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Q450365 Engenharia de Software
O conceito do paradigma orientado a objetos denominado de sobrecarga de operador possui tambéma denominação de:
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Q450364 Banco de Dados
Sejam os atributos MATRICULA, NOME, TELEFONE, DATA_NASCIMENTO e CPF pertencentes à relação EMPREGADO. O conjunto de atributos {CPF, NOME, DATA_NASCIMENTO} dessa relação que identifica uma única tupla é denominado chave:
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Q450363 Banco de Dados
Sobre a primeira forma normal aplicada a uma relação R qualquer, é possível afirmar que:
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Q450362 Banco de Dados
O conceito de dependência funcional de uma relação R que possui dois conjuntos de atributos, X e Y, ambos diferentes de vazio, e que X → Y (X funcionalmente determina Y) especifica que:
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Q450361 Banco de Dados
Quanto aos bancos de dados e os dados neles contidos em um BDD (Banco de Dados Distribuído), é possível afirmar que:
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Q450360 Banco de Dados
Para manter a atomicidade de uma transação multibanco de dados, é preciso ter mecanismo de recuperação. Um gerenciamento de recuperação global, ou coordenador, é necessário para manter informações usadas para recuperação, além dos gerenciadores de recuperação local e as informações que eles mantêm (logs, tabelas). O coordenador costuma seguir um protocolo denominado confirmação:
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Q450359 Banco de Dados
A partição de uma tabela em sites ou nós em um BDD (Banco de Dados Distribuído) poderá ser implementada segundo os conceitos básicos de fragmentação horizontal e fragmentação vertical. Uma relação fragmentada segundo esses dois conceitos, horizontal e vertical, possui a seguinte significação e requisito, respectivamente:
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Q450358 Banco de Dados
Em um SGBDD (Sistema de Gerência de Banco de Dados Distribuído), os vários computadores, denominados de sites ou nós, com banco de dados deverão apresentar a seguinte característica:
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Q450357 Banco de Dados
Os SGBDs especiais que são projetados para dar suporte a um grande número de transações simultâneas sem causar atrasos excessivos são classificados na categoria:
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Q450356 Banco de Dados
Há um termo que se aplica a qualquer software que funciona como uma ligação entre outros dois programas, como um servidor web ou um programa de banco de dados, também conhecido como um software que atua sendo um intermediário entre outras aplicações ou dispositivos. Um software com essas características possui a seguinte denominação:
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Q450355 Banco de Dados
O compilador que processa as definições de esquema que são especificadas e armazena as descrições dos esquemas (metadados) no catálogo do SGBD tema denominação:
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Q450354 Banco de Dados
Em 1971, o Comitê sobre Computador e Processamento de Informações, abreviado Comitê X3, do American National Standards Institute (ANSI), formou um grupo de estudo especial, denominado Comitê de Planejamento e Requisitos de Padrões (Standards Planning and Requirements Committee – SPARC), que propôs uma arquitetura de esquemas de um sistema de gerência de banco de dados, ou arquitetura de Sistema de Banco de Dados (SBD) , arquitetura esta conhecida como ANSI/X3/SPARC ou, simplesmente, ANSI/SPARC.

A arquitetura ANSI/SPARC pode ser usada para melhor explicar o conceito de independência de dados. Esse conceito pode ser dividido em:
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Q450353 Banco de Dados
Em 1971, o Comitê sobre Computador e Processamento de Informações, abreviado Comitê X3, do American National Standards Institute (ANSI), formou um grupo de estudo especial, denominado Comitê de Planejamento e Requisitos de Padrões (Standards Planning and Requirements Committee – SPARC), que propôs uma arquitetura de esquemas de um sistema de gerência de banco de dados, ou arquitetura de Sistema de Banco de Dados (SBD) , arquitetura esta conhecida como ANSI/X3/SPARC ou, simplesmente, ANSI/SPARC.

A arquitetura ANSI/SPARC tem por objetivo separar:
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Q450352 Banco de Dados
Em 1971, o Comitê sobre Computador e Processamento de Informações, abreviado Comitê X3, do American National Standards Institute (ANSI), formou um grupo de estudo especial, denominado Comitê de Planejamento e Requisitos de Padrões (Standards Planning and Requirements Committee – SPARC), que propôs uma arquitetura de esquemas de um sistema de gerência de banco de dados, ou arquitetura de Sistema de Banco de Dados (SBD) , arquitetura esta conhecida como ANSI/X3/SPARC ou, simplesmente,ANSI/SPARC.

A arquitetura ANSI/SPARC possui a seguinte quantidade de níveis:
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Q447364 Administração Pública
Na contratação de Soluções de Tecnologia da Informação pelos órgãos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP) do Poder Executivo Federal, é permitido:
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Q447363 Legislação Federal
Segundo a Instrução Normativa nº 2/2008 do MPOG (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão), serão objeto de execução direta os serviços de:
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Q447360 Raciocínio Lógico
Determine a negação da proposição “Lívia é estudiosa e Marcos decora”.
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Q447358 Raciocínio Lógico
Assinale a alternativa que contém a sentença logicamente equivalente a “Carlos não é alto ou Rodrigo é forte".
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Q447356 Português
      No primeiro dia, foi o gesto genial. Era um domingo. Ao se curvar no campo do estádio espanhol, descascar a banana, comê-la de uma abocanhada e cobrar o escanteio, Daniel Alves assombrou o mundo. Não só o mundo do futebol, esse que chama juiz de “veado” e negro de “macaco”. O baiano Daniel, mestiço de pele escura e olhos claros, assombrou o mundo inteiro extracampo. Vimos e revimos a cena várias vezes. “Foi natural e intuitivo”, disse Daniel, o lateral direito responsável pelo início da virada do Barcelona no jogo contra o Vilarreal. Por isso mesmo, por um gesto mudo, simples, rápido e aparentemente sem raiva,Daniel foi pop, simbólico, político e eficaz.
      Só que, hoje, ninguém, nem Daniel Alves, consegue ser original por mais de 15 segundos. Andy Warhol previa, na década de 1960, que no futuro todos seríamos famosos por 15 minutos. Pois o futuro chegou e banalizou os atos geniais, transformando tudo numa lata de sopa de tomate Campbell’s. A banana do Daniel primeiro reapareceu na mão de Neymar, também vítima de episódios de racismo em estádios. Neymar escreveu na rede em defesa do colega e dele próprio: “Tomaaaaa bando de racistas, #somostodosmacacos e daí?” Uma reação legítima, mas sem a maturidade do Daniel. Natural. Há quase dez anos de estrada de vida entre um e outro.
      Imediatamente a banana passou a ser triturada por milhares de “selfies”. O casal Luciano Huck-Angélica lançou uma camiseta #somostodosmacacos. Branco, o casal que jamais correu o risco de ser chamado de macaco apropriou-se do gesto genial, por isso foi bombardeado por ovos e tomates na rede, chamado de oportunista. A presidente Dilma Rousseff, em seu perfil no Twitter, também pegou carona no gesto de Daniel “contra o racismo” e chamou de “ousada” a atitude dele. Depois de ler muitas manifestações, acho que #somostodosbobos, a não ser, claro, quem sente na pele o peso do preconceito.
     “Estou há onze anos na Espanha, e há onze é igual... Tem de rir desses atrasados”, disse Daniel ao sair do gramado no domingo. Depois precisou explicar que não quis generalizar. “Não quis dizer que a Espanha seja racista. Mas sim que há racismo na Espanha, porque sofro isso em campos (de futebol) diferentes. Não foi um caso isolado. Não sou vítima, nem estou abatido. Isso só me fortalece, e continuarei denunciando atitudes racistas”.
      Tudo que se seguiu àquele centésimo de segundo em que Daniel pegou a fruta e a comeu, com a mesma naturalidade do espanhol Rafael Nadal em intervalo técnico de torneios mundiais de tênis, como se fizesse parte do script, tudo o que se seguiu àquele gesto é banal. Os “selfies”, a camiseta do casal 1.000, o tuíte de Dilma, as explicações de Daniel após o jogo, esta coluna. Até a nota oficial do Vilarreal, dizendo que identificou o torcedor racista e o baniu do estádio El Madrigal “para o resto da vida”. Daniel continuou a evitar as cascas de banana. Disse que o ideal, para conscientizar sobre o racismo, seria fazer o torcedor “pagar o mal como bem”. 


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AQUINO, Ruth de. Rev. Época : 05 maio 2014.



Como em “banali(z)ar” (§ 2) e em “conscienti(z)ar” (§ 5), preenchem-se com “z” ambas as lacunas deixadas nos verbos arrolados em:
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Q447350 Português
      No primeiro dia, foi o gesto genial. Era um domingo. Ao se curvar no campo do estádio espanhol, descascar a banana, comê-la de uma abocanhada e cobrar o escanteio, Daniel Alves assombrou o mundo. Não só o mundo do futebol, esse que chama juiz de “veado” e negro de “macaco”. O baiano Daniel, mestiço de pele escura e olhos claros, assombrou o mundo inteiro extracampo. Vimos e revimos a cena várias vezes. “Foi natural e intuitivo”, disse Daniel, o lateral direito responsável pelo início da virada do Barcelona no jogo contra o Vilarreal. Por isso mesmo, por um gesto mudo, simples, rápido e aparentemente sem raiva,Daniel foi pop, simbólico, político e eficaz.
      Só que, hoje, ninguém, nem Daniel Alves, consegue ser original por mais de 15 segundos. Andy Warhol previa, na década de 1960, que no futuro todos seríamos famosos por 15 minutos. Pois o futuro chegou e banalizou os atos geniais, transformando tudo numa lata de sopa de tomate Campbell’s. A banana do Daniel primeiro reapareceu na mão de Neymar, também vítima de episódios de racismo em estádios. Neymar escreveu na rede em defesa do colega e dele próprio: “Tomaaaaa bando de racistas, #somostodosmacacos e daí?” Uma reação legítima, mas sem a maturidade do Daniel. Natural. Há quase dez anos de estrada de vida entre um e outro.
      Imediatamente a banana passou a ser triturada por milhares de “selfies”. O casal Luciano Huck-Angélica lançou uma camiseta #somostodosmacacos. Branco, o casal que jamais correu o risco de ser chamado de macaco apropriou-se do gesto genial, por isso foi bombardeado por ovos e tomates na rede, chamado de oportunista. A presidente Dilma Rousseff, em seu perfil no Twitter, também pegou carona no gesto de Daniel “contra o racismo” e chamou de “ousada” a atitude dele. Depois de ler muitas manifestações, acho que #somostodosbobos, a não ser, claro, quem sente na pele o peso do preconceito.
     “Estou há onze anos na Espanha, e há onze é igual... Tem de rir desses atrasados”, disse Daniel ao sair do gramado no domingo. Depois precisou explicar que não quis generalizar. “Não quis dizer que a Espanha seja racista. Mas sim que há racismo na Espanha, porque sofro isso em campos (de futebol) diferentes. Não foi um caso isolado. Não sou vítima, nem estou abatido. Isso só me fortalece, e continuarei denunciando atitudes racistas”.
      Tudo que se seguiu àquele centésimo de segundo em que Daniel pegou a fruta e a comeu, com a mesma naturalidade do espanhol Rafael Nadal em intervalo técnico de torneios mundiais de tênis, como se fizesse parte do script, tudo o que se seguiu àquele gesto é banal. Os “selfies”, a camiseta do casal 1.000, o tuíte de Dilma, as explicações de Daniel após o jogo, esta coluna. Até a nota oficial do Vilarreal, dizendo que identificou o torcedor racista e o baniu do estádio El Madrigal “para o resto da vida”. Daniel continuou a evitar as cascas de banana. Disse que o ideal, para conscientizar sobre o racismo, seria fazer o torcedor “pagar o mal como bem”. 


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AQUINO, Ruth de. Rev. Época : 05 maio 2014.



No enunciado seguinte, observa-se a repetição dos antropônimos “Daniel” e “Neymar”:

“ A banana do Daniel primeiro reapareceu na mão de Neymar, também vítima de episódios de racismo em estádios. Neymar escreveu na rede em defesa do colega e dele próprio ‘[...] #somostodosmacacos e daí?’ Uma reação legítima, mas sem a maturidade do Daniel.” (§ 2)

Para evitá-la, pode-se fazer remissão à primeira ocorrência de cada um desses nomes, empregando (com os ajustes porventura necessários):
Alternativas
Respostas
601: D
602: C
603: D
604: B
605: E
606: A
607: C
608: E
609: A
610: D
611: C
612: A
613: E
614: B
615: B
616: A
617: D
618: C
619: D
620: E