Questões de Concurso Para arquivista

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Q2769296 Arquivologia

Sobre a construção ou adaptação de um espaço físico, com condições de atender e guardar acervos arquivísticos de caráter permanente que vise à representação e ao acesso, analise as alternativas a seguir e marque a CORRETA.

Alternativas
Q2769295 Arquivologia

Os critérios de organização documental adotados estão indicados no instrumento chamado plano de classificação, estabelecido a partir do modelo do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ). Leia com atenção as afirmativas a seguir e marque a opção INCORRETA.

Alternativas
Q2769293 Arquivologia

É necessário um ambiente próprio para conter os processos de deterioração e não propiciar um envelhecimento acelerado, pois é um material muito sensível. Estamos nos referindo a um material fotográfico.


Nesse sentido, marque a opção CORRETA que indica como manter o controle

Alternativas
Q2769292 Arquivologia

Em relação às atividades de descrição arquivística, analise as afirmativas a seguir e marque a opção INCORRETA.

Alternativas
Q2769291 Arquivologia

No Guia para a gestão arquivística de documentos eletrônicos (CIA, 1997), o Conselho Internacional de Arquivos relacionou algumas características para se distinguirem os documentos tradicionais dos documentos eletrônicos, dividindo-os em seis grandes áreas e indicando três áreas principais. Marque a alternativa que indica CORRETA e respectivamente as três áreas.

Alternativas
Q2769285 Atualidades

Analise os texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


No Brasil, o voto é obrigatório para todos os brasileiros com mais de 18 anos e menos de 70. O voto só é facultativo aos maiores de 16 e aos analfabetos. Mas muitas pessoas votam ser ter uma consciência política, apenas pela obrigação e não porque se identificam com as propostas do candidato. Atualmente, vários países, entre eles EUA, Alemanha e Inglaterra adotam o voto facultativo, pelo qual o cidadão decide livremente comparecer ou não às urnas. O ponto negativo é que o processo democrático pode acabar nas mãos de poucos ou estimular a prática do “voto de cabresto”, a troca do voto por benefícios pessoais.


Podemos concluir que o(s) texto(s)

Alternativas
Q2769257 Português

Marque a opção em que há um ditongo crescente oral.

Alternativas
Q2769239 Português

Leia o texto para responder às questões 1 a 6.

A mulher do vizinho


Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.

O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.

O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:

— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.

Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:

— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?

O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.

— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?

Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:

— Da ativa, minha senhora?

E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:

— Da ativa, Motinha! Sai dessa...

Fernando Sabino

“Foi então que a mulher do sueco interveio:” Sobre o verbo em destaque, marque a opção correta.

Alternativas
Q2769238 Português

Leia o texto para responder às questões 1 a 6.

A mulher do vizinho


Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.

O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.

O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:

— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.

Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:

— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?

O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.

— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?

Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:

— Da ativa, minha senhora?

E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:

— Da ativa, Motinha! Sai dessa...

Fernando Sabino

...compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. Sobre o termo destacado, indique a opção correta.

Alternativas
Q2769232 Português

Leia o texto para responder às questões 1 a 6.

A mulher do vizinho


Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.

O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.

O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:

— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.

Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:

— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?

O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.

— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?

Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:

— Da ativa, minha senhora?

E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:

— Da ativa, Motinha! Sai dessa...

Fernando Sabino

Em que parágrafo(s) se dá o clímax da história?

Alternativas
Q2769227 Português

Leia o texto para responder às questões 1 a 6.

A mulher do vizinho


Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.

O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.

O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:

— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.

Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:

— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?

O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.

— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?

Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:

— Da ativa, minha senhora?

E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:

— Da ativa, Motinha! Sai dessa...

