Questões de Concurso Para agente de vigilância

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Q3027071 Português

Para a questão, leia o texto que segue.


Q7_8.png (757×242)


Fonte: WATTERSON, Bill. . Calvin e Haroldo Disponível em: cultura.estadao.com.br-geral.20-tiras-de-calvin-e-hharoldo-para-refletir-sobre-a-vida-e-sobre-omundo. Acesso em: 23 jul. 2024.

Avalie o que é pedido sobre o trecho abaixo.
Quando a gente  novos significados às palavras, o nosso velho idioma se transforma em um código excludente!”
Gramaticalmente, os termos em destaque se qualificam como:
Alternativas
Q3027070 Português

Para a questão, leia o texto que segue.


Q7_8.png (757×242)


Fonte: WATTERSON, Bill. . Calvin e Haroldo Disponível em: cultura.estadao.com.br-geral.20-tiras-de-calvin-e-hharoldo-para-refletir-sobre-a-vida-e-sobre-omundo. Acesso em: 23 jul. 2024.

Sobre o quadrinho, analise em sua integralidade, com especial atenção às falas das personagens e sua composição. A partir do contexto, analise as afirmações abaixo.
I- A temática deste quadrinho se relaciona às transformações e mudanças linguísticas. II- Calvin chama a atenção para a capacidade, independentemente dos termos utilizados, de nos comunicarmos. III- A ausência do balão e do contorno no segundo quadrinho da narrativa colabora com o significado de expansão da língua. IV- Na fala do pai de Calvin, há o uso de expressões inventadas, neologismos. V- No último quadrinho, há uma ironia a respeito das normas sobre a criação de novas palavras e o funcionamento da comunicação.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3027069 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Sintaxe À Vontade

O Teatro Mágico


Sem horas e sem dores

Respeitável público pagão

Bem-vindos ao Teatro Mágico

Sintaxe à vontade


Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser

Todo verbo é livre para ser direto e indireto

Nenhum predicado será prejudicado

Nem a frase, nem a crase e ponto final!

Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas

E estar entre vírgulas pode ser aposto

E eu aposto o oposto

Que vou cativar a todos

Sendo apenas um sujeito simples

Um sujeito e sua oração, sua prece

Que a regência da paz sirva a todos nós

Cegos ou não

Que enxerguemos o fato

De termos acessórios para nossa oração

Separados ou adjuntos, nominais ou não

Façamos parte do contexto

E de todas as capas de edição especial

Sejamos também da contracapa

Mas ser capa e ser contracapa

É a beleza da contradição

É negar a si mesmo

E negar a si mesmo pode ser também encontrar-se com Deus

Com o teu Deus

Sem horas e sem dores

Que nesse encontro que acontece agora

Cada um possa se encontrar no outro

Até porque tem horas que a gente se pergunta

Por que é que não se junta

Tudo numa coisa só?

A partir da leitura do verso a seguir, analise o que se pede.
“Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas"
Sintaticamente, o trecho em destaque é qualificado como:
Alternativas
Q3027068 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Sintaxe À Vontade

O Teatro Mágico


Sem horas e sem dores

Respeitável público pagão

Bem-vindos ao Teatro Mágico

Sintaxe à vontade


Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser

Todo verbo é livre para ser direto e indireto

Nenhum predicado será prejudicado

Nem a frase, nem a crase e ponto final!

Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas

E estar entre vírgulas pode ser aposto

E eu aposto o oposto

Que vou cativar a todos

Sendo apenas um sujeito simples

Um sujeito e sua oração, sua prece

Que a regência da paz sirva a todos nós

Cegos ou não

Que enxerguemos o fato

De termos acessórios para nossa oração

Separados ou adjuntos, nominais ou não

Façamos parte do contexto

E de todas as capas de edição especial

Sejamos também da contracapa

Mas ser capa e ser contracapa

É a beleza da contradição

É negar a si mesmo

E negar a si mesmo pode ser também encontrar-se com Deus

Com o teu Deus

Sem horas e sem dores

Que nesse encontro que acontece agora

Cada um possa se encontrar no outro

Até porque tem horas que a gente se pergunta

Por que é que não se junta

Tudo numa coisa só?

