Questões de Concurso Para terapeuta ocupacional

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Q4276089 Não definido
Na bandeira do município de São Miguel do Iguaçu, quais cores estão presentes?
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Q4276088 Não definido
Em relação ao ramo da indústria de alimentos, as atividades que mais se destacam são: 
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Q4276087 Não definido
Segundo o art. 23 da Lei 2.666/2015, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Municipais de São Miguel do Iguaçu: Reversão é: 
Alternativas
Q4276086 Não definido
Segundo o parágrafo 2º do art. 16 da Lei 2.666/2015, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Municipais de São Miguel do Iguaçu: A posse ocorrerá no prazo de até ............ dias contados da data do edital de convocação, podendo ser prorrogável por igual período mediante requerimento do interessado. Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o número de dias. 
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Q4276085 Não definido
No quintal de D. Maria, há galinhas e patas. Segundo ela, a soma do dobro do número de galinhas que botam com o triplo de patas que botam é igual a 47, e a diferença entre o número de galinhas e de patas que botam é 1. Sabendo disso, é CORRETO afirmar que o número de galinhas e patas botando é, respectivamente:
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Q4276084 Não definido
O azulejista contratado para colocar o rodapé da sala comercial em que trabalho dispõe de retalhos de piso de vários tamanhos. As medidas variam entre 160 cm, 180 cm e 100 cm. Sabendo disso e com o objetivo de não desperdiçar material, cortar o piso em pedaços iguais e ainda do maior tamanho possível, posso esperar um rodapé de que tamanho? 
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Q4276083 Não definido
Um ônibus demora 7 ½ horas para fazer uma viagem de Cascavel-PR até Presidente Prudente -SP. Já um automóvel demora 5 ¼ horas. Geralmente, viajo de ônibus, mas, se eu for de carro, economizo quanto tempo na estrada? 
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Q4276082 Não definido
Maria, Anita e Amélia recebem mesada de seus pais. Maria é a mais velha e recebe o dobro de Anita, que é a filha do meio. Por sua vez, Anita recebe o dobro de Amélia, que é a caçula. Sabendo que o total da mesada das três irmãs é de R$ 350,00, quanto Maria, Anita e Amélia recebem, respectivamente?
Alternativas
Q4276081 Não definido
A nutricionista montou um cardápio em que alguns dias é possível que a Joana coma os seus alimentos preferidos juntos. Sabendo que ela pode comer carne vermelha a cada 3 dias, batata frita a cada 4 dias e macarrão a cada 6 dias, e que no dia 2 de março foi possível combinar os três (carne vermelha, bata frita e macarrão), a próxima vez que ela vai poder comer os 3 alimentos juntos será no dia: 
Alternativas
Q4276080 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Em relação à pontuação, assinale a alternativa INCORRETA. 
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Q4276079 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Considerando os elementos do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4276078 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Assinale a alternativa que apresenta uma relação semântica ADEQUADA, de acordo com o conteúdo do texto.
Alternativas
Q4276077 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Considerando o conteúdo do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4276076 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Considerando o fragmento de texto apresentado e recorrendo a conhecimentos enciclopédicos, assinale a alternativa CORRETA em relação ao texto integral. 
Alternativas
Q4361054 Não definido
No fazer da Terapia Ocupacional no campo da saúde mental, a profissão agregou concepções da reabilitação psicossocial. Nesse sentido, complete a afirmativa a seguir: “A introdução do estudo da ____________, incorporou uma leitura subjetiva na relação do indivíduo com a _________________, sobretudo a partir da construção de uma _______________entre os três elementos imersos no campo transferencial: pacientes, ______________, terapeuta” (BENETTON, 1991; RIBEIRO; OLIVEIRA, 2005 apud COSTA; ALMEIDA; ASSIS, 2015).
Alternativas
Q4361053 Não definido
Conforme aponta Hagedorn (1999), assim que nasce, o indivíduo fica sujeito aos processos de mudança. Esses processos podem ser denominados de processo de desenvolvimento, educação, reabilitação e adaptação. Eles ajudam o terapeuta a estruturar o Processo de Terapia Ocupacional junto a um paciente/grupo. São metas do processo da reabilitação: 
Alternativas
Q4361052 Não definido
As afirmações a seguir são referentes à atuação do terapeuta ocupacional no ambiente hospitalar na saúde de gestante, puérperas e neo-natos.

1. O terapeuta ocupacional atua na orientação da gestante em gravidez de risco.
2. Em geral, o terapeuta ocupacional atua na melhoria dos índices de morbimortalidade maternoinfantil, principalmente nos casos de vulnerabilidade social.
3. Juntamente com a equipe multidisciplinar, o terapeuta ocupacional atua na atenção binômio mãefilho com orientações maternas sobre saúde, cuidados e aleitamento.


São verdadeiras as afirmações:
Alternativas
Q4361051 Não definido
Pedro tem 45 anos e é advogado. No escritório onde trabalha, sua ocupação principal está relacionada com a representação e defesa de clientes em tribunais. Há seis meses, Pedro se envolveu em um acidente de trânsito que trouxe como consequência uma lesão medular que o deixou incapaz de se vestir adequadamente para o trabalho. Considerando a Taxonomia da Ocupação apresentada por Hagedorn (2007), “vestir-se para ir ao trabalho” é uma atividade. Sendo assim, “segurar o botão entre o indicador e o polegar” é:
Alternativas
Q4361050 Não definido
Sobre os programas de reabilitação orientados para o trabalho, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4361049 Não definido
Sobre a participação do terapeuta ocupacional em equipe multiprofissional ou interprofissional, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) O terapeuta ocupacional tem ampliado sua participação como membro integrante de equipes e frequentemente tem composto o quadro de profissionais na área de saúde, da educação, de unidade de tratamento, de trabalho comunitário, de tecnologia assistiva ou de pesquisa.

( ) Trabalhar em equipe pode ser uma tarefa fácil quando, em determinado serviço, um profissional que compõe a equipe pressupõe o campo de atuação da prática da terapia ocupacional.

( ) O terapeuta ocupacional deve se posicionar diante dos membros da equipe, esclarecendo suas atribuições, competências e habilidades, e estabelecendo comunicação e colaboração.

( ) Conhecimento teórico, formação, habilidades e características para estar em equipe devem estar fundamentados no terapeuta ocupacional que pretende fazer parte de uma dessas equipes.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
18861: C
18862: D
18863: C
18864: B
18865: A
18866: D
18867: C
18868: A
18869: C
18870: D
18871: C
18872: B
18873: A
18874: D
18875: D
18876: C
18877: E
18878: E
18879: A
18880: C