Fernando Sabino

Sobre o texto, marque a opção CORRETA.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PA Órgão: IF-PA Prova: IF-PA - 2016 - IF-PA - Arquivista |
Q2768782 Arquivologia

De acordo com a Lei n° 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados, assinale a alternativa incorreta:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PA Órgão: IF-PA Prova: IF-PA - 2016 - IF-PA - Arquivista |
Q2768781 Arquivologia

Existe, internacionalmente, hoje um conjunto de normativas relacionadas à descrição, classificação e gestão de arquivos. Quando se pensa em normas de descrição no contexto do conselho internacional de arquivos, quais são as normas e como podemos compreendê-las. Marque V para verdadeiro, F para falso e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:


( ) ISAAR(CPF)- Esta norma apresenta regras gerais para a normalização de descrições de instituições com acervos arquivísticos, permitindo assim: o fornecimento de orientação prática na identificação e contato com instituições com acervos arquivísticos e no acesso ao acervo e aos serviços disponíveis a elaboração de diretórios de instituições com acervo arquivístico e ou listas de autoridade o estabelecimento de conexões com listas de autoridade de bibliotecas e museus e ou o desenvolvimento de diretórios comuns de instituições de patrim nio cultural nos níveis regional, nacional e internacional e a produção de estatísticas de instituições com acervo arquivístico, nos níveis regional, nacional ou internacional.

( ) ISAD(G) - Esta norma estabelece diretrizes gerais para a preparação de descriçõesarquivísticas. Deve ser usada em conjunção com as normas nacionais existentes ou como base para a sua criação. O objetivo da descriçãoarquivística é identificar e explicar o contexto e o conteúdo de documentos de arquivo a fim de promover o acesso a eles Isto é alcançado pela criação de representações precisas e adequadas e pela organização dessas representações de acordo com modelos predeterminados. Processos relacionados à descrição podem começar na ou antes da produção dos documentos e continuam durante sua vida. Esses processos permitem instituir controles intelectuais necessários para tornar confiáveis, autênticas, significativas e acessíveisdescrições que serão mantidas ao longo do tempo.

( ) ISDIAH - Esta norma dá diretivas para a preparação de registros de autoridade arquivística que forneçamdescrições de entidades (entidades coletivas, pessoas e famílias) relacionadas à produção e manutenção de arquivos. Registros de autoridade arquivística podem ser usados para: a. descrever uma entidade coletiva, pessoa, ou família como unidades dentro de um sistema de descriçãoarquivístico e ou b. controlar a criação e uso de pontos de acesso em descriçõesarquivísticas; c. documentar relações entre diferentes produtores de documentos e entre essas entidades e os documentos que produziram e/ou outros recursos sobre ou produzidos por essas mesmas entidades.

( ) ISDF - Esta norma dá diretivas para a preparação de descrições de funções de entidades coletivas associadas à produção e manutenção de arquivos. O termo “função” é usado nesta norma para incluir não somente funções, mas também qualquer uma das subdivisões de uma função, tais como subfunção, procedimento operacional, atividade, tarefa, transação ou outro termo de uso internacional, nacional ou local. A norma pode ser usada para descrever uma função ou qualquer de suas subdivisões.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PA Órgão: IF-PA Prova: IF-PA - 2016 - IF-PA - Arquivista |
Q2768780 Arquivologia

A comunidade arquivística brasileira e os órgãos competentes têm nos últimos anos se preocupado com os documentos produzidos e/ou custodiados em ambientes digitais, estabelecendo requisitos mínimos para um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD), independentemente da plataforma tecnológica em que for desenvolvido e/ou implantado. Estes requisitos são conhecidos como:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PA Órgão: IF-PA Prova: IF-PA - 2016 - IF-PA - Arquivista |
Q2768779 Arquivologia

A normalização da descrição arquivística foi um passo importante para a área como um todo, estabelecendo formatos e parâmetros para uma efetiva descrição dos fundos arquivísticos.


Quais eram e como se definiam os instrumentos de pesquisa anteriores às normas de descrição. De acordo com seus conhecimentos, marque V para VERDADEIRO, F para FALSO e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:


( ) Guias: Fornece um esquema do conteúdo do arquivo e não dos documentos em si, lista e sumariza o conteúdo de um fundo, coleção ou seção. Informa a respeito das datas-limite do fundo, a quantidade de documentos, sua origem e estado de organização, se há restrições ao acesso, quais são as séries, etc.

( ) Catálogos: Abordam, especificamente, unidades documentais (como séries, subséries etc.), tratando documento por documento. Por exemplo, para descrever determinada série de correspondência, o catálogo poderá indicar os nomes do emissor e do destinatário, os tipos documentais, as datas tópicas, as datas cronológicas e as notações de cada documento.

( ) Índices: Eram mais específicos. Os índices só eram organizados para os volumes singulares e os maços, quando estes consistissem de documentos heterogêneos quanto à forma e ao assunto, os quais, longo tempo após sua criação, eram reunidos, como originais, num corpo único, ou transcritos, como cópia, num volume.

( ) Inventários: Os instrumentos mais gerais trazem informações sobre a instituição custodiadora do arquivo, como: dos fundos sob sua custódia, seu endereço, dias e horários de funcionamento/atendimento da instituição.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PA Órgão: IF-PA Prova: IF-PA - 2016 - IF-PA - Arquivista |
Q2768777 Arquivologia

De acordo com o Glossary of Archivaland Records Terminology (2016), o processo de analisar, organizar e recordar detalhes sobre os elementos formais de um fundo de arquivo ou coleção, tais como, criador, títulos, datas, âmbito e conteúdo, para facilitar a compreensão e identificação, diz respeito a qual função arquivística?

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PA Órgão: IF-PA Prova: IF-PA - 2016 - IF-PA - Arquivista |
Q2768775 Arquivologia

Os documentos de arquivo possuem em sua maioria semelhanças constituintes passivas de análise e comparação. Qual é a área da arquivística que reconhece esses padrões afim de identificar e estabelecer as séries documentais?

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PA Órgão: IF-PA Prova: IF-PA - 2016 - IF-PA - Arquivista |
Q2768773 Arquivologia

Considere as questões abaixo a respeito da organização e administração de arquivos.


I. A análise dos dados coletados configura-se na real situação dos serviços de arquivo da instituição, além de fazer seu diagnóstico para formular e propor as alterações e medidas necessárias.

II. Para que um arquivo cumpra seus objetivos, torna-se indispensável a formulação de um plano arquivístico que leve em conta tanto as disposições legais quanto as necessidades da instituição a que pretende servir.

III. O levantamento de dados visa apenas verificar a infraestrutura da instituição.

IV. Durante a fase de implantação e testes é que é elaborado o manual de arquivo, no qual ficam registrados os procedimentos e instruções que irão garantir o funcionamento eficiente e uniforme do arquivo.

V. O levantamento deve ter início pelo exame dos estatutos, regimentos, normas, regulamentos, organogramas e demais documentos constitutivos da instituição mantenedora do arquivo.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PA Órgão: IF-PA Prova: IF-PA - 2016 - IF-PA - Arquivista |
Q2768771 Arquivologia

Sobre planejamento e organização de arquivos, leia as seguintes questões abaixo e marque a opção que corresponde às alternativas corretas.


I. É o relatório do diagnóstico que permitirá conhecer a situação da instituição em todos os aspectos relacionados à gestão da informação arquivística.

II. As funções da arquivologia compreendem somente a avaliação, aquisição, classificação, descrição, difusão e acesso.

III. O diagnóstico documental contempla as quantidades dos documentos; as características diplomáticas; os conteúdos informacionais; as unidades físicas de arquivamento; a existência e o modo de uso de tecnologias da informação; entre outros, ou seja, o diagnóstico faz um panorama geral ou específico de uma instituição.

IV. Ao final da elaboração do diagnóstico, o resultado obtido é o reflexo das inter-relações internas e externas da instituição, desde o seu histórico, objetivos, funções e atividades, no entanto, não apresenta a relação documental entre os documentos produzidos pela instituição.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PA Órgão: IF-PA Prova: IF-PA - 2016 - IF-PA - Arquivista |
Q2768769 Arquivologia

A arquivística é regida por alguns princípios, os quais são fundamentais para a elaboração dos instrumentos de gestão e de descrição, assim como para argumentação e fundamentação teórica como uma ciência. Nesse sentido, o princípio que estipula que os arquivos deveriam ser conservados nos serviços de arquivo do território em que foram produzidos é conhecido como o da:

Alternativas
Respostas
6181: B
6182: E
6183: E
6184: E
6185: B
6186: B
6187: E
6188: A
6189: E
6190: B
6191: A
6192: C
6193: B
6194: D
6195: B
6196: D
6197: E
6198: A
6199: D
6200: E