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"[...] Trata-se, sobretudo, de procurar identificar e entender como a ditadura militar brasileira vigente entre 1964 e 1988 se conforma e funciona em uma sociedade de feições sociais e antropológicas tradicionais, com perfil sociodemográfico relativamente simples, com uma população numericamente pequena onde o anonimato é impossível e as relações de vizinhança e afeto são onipresentes e estruturantes da vida em sociedade."
SANTOS, Dorival da C. Entre a tortura e a Matinta Pereira: uma abordagem cultural da ditadura militar no Amapá. Rio de Janeiro-RJ: Multifoco, 2017. р. 19-20.
Com base no exposto, assinale a alternativa CORREТА:
I - O pano de fundo histórico do romance "Saraminda" é a luta entre o Brasil e a França pelo domínio do manancial piscoso existente na foz do Rio Amazonas e no litoral do Oceano Atlântico, especialmente a pesca do camarão-rosa, destacando a luta de pescadores e ribeirinhos pela sobrevivência.
I - O contexto histórico em que se passa a ação de "Saraminda" remete ao Contestado francobrasileiro, região localizada ao norte do atual Estado do Amapá entre os rios Cassiporé e Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa, onde no final do século XIX, jazidas de ouro foram descobertas no vale do Rio Calçoene provocando uma "corrida do ouro" para a região, bem como atraindo franceses créoles da Guiana Francesa e brasileiros amazônidas em busca de aventuras e riquezas.
III - Pode-se dizer que os personagens principais do romance, além de Saraminda, são Cleto Bonfim, Clément Tamba e Jacques Kemper, os quais remetem a tipos arquétipos reais que viviam na região do Contestado franco-brasileiro no início do século XX. Tratam-se, pois, da bela moça mestiça empobrecida, o aventureiro em busca de riquezas e conquistas, o crioulo de Caiena e o sujeito europeu metropolitano com a ambição arrogante de trazer "civilidade" para uma região anárquica, bárbara e selvagem.
IV - O ambiente histórico em que se passa a ação de "Saraminda" diz respeito à crise social e econômica decorrente da abolição da escravatura em meados do século XIX, na Guiana Francesa, que impactou o norte da região do que viria a ser o Estado do Amapá. Seus personagens remetem a figuras padrões do período tais como os escravos, os capitães do mato, as prostitutas, os ribeirinhos e quilombolas que povoavam a região.
Estão CORRETAS as sentenças:
“...Já está em vigor o novo valor do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.100 em 1° de janeiro. O anterior era R$ 1.045. A Medida Provisória 1.021/2020, que estabeleсеи о reajuste, foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro."
Assim, podemos afirmar que o percentual de aumento está entre?
13; 16; 22; 31; 43; 58; X, onde 13 é o 1º elemento da sequência, 16 é o 2° elemento da sequência e assim sucessivamente.
Apenas um dos colegas acertou a resposta do desafio, informando qual era o valor de X que representava o 7º elemento da sequência, então sua resposta foi:


Considere o texto 3 seguinte para responder à questão
Texto 3 - O PORAQUÊ
Poraquê era um valente guerreiro de uma tribo às margens do Rio Amazonas. Caçador por excelência, era sempre quem trazia o maior animal durante as festividades da tribo. Também ele era muito forte, destacando-se dos outros membros da aldeia.
Mas Poraquê era ambicioso. Não lhe bastavam a destreza do arco e da flecha. Não Ihe bastava a força de seus braços e nem mesmo sua supremacia em combate. Ele queria ser o maior guerreiro da face da terra.
Foi assim que tentou dominar o fogo, mas sua força nada valeu contra as labaredas. O índio então, quis comandar os rios, mas Iara mandou contra ele a pororoca, que o derrotou. Vencido pela segunda vez, Poraquê subiu em um pé de vento e tomou um relâmpago emprestado ao deus trovão. Com ele fez uma borduna com a qual podia invocar os raios.
Certa vez uma tribo indígena atacou a aldeia em uma guerra que durou vários dias. Poraquê, com sua borduna de raios, dizimou milhares de inimigos. Tendo vencido a batalha, notou que a arma estava manchada de sangue e foi lavá-la à beira do Rio Amazonas. Um dos raios caiu na água e o transformou em um peixe feio, que quando atacado dispara rajadas elétricas para se proteger.
