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Associe essas características aos seus respectivos significados.
CARACTERÍSTICAS
1- Autenticidade
2- Naturalidade
3- Inter-relacionamento
4- Unicidade
SIGNIFICADOS
( ) ligada ao processo de criação, manutenção e custódia do documento.
( ) ligada ao fato de que cada registro documental assume um lugar único na estrutura do grupo ao qual pertence.
( ) ligada ao fato de os registros arquivísticos não serem coletados artificialmente, mas acumulados de modo natural nas administrações, em função dos seus objetivos práticos.
( ) ligada ao fato de os documentos estabelecerem relações no decorrer do andamento das transações para os quais foram criados.
( ) ligada ao fato de que os documentos são produto de rotinas processuais, visando ao cumprimento de determinada função, ou consecução de alguma atividade, e necessitam de ser criados e conservados, conforme procedimentos regulares que podem ser comprovados, a partir de rotinas estabelecidas.
A sequência correta encontrada é
Considerando-se tais realizações, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Concepção de um sistema de cooperação internacional de arquivos.
( ) Criação de uma administração nacional e independente dos arquivos.
( ) Proclamação do princípio de acesso do público aos arquivos.
( ) Manutenção de um fundo de arquivo constituído por documentos manuscritos.
( ) Legitimação da responsabilidade do Estado pela conservação dos documentos de valor.
A sequência correta encontrada é
I- O aumento de volume de documentos produzidos pelas instituições públicas deve ser racionalizado, para viabilizar a capacidade gerencial e decisória da empresa.
II- A gestão de documentos consiste no conjunto de procedimentos que garantem acesso à informação proveniente de fontes internas e externas, para apoiar o desempenho das atividades de um órgão ou entidade.
III- O conceito de ciclo vital provocou uma cisão profissional, nos países anglo-saxões, visto que paralelamente à figura do arquivista foi criado o cargo de administrador de documentos.
IV- A arquivologia iniciou um longo processo de revisão dos seus princípios e métodos, a partir da década de 1980, quando os documentos eletrônicos passaram a ser amplamente utilizados pelas instituições públicas.
V- A gestão de documentos engloba tecnologias de digitalização, automação de fluxos de trabalho worflow, processamento de formulários, indexação, dentre outras atividades.
Estão corretas apenas as afirmativas
TERMOS
1. Gestão de depósito
2. Serviço de protocolo
3. Serviço de referência
4. Serviço educativo
5. Sistema de arranjo
OBJETIVOS DAS OPERAÇÕES
( ) Utilização do espaço, localização e movimentação do acervo, armazenamento, climatização, higiene e segurança.
( ) Realização de atividades para divulgar o acervo e iniciar o público na sua utilização.
( ) Combinação dos procedimentos técnicos que norteiam a organização dos documentos, tendo em vista a recuperação da informação de um ou mais fundos e/ou coleções.
( ) Orientação do usuário quanto aos documentos relativos ao tema de seu interesse, aos instrumentos de pesquisa disponíveis e às condições de acesso e de reprodução.
( ) Recebimento, registro, classificação, distribuição, controle da tramitação e expedição de documentos.
A sequência correta encontrada é

Nesse contexto, a fórmula a ser digitada na célula D2 e a ser copiada, posteriormente, nas células D3 e D4 é
ÍCONES
1

2

3

4

5

6

7

8

FUNÇÕES
( ) alinhar o texto às margens esquerda e direita
( ) inserir ou traçar uma tabela no documento
( ) dividir o texto em duas ou mais colunas
( ) inserir nota de rodapé
( ) iniciar mala direta
( ) adicionar novo comentário
( ) apagar as bordas de uma tabela
A sequência correta encontrada é
( ) Plano de carreira é o conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de gestão do órgão ou entidade.
( ) Nível de classificação é o conjunto de cargos em diferentes hierarquias, distribuídos a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas atribuições.
( ) Padrão de vencimento é a posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função do nível de capacitação, cargo e nível de classificação.
( ) Nível de capacitação é a posição do servidor na matriz hierárquica dos padrões de vencimento em decorrência da experiência profissional para o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso.
A sequência correta encontrada é
Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.
BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.
Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.
BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.
Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.
BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.
( ) Crítica à dissimulação do discurso que valoriza a norma padrão em detrimento das variantes linguísticas.
( ) Valorização cultural de diversas linguagens e saberes.
( ) Exemplificação acerca dos modos linguísticos de distinção social.
( ) Exposição do uso da norma padrão como instrumento de poder e de exclusão social.
A ordem correta encontrada é
O sentido da retextualização do discurso direto acima é preservado em:
