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Q3422036 Português
Assinalar a alternativa em que a letra “X” representa, em seu som, um encontro consonantal:
Alternativas
Q3422035 Português
Assinalar a alternativa em que a palavra sublinhada está escrita CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3422034 Português
Mito ou realidade: o açúcar deixa as crianças hiperativas?

    Consumir muito açúcar realmente causa hiperatividade nas crianças, como muitos pais acreditam? Essa ideia começou a ganhar força na década de 1970, em grande parte graças a um livro do alergista pediátrico Ben Feingold, intitulado “Por que seu filho é hiperativo”.
    No livro, Feingold argumentou – com poucas evidências – que os aditivos alimentares, inclusive o açúcar, estão ligados ao comportamento das crianças. No entanto, a associação entre o açúcar e a hiperatividade foi completamente desmascarada nos anos 1990. O consenso esmagador dos pesquisadores é que "não há associação, nenhuma". E, no entanto, o mito da alta do açúcar permanece – e está mais forte do que nunca. Então, o que está acontecendo?
    Pense em quais eventos estão associados à alta ingestão de açúcar. Festas de aniversário, reuniões, Natal, Ação de Graças. Tempo de piscina, churrascos no quintal, piqueniques, dias de praia. Está começando a ver um padrão?
    Em outras palavras, estar em um ambiente de comemoração com parentes e amigos que as crianças talvez não vejam todos os dias é, por si só, um estimulante muito forte. Há muitas coisas que podem explicar a hiperatividade e a mudança nas emoções das crianças. Uma delas é o fato de serem crianças, e isso é algo muito típico.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Sobre as informações do texto a respeito de crianças, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3422033 Português
Mito ou realidade: o açúcar deixa as crianças hiperativas?

    Consumir muito açúcar realmente causa hiperatividade nas crianças, como muitos pais acreditam? Essa ideia começou a ganhar força na década de 1970, em grande parte graças a um livro do alergista pediátrico Ben Feingold, intitulado “Por que seu filho é hiperativo”.
    No livro, Feingold argumentou – com poucas evidências – que os aditivos alimentares, inclusive o açúcar, estão ligados ao comportamento das crianças. No entanto, a associação entre o açúcar e a hiperatividade foi completamente desmascarada nos anos 1990. O consenso esmagador dos pesquisadores é que "não há associação, nenhuma". E, no entanto, o mito da alta do açúcar permanece – e está mais forte do que nunca. Então, o que está acontecendo?
    Pense em quais eventos estão associados à alta ingestão de açúcar. Festas de aniversário, reuniões, Natal, Ação de Graças. Tempo de piscina, churrascos no quintal, piqueniques, dias de praia. Está começando a ver um padrão?
    Em outras palavras, estar em um ambiente de comemoração com parentes e amigos que as crianças talvez não vejam todos os dias é, por si só, um estimulante muito forte. Há muitas coisas que podem explicar a hiperatividade e a mudança nas emoções das crianças. Uma delas é o fato de serem crianças, e isso é algo muito típico.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
O som de “S” presente na palavra “inclusive” é o mesmo som do “S” presente na palavra:
Alternativas
Q3422032 Português
Mito ou realidade: o açúcar deixa as crianças hiperativas?

    Consumir muito açúcar realmente causa hiperatividade nas crianças, como muitos pais acreditam? Essa ideia começou a ganhar força na década de 1970, em grande parte graças a um livro do alergista pediátrico Ben Feingold, intitulado “Por que seu filho é hiperativo”.
    No livro, Feingold argumentou – com poucas evidências – que os aditivos alimentares, inclusive o açúcar, estão ligados ao comportamento das crianças. No entanto, a associação entre o açúcar e a hiperatividade foi completamente desmascarada nos anos 1990. O consenso esmagador dos pesquisadores é que "não há associação, nenhuma". E, no entanto, o mito da alta do açúcar permanece – e está mais forte do que nunca. Então, o que está acontecendo?
    Pense em quais eventos estão associados à alta ingestão de açúcar. Festas de aniversário, reuniões, Natal, Ação de Graças. Tempo de piscina, churrascos no quintal, piqueniques, dias de praia. Está começando a ver um padrão?
    Em outras palavras, estar em um ambiente de comemoração com parentes e amigos que as crianças talvez não vejam todos os dias é, por si só, um estimulante muito forte. Há muitas coisas que podem explicar a hiperatividade e a mudança nas emoções das crianças. Uma delas é o fato de serem crianças, e isso é algo muito típico.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Considerando-se as informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3421787 Noções de Informática