Sobre o processo de construção observado em “Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser/ Todo verbo é livre para ser Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser direto e indireto /Nenhum predicado será prejudicado/Nem a frase, nem a crase e ponto final!”, é CORRETO afirmar que existe uma:
Alternativas
Q3027067 Português

O texto a seguir se refere à questão.


O perigo de uma história única


    Sou de uma família nigeriana convencional, de classe média. Meu pai era professor universitário e minha mãe era administradora. Tínhamos, como era comum, empregados domésticos que moravam em nossa casa e que, em geral, vinham de vilarejos rurais próximos. No ano em que fiz oito anos, um menino novo foi trabalhar lá em casa. O nome dele era Fide. A única coisa que minha mãe nos contou sobre ele foi que sua família era muito pobre. Minha mãe mandava inhame, arroz e nossas roupas velhas para eles. Quando eu não comia todo o meu jantar, ela dizia: “Coma tudo! Você não sabe que pessoas como a família de Fide não têm nada?”. E eu sentia uma pena enorme deles. Certo sábado, fomos ao vilarejo de Fide fazer uma visita. Sua mãe nos mostrou um cesto de palha pintado com uns desenhos lindos que o irmão dele tinha feito. Fiquei espantada. Não havia me ocorrido que alguém naquela família pudesse fazer alguma coisa. Eu só tinha ouvido falar sobre como eram pobres, então ficou impossível para mim vê-los como qualquer coisa além de pobres. A pobreza era minha história única deles.

    Anos depois, pensei nisso quando saí da Nigéria para fazer faculdade nos Estados Unidos. Eu tinha dezenove anos. Minha colega de quarto americana ficou chocada comigo. Ela perguntou onde eu tinha aprendido a falar inglês tão bem e ficou confusa quando respondi que a língua oficial da Nigéria era o inglês. Também perguntou se podia ouvir o que chamou de minha “música tribal”, e ficou muito decepcionada quando mostrei minha fita da Mariah Carey. Ela também presumiu que eu não sabia como usar um fogão. O que me impressionou foi: ela já sentia pena de mim antes de me conhecer. Sua postura preestabelecida em relação a mim, como africana, era uma espécie de pena condescendente e bem-intencionada. Minha colega de quarto tinha uma história única da África: uma história única de catástrofe. Naquela história única não havia possibilidade de africanos serem parecidos com ela de nenhuma maneira; não havia possibilidade de qualquer sentimento mais complexo que pena; não havia possibilidade de uma conexão entre dois seres humanos iguais.

    Devo dizer que, antes de ir para os Estados Unidos, eu não me reconhecia conscientemente como africana. Mas, naquele país, sempre que a África era mencionada, as pessoas se voltavam para mim. Não importava que eu não soubesse nada sobre lugares como a Namíbia. Passei a aceitar essa identidade e, de muitas formas, agora penso em mim como africana, embora ainda que bastante irritada quando dizem que a África é um país. O exemplo mais recente disso foi num voo da Virgin, maravilhoso em todos os outros aspectos, que peguei em Lagos dois dias atrás, durante o qual falaram de obras de caridade feitas “na Índia, na África e em outros países”. Depois que passei alguns anos nos Estados Unidos como africana, comecei a entender a reação da minha colega de quarto em relação a mim. Se eu não tivesse crescido na Nigéria e se tudo o que eu soubesse sobre a África viesse das imagens populares, também ia achar que se tratava de um lugar com paisagens maravilhosas, animais lindos e pessoas incompreensíveis travando guerras sem sentido, morrendo de pobreza e de aids, incapazes de falar por si mesmas e esperando para serem salvas por um estrangeiro branco e bondoso. Veria os africanos da mesma maneira como eu via a família de Fide quando era criança. Acho que essa história única da África veio, no final das contas, da literatura ocidental.