Disponível em: https://sites.google.com/site/apfolclore/mitos-e-lendas
Considere o texto 3 seguinte para responder à questão
Texto 3 - O PORAQUÊ
Poraquê era um valente guerreiro de uma tribo às margens do Rio Amazonas. Caçador por excelência, era sempre quem trazia o maior animal durante as festividades da tribo. Também ele era muito forte, destacando-se dos outros membros da aldeia.
Mas Poraquê era ambicioso. Não lhe bastavam a destreza do arco e da flecha. Não Ihe bastava a força de seus braços e nem mesmo sua supremacia em combate. Ele queria ser o maior guerreiro da face da terra.
Foi assim que tentou dominar o fogo, mas sua força nada valeu contra as labaredas. O índio então, quis comandar os rios, mas Iara mandou contra ele a pororoca, que o derrotou. Vencido pela segunda vez, Poraquê subiu em um pé de vento e tomou um relâmpago emprestado ao deus trovão. Com ele fez uma borduna com a qual podia invocar os raios.
Certa vez uma tribo indígena atacou a aldeia em uma guerra que durou vários dias. Poraquê, com sua borduna de raios, dizimou milhares de inimigos. Tendo vencido a batalha, notou que a arma estava manchada de sangue e foi lavá-la à beira do Rio Amazonas. Um dos raios caiu na água e o transformou em um peixe feio, que quando atacado dispara rajadas elétricas para se proteger.
Disponível em: https://sites.google.com/site/apfolclore/mitos-e-lendas
Considere o texto 3 seguinte para responder à questão
Texto 3 - O PORAQUÊ
Poraquê era um valente guerreiro de uma tribo às margens do Rio Amazonas. Caçador por excelência, era sempre quem trazia o maior animal durante as festividades da tribo. Também ele era muito forte, destacando-se dos outros membros da aldeia.
Mas Poraquê era ambicioso. Não lhe bastavam a destreza do arco e da flecha. Não Ihe bastava a força de seus braços e nem mesmo sua supremacia em combate. Ele queria ser o maior guerreiro da face da terra.
Foi assim que tentou dominar o fogo, mas sua força nada valeu contra as labaredas. O índio então, quis comandar os rios, mas Iara mandou contra ele a pororoca, que o derrotou. Vencido pela segunda vez, Poraquê subiu em um pé de vento e tomou um relâmpago emprestado ao deus trovão. Com ele fez uma borduna com a qual podia invocar os raios.
Certa vez uma tribo indígena atacou a aldeia em uma guerra que durou vários dias. Poraquê, com sua borduna de raios, dizimou milhares de inimigos. Tendo vencido a batalha, notou que a arma estava manchada de sangue e foi lavá-la à beira do Rio Amazonas. Um dos raios caiu na água e o transformou em um peixe feio, que quando atacado dispara rajadas elétricas para se proteger.
Disponível em: https://sites.google.com/site/apfolclore/mitos-e-lendas
Serviço público é "atividade administrativa ou de prestação direta ou indireta de bens ou serviços à população, exercida por órgãoou entidade da administração pública". Esse, pelo menos, é o conceito legal estabelecido na Lei Federal n. 13.460, de 26 de junho de 2017, que dispõe sobre participação, proteçãoe defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos da administração pública. Na Constituição Federal são encontradas 6 referências ao termo "serviço público" e 26 ao termo no plural, muitas relacionadas a prestação de trabalho na administração pública, ou seja, serviço público como o locus em que a atividade dos servidores públicos são exercidas...
Weber Luiz de Oliveira. 16/12/2018. Coluna Advocacia Pública em Debate. Disponível em: O QUE É SERVIÇO PÚBLICO -– emporiododireito.com.br
O fragmento tem como finalidade:

(Fragmento retirado da canção Igarapé das Mulheres - Osmar Júnior). Disponível em: https://Frases Osmar Júnior: acesse e confira-Querido Jeito
Em "...as mulheres do igarapé," a expressão do igarapé revela: