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Q2394104 Raciocínio Lógico
Assinale a alternativa que apresenta uma sentença lógica equivalente a “Vivian é violinista ou não é baterista”.
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Q2394103 Matemática
Mariana começou a fazer salgados para vender e após um tempo, resolveu comprar uma máquina para ajudar na produção. Sabendo que a máquina faz 204 salgados em uma hora e meia, assinale a alternativa que apresenta quanto tempo demorará para que a máquina produza 816 salgados.
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Q2394102 Raciocínio Lógico
Sabendo que no ano de 2023 o Dia das Mães acontecerá em 14 de maio e que o feriado de Corpus Christi acontecerá exatamente 25 dias após essa data, assinale a alternativa que apresenta em qual dia ocorrerá o feriado de Corpus Christi em 2023.
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Q2394101 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta.
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Q2394100 Português
A chefia explicou que, __________ rigor, não seria possível escolhermos essa data, ainda que a preferíssemos ____________ determinada por eles.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da crase, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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Q2394099 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa correta.
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Q2394098 Português
Analise a frase abaixo para responder à questão.


Sob potente tsunami emocional revivi lutos acumulados e buracos por décadas fragilmente acobertados foram escancarados de uma só vez.

(www.semprefamilia.com.br. Adaptado).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.
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Q2394097 Português
Os pais precisam conversar de forma ____________ para não afetar os filhos, é preciso resolver os problemas ____________ e com paciência.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
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Q2394096 Português

Analise a frase abaixo para responder à questão.



“Contudo, nada nos prepara para ‘certas’ ausências”.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que a palavra destacada tem a mesma classificação que “certas” destacada na frase acima.
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Q2394095 Português
Analise a frase abaixo para responder à questão.



“Deixo lá meus likes como se depositasse ‘pedrinhas’ no jazigo dos entes queridos”.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação pronominal, assinale a alternativa que substitui corretamente o termo destacado.
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Q2394093 Português
Analise o trecho abaixo para responder à questão.


“Afinal, podemos ir para o céu, para o inferno, inclusive para o nada. Certeza, mesmo, apenas a dessa reencarnação promovida não por um deus, mas pelas operadoras de celular: quando o número de telefone enfim muda de dono e nos deparamos com a foto de um estranho entre nossos contatos”.
Assinale a alternativa que apresenta a correta paráfrase do trecho acima.
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Q2394092 Português
Leia o trecho abaixo para responder à questão.



     Semana passada, um conhecido morreu de forma trágica, o que gerou imensa comoção e o compartilhamento de ternas homenagens pelas redes sociais. Somos adultos, sim. Sabemos que pessoas morrem e que, com o passar do tempo, tendem a morrer com mais frequência. Contudo, nada nos prepara para certas ausências, principalmente porque são duas, na prática: a física e a digital.

    Confesso ter dificuldade para o luto online. Até hoje, não consigo desfazer amizade com duas grandes amigas. Ambas morreram há mais de cinco anos e, é claro, eu poderia clicar na opção "deixar de seguir". Mas como encará-las como não pessoas? Os avatares resistem e, por vezes, passeio por suas publicações. Algo me escapa entre os retratos, porém segue sendo vínculo. Talvez últimas palavras, numa legenda feliz do Instagram.

      Ao vasculhar minha caixa de e-mails, é comum que um termo da busca traga por acaso meu pai e nossa antiga troca de mensagens. Vou relendo tudo embargada de emoção, reconhecendo seu modo de se expressar. Ao contrário das cartas, que amarelam, o que corre pela tela é um fluxo vivo de pensamento, como se conversássemos de novo a partir daquelas linhas. Sua voz grave ecoando na minha cabeça.

     Seria a vida digital, então, a verdadeira vida após a morte? Afinal, podemos ir para o céu, para o inferno, inclusive para o nada. Certeza, mesmo, apenas a dessa reencarnação promovida não por um deus, mas pelas operadoras de celular: quando o número de telefone enfim muda de dono e nos deparamos com a foto de um estranho entre nossos contatos. Mero “invólucro” de pixels.

     É por isso que tantos perfis continuam no ar, feito memoriais. Deles surge toda sorte de atualizações, como votos de saudade e feliz aniversário. Memórias datadas de "há tantos anos, neste dia". Deixo lá meus likes como se depositasse pedrinhas no jazigo dos entes queridos. Seguem mortos, mas não desconectados da nossa realidade.




(Bia Braune. www1.folha.uol.com.br. Adaptado).
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Q2393749 Português

Analise o trecho abaixo para responder à questão.



“A ‘douta ignorância’ significa ‘a condição para uma reflexão antropológica radicada na finitude e aberta à infinitude que saiba fazer do outro não um objeto de posse ou um sujeito que nos é possível dominar pelo poder do discurso, mas o que transforme em autêntico interlocutor de uma relação que é disposição para o ‘tu’ sob a forma de encontro e de recíproca vinculação ao mundo que é de todos’”.

Assinale a alternativa que apresenta um antônimo da palavra “douta” destacada no trecho acima.
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Q2178128 Noções de Informática
Um dos principais métodos de backup é o armazenamento em nuvem, que consiste no ato de armazenar arquivos em um servidor, através da internet. Um exemplo de serviço de armazenamento em nuvem é 
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Q2178126 Noções de Informática
No programa Microsoft Word Professional Plus 2016 PT-BR, é preciso mudar a fonte de um TCC que tem mais de 200 páginas digitados. O atalho mais adequado para selecionar o texto todo é 
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Q2178123 Português
TEXTO

Há 30 anos, o Brasil começava sua revolução contra a Aids.

Alexandre Versignassi
Diretor de redação

    “A Aids era uma doença variada, e uniformemente fatal”, definiu Drauzio Varella num episódio recente de seu (ótimo) podcast, o Outras Histórias. “À medida que a imunidade ia caindo”, ele segue, “repetiam-se as infecções oportunistas: pneumonias, meningites, lesões cerebrais por toxoplasmose... Você tratava uma infecção e vinha outra, depois outra. Uma hora o doente estava tão debilitado que não sobrevivia”.
     Drauzio usa o tempo verbal no passado por um motivo óbvio: Aids sem tratamento é uma página virada no Brasil. Começou há 30 anos, em 1991. Foi quando teve início a compra e distribuição gratuita de remédios contra HIV pelo SUS. Na época, o principal era o AZT, pouco eficaz. Em 1995, porém, viriam os inibidores de protease. Funciona assim: as cópias do vírus emergem capengas das células infectadas. Para ter como invadir novas células, eles precisam amadurecer. A protease é uma enzima que edita as proteínas do HIV, conferindo-lhe poder de fogo. Os inibidores de protease, então, impedem essa “fase de crescimento”. E o vírus fica dormente.
    Há diversos inibidores de protease, cada um feito para pegar o vírus numa fase diferente de maturação – combinados com outras classes de medicamentos, eles formam a versão moderna do coquetel antiaids. “Foi uma revolução absurda. Eu tinha doentes internados que estavam virtualmente morrendo. Eles saíram do hospital, e muitos estão vivos até hoje. Uma doença que era uniformemente fatal passou a ser controlável.”
    A aquisição dos novos medicamentos pelo SUS não foi simples. Envolveu negociações duras de preços com as farmacêuticas e quebra de patente. Mas deu certo. E produziu frutos fora do Brasil também.
    Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.
    A MSR, então, comprou cargas de coquetel antiaids do governo brasileiro, a preços baixos, e levou para a África do Sul para administrar em doentes terminais. Um ano depois, 91% dos pacientes tratados por eles estavam vivos e saudáveis. A opinião pública, então, convenceu-se de que era possível vencer a Aids. E em 2003 o governo de lá deu o braço a torcer: passou a distribuir os remédios.
    A África do Sul ainda é o epicentro global da doença. Infelizmente, a proporção de infectados até subiu, para 20,4% da população (7,7 milhões) – no Brasil, é de 0,43% (920 mil). O número de mortes, ao menos, baixou brutalmente. Hoje são 200 por dia. Sem o coquetel gratuito, seriam dez vezes mais. Ou seja: uma iniciativa que o Brasil tomou há 30 anos é responsável por salvar vidas até hoje não só aqui, mas na África do Sul também.
    Governantes negacionistas vêm e vão. O que fica para sempre são as vitórias do bom senso contra o obscurantismo. Parabéns à imensa maioria dos brasileiros, que agora, na pandemia, confiou na ciência e aderiu às vacinas. Vocês fizeram jus à história do país.

