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“Ao conhecer algo, não é o homem, ou melhor, a mente humana que vai se adequar ao objeto, mas o objeto que se adapta à mente humana. Na verdade, conhecemos, não as coisas em si, mas a imagem que produzimos das mesmas e a esta imagem nossa mente aplica uma série de categorias (espaço, tempo, número, causalidade, etc…) que são “a priori, ou seja, que estão na mente antes mesmo de havermos conhecido algo”. Deste modo, portanto, é possível conhecer os fatos e suas relações.”
Rossoni, S. A história da ciência e do conhecimento: algumas (in)certezas. Revista de Ciências Humanas, v. 4, n. 4, p. 171-194, 2012.
As ideias presentes no texto refletem o pensamento:
“Há uma hipótese cujos antecedentes remontam ao Império Antigo do Egito, e que também se encontram no hinduísmo inicial, na filosófica pré-socrática do grego Anaxágoras e entre gnósticos. Ela tem sido descartada repetidamente, mas sobreviveu através da história. É a teoria da panspermia. A versão moderna postula – em poucas palavras – que a vida existe em todo o Universo e pode se transportar através do espaço de um lugar para outro.”
Disponível em: https://www.bbc.com.
O texto apresenta a ideia de panspermia. Uma das hipóteses mais estudadas da panspermia é a litopanspermia, segundo a qual:
“A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, atualmente, as superbactérias são responsáveis pela morte de cerca de 700 mil pessoas a cada ano. Parece ruim? De fato, é e pode ficar ainda pior. Isso porque um relatório britânico de 2016 apontou que, se as coisas permanecessem como estavam (e tudo indica que ainda estão!), as infecções resistentes a antimicrobianos poderiam causar a morte de 10 milhões de pessoas por ano a partir de 2050.”
Disponível em: https://www.invivo.fiocruz.br.
O surgimento das superbactérias é resultado do uso inadequado e excessivo de antibióticos. Isso ocorre porque os antibióticos, quando usados inadequadamente:
No diagrama simplificado do ciclo de Krebs, 1 e 2 correspondem, respectivamente, a:

“O impacto das mudanças climáticas na saúde pública tem sido amplamente documentado, com evidências claras de que o aquecimento global exacerba a incidência de doenças sensíveis ao clima, como as arboviroses.”
Soares, P. A. S. et al. Mudanças climáticas e arboviroses: ações multissetoriais e governamentais para mitigação no Brasil (2023-2024). Revista trópicos, Rio de Janeiro, v. 4, n. 33, p. 1-37, 2026.
São exemplos de arboviroses de ocorrência no Brasil:
“Trata-se de uma nova época geológica moldada pela humanidade e que está em andamento. Esta hipótese científica se baseia na suposição de que, tal como o clima, a biodiversidade, os mares, os oceanos e a própria Terra, as pessoas se tornaram um fator no sistema global.”
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com.
O trecho se refere ao:
“No dia 2/10/2023, a Real Academia Sueca de Ciências anunciou que o Prêmio Nobel de Medicina de 2023 seria concedido à bioquímica húngara Katalin Karikó e ao médico norte-americano Drew Weissman. Eles foram condecorados por suas descobertas inovadoras que auxiliaram no desenvolvimento das vacinas de RNA mensageiro (mRNA), fundamentais no enfrentamento da pandemia de covid-19.”
Disponível em: https://www2.unicamp.br/.
Nas vacinas de mRNA contra a covid-19, a indução da resposta imunológica ocorre pela injeção de: