Questões de Concurso Para técnico desportivo

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Q3688840 Português
Considere as seguintes sentenças, apresentadas a seguir:

I. Nós estamos felizes por recebê-la em casa.
II. Não há nenhum problema entre nós.
III. Pediu a nós que fizéssemos tudo por ele.

Tendo em vista as funções desempenhadas pela palavra “nós”, nas sentenças dadas, conclui-se que esse pronome pessoal é reto, e não oblíquo, apenas em:
Alternativas
Q3688839 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
A palavra “quase”, que ocorre no excerto “Eu sou quase uma coisa.”, é um:
Alternativas
Q3688838 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
As colocações pronominais em “[...] leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.” correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3688837 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
As formas verbais “cabia” e “enchia”, em “Não cabia num prato, mas enchia a mão.”, estão conjugadas no pretérito imperfeito do modo indicativo. Caso estivessem conjugadas no pretérito perfeito do mesmo modo, a reescrita correta da sentença dada seria:
Alternativas
Q3688836 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto, e assinale aquela em que ocorre pronome indefinido.
Alternativas
Q3688835 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
Após a leitura do texto, verifica-se que o que há em comum ao fazer 14, 18 e 21 anos, segundo o ponto de vista do narrador, é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629195 Educação Física
Leia o texto a seguir.
Autismo na universidade: o que não se faz e o que é preciso fazer
[...] Nos últimos anos temos observado, no Brasil e no mundo, um aumento significativo no número de pessoas diagnosticadas com TEA [...] De acordo com o último relatório do Centro de Controle de Prevenção de Doenças (CDC), importante e respeitada agência de saúde pública americana, a estimativa atual divulgada no último relatório de 2021, a prevalência do TEA na população é de um para cada 36 crianças.
Cabe lembrar que esse número em 2004 era de um para 166 crianças e foi aumentando ao longo dos anos. Este fenômeno pode ser atribuído a uma série de fatores como maior acesso ao diagnóstico, maior número de profissionais preparados para realização do diagnóstico, maior conhecimento e conscientização sobre o transtorno por parte de pais e professores, compreensão mais ampla das manifestações do autismo, entre tantos outros.
De 2017 a 2021 tivemos no Brasil um aumento de 280% no número de estudantes diagnosticados com TEA nos ensinos infantil, fundamental ou médio. Já na educação superior, de acordo com os dados do Censo/INEP, o número de Transtornos Globais do Desenvolvimento, que incluem o TEA, aumentou de 4.018 para 6.063 entre os anos de 2021 e 2022. Como consequência desse aumento, cresce a dificuldade em incluir essas pessoas principalmente na educação superior, no qual a complexidade de atendimento é definitivamente maior.
Essa complexidade deve-se principalmente à transição de uma estrutura de apoio que no ensino fundamental e médio é mais definida e direta; à complexidade acadêmica e social mais exigente; à necessidade de maior autonomia e independência; à transição e adaptação mais exigentes, dado que há grandes mudanças na rotina e no ambiente, e finalmente falta de política e recursos educacionais capazes de suportar a diversidade de necessidades manifestadas pelos estudantes TEA.
[...] Não se trata apenas de fazer adaptações curriculares e metodológicas, de se introduzir novas tecnologias de ensino. É preciso ir além, pensar na criação de ambientes de aprendizado adaptados, verdadeiramente inclusivos e acolhedores. [...]
Não há mais espaço para dúvidas e adiamentos. As instituições precisam refletir e estudar a questão da inclusão de estudantes TEA. Criar políticas para o atendimento desses estudantes não pode estar apenas no papel, mas em ações de conhecimento, respeito, apoio e preparo de cada cidadão, sejam eles TEA ou não.

TORNELOTTO, Josiane. Autismo na universidade: o que não se faz e o que é preciso fazer, Revista Ensino Superior. Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2024/01/10/autismo-na-universidade/. Acesso em: 22 ago. 2025. [Adaptado].


