Questões de Concurso Para professor

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Q3928607 Matemática
Um professor de matemática, ao desenhar um triângulo no quadro para ilustrar uma propriedade geométrica, informou aos alunos que a soma das medidas dos ângulos internos de qualquer triângulo é constante e igual a 180°. Sabendo que dois dos ângulos internos desse triângulo desenhado medem, respectivamente, 35° e 60°, a medida do terceiro ângulo interno é:
Alternativas
Q3928605 Português
Analise a colocação do pronome oblíquo átono nas frases abaixo e assinale a única alternativa que está em total conformidade com a norma culta: 
Alternativas
Q3928604 Português
O emprego do acento indicativo de crase é um sinal de regência que deve seguir a norma-padrão. Assinale a opção em que o uso da crase está correto:
Alternativas
Q3928603 Português
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
No contexto da gestão escolar, a redação técnica exige o uso correto das formas causais e interrogativas. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas abaixo:
"O conselho pedagógico não justificou o __________ da alteração no calendário; os docentes questionam __________ a decisão foi tomada de forma unilateral, talvez __________ a urgência do prazo impedisse o debate, situação __________ todos aguardam uma retificação oficial."
Alternativas
Q3928602 Português
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
Qual das alternativas abaixo resume corretamente a intenção comunicativa principal do autor no texto? 
Alternativas
Q3928601 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
Considere a afirmação: "o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade". No contexto de uma educação inclusiva, essa premissa indica que: 
Alternativas
Q3928600 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
No fechamento do texto, o autor utiliza uma analogia sobre "projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão". O recurso retórico serve para sustentar a tese de que: 
Alternativas
Q3928599 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
Ao abordar a consolidação da memória, o texto estabelece uma relação de dependência entre o intelecto e a emoção, sugerindo que:
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Q3928598 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
O autor descreve o ambiente escolar como "lento" ou "desinteressante" (2º parágrafo). De acordo com a lógica argumentativa do texto, essa percepção é uma consequência direta:
Alternativas
Q3928597 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
A partir da leitura do primeiro parágrafo, depreende-se que a integração entre a neurociência cognitiva e a pedagogia resultou em uma mudança paradigmática que:
Alternativas
Q3927815 Geografia
“A cidade é o espago, onde o homem reproduz o capital, para satisfazer suas necessidades como o consumo, lazer, moradia, trabalho. A cidade representa trabalho materializado. E também um campo de lutas de classe e de movimentos sociais e de divisão social. Na cidade fundem-se diferentes os interesses: do capital, a ação do Estado e os interesses dos moradores na luta pelo direito à cidade, é nesse sentido, que aparecem as relações contraditórias no espaço urbano, podendo causar profundos conflitos”. 
(Clenes; Cantoso; Dourado, 2010, p. 573. O processo de urbanização brasileira. Disponível em https://seer.pcgoias.edu.br/index.php/estudos/article/view/1753/1099).

Com relação ao processo de urbanização brasileiro é (seu aspecto geral) correto afirmar: 
Alternativas
Q3927814 Geografia
No ano de 2025 o Governo do Estado do Ceará, através da Secretária de Meio Ambiente e Mudança do Clima (SEMA) lançou, em três volumes (Volume 1 — Mamíferos / Volume 2 — Répteis e Anfíbios / Volume 3 — Aves), o “Livro Vermelho dos Animais Ameaçados de Extinção do Ceará”. As espécies foram classificadas em: Extinta (EX); Extinta na natureza (EW); Criticamente em Perigo (CR); Em Perigo (EN); Vulnerável (VU); Quase Ameaçada (NT); Dados Deficientes (DD); Pouco Preocupante (LC); Não Aplicável (NA); e Não Avaliado (NE). 

Com relação as espécies da fauna cearense que ocorrem na região do cariri é correto afirmar, considerando as categorias acima elencadas, que: 
Alternativas
Q3927813 Direito Urbanístico
“Classicamente, o Direito à Cidade, enquanto ramo jurídico, é pensado por Lefebvre (1968) enquanto possibilidade de retorno à vida urbana, ceifada pelo sistema capitalista. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 traz nos artigos 182 e 183 um capítulo específico relacionado à Política Urbana, a qual objetiva ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes. [...] Refere-se ao direito à cidade sustentável, sobretudo em face dos sujeitos em vulnerabilidade socioeconômica e ambiental. Esse contexto é evidenciado nos bairros Alto da Penha e Mutirão, em Crato-CE, localidades frequentemente invisibilizadas no atendimento das necessidades urbanas que afirmam o Direito à Cidade”. 
(Siva et. al., 2023, p.1. A invisibilidade do urbano:  olhares para a efetivação do direito à cidade nos bairros Mutirão e Alto da Penha, Crato - ce. Disponível em https://siseventos.urca.br/assets/pdf/sub_trabalhos/494-1248-16286-287-ve-2023-11-18-12-39-46, d.

