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I. Ruído intenso proveniente das máquinas.
II. Fumaça e gases da soldagem.
III. Possibilidade de queimaduras.
IV. Posturas inadequadas durante o trabalho.
Qual alternativa apresenta a classificação correta dos riscos desse Mapa de Riscos?
Enquanto o __________ valoriza a poética da novidade tanto no plano das ideias (conceptismo) como no das palavras (cultismo) e o __________ apresenta um estilo de pensamento voltado para o racional, o claro, o regular, o verossímil, no __________ poetas aceitam a própria impotência em face da sociedade e exilam-se numa atmosfera de penumbra para ocultar a intimidade de suas vidas frustradas.
Bosi, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 2015. Adaptado.
A poesia ao lado se filia às características de qual movimento literário?

Leia o poema a seguir para responder a questão.
Aviso aos náufragos
Esta página, por exemplo,
não nasceu para ser lida.
Nasceu para ser pálida,
um mero plágio da Ilíada,
alguma coisa que cala,
folha que volta pro galho,
muito depois de caída.
Nasceu para ser praia,
quem sabe Andrômeda, Antártida,
Himalaia, sílaba sentida,
nasceu para ser última
a que não nasceu ainda.
Palavras trazidas de longe
pelas águas do Nilo,
um dia, esta página, papiro,
vai ter que ser traduzida, para o símbolo, para o sânscrito,
para todos os dialetos da Índia,
vai ter que dizer bom-dia
ao que só se diz ao pé do ouvido,
vai ter que ser a brusca pedra
onde alguém deixou cair o vidro.
Não é assim que é a vida?
Leminski, Paulo. Toda Poesia. Companhia das Letras, 2013, p. 117.
Leia o poema a seguir para responder a questão.
Aviso aos náufragos
Esta página, por exemplo,
não nasceu para ser lida.
Nasceu para ser pálida,
um mero plágio da Ilíada,
alguma coisa que cala,
folha que volta pro galho,
muito depois de caída.
Nasceu para ser praia,
quem sabe Andrômeda, Antártida,
Himalaia, sílaba sentida,
nasceu para ser última
a que não nasceu ainda.
Palavras trazidas de longe
pelas águas do Nilo,
um dia, esta página, papiro,
vai ter que ser traduzida, para o símbolo, para o sânscrito,
para todos os dialetos da Índia,
vai ter que dizer bom-dia
ao que só se diz ao pé do ouvido,
vai ter que ser a brusca pedra
onde alguém deixou cair o vidro.
Não é assim que é a vida?
Leminski, Paulo. Toda Poesia. Companhia das Letras, 2013, p. 117.
A lebre e a tartaruga
Era uma vez uma lebre que se divertia atormentando sua colega tartaruga. Sempre que a tartaruga caminhava, a lebre a acusava de ser lenta e desengonçada. A tartaruga tentava ignorá-la, mas a lebre insistia nas provocações. Certo dia, a tartaruga desafiou a lebre para uma corrida. Na floresta, ninguém conseguia acreditar que a tartaruga, tão lenta, tivera coragem de chamar a veloz lebre para uma disputa. No horário marcado, a corrida começou. A lebre logo desapareceu entre as árvores, ao passo que a tartaruga se deslocava vagarosamente. De tanto correr, a lebre se cansou no meio do caminho. Depois de verificar que estava muito adiante de sua adversária, a lebre deitou-se para descansar e adormeceu. Enquanto a lebre dormia, a tartaruga prosseguiu caminhando. Quando a lebre acordou, a tartaruga já cruzava a linha de chegada.
Assinale a alternativa que apresenta uma expressão que pode sintetizar a moral da fábula.