Visando orientar a estruturação de atividades físicas para esse público, em junho de 2025, o Ministério do Esporte divulgou e publicou o Guia de Atividade Física para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Quais são as recomendações presentes para a organização de ambientes de intervenção inclusivos e acolhedores?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629194 Saúde Pública
A Política Nacional de Promoção da Saúde – PNPS (Brasil, 2017) ratificou o compromisso do Estado brasileiro com a ampliação e qualificação das ações de promoção da saúde, provocando mudanças nos modos de organizar, planejar, executar e avaliar a intervenção em saúde e qualidade de vida. Em relação aos valores e princípios presentes na política, se destacam: 
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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629193 Educação Física
A prática regular de atividades físicas induz a liberação de neurotransmissores e de hormônios associados à regulação do humor e à redução dos sintomas de ansiedade e depressão, sendo um complemento importante ao tratamento e à psicoterapia. Os exercícios recomendados para a depressão são:
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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629192 Educação Física
O professor de Educação Física realizou a anamnese de um dos seus alunos e, juntamente com o cálculo do índice de Massa Corporal, diagnosticou que ele apresentava uma composição corporal alta ou “IMC alto”, fato que explica o desenvolvimento da Diabetes tipo II. A prática de exercícios físicos regulares, a qualidade da dieta e o uso correto de medicação sob prescrição médica são condições para a melhoria da qualidade de vida de indivíduos diabéticos. Há evidências de que uma combinação de treinamentos aeróbios e de resistência melhora o controle glicêmico, em relação a um programa contendo somente uma das modalidades. Nesse sentido, a frequência semanal recomendada para ambas as modalidades é
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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629191 Educação Física
Conforme os dados presentes no Atlas Mundial da Obesidade (2025), publicado pela Federação Mundial da Obesidade, o IMC alto é um dos principais causadores de Doenças Crônicas Não Transmissíveis – DCNTs, e responsável anualmente por milhares de mortes prematuras. As tendências atuais sugerem que até 2030, 50% dos homens e mulheres adultos viverão com IMC alto, realidade já presente no Brasil onde 68% dos adultos estão acima do índice. Quais são as recomendações quanto ao tipo e ao tempo de duração das atividades aeróbias recomendadas para esse público?  
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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629190 Educação Física
De acordo com o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, publicado pelo Ministério da Saúde em 2021, as atividades físicas podem ser realizadas em quatro domínios da vida: no tempo livre, no deslocamento, nas atividades de trabalho ou de estudo e nas tarefas domésticas. Independentemente do tipo de atividade, o documento recomenda, enquanto duração, intensidade e frequência para adultos, pelo menos 
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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629189 Educação Física
Silva (2022), no artigo Programas Nacionais de Atividades Físicas em Universidades Federais Brasileiras e relações com o Lazer, identificou o Programa Segundo Tempo Universitário como uma política pública específica de atividades físicas relacionadas ao lazer destinadas aos estudantes universitários. Nesse sentido, a implementação do programa em uma universidade federal é de suma importância para a oferta e o acesso às atividades físicas no âmbito do lazer. Um dos objetivos específicos de uma política pública direcionada às atividades físicas é  
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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629188 Educação Física
Os componentes da aptidão física podem ser relacionados à saúde e ao desenvolvimento de habilidades. Quais são os componentes relacionados à saúde?  
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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629187 Educação Física

Segundo Gomes (2009), o modelo tradicional de treinamento esportivo teve como percursor o russo Leev Matveev, em meados da década de 1950. Por muito tempo, se manteve hegemonicamente como modelo geral de treinamento. No entanto, com o avanço das ciências do esporte, os modelos contemporâneos evoluíram qualitativamente em propostas que respeitam a especificidade de cada modalidade esportiva. Entre os novos modelos, o de cargas seletivas foi organizado especificamente para qual modalidade?

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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629186 Educação Física
Para o ensino das modalidades esportivas coletivas, acompanhou-se no Brasil, durante os últimos vinte anos, a recepção e a elaboração de métodos inovadores de ensino, vivência e treinamento do esporte. Entre elas se destaca a proposta de Iniciação Esportiva Universal que privilegia a compreensão do contexto de jogo, via aprendizagem por meio de situações problemas em jogos modificados. Nesse sentido, o objetivo central da proposta é o desenvolvimento das capacidades
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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629185 Educação Física
Para uma dada situação em que se propõe a formação esportiva de estudantes universitários, temos como modelo mais indicado para a análise das tarefas realizadas a consideração sobre restrições individuais de cada aprendiz, bem como as restrições ambientais e da própria tarefa proposta. Esse modelo baseado nas restrições é identificado como
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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629184 Educação Física
O Treinamento Funcional refere-se a um conjunto de exercícios cuja execução busca atender uma função ou fim prático, reproduzindo ações motoras que são utilizadas cotidianamente, ou seja, aos movimentos que mobilizam mais de um segmento ao mesmo tempo. O fato de os movimentos realizados se aproximarem dos movimentos reais, atende a qual princípio do treinamento? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629183 Educação Física
Na biomecânica, as alavancas são parâmetros importantes para entender a interação entre ossos, articulações e músculos na geração do movimento. A classificação dessas alavancas é crucial para compreender a relação entre força, velocidade e amplitude do movimento, em especial, na prescrição de exercícios resistidos ou de musculação. Uma alavanca interfixa ou de primeira classe é aquela em que ocorre uma ação simultânea dos músculos agonistas e antagonistas em lados opostos de uma articulação. Esse tipo de alavanca busca garantir  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629182 Educação Física
A medida das dobras cutâneas é uma das mais utilizadas para verificar a composição corporal. Essa técnica requer o uso de equações adequadas e do instrumento chamado adipômetro ou compasso de dobras. Como técnicas de medida e manuseio do instrumento está
Alternativas
Respostas
421: A
422: B
423: E
424: C
425: B
426: B
427: B
428: A
429: D
430: C
431: D
432: C
433: B
434: A
435: B
436: D
437: A
438: C
439: D
440: A