Questões de Concurso
Para médico anatomopatologista
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O marcador imunoistoquímico actina de músculo liso é utilizado para evidenciar células musculares lisas, miofibroblastos ou células mioepiteliais e células parabasais na próstata.
O tempo de fixação para a imunoistoquímica não deve exceder 72 horas, para que não haja formação excessiva de aldeído fórmico, o qual vai alterar a reação do anticorpo com o antígeno.
As colorações imunoistoquímicas identificam a natureza química das substâncias e estruturas celulares por meio de reações coloridas.
A imunoistoquímica pode ser usada para determinar a histogênese de neoplasias pouco diferenciadas e o sítio primário de neoplasias metastáticas.
Na técnica de imunofluorescência indireta, como o anticorpo primário é conjugado contra o antígeno que se quer revelar no tecido, pode-se utilizar o mesmo anticorpo secundário e muitos anticorpos primários.
O Grocott e o PAS são métodos de coloração ideais para diagnosticar fungos e vírus em tecidos previamente fixados.
A orceína e o Vernhoeff são colorações utilizadas para evidenciar fibras de reticulina.
O PAS é um método de escolha para analisar a membrana basal.
O Sudan III, o azul de alciano-Ponceau e o Perls são corantes utilizados para corar ferro, mucoproteína e triglicérides, respectivamente.
Pelo fato de o PAS corar glicogênio e mucopolissacarídios neutros, para que se possam avaliar as duas substâncias em um mesmo fragmento é necessário que se analisem dois cortes histológicos, sendo um deles tratado pela diástase, a fim de eliminar os mucopolissacarídios.
Na montagem de uma lâmina, quando se visa a conservação de preparações a base de corantes básicos, os melhores meios de montagem devem ser ácidos fracos, com baixo índice de saponificação.
Nas colorações pela hematoxilina-eosina, após o uso da eosina é fundamental que se observe o tempo de passagem no álcool, para desidratar e remover o excesso de corante do corte histológico.
As hematoxilinas férricas ou túngsticas têm afinidade especial pela mielina.
Na coloração de uma preparação histológica, a etapa que vai da desparafinização à coloração se faz frequentemente passando-se o fragmento inicialmente no xilol, depois em álcool absoluto, álcool a 95% e, finalmente, na água.
Corante metacromático é aquele que, como o azul de anilina, cora determinadas estruturas com coloração diversa da sua.
No processamento histológico de um fragmento de tecido, antes da impregnação em parafina, deve-se proceder ao clareamento ou diafinização, o qual pode ser feito com álcool absoluto e xilol.
Os descalcificadores devem ter função ácida para poder deslocar e transformar os sais de cálcio presentes insolubilizados nos tecidos em sais solúveis nos próprios descalcificadores.
O ácido pícrico é um fixador que tem grande ação descalcificante.
O ácido ósmico é um fixador bastante tóxico, volátil a temperatura ambiente, com grande capacidade de penetração, muito usado para microscopia eletrônica.
Os fixadores são substâncias que visam manter a integridade dos tecidos após a morte, evitando as alterações da constituição química celular, fixando proteínas e inativando enzimas proteolíticas.