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Q3715844 Português
Assinale a alternativa na qual não há nenhum erro quanto à grafia da palavra “porque”.
Alternativas
Q3715843 Português
Assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q3715842 Português
Leia o trecho da letra de “Morena de Angola”, canção composta por Chico Buarque, para responder a esta questão. Observe também as sílabas grifadas.

“Será que a morena cochila escutando o cochicho do chocalho/será que desperta gingando e já vai chocalhando pro trabalho”.

Esse trecho da canção apresenta uma figura de linguagem chamada:
Alternativas
Q3715841 Português
Com base nas orações abaixo, assinale a alternativa correta:

I. Os jovens gostam de aventuras.
II. Fred e Dudu adormeceram.
Alternativas
Q3715840 Direito do Trabalho
Observe a ilustração e assinale a alternativa verdadeira sobre ela.
Imagem associada para resolução da questão Fonte: https://linhaslivres.files.wordpress.com/2015/05/aut o_regi.jpg/Acesso em 27/09/2023 
Alternativas
Q3715839 Português
Assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q3715838 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão sobre ele.


O PADEIRO

Rubem Braga


Levanto cedo, faço minhas abluções*, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lockout*, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

— Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

“Então você não é ninguém?”

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina — e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.

Rio, maio, 1956.
(Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2017/10/cro nica-o-padeiro-rubem-braga-com.html)
Assinale a alternativa correta:

O autor diz que sua profissão tem semelhanças com a profissão de um padeiro. Quais são essas semelhanças?
Alternativas
Q3715837 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão sobre ele.


O PADEIRO

Rubem Braga


Levanto cedo, faço minhas abluções*, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lockout*, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

— Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

“Então você não é ninguém?”

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina — e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.

Rio, maio, 1956.
(Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2017/10/cro nica-o-padeiro-rubem-braga-com.html)
De acordo com o texto, qual era a profissão do autor de “O padeiro”?
Alternativas
Q3715836 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão sobre ele.


O PADEIRO

Rubem Braga


Levanto cedo, faço minhas abluções*, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lockout*, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

— Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

“Então você não é ninguém?”

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina — e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.

Rio, maio, 1956.
(Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2017/10/cro nica-o-padeiro-rubem-braga-com.html)
O texto “O Padeiro”, escrito por Rubem Braga, é: 
Alternativas
Q3707714 Auditoria
Considere o seguinte contexto no processo de auditoria: O auditor independente, ao iniciar um novo trabalho de auditoria, precisa estabelecer uma base para o resto do processo de auditoria a ser seguido. Qual das opções a seguir melhor descreve o que o auditor precisa definir nesta fase inicial?
Alternativas
Q3707710 Auditoria
No contexto de Estruturas de Gerenciamento e Bases Normativas, qual das alternativas abaixo representa a definição mais adequada de COSO ERM? 
Alternativas
Q3707708 Direito Tributário
Dentro do contexto dos princípios constitucionais tributários, identifique o(s) item(s) que está(ão) diretamente relacionado(s) ao "Princípio da Isonomia":
1.Objetiva a impossibilidade de haver discriminações negativas e arbitrárias na tributação.
2.Deve a Norma apenas incidir sobre eventos posteriores à sua publicação / à sua vigência.
3.Veda à União, Estados, Distrito Federal e Municípios instituírem tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3707707 Auditoria
Assinale a alternativa que contém as duas formas de auditoria:
Fonte:(http://educapes.capes.gov.br /handle/capes/571670). 
Alternativas
Q3707706 Direito Administrativo
Com base na Lei Federal nº 8.666/1993, Seção II − Das Definições, Artigo 6º, associe cada termo da Coluna 1 com sua definição correspondente na Coluna 2:
Coluna 1
A.Alienação.
B.Execução direta.
C.Seguro-Garantia.
Coluna 2
(__)Toda transferência de domínio de bens a terceiros.
(__)Realizada pelos órgãos e entidades da Administração, utilizando seus próprios recursos.
(__)Referente ao cumprimento das obrigações por empresas em licitações e contratos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de associação de cima para baixo CORRETA:
Alternativas
Q3707705 Auditoria
Risco de auditoria, conforme a sua Norma vigente, é uma função dos riscos de distorção relevante e do risco de detectação. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
(__)Risco de auditoria é o risco de que o auditor expresse uma opinião de auditoria inadequada.
(__)Risco de auditoria não está definido em nenhuma Norma, é apenas um jargão de auditoria.
(__)A definição de risco de auditoria consta na NBC-TA 2000.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja CORRETA: 
Alternativas
Q3707704 Auditoria
Dado o contexto de controles internos da empresa auditada, objetivo dos testes substantivos, associe as colunas relacionando o(s) ponto(s) a ser (em) corrigido(s) com sua(s) respectiva(s) consequência(s):
Coluna 1
A.Existência.
B.Direitos e obrigações.
C.Ocorrência.
Coluna 2
(__)Se o componente patrimonial existe em certa data.
(__)Se efetivamente existentes em certa data.
(__)Se a transação de fato ocorreu.
Assinale a alternativa cuja a sequência da associação, de cima para baixo, esteja CORRETA: 
Alternativas
Q3707702 Auditoria
A amostragem de auditoria é um dos meios disponíveis para o auditor selecionar os itens para teste, com base em Normas Específicas. Quais Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas de Auditoria (NBC TAs) e Gerais (NBC TG) são aplicáveis à amostragem em auditorias:
I.NBC TA 500.
II.NBC TA 800.
III.NBC TG 1000.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3707700 Direito Administrativo
No contexto da Lei Federal nº 10.520/2002 no seu Art. 1º parágrafo único, qual das alternativas abaixo representa a definição de Bens e Serviços Comuns? 
Alternativas
Q3707699 Contabilidade Pública
Dentre as Normas abaixo, assinale as que podem ser utilizadas como base para a Auditoria de Demonstrações Contábeis Públicas:
Alternativas
Q3707696 Auditoria Governamental
De forma geral, Programa de Auditoria precisa ser constituído com a finalidade de prevenir trabalhos que:
Alternativas
Respostas
3461: B
3462: D
3463: C
3464: C
3465: B
3466: A
3467: A
3468: D
3469: C
3470: C
3471: B
3472: X
3473: A
3474: C
3475: D
3476: D
3477: C
3478: A
3479: A
3480: E