Fonte: ADICHIE, Chimamanda. O perigo de uma história única [fragmento] São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

Releia o trecho: !Sou de uma família nigeriana convencional, de classe média. Meu pai era professor universitário e minha mãe era administradora. Tínhamos, como era comum, empregados domésticos que moravam em nossa casa e que, em geral, vinham de vilarejos rurais próximos”.
Considerando o trecho lido, qual a tipologia textual predominante?
Alternativas
Q3027066 Português

O texto a seguir se refere à questão.


O perigo de uma história única


    Sou de uma família nigeriana convencional, de classe média. Meu pai era professor universitário e minha mãe era administradora. Tínhamos, como era comum, empregados domésticos que moravam em nossa casa e que, em geral, vinham de vilarejos rurais próximos. No ano em que fiz oito anos, um menino novo foi trabalhar lá em casa. O nome dele era Fide. A única coisa que minha mãe nos contou sobre ele foi que sua família era muito pobre. Minha mãe mandava inhame, arroz e nossas roupas velhas para eles. Quando eu não comia todo o meu jantar, ela dizia: “Coma tudo! Você não sabe que pessoas como a família de Fide não têm nada?”. E eu sentia uma pena enorme deles. Certo sábado, fomos ao vilarejo de Fide fazer uma visita. Sua mãe nos mostrou um cesto de palha pintado com uns desenhos lindos que o irmão dele tinha feito. Fiquei espantada. Não havia me ocorrido que alguém naquela família pudesse fazer alguma coisa. Eu só tinha ouvido falar sobre como eram pobres, então ficou impossível para mim vê-los como qualquer coisa além de pobres. A pobreza era minha história única deles.

    Anos depois, pensei nisso quando saí da Nigéria para fazer faculdade nos Estados Unidos. Eu tinha dezenove anos. Minha colega de quarto americana ficou chocada comigo. Ela perguntou onde eu tinha aprendido a falar inglês tão bem e ficou confusa quando respondi que a língua oficial da Nigéria era o inglês. Também perguntou se podia ouvir o que chamou de minha “música tribal”, e ficou muito decepcionada quando mostrei minha fita da Mariah Carey. Ela também presumiu que eu não sabia como usar um fogão. O que me impressionou foi: ela já sentia pena de mim antes de me conhecer. Sua postura preestabelecida em relação a mim, como africana, era uma espécie de pena condescendente e bem-intencionada. Minha colega de quarto tinha uma história única da África: uma história única de catástrofe. Naquela história única não havia possibilidade de africanos serem parecidos com ela de nenhuma maneira; não havia possibilidade de qualquer sentimento mais complexo que pena; não havia possibilidade de uma conexão entre dois seres humanos iguais.

    Devo dizer que, antes de ir para os Estados Unidos, eu não me reconhecia conscientemente como africana. Mas, naquele país, sempre que a África era mencionada, as pessoas se voltavam para mim. Não importava que eu não soubesse nada sobre lugares como a Namíbia. Passei a aceitar essa identidade e, de muitas formas, agora penso em mim como africana, embora ainda que bastante irritada quando dizem que a África é um país. O exemplo mais recente disso foi num voo da Virgin, maravilhoso em todos os outros aspectos, que peguei em Lagos dois dias atrás, durante o qual falaram de obras de caridade feitas “na Índia, na África e em outros países”. Depois que passei alguns anos nos Estados Unidos como africana, comecei a entender a reação da minha colega de quarto em relação a mim. Se eu não tivesse crescido na Nigéria e se tudo o que eu soubesse sobre a África viesse das imagens populares, também ia achar que se tratava de um lugar com paisagens maravilhosas, animais lindos e pessoas incompreensíveis travando guerras sem sentido, morrendo de pobreza e de aids, incapazes de falar por si mesmas e esperando para serem salvas por um estrangeiro branco e bondoso. Veria os africanos da mesma maneira como eu via a família de Fide quando era criança. Acho que essa história única da África veio, no final das contas, da literatura ocidental.

Fonte: ADICHIE, Chimamanda. O perigo de uma história única [fragmento] São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

Considerando a estrutura do período composto “Ela também presumiu que eu não sabia como usar um fogão”, analise as afirmações abaixo.

I- Ela também presumiu exerce a função sintática de oração principal. II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante. III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo. IV- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada substantiva objetiva direta.  V- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada adverbial consecutiva. 

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3027065 Português

O texto a seguir se refere à questão.


O perigo de uma história única


    Sou de uma família nigeriana convencional, de classe média. Meu pai era professor universitário e minha mãe era administradora. Tínhamos, como era comum, empregados domésticos que moravam em nossa casa e que, em geral, vinham de vilarejos rurais próximos. No ano em que fiz oito anos, um menino novo foi trabalhar lá em casa. O nome dele era Fide. A única coisa que minha mãe nos contou sobre ele foi que sua família era muito pobre. Minha mãe mandava inhame, arroz e nossas roupas velhas para eles. Quando eu não comia todo o meu jantar, ela dizia: “Coma tudo! Você não sabe que pessoas como a família de Fide não têm nada?”. E eu sentia uma pena enorme deles. Certo sábado, fomos ao vilarejo de Fide fazer uma visita. Sua mãe nos mostrou um cesto de palha pintado com uns desenhos lindos que o irmão dele tinha feito. Fiquei espantada. Não havia me ocorrido que alguém naquela família pudesse fazer alguma coisa. Eu só tinha ouvido falar sobre como eram pobres, então ficou impossível para mim vê-los como qualquer coisa além de pobres. A pobreza era minha história única deles.

    Anos depois, pensei nisso quando saí da Nigéria para fazer faculdade nos Estados Unidos. Eu tinha dezenove anos. Minha colega de quarto americana ficou chocada comigo. Ela perguntou onde eu tinha aprendido a falar inglês tão bem e ficou confusa quando respondi que a língua oficial da Nigéria era o inglês. Também perguntou se podia ouvir o que chamou de minha “música tribal”, e ficou muito decepcionada quando mostrei minha fita da Mariah Carey. Ela também presumiu que eu não sabia como usar um fogão. O que me impressionou foi: ela já sentia pena de mim antes de me conhecer. Sua postura preestabelecida em relação a mim, como africana, era uma espécie de pena condescendente e bem-intencionada. Minha colega de quarto tinha uma história única da África: uma história única de catástrofe. Naquela história única não havia possibilidade de africanos serem parecidos com ela de nenhuma maneira; não havia possibilidade de qualquer sentimento mais complexo que pena; não havia possibilidade de uma conexão entre dois seres humanos iguais.

    Devo dizer que, antes de ir para os Estados Unidos, eu não me reconhecia conscientemente como africana. Mas, naquele país, sempre que a África era mencionada, as pessoas se voltavam para mim. Não importava que eu não soubesse nada sobre lugares como a Namíbia. Passei a aceitar essa identidade e, de muitas formas, agora penso em mim como africana, embora ainda que bastante irritada quando dizem que a África é um país. O exemplo mais recente disso foi num voo da Virgin, maravilhoso em todos os outros aspectos, que peguei em Lagos dois dias atrás, durante o qual falaram de obras de caridade feitas “na Índia, na África e em outros países”. Depois que passei alguns anos nos Estados Unidos como africana, comecei a entender a reação da minha colega de quarto em relação a mim. Se eu não tivesse crescido na Nigéria e se tudo o que eu soubesse sobre a África viesse das imagens populares, também ia achar que se tratava de um lugar com paisagens maravilhosas, animais lindos e pessoas incompreensíveis travando guerras sem sentido, morrendo de pobreza e de aids, incapazes de falar por si mesmas e esperando para serem salvas por um estrangeiro branco e bondoso. Veria os africanos da mesma maneira como eu via a família de Fide quando era criança. Acho que essa história única da África veio, no final das contas, da literatura ocidental.

Fonte: ADICHIE, Chimamanda. O perigo de uma história única [fragmento] São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

Analise o que é solicitado, a partir da leitura do enunciado abaixo:
“Tínhamos, como era comum, empregados domésticos que moravam em nossa casa e que, vinham de vilarejos rurais em geral, próximos”.
O elemento em destaque, sintaticamente, funciona no trecho como:
Alternativas
Q3027064 Português

O texto a seguir se refere à questão.


O perigo de uma história única


    Sou de uma família nigeriana convencional, de classe média. Meu pai era professor universitário e minha mãe era administradora. Tínhamos, como era comum, empregados domésticos que moravam em nossa casa e que, em geral, vinham de vilarejos rurais próximos. No ano em que fiz oito anos, um menino novo foi trabalhar lá em casa. O nome dele era Fide. A única coisa que minha mãe nos contou sobre ele foi que sua família era muito pobre. Minha mãe mandava inhame, arroz e nossas roupas velhas para eles. Quando eu não comia todo o meu jantar, ela dizia: “Coma tudo! Você não sabe que pessoas como a família de Fide não têm nada?”. E eu sentia uma pena enorme deles. Certo sábado, fomos ao vilarejo de Fide fazer uma visita. Sua mãe nos mostrou um cesto de palha pintado com uns desenhos lindos que o irmão dele tinha feito. Fiquei espantada. Não havia me ocorrido que alguém naquela família pudesse fazer alguma coisa. Eu só tinha ouvido falar sobre como eram pobres, então ficou impossível para mim vê-los como qualquer coisa além de pobres. A pobreza era minha história única deles.

    Anos depois, pensei nisso quando saí da Nigéria para fazer faculdade nos Estados Unidos. Eu tinha dezenove anos. Minha colega de quarto americana ficou chocada comigo. Ela perguntou onde eu tinha aprendido a falar inglês tão bem e ficou confusa quando respondi que a língua oficial da Nigéria era o inglês. Também perguntou se podia ouvir o que chamou de minha “música tribal”, e ficou muito decepcionada quando mostrei minha fita da Mariah Carey. Ela também presumiu que eu não sabia como usar um fogão. O que me impressionou foi: ela já sentia pena de mim antes de me conhecer. Sua postura preestabelecida em relação a mim, como africana, era uma espécie de pena condescendente e bem-intencionada. Minha colega de quarto tinha uma história única da África: uma história única de catástrofe. Naquela história única não havia possibilidade de africanos serem parecidos com ela de nenhuma maneira; não havia possibilidade de qualquer sentimento mais complexo que pena; não havia possibilidade de uma conexão entre dois seres humanos iguais.

    Devo dizer que, antes de ir para os Estados Unidos, eu não me reconhecia conscientemente como africana. Mas, naquele país, sempre que a África era mencionada, as pessoas se voltavam para mim. Não importava que eu não soubesse nada sobre lugares como a Namíbia. Passei a aceitar essa identidade e, de muitas formas, agora penso em mim como africana, embora ainda que bastante irritada quando dizem que a África é um país. O exemplo mais recente disso foi num voo da Virgin, maravilhoso em todos os outros aspectos, que peguei em Lagos dois dias atrás, durante o qual falaram de obras de caridade feitas “na Índia, na África e em outros países”. Depois que passei alguns anos nos Estados Unidos como africana, comecei a entender a reação da minha colega de quarto em relação a mim. Se eu não tivesse crescido na Nigéria e se tudo o que eu soubesse sobre a África viesse das imagens populares, também ia achar que se tratava de um lugar com paisagens maravilhosas, animais lindos e pessoas incompreensíveis travando guerras sem sentido, morrendo de pobreza e de aids, incapazes de falar por si mesmas e esperando para serem salvas por um estrangeiro branco e bondoso. Veria os africanos da mesma maneira como eu via a família de Fide quando era criança. Acho que essa história única da África veio, no final das contas, da literatura ocidental.

Fonte: ADICHIE, Chimamanda. O perigo de uma história única [fragmento] São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

A partir da leitura do texto, é CORRETO inferir que a ideia desenvolvida se resume em:
Alternativas
Q3016757 Noções de Informática
Segurança da Informação e Proteção de Sistemas
A segurança da informação é crítica para proteger dados e sistemas contra ameaças. Avalie as afirmativas abaixo sobre segurança da informação e selecione a alternativa correta:

1. Firewalls, como os fornecidos por empresas como Palo Alto Networks e Cisco, monitoram e controlam o tráfego de rede com base em regras de segurança, protegendo as redes contra acessos não autorizados (Gartner, 2023).
2. Vírus de computador, como o ransomware, podem criptografar os dados de um sistema, exigindo pagamento para liberar o acesso aos arquivos, sendo uma das principais ameaças à segurança atualmente (Symantec, 2023).
3. A criptografia de dados, utilizando algoritmos como AES-256, é uma prática não recomendada para proteger informações sensíveis durante a transmissão e armazenamento (NIST, 2023).
4. Antivírus modernos, como o Norton e o Bitdefender, utilizam inteligência artificial para detectar e neutralizar ameaças em tempo real, oferecendo uma camada adicional de segurança (AV-TEST, 2023).
5. Invasões a sistemas geralmente exploram vulnerabilidades conhecidas, como falhas de segurança em software desatualizado, o que reforça a importância de manter todos os sistemas atualizados com os patches de segurança mais recentes (CISA, 2023). 

Alternativas: 
Alternativas
Q3016756 Redes de Computadores
Redes de Comunicação de Dados e Modelos de Rede
As redes de comunicação de dados são estruturadas em diferentes topologias e modelos. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta:

1. O modelo TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol) é o principal protocolo utilizado na comunicação em redes de computadores, organizado em quatro camadas: aplicação, transporte, internet e enlace (RFC 791, 2023).
2. Topologias de rede como estrela, anel e malha não definem a disposição física ou lógica dos dispositivos na rede e influenciam diretamente na resiliência e eficiência da comunicação (Cisco, 2023). 
3. Redes LAN (Local Area Network) são limitadas a áreas geográficas pequenas, como escritórios ou residências, enquanto redes MAN (Metropolitan Area Network) cobrem áreas urbanas maiores, e redes WAN (Wide Area Network) conectam redes distribuídas geograficamente (IEEE, 2023).
4. Sistemas operacionais de rede, como Windows Server e Linux, oferecem suporte nativo ao protocolo TCP/IP, facilitando a configuração e gerenciamento de redes complexas (Red Hat, 2023).
5. Problemas típicos de rede, como colisões de pacotes, podem ser mitigados utilizando switches gerenciáveis que segmentam o tráfego e evitam o congestionamento de dados (Cisco, 2023).

Alternativas: 
Alternativas
Q3016755 Noções de Informática
Componentes de Hardware e Configuração de Computadores
O conhecimento sobre hardware é fundamental para a montagem e configuração de sistemas computacionais. Avalie as afirmativas abaixo sobre componentes de hardware e selecione a alternativa correta:

1. Processadores modernos, como os da linha Intel Core i9 e AMD Ryzen 9, utilizam múltiplos núcleos para executar processos simultaneamente, o que aumenta a eficiência e a capacidade de processamento (TechRadar, 2023).
2. A memória RAM (memória primária) é volátil, o que significa que todos os dados armazenados nela são perdidos quando o computador é desligado (PCMag, 2023).
3. Os dispositivos de armazenamento secundário, como SSDs e HDDs, são responsáveis por manter dados de forma permanente, mesmo quando o sistema é desligado, com os SSDs sendo mais rápidos e duráveis que os HDDs (Tom's Hardware, 2023).
4. As interfaces de barramento, como PCIe (Peripheral Component Interconnect Express), permitem a conexão de componentes internos como placas de vídeo e unidades de armazenamento com alta taxa de transferência de dados (AnandTech, 2023).
5. A montagem de um computador envolve a correta configuração do BIOS/UEFI, que é o software de nível mais baixo que inicializa o hardware e carrega o sistema operacional (TechSpot, 2023).