Superinteressante, dez/2021. [texto adaptado] 
No primeiro parágrafo do texto, são utilizadas citações
Alternativas
Q2178122 Português
TEXTO

Há 30 anos, o Brasil começava sua revolução contra a Aids.

Alexandre Versignassi
Diretor de redação

    “A Aids era uma doença variada, e uniformemente fatal”, definiu Drauzio Varella num episódio recente de seu (ótimo) podcast, o Outras Histórias. “À medida que a imunidade ia caindo”, ele segue, “repetiam-se as infecções oportunistas: pneumonias, meningites, lesões cerebrais por toxoplasmose... Você tratava uma infecção e vinha outra, depois outra. Uma hora o doente estava tão debilitado que não sobrevivia”.
     Drauzio usa o tempo verbal no passado por um motivo óbvio: Aids sem tratamento é uma página virada no Brasil. Começou há 30 anos, em 1991. Foi quando teve início a compra e distribuição gratuita de remédios contra HIV pelo SUS. Na época, o principal era o AZT, pouco eficaz. Em 1995, porém, viriam os inibidores de protease. Funciona assim: as cópias do vírus emergem capengas das células infectadas. Para ter como invadir novas células, eles precisam amadurecer. A protease é uma enzima que edita as proteínas do HIV, conferindo-lhe poder de fogo. Os inibidores de protease, então, impedem essa “fase de crescimento”. E o vírus fica dormente.
    Há diversos inibidores de protease, cada um feito para pegar o vírus numa fase diferente de maturação – combinados com outras classes de medicamentos, eles formam a versão moderna do coquetel antiaids. “Foi uma revolução absurda. Eu tinha doentes internados que estavam virtualmente morrendo. Eles saíram do hospital, e muitos estão vivos até hoje. Uma doença que era uniformemente fatal passou a ser controlável.”
    A aquisição dos novos medicamentos pelo SUS não foi simples. Envolveu negociações duras de preços com as farmacêuticas e quebra de patente. Mas deu certo. E produziu frutos fora do Brasil também.
    Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.
    A MSR, então, comprou cargas de coquetel antiaids do governo brasileiro, a preços baixos, e levou para a África do Sul para administrar em doentes terminais. Um ano depois, 91% dos pacientes tratados por eles estavam vivos e saudáveis. A opinião pública, então, convenceu-se de que era possível vencer a Aids. E em 2003 o governo de lá deu o braço a torcer: passou a distribuir os remédios.
    A África do Sul ainda é o epicentro global da doença. Infelizmente, a proporção de infectados até subiu, para 20,4% da população (7,7 milhões) – no Brasil, é de 0,43% (920 mil). O número de mortes, ao menos, baixou brutalmente. Hoje são 200 por dia. Sem o coquetel gratuito, seriam dez vezes mais. Ou seja: uma iniciativa que o Brasil tomou há 30 anos é responsável por salvar vidas até hoje não só aqui, mas na África do Sul também.
    Governantes negacionistas vêm e vão. O que fica para sempre são as vitórias do bom senso contra o obscurantismo. Parabéns à imensa maioria dos brasileiros, que agora, na pandemia, confiou na ciência e aderiu às vacinas. Vocês fizeram jus à história do país.

Superinteressante, dez/2021. [texto adaptado] 
Considerando o modo de organização dos parágrafos 5 e 6, a sequência textual dominante, nesses dois parágrafos, é 
Alternativas
Respostas
4881: A
4882: C
4883: C
4884: C
4885: D
4886: B
4887: C
4888: A
4889: C
4890: B
4891: A
4892: D
4893: A
4894: A
4895: B
4896: D
4897: A
4898: C
4899: B
4900: C