Questões de Concurso Para terapeuta ocupacional

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Q1252260 Matemática

Considere uma sequência de polígonos em que os vértices são sucessivamente numerados, como mostra a figura.

Imagem associada para resolução da questão


O número de lados do polígono dessa sequência em que se encontra o vértice de número 250 é:

Alternativas
Q1252257 Português
Atenção: Para responder a questão, considere a crônica abaixo.

      Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:
   − Minha Santa Efigênia!
     Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa de sua perturbação:
  − É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.
    Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:
  − Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.
     Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.
   − Não adiantou nada − queixa-se ele. − Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.
      Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:
   − Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã.
     No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatães, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.
      − É lápis mesmo, aí no seu bolso.
      − Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.
[...]
      Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” − e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?” Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.
(SABINO, Fernando. As melhores crônicas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012, p. 71-72) 
É própria da linguagem coloquial a expressão sublinhada em:
Alternativas
Q1252256 Português
Atenção: Para responder a questão, considere a crônica abaixo.

      Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:
   − Minha Santa Efigênia!
     Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa de sua perturbação:
  − É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.
    Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:
  − Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.
     Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.
   − Não adiantou nada − queixa-se ele. − Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.
      Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:
   − Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã.
     No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatães, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.
      − É lápis mesmo, aí no seu bolso.
      − Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.
[...]
      Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” − e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?” Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.
(SABINO, Fernando. As melhores crônicas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012, p. 71-72) 
A personificação é um recurso expressivo que consiste em atribuir propriedades humanas a uma coisa, a um ser inanimado ou abstrato. Verifica-se a ocorrência desse recurso expressivo no seguinte trecho:
Alternativas
Q1252252 Português
Atenção: Para responder a questão, considere a fábula abaixo.

    Em Atenas, um devedor, ao ter sua dívida cobrada pelo credor, primeiro pôs-se a pedir-lhe um adiamento, alegando estar com dificuldade. Como não o convenceu, trouxe uma porca, a única que possuía, e, na presença dele, colocou-a à venda. Então chegou um comprador e quis saber se a porca era parideira. Ele afirmou que ela não apenas paria, mas que ainda o fazia de modo extraordinário: para as festas da deusa Deméter, paria fêmeas e, para as de Atena, machos. E, como o comprador estivesse assombrado com a resposta, o credor disse: “Mas não se espante, pois nas festas do deus Dioniso ela também vai lhe parir cabritos.”
(Esopo. Fábulas completas. Tradução de Maria Celeste Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 22) 
Observa-se a elipse (ou seja, a omissão) de um substantivo no seguinte trecho:
Alternativas
Q1252250 Português
Atenção: Para responder a questão, considere a fábula abaixo.

    Em Atenas, um devedor, ao ter sua dívida cobrada pelo credor, primeiro pôs-se a pedir-lhe um adiamento, alegando estar com dificuldade. Como não o convenceu, trouxe uma porca, a única que possuía, e, na presença dele, colocou-a à venda. Então chegou um comprador e quis saber se a porca era parideira. Ele afirmou que ela não apenas paria, mas que ainda o fazia de modo extraordinário: para as festas da deusa Deméter, paria fêmeas e, para as de Atena, machos. E, como o comprador estivesse assombrado com a resposta, o credor disse: “Mas não se espante, pois nas festas do deus Dioniso ela também vai lhe parir cabritos.”
(Esopo. Fábulas completas. Tradução de Maria Celeste Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 22) 
Em “Mas não se espante, pois nas festas do deus Dioniso ela também vai lhe parir cabritos”, os pronomes sublinhados referem-se ao
Alternativas
Q1242120 Terapia Ocupacional
No modelo positivista, a Terapia Ocupacional utiliza-se de uma análise prévia das atividades, dissecando as potencialidades terapêuticas das mesmas. Sua análise inclui as características cognitivas, cinesiológicas, perceptivas e expressivas. Na mesma época, o modelo humanista surge como forma de oposição ao modelo positivista.
No Brasil, o modelo humanista da Terapia Ocupacional teve como figura principal:
Alternativas
Q1242119 Terapia Ocupacional
De acordo com Decreto Federal nº 7.508, de 28/06/2011, no art. 5º, para ser instituída, a Região de Saúde deve conter, no mínimo, ações e serviços de:
I - atenção primária. II - urgência e emergência. III - atenção psicossocial. IV - atenção ambulatorial especializada e hospitalar. V - vigilância em saúde. VI - programa Saúde da Família. VII – centro de cuidados paliativos.
Estão corretas:
Alternativas
Q1242118 Terapia Ocupacional
Conforme Art. 28 do Código de ética profissional do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional, na fixação de seus honorários, os parâmetros básicos são:
I – condições socioeconômicas da região. II – condições em que a assistência foi prestada: hora, local, distância, urgência e meio de transporte utilizado. III – natureza da assistência prestada e tempo despendido. IV – complexidade do caso. V – o valor mínimo por hora/atendimento não deve ser inferior a 15% do salário mínimo nacional vigente.
Estão corretas:
Alternativas
Q1242117 Terapia Ocupacional
De acordo com Hagedorn, uma combinação da análise ocupacional e do ambiente oferece uma compreensão da demanda por desempenho.
Para realizar essa análise, Hagedorn descreve os níveis do ambiente de acordo com a taxonomia COPE. Os níveis são os ambientes:
Alternativas
Q1242116 Terapia Ocupacional
Logo após o nascimento, os bebês demonstram sinais de contentamento, interesse e sofrimento. Essas respostas são difusas, reflexas e sobretudo fisiológicas à estimulação sensória ou a processos internos. Aproximadamente durante os seis meses seguintes, esses primeiros estados emocionais diferenciam-se em emoções reais, como reação a eventos que possuem significado para o bebê desta faixa etária.
Segundo Papalia; Olds e Feldman, antes do período em que é capaz de demonstrar raiva e medo, o bebê consegue demonstrar:
Alternativas
Q1242115 Terapia Ocupacional
A consciência é alterada com o uso de drogas psicoativas. Há pelo menos três categorias de drogas psicoativas, segundo Myers. São elas: os depressivos, os estimulantes e os alucinógenos.
Entre os depressivos estão:
Alternativas
Q1242114 Terapia Ocupacional
Para transformar a informação sensorial em percepções significativas é preciso organizá-la. A primeira tarefa perceptiva é perceber qualquer objeto, chamado figura, distinto de seu ambiente, chamado fundo. Tendo discriminado a figura do fundo, a tarefa seguinte é organizar a figura numa forma significativa. Para impor ordem e forma a essas sensações básicas, a mente segue regras determinadas para agrupamento de estímulos. Os tipos de agrupamento são:
Alternativas
Q1242113 Terapia Ocupacional
O sentido do paladar envolve sensações básicas. Segundo Myers são:
Alternativas
Q1242112 Terapia Ocupacional
Os ligamentos da mediotarsiana são:
Alternativas
Q1242111 Terapia Ocupacional
Há dois grupos de fatores que intervêm nos movimentos dos meniscos: os passivos e os ativos.
Só existe um fator passivo do movimento de translação dos meniscos:
Alternativas
Q1242110 Terapia Ocupacional
O quadril é a articulação proximal do membro inferior: situada na raiz do membro inferior. A sua função é orientar em todas as direções do espaço, por isso possui três eixos e três graus de liberdade.
Imagem associada para resolução da questão
I – um eixo transversal X0X’, situado no plano frontal, ao redor do qual se executam os movimentos de abdução-adução. II - um eixo ântero-posterior Y0Y’, situado no plano sagital, que passa pelo centro da articulação, ao redor do qual se realizam os movimentos de flexão-extensão. III – um eixo vertical 0Z, que se confunde com o eixo longitudinal OR do membro inferior quando o quadril está numa posição de alinhamento. Este eixo longitudinal permite os movimentos de rotação externa e rotação interna.
Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q1242109 Terapia Ocupacional
Sobre o lactente do terceiro trimestre, Coriat aponta que, investigando as qualidades de tono muscular, comprova-se que a consistência se mantém firme e a passividade aumenta nitidamente. A extensibilidade também aumenta. É necessário medir a abertura do ângulo poplíteo para comprovar se chegou a:
Alternativas
Q1242108 Terapia Ocupacional
Da análise do desenvolvimento psicomotor no primeiro ano de vida, proposta por Coriat, emerge que grande parte dos automatismos, com componentes corticais, adquiridos no decurso da maturação, reproduzem reflexos, sinergias e automatismos arcaicos anteriormente desaparecidos. Esses automatismos arcaicos reaparecem num nível superior, aperfeiçoados, estruturam as novas conquistas.
Um desses reflexos arcaicos tem sido considerado como um automatismo primário do qual não se encontram vestígios em etapas posteriores, salvo na reação de sobressalto, contração ou traspasso do adulto que recebe um susto e fica petrificado em seu lugar, como preso ao plano de apoio pelas plantas dos pés que tentam se aferrar ao piso, flexionando os dedos. Trata-se do reflexo:
Alternativas
Q1242107 Enfermagem
A coluna vertebral é formada por ____ vértebras cervicais; ____ vértebras torácicas; ____ vértebras lombares; ____ vértebras fundidas no sacro; e, ____ vértebras coccígeas fundidas.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima.
Alternativas
Q1242106 Enfermagem

Observe os ossos do esqueleto humano com a numeração de 1 a 6.


Imagem associada para resolução da questão

Qual o nome dos ossos numerados?

Alternativas
Respostas
14801: C
14802: D
14803: A
14804: B
14805: D
14806: D
14807: C
14808: D
14809: B
14810: C
14811: E
14812: B
14813: D
14814: A
14815: B
14816: C
14817: E
14818: D
14819: A
14820: C