Observa a imagem a seguir, extraída do navegador Google Chrome, e assinale a alternativa que relaciona corretamente e respectivamente as funções das três primeiras opções ilustradas: 



Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q3421786 Noções de Informática
Para recordar um item selecionado no Windows 7 o usuário pode fazer uso da tecla de atalho: 
Alternativas
Q3421785 Noções de Informática
As teclas de atalho podem ser usadas para acessar rapidamente funções comuns do Windows 7. O comando presente ao clicar na tecla do logotipo do Windows é responsável por: 
Alternativas
Q3421784 Sistemas Operacionais
O Windows 7, desenvolvido pela Microsoft, é classificado como um: 
Alternativas
Q3421783 Noções de Informática
Considerando os aplicativos e programas presentes no Windows 7, qual dos executáveis a seguir é caracterizado por ser um processador de textos incluído na instalação desta versão do Windows:
Alternativas
Q3421782 Raciocínio Lógico

Observe a seguinte sequência lógica numérica: 




Imagem associada para resolução da questão




A sequência continua indefinidamente. Quantos caracteres ‘A’ serão utilizados para fazer o 11° elemento desta sequência? 

Alternativas
Q3421781 Matemática
Júlio escreveu um livro à mão, resultando em 210 páginas. Quando ele estava redigitando o livro no computador, ele percebeu que a cada 5 páginas escritas à mão, equivale a 3 páginas digitadas. Nessas condições, quantas páginas digitadas terá o livro de Júlio?
Alternativas
Q3421779 Matemática

Observe o trecho:


+“Aberta em 2021, a piscina mais funda do mundo tem 60 metros de profundidade e abriga até uma “cidade” subaquática. Com 14 milhões de litros de água e temperatura média de 30°C, a Deep Dive Dubai é certificada pelo Guinness World Records como ‘a piscina mais profunda para o mergulho’ do mundo.” +


Fonte: CNN Brasil.



Indique o valor do volume de água da piscina mencionada na unidade de metros cúbicos: 

Alternativas
Q3421778 Matemática
Um carro tem 4 rodas e uma moto tem 2 rodas. Sabe-se que em um pátio há 100 veículos, somente carros e motos. Adalberto contou o número de rodas dos veículos deste pátio e encontrou o valor de 336. Quantos carros tem no pátio? 
Alternativas
Q3421776 Português
Analise a estrutura das palavras a seguir e assinale a alternativa em que a palavra dada é formada pelo processo de derivação parassintética.
Alternativas
Q3421775 Português
Analise as sentenças a seguir quanto à classe gramatical das palavras que as compõem. Assinale a alternativa em que se verifica uma preposição acidental.
Alternativas
Q3421774 Português
Analise as sentenças a seguir quanto aos elementos em destaque:

I. Candidatei-me ao conselho da universidade, já que ninguém se dispôs.
II. Continuaremos batalhando em prol dos trabalhadores, não obstante as críticas e as sabotagens.
III. O acampamento foi cancelado, porquanto os escoteiros se perderam na mata.
IV. O evento será ao ar livre, contanto que não chova.

A alternativa que apresenta elementos de sentidos e funções correspondentes, que substituem, correta e respectivamente, as expressões em destaque nas sentenças dadas é (em caso de encontro entre preposição e artigo ao substituir, considere que ocorre contração):
Alternativas
Q3421773 Português
Assinale a alternativa que apresenta um termo sinônimo da palavra em destaque na seguinte oração: “A consciência política resulta na exprobração àqueles que se apoiam em falsas promessas.”
Alternativas
Q3421772 Português
Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo



Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage.


Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem.


Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão.


Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.”


Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério  esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase.


“A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander.


Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.



Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/com portamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>

A expressão “não apenas … mas também”, que ocorre em “As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais (...)”, é empregada como um recurso de coesão sequencial, que imprime ao contexto em que ocorre o sentido de: 

Alternativas
Q3421770 Português
Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo



Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage.


Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem.


Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão.


Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.”


Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério  esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase.


“A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander.


Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.



Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/com portamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>

Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

A locução em destaque no excerto apresentado é típica das orações subordinadas adverbiais que exprimem, em relação à oração principal à qual se relacionam, um valor:
Alternativas
Respostas
2261: D
2262: A
2263: B
2264: A
2265: D
2266: A
2267: D
2268: B
2269: A
2270: C
2271: A
2272: B
2273: C
2274: A
2275: D
2276: C
2277: C
2278: D
2279: A
2280: D