Alternativas: 
Alternativas
Q3016754 Noções de Informática
Aplicação de Recursos do Microsoft Word
Maria, uma gerente de projetos, precisa preparar um relatório final detalhado para um grande projeto corporativo. O relatório deve incluir uma capa profissional, um índice gerado automaticamente, diversas seções com cabeçalhos e rodapés diferentes, além de gráficos e tabelas inseridos diretamente no documento. Maria também precisa garantir que todas as páginas sejam numeradas corretamente e que os links no índice levam diretamente para as seções correspondentes.
Diante dessa situação, quais recursos do Microsoft Word Maria deve utilizar para cumprir essas exigências? Avalie as alternativas abaixo e selecione a correta:

1. Maria deve utilizar a funcionalidade de "Estilos" (Styles) para formatar os títulos e subtítulos das seções, o que permitirá a criação automática do índice através da funcionalidade "Sumário" (Table of Contents) (Microsoft, 2024).
2. Para inserir gráficos e tabelas, Maria pode usar a funcionalidade de "Inserir Gráfico" e "Inserir Tabela" diretamente no Word, vinculando-os aos dados de uma planilha Excel, se necessário (Microsoft, 2024).
3. Para diferentes cabeçalhos e rodapés em seções distintas, Maria deve inserir quebras de seção (Section Breaks) e configurar os cabeçalhos e rodapés individualmente para cada seção (Microsoft, 2024).
4. A numeração de páginas pode ser configurada automaticamente, e Maria deve usar a opção de "Numeração de Página" (Page Number) no menu "Inserir" para garantir que a numeração seja aplicada corretamente em todo o documento (Microsoft, 2024).
5. Para criar links no índice que levem diretamente às seções correspondentes, Maria deve ativar a funcionalidade de "Links" (Hyperlinks) durante a geração do sumário (Microsoft, 2024).

Alternativas: 
Alternativas
Q3016753 Noções de Informática
Utilização Avançada do Microsoft Excel
Durante a elaboração de um relatório financeiro para o trimestre, João, um analista de dados, percebe que precisa automatizar a análise de uma grande quantidade de dados financeiros no Microsoft Excel. Ele decide criar uma planilha que calcule automaticamente os totais, médias, e identifique as maiores e menores variações percentuais entre diferentes meses. Além disso, ele precisa gerar gráficos dinâmicos que atualizem automaticamente conforme os dados são alterados.
Considerando as funcionalidades do Excel, como João deve proceder para realizar essas tarefas? Avalie as alternativas abaixo e selecione a correta:

1. Para calcular automaticamente os totais e as médias, João deve utilizar a função SOMA para os totais e a função MÉDIA para as médias, aplicando-as nas colunas correspondentes (Microsoft, 2024).
2. João pode usar a função PROCV (ou VLOOKUP) para buscar e comparar valores específicos entre diferentes tabelas de dados, facilitando a análise comparativa e o somatório das células (Microsoft, 2024).
3. Para identificar as maiores e menores variações percentuais, João pode utilizar as funções MÁXIMO e MÍNIMO em combinação com a função de porcentagem para calcular as diferenças (Microsoft, 2024).
4. Os gráficos dinâmicos podem ser criados utilizando Tabelas Dinâmicas (Pivot Tables) e Gráficos Dinâmicos (Pivot Charts), que permitem a atualização automática conforme os dados da planilha são modificados (Microsoft, 2024).
5. João deve usar a funcionalidade "AutoPreenchimento" (AutoFill) para replicar textos ao longo das colunas e linhas necessárias, garantindo que as operações sejam aplicadas corretamente a todas as células relevantes (Microsoft, 2024).