O retrato traçado pelo texto acima, quando discute o Direito à Cidade, tendo como referência os bairros do Mutirão e Alto da Penha no município do Crato refletem, diretamente: 
Alternativas
Q3927812 Geografia
“Entre os problemas enfrentados com os impactos causados pela obra do Cinturão das Águas do Ceará (CAC) no distrito de Baixio das Palmeiras, Crato, estão incluídas a preocupação com poeira, explosões e insegurança devido à intensa movimentação de máquinas. A população, composta por comunidades tradicionais, povos originários e assentados, denuncia que esses impactos afetam a saúde, a rotina e a segurança, com relatos de fragmentos de rochas atingindo casas. Há também preocupações com a possível perda de terras agrícolas, exploração de sítios arqueológicos e paleontológicos, danos ambientais a flora e fauna, e insegurança para animais e pessoas com a movimentação da obra, levando a comunidade a pedir compensações ambientais e a discutir medidas para minimizar os efeitos negativos, como o desvio do canal ou a implementação de sifões”. 
(REDEGN, 2025, Obra Cinturão das águas Rio São Francisco:  moradores reclamam de impactos ambientais no Baixo das Palmeiras e Ponta da Serra, no Crato. Disponível em https://www.redegn.com.br/index.php?sessao=noticia&cod_noticia=209888).

Historicamente, as grandes obras hídricas geram impactos gigantescos para a população residente. No que tange a essa temática de maneira geral e às obras do CAC de maneira específica, assinale a opção correta: 
Alternativas
Q3927811 Geografia
“Quando Zé Maria foi morto com 25 tiros, no dia 21 de abril de 2010, ele tinha 44 anos e já era considerado a liderança mais destacada na luta contra a prática de pulverização aérea de agrotóxicos no perímetro agrícola da Chapada do Apodi. Ele também era um dos principais defensores da redistribuição de terras do chamado Perímetro Irrigado do Jaguaribe-Apodi, uma área pertencente ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e disputada por pequenos e grandes produtores rurais da região. O assassinato do ambientalista aconteceu em uma estrada erma, entre bananais, no município de Limoeiro do Norte, na regido da Chapada do Apodi, interior do Ceará na divisa com o Rio Grande do Norte”.

O texto acima faz referência direta: 
Alternativas
Q3927810 Geografia
“A Mata Atlântica abrange cerca de 15% do território nacional, em 17 estados. É o lar de 72% dos brasileiros e concentra 80% do PIB nacional. Dela dependem serviços essenciais como abastecimento de água, regulação do clima, agricultura, pesca, energia elétrica e turismo”.
(MMA, s/d, . 21. Biomas brasileiros. Disponível em https://sosma.org.br/causas/mata - atlantica/).


                                                                   Imagem associada para resolução da questão


Durante os primeiros séculos de ocupação, a maior parte da urbanização brasileira nos séculos seguintes ocorreu em áreas ocupadas pelo bioma da mata atlântica. Em função desse contexto socioeconômico e histórico, o bioma se encontra hoje bastante reduzido e fragmentado. Em relação ao bioma da mata atlântica e aos ecossistemas a ele associados é correto afirmar: 
Alternativas
Q3927809 Geografia
“[..] também chamada Floresta com Araucária, Mata de Pinhais ou Mata de Araucária, recobria originalmente 40.807km2 de Santa Catarina ou 42,5% da vegetação original do Estado, constituindo, assim, sua principal tipologia florestal. É caracterizada pelo predomínio da Araucária angustifolia, popularmente conhecida como pinheiro-brasileiro ou pinheiro do-paraná, que chega a responder por mais de 40% dos indivíduos arbóreos existentes nesse ecossistema.” 
(Medeiros et. al., 2004, p. 9. Disponível em https://apremavi.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Livro_Floresta-com-Araucaria.pdf)

O bioma das araucárias pode ser caracterizado como uma: 
Alternativas
Q3927808 História e Geografia de Estados e Municípios
“O município de Assaré apresenta um quadro geológico simples [...] Sobre esse substrato repousam sedimentos detríticos tércio quaternários, em forma de manchas isoladas, e coberturas aluvionares, de idade quaternária, encontradas ao longo dos principais cursos d’dgua do município”. 
(CPRM, 2018, p.7. Diagnóstico do -município de Assaré. Disponível em https://rigeo.sgb.gov.br/server/api/core/bitstreams/7b32825d-0bb8-4407-a30b-c15fdec62d62/content).

Do ponto de vista geológico, predomina(m) em Assaré:
Alternativas
Q3927807 Geografia
O principal sistema atmosférico responsável pelas chuvas ao longo dos meses mais chuvosos (fevereiro a abril) de Assaré é (são) a(os): 
Alternativas
Respostas
9341: B
9342: B
9343: B
9344: C
9345: A
9346: D
9347: B
9348: C
9349: B
9350: A
9351: D
9352: B
9353: A
9354: E
9355: B
9356: A
9357: D
9358: C
9359: A
9360: E