
aumentou 18% desde 1990. Mas a melhora estatística está
longe de animar os autores do Relatório de 2010. Eles argumentam
que, embora os números reflitam avanços em determinadas
áreas, o mundo continua a conviver com problemas
graves, que exigem uma nova perspectiva política.

O cenário apresentado pelo Relatório não é animador. O
documento adverte que, nestes 20 anos, parte dos países enfrentou
sérios problemas, sobretudo na saúde, anulando em alguns
anos os ganhos de várias décadas. Além disso, o crescimento
econômico tem sido desigual. Os padrões de produção
e consumo atuais são considerados inadequados.

Embora não queira apresentar receitas prontas, o Relatório
traça caminhos possíveis. Entre eles, o reconhecimento da
ação pública na regulação da economia para proteger grupos
mais vulneráveis. Outro aspecto ressaltado é a necessidade de
considerar pobreza, crescimento e desigualdade como temas
interligados. "Crescimento rápido não deve ser o único objetivo
político, porque ignora a distribuição do rendimento e negligencia
a sustentabilidade do crescimento", informa o texto.

Um aspecto importante revelado pelo Relatório é que
muitas das ações para melhoria da saúde e da educação não
necessitam de grande investimento financeiro. Isso está mais
presente sobretudo onde os indicadores são ruins. "Numa
primeira etapa, medidas simples como inclusão do soro caseiro
e lavagem das mãos já trazem impacto relevante", avalia Flávio
Comim, economista do Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento.


(Adaptado de Lígia Formenti. O Estado de S. Paulo, A30 Vida,
5 de novembro de 2010)

O trecho colocado entre aspas, no final do 3o parágrafo, indica que se trata de
Alternativas
Q85341 Português
A média universal do Índice de Desenvolvimento Humano
aumentou 18% desde 1990. Mas a melhora estatística está
longe de animar os autores do Relatório de 2010. Eles argumentam
que, embora os números reflitam avanços em determinadas
áreas, o mundo continua a conviver com problemas
graves, que exigem uma nova perspectiva política.

O cenário apresentado pelo Relatório não é animador. O
documento adverte que, nestes 20 anos, parte dos países enfrentou
sérios problemas, sobretudo na saúde, anulando em alguns
anos os ganhos de várias décadas. Além disso, o crescimento
econômico tem sido desigual. Os padrões de produção
e consumo atuais são considerados inadequados.

Embora não queira apresentar receitas prontas, o Relatório
traça caminhos possíveis. Entre eles, o reconhecimento da
ação pública na regulação da economia para proteger grupos
mais vulneráveis. Outro aspecto ressaltado é a necessidade de
considerar pobreza, crescimento e desigualdade como temas
interligados. "Crescimento rápido não deve ser o único objetivo
político, porque ignora a distribuição do rendimento e negligencia
a sustentabilidade do crescimento", informa o texto.

Um aspecto importante revelado pelo Relatório é que
muitas das ações para melhoria da saúde e da educação não
necessitam de grande investimento financeiro. Isso está mais
presente sobretudo onde os indicadores são ruins. "Numa
primeira etapa, medidas simples como inclusão do soro caseiro
e lavagem das mãos já trazem impacto relevante", avalia Flávio
Comim, economista do Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento.


(Adaptado de Lígia Formenti. O Estado de S. Paulo, A30 Vida,
5 de novembro de 2010)

O texto informa claramente que
Alternativas
Q85340 Português
A média universal do Índice de Desenvolvimento Humano
aumentou 18% desde 1990. Mas a melhora estatística está
longe de animar os autores do Relatório de 2010. Eles argumentam
que, embora os números reflitam avanços em determinadas
áreas, o mundo continua a conviver com problemas
graves, que exigem uma nova perspectiva política.

O cenário apresentado pelo Relatório não é animador. O
documento adverte que, nestes 20 anos, parte dos países enfrentou
sérios problemas, sobretudo na saúde, anulando em alguns
anos os ganhos de várias décadas. Além disso, o crescimento
econômico tem sido desigual. Os padrões de produção
e consumo atuais são considerados inadequados.

Embora não queira apresentar receitas prontas, o Relatório
traça caminhos possíveis. Entre eles, o reconhecimento da
ação pública na regulação da economia para proteger grupos
mais vulneráveis. Outro aspecto ressaltado é a necessidade de
considerar pobreza, crescimento e desigualdade como temas
interligados. "Crescimento rápido não deve ser o único objetivo
político, porque ignora a distribuição do rendimento e negligencia
a sustentabilidade do crescimento", informa o texto.

Um aspecto importante revelado pelo Relatório é que
muitas das ações para melhoria da saúde e da educação não
necessitam de grande investimento financeiro. Isso está mais
presente sobretudo onde os indicadores são ruins. "Numa
primeira etapa, medidas simples como inclusão do soro caseiro
e lavagem das mãos já trazem impacto relevante", avalia Flávio
Comim, economista do Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento.


(Adaptado de Lígia Formenti. O Estado de S. Paulo, A30 Vida,
5 de novembro de 2010)

De acordo com o texto, o Relatório de 2010
Alternativas
Q85339 Português
Será a felicidade necessária?

Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
em busca de uma resposta.

Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
Uma resposta consequente exige colocar na balança a
experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

Os pais de hoje costumam dizer que importante é que os
filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


(Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
março de 2010, p. 142)

Considere as alterações feitas nos segmentos abaixo grifados.

I. Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara. Dá trabalho, e a conclusão não pode ser clara.

II. Nesse processo, depara-se com armadilhas. Depara-se com armadilhas nesse processo.

III. Não dá para preencher caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.

Não dá para preencher caderno de encargos mais cruel para a criança pobre.

Com as modificações feitas na 2a frase, altera-se o sentido do que foi afirmado na 1a frase em
Alternativas
Q85338 Português
Será a felicidade necessária?

Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
em busca de uma resposta.

Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
Uma resposta consequente exige colocar na balança a
experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

Os pais de hoje costumam dizer que importante é que os
filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


(Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
março de 2010, p. 142)

É irrelevante que entrem na faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam bem-sucedidos na profissão. (3o parágrafo)

O emprego das formas verbais grifadas acima denota
Alternativas
Q85337 Português
Será a felicidade necessária?

Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
em busca de uma resposta.

Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
Uma resposta consequente exige colocar na balança a
experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

Os pais de hoje costumam dizer que importante é que os
filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


(Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
março de 2010, p. 142)

O segmento cujo sentido original está reproduzido com outras palavras é:
Alternativas
Q85336 Português
Será a felicidade necessária?

Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
em busca de uma resposta.

Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
Uma resposta consequente exige colocar na balança a
experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

Os pais de hoje costumam dizer que importante é que os
filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


(Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
março de 2010, p. 142)

Nos pares de frases abaixo, é correto afirmar que o sentido expresso na frase I está sendo retomado com outras palavras na frase II APENAS em:
Alternativas
Q85335 Português
Será a felicidade necessária?

Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
em busca de uma resposta.

Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
Uma resposta consequente exige colocar na balança a
experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

Os pais de hoje costumam dizer que importante é que os
filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


(Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
março de 2010, p. 142)

O que espero, eis a resposta correta, é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. (3o parágrafo)

Com a palavra grifada, o autor
Alternativas
Q85334 Português
Será a felicidade necessária?

Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
em busca de uma resposta.

Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
Uma resposta consequente exige colocar na balança a
experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

Os pais de hoje costumam dizer que importante é que os
filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


(Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
março de 2010, p. 142)

A afirmativa correta, em relação ao texto, é:
Alternativas
Q85333 Português
Será a felicidade necessária?

Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
em busca de uma resposta.

Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
Uma resposta consequente exige colocar na balança a
experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

Os pais de hoje costumam dizer que importante é que os
filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


(Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
março de 2010, p. 142)

De acordo com o texto,
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Ponta Grossa - PR
Q1232969 Matemática
Existe um número positivo para o qual a expressão (x-2)² + x-4 = 40. Determine esse número:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDRH Órgão: BANRISUL Prova: FDRH - 2010 - BANRISUL - Escriturário |
Q317320 Noções de Informática
Considere que uma fórmula está sendo copiada da célula A l para a célula C3, como ilustra a imagem abaixo.

imagem-retificada-questao-020.jpg

Sobre referências absolutas e relativas no Microsoft Excel 2007, é correto afirmar que, se na fórmula a referência for

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDRH Órgão: BANRISUL Prova: FDRH - 2010 - BANRISUL - Escriturário |
Q317319 Noções de Informática
Analise as afirmações a seguir sobre gráficos no MS Excel 2007.

I. Para criar um gráfico, pode-se selecionar as células com os dados a serem usados no gráfico, acessar a guia Início e, no grupo Gráficos, escolher o desejado.

II. Por meio da guia Design, no grupo Tipo, pode-se mudar o tipo do gráfico.

III. O botão Alternar Linha/Coluna, do grupo Dados da guia Inserir, permite trocar os dados dos eixos X e Y, isto e, os dados do eixo X são movidos para o eixo Y e vice-versa.

Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDRH Órgão: BANRISUL Prova: FDRH - 2010 - BANRISUL - Escriturário |
Q317318 Noções de Informática
Considerando que as células Al, B I , Cl, A2, B2 e C2 possuem, respectivamente, os valores 10, 15, 27, 49, 30 e 50, analise as afirmativas abaixo sobre fórmulas no Microsoft Excel 2007, assinalando V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) A fórmula =SOMA (Al: B2) resulta em 40.
( ) A fórmula =SOMA (Al; C2) resulta em 60.
( ) A fórmula = (Al-BI) "2 resulta em 25.
( ) A fórmula =C2'%*B2 resulta em 5.
( ) A fórmula =MULT (A: A) resulta em 59.

De cima para baixo, o preenchimento correto dos parênteses é

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDRH Órgão: BANRISUL Prova: FDRH - 2010 - BANRISUL - Escriturário |
Q317317 Noções de Informática
Sobre formatação de parágrafos e de fonte no Microsoft Word 2007, é correto afirmar que o botão

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDRH Órgão: BANRISUL Prova: FDRH - 2010 - BANRISUL - Escriturário |
Q317316 Noções de Informática
Analise as afirmações a seguir sobro numeração de páginas no Microsoft Word 2007.

I. Os números de páginas podem ser inseridos no cabeçalho, no rodapé ou nas margens de uma página

II. Para retirar os números de páginas de um documento, pode-se, na guia Inserir, no grupo Cabeçalho e Rodapé, clicar em Número da Página, e, em seguida, clicar em Remover Números de Página.

III. Para excluir o número de uma única página, basta apagá-lo.

Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDRH Órgão: BANRISUL Prova: FDRH - 2010 - BANRISUL - Escriturário |
Q317315 Noções de Informática
Assinale a opção do Microsoft Word 2007 que NÃO pode ser acessada a partir do Botão Office
Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Respostas
5241: B
5242: E
5243: C
5244: D
5245: A
5246: C
5247: D
5248: A
5249: E
5250: D
5251: B
5252: E
5253: C
5254: C
5255: E
5256: A
5257: D
5258: C
5259: C
5260: A