Alternativas:
Alternativas
Q3016752 Conhecimentos Gerais
O Brasil é uma república federativa composta por três níveis de governo: federal, estadual e municipal. Sobre as atribuições desses níveis de governo, considere as afirmativas abaixo:

1. O governo federal é responsável pela defesa nacional, relações exteriores e emissão de moeda.
2. Os estados têm autonomia para criar suas próprias constituições e leis, desde que estejam em conformidade com a Constituição Federal. 
3. O município é responsável por gerir o transporte público local e o zoneamento urbano.
4. O poder judiciário é independente em cada nível de governo, com tribunais federais, estaduais e municipais.
5. A União tem a prerrogativa de intervir nos estados e municípios em casos de grave comprometimento da ordem pública.

Alternativas:
Alternativas
Q3016751 Conhecimentos Gerais
O Brasil tem investido em energias renováveis como parte de sua matriz energética. Sobre as fontes de energia renovável no Brasil, avalie as afirmativas abaixo:

1. A energia hidrelétrica é a principal fonte de energia renovável no Brasil, respondendo por mais de 87% da geração de eletricidade no país.
2. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de energia eólica, com destaque para os parques eólicos no Nordeste do país.
3. A energia solar fotovoltaica tem crescido rapidamente no Brasil, especialmente em regiões com alta incidência solar, como no Nordeste e Norte.
4. A biomassa, proveniente principalmente da cana-de-açúcar, é outra importante fonte de energia renovável no Brasil, usada na produção de etanol e bioeletricidade.
5. O Brasil possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, com mais de 79% da energia proveniente de fontes renováveis na matriz elétrica.

Alternativas: 
Alternativas
Q3016750 Conhecimentos Gerais
 Brasil, como uma das maiores economias da América Latina, tem passado por diversas reformas econômicas nos últimos anos. Uma das reformas mais debatidas foi a Reforma da Previdência, aprovada em 2019. Sobre essa reforma, considere as seguintes afirmativas:

1. A Reforma da Previdência de 2019 foi proposta pelo governo federal para reduzir o déficit previdenciário e garantir a sustentabilidade do sistema.
2. A reforma introduziu a idade mínima para aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.
3. As novas regras incluem um sistema de pontos que combina idade e tempo de contribuição para a concessão da aposentadoria.
4. A reforma foi amplamente apoiada por todos os setores da sociedade, com pouca resistência política e social.
5. O impacto da reforma é percebido principalmente nas grandes cidades, onde a expectativa de vida é maior.

Alternativas: 
Alternativas
Q3016747 Matemática
Em uma floricultura, um buquê de 12 rosas e um arranjo com 10 margaridas tinham o mesmo preço. Após uma semana, o preço das rosas caiu 2%, enquanto o preço das margaridas subiu 10%. Qual será o aumento no custo total (comparado com o preço anterior) ao comprar um buquê de 12 rosas e 10 margaridas após essas mudanças de preço? 
Alternativas
Q3016746 Matemática
Fernando escolheu 4 números inteiros positivos distintos, a, b, c e d, de modo que
(7-a)(7-b)(7-c)(7-d)=4.
Quanto vale a soma a+b+c+d?
Alternativas
Q3016745 Matemática
Renato pensou em uma fração da forma p/q  , onde p e q são números naturais, de modo que 5/8 < p/q <7/8 . Sabendo que p é o menor valor inteiro positivo de modo que p+q=2005. Quanto vale q-p? 
Alternativas
Q3016744 Matemática
Em um laboratório de pesquisa de inteligência artificial, os cientistas estão desenvolvendo um algoritmo que aprende a partir de dados anteriores. A partir do terceiro dia de treinamento, o número de cálculos processados pelo algoritmo é igual à soma dos cálculos processados nos dois dias anteriores. No segundo dia de treinamento, o algoritmo processou apenas 1 cálculo; no quinto dia, ele processou 2005 cálculos. Quantos cálculos o algoritmo processou no sexto dia? 
Alternativas
Respostas
501: A
502: E
503: C
504: A
505: D
506: D
507: B
508: C
509: B
510: C
511: E
512: D
513: A
514: C
515: D
516: D
517: B
518: E
519: D
520: A