Questões de Concurso Para recepcionista

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Q3066724 Matemática

O gráfico abaixo revela os preços das cestas básicas em 10 estabelecimentos da capital paraibana, em meados de 2022.


                                      Imagem associada para resolução da questão


De acordo com o DIEESE, em julho de 2024, o custo da cesta básica no Pão de Açúcar (Miramar) era de R$ 582,56. O aumento da cesta básica nesse estabelecimento, ao longo de dois anos, foi de, aproximadamente:

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Q3066723 Matemática
Amélia comprou um Chevrolet Tracker 0km em janeiro de 2023, pagando por ele R$ 134.000,00. Ficou surpresa com a desvalorização de seu veículo ao analisar o preço de mercado desse mesmo modelo em dezembro de 2023. Após um ano de uso, seu carro só valia R$ 107.200,00. Ela pretende vender seu Tracker em dezembro de 2024. Se essa taxa de depreciação se mantiver ao longo desse segundo ano, o valor estimado para a revenda e o percentual total de desvalorização do veículo em relação ao valor original pago por Amélia, serão, respectivamente:
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Q3066722 Matemática
Joana, uma microempreendedora individual, conseguiu, para abrir a sua marmitaria, um empréstimo de R$ 4.000,00 pelo programa Empreender. Ela investiu em insumos e equipamentos todo o valor do empréstimo. Sua estimativa é de que o valor médio de revenda de suas marmitas seja de R$ 16,00. Joana pretende pagar o empréstimo em apenas 2 meses, pois essa carência não implicará em juros. Assim, considerando que Joana deseja pagar metade da dívida ao final do primeiro mês e a outra metade ao final do segundo mês do empréstimo e que há insumos suficientes para essa produção, o número mínimo de marmitas que ela precisa vender em cada um desses dois primeiros meses de seu negócio, é:
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Q3066721 Matemática
O carro de José está fazendo 14 km/litro. Com 3/5 o tanque, José percorreu 378 km. Caso ele tivesse enchido o tanque, a distância percorrida, considerando-se a mesma média de consumo de seu carro, seria de:
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Q3066720 Matemática

Uma roçadeira está com x% de desconto para pagamento à vista (débito, espécie ou PIX). Para quem preferir pagar o valor cheio, poderá dividir em até 12 parcelas iguais de R$ 110,00 cada, conforme o anúncio.


                                               Imagem associada para resolução da questão


Quem optar pelo pagamento à vista estará aproveitando um desconto de:

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Q3066719 Matemática
Para remover o entulho de uma demolição, 12 operários, trabalhando 8 horas por dia, concluiriam a limpeza em 6 dias.
Por motivos internos, a remoção do entulho deverá ser realizada por uma equipe de apenas 3 operários, com a mesma jornada de trabalho diária. Considerando-se que a eficiência de cada operário dessa empresa é equivalente, a limpeza do entulho será concluída em:
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Q3066718 Matemática

A seguir, estão representados os tempos, em minutos (’) segundos (”) e centésimