Questões de Concurso Para terapeuta ocupacional

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Q835917 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Sobre a estrutura morfossintática do trecho ... come-se muito mal e desde cedo ... está incorreto apenas o que se afirma em: 
Alternativas
Q835916 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá.


Assinalar a opção que contém uma informação CORRETA sobre o período acima.

Alternativas
Q835915 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes.


O sentido da palavra Se, contextualmente, confere ao contexto uma relação de

Alternativas
Q835914 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes.


Nas línguas, em geral, contamos com recursos que garantem retomadas de palavras, expressões e similares, com objetivo de manter a coesão dos textos que produzimos. No trecho acima, essa pessoa retoma, no texto, o que se negritou em

Alternativas
Q835913 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

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(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Dentre as palavras negritadas, nas opções abaixo, aquela que apresenta função morfológica diferente das demais é
Alternativas
Q835912 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

A opção na qual palavra(s)/expressão(ões) destacada(s) são empregada(s) em sentido conotativo é:
Alternativas
Q835910 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

A frase-subtítulo do texto: Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma das causas de um mal crescente: a obesidade infantil, nos informa e nos permite compreender que a “obesidade infantil”
Alternativas
Q820219 Terapia Ocupacional
São ações desenvolvidas pelo terapeuta ocupacional de um CAPS tipo II, EXCETO:
Alternativas
Q820218 Terapia Ocupacional
Norteados pelos referenciais da Reforma psiquiátrica brasileira e pelo paradigma da reabilitação psicossocial, terapeutas ocupacionais que trabalham em CAPSad buscam desenvolver ações territoriais visando:
Alternativas
Q820217 Terapia Ocupacional
A desinstitucionalização é uma importante estratégia no campo da saúde mental que visa romper com os processos de institucionalização psiquiátrica que foram submetidas às pessoas com longos anos de internação em hospitais psiquiátricos. No Brasil, tal movimento foi impulsionado primordialmente pela experiência:
Alternativas
Q820216 Terapia Ocupacional
Na abordagem terapêutica ocupacional em pacientes hemiplégicos por seqüela de AVC são objetivos do tratamento, EXCETO:
Alternativas
Q820215 Terapia Ocupacional

Analise se as órteses que têm por objetivo principal a imobilização são utilizadas para:

I. Bloquear os movimentos.

II. Proporcionar proteção, repouso ou prevenção de movimentos indesejados.

III. Reduzir a inflamação e a dor.

Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q820214 Terapia Ocupacional

Avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F) em relação ao processo de reabilitação física, segundo as autoras Gollegã, Luzo e De Carlo (2001):

Imagem associada para resolução da questão Os procedimentos terapêuticos destinados à prevenção de deformidades são tão fundamentais e necessários para evitar sequelas de imobilismo quanto o processo de restauração funcional.

Imagem associada para resolução da questão O tratamento de reabilitação em terapia ocupacional utiliza instrumentos de avaliação como goniômetros e dinamômetros

Imagem associada para resolução da questão A terapia de mão utiliza frequentemente os instrumentos de avaliação como os estesiômetros e os manômetros.

As afirmativas são respectivamente:

Alternativas
Q820213 Terapia Ocupacional

Com referência ao trabalho do terapeuta ocupacional na reabilitação física, verifique se a avaliação deve:

I. Ser inicialmente subjetiva e superficial para favorecer a relação terapeuta-paciente.

II. Utilizar equipamentos e técnicas de observação e de mensuração.

III. Se basear nos conhecimentos anatômicos e fisiológicos para utilização de técnicas e equipamentos de mensuração.

Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q820212 Terapia Ocupacional
O trabalho dos terapeutas ocupacionais no contexto hospitalar é composto por uma diversidade de objetivos. Um deles visa proporcionar vivências para os pacientes e seus familiares por meio de atividades que:
Alternativas
Q820211 Terapia Ocupacional

Avalie se os itens a seguir definem os sistemas de Comunicação Alternativa e Suplementar criados ou adaptados.

I. Língua de sinais.

II. Pranchas de alfabeto ou símbolos pictográficos.

III. Comunicadores.

Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q820210 Terapia Ocupacional

Paciente após lesão de mão busca o serviço de terapia ocupacional para que ele possa voltar as suas atividades de trabalho enquanto digitador de textos.


Imagem associada para resolução da questão

Diante dessa imagem, o seguinte tipo de intervenção foi feita pelo terapeuta ocupacional:

Alternativas
Q820209 Terapia Ocupacional

A adaptação observada abaixo foi confeccionada por um terapeuta ocupacional após a avaliação das áreas e das habilidades do Desempenho ocupacional de um paciente com lesão neurológica periférica com dificuldades na preensão.

Imagem associada para resolução da questão

Podemos dizer que as áreas e as habilidades do desempenho ocupacional avaliadas foram respectivamente:

Alternativas
Q820208 Terapia Ocupacional
Segundo Eliane Dias de Castro (2007), os atos inaugurais que guiam o encontro terapeuta-paciente para que uma relação terapêutica possa se estabelecer são:
Alternativas
Q820207 Terapia Ocupacional

Avalie se as afirmativas acerca dos deveres do terapeuta ocupacional a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F) de acordo com o Capítulo V – Das Responsabilidades no Exercício da Terapia Ocupacional da Resolução COFFITO 425, de 8 de julho de 2013.

Imagem associada para resolução da questão Atuar em consonância com a política nacional de saúde, de assistência social, de educação e de cultura promovendo os preceitos da saúde coletiva, da participação social, da vida sócio-comunitária, no desempenho das suas funções, cargos e cidadania, independentemente de exercer a profissão no setor público ou privado.

Imagem associada para resolução da questão Empenhar-se na melhoria das condições da assistência terapêutica ocupacional e nos padrões de qualidade dos serviços de Terapia Ocupacional, no que concerne às políticas públicas, à educação sanitária e às respectivas legislações.

Imagem associada para resolução da questão Ser solidário aos movimentos em defesa da dignidade profissional e das políticas públicas, seja por remuneração condigna, seja por condições de trabalho compatíveis com o exercício ético-profissional e seu aprimoramento, inserção em programas, ações e projetos assim como questões de garantia ao direito à cidadania.

As afirmativas são respectivamente:

Alternativas
Respostas
16941: E
16942: A
16943: B
16944: D
16945: E
16946: A
16947: D
16948: B
16949: E
16950: D
16951: B
16952: E
16953: C
16954: D
16955: A
16956: E
16957: C
16958: A
16959: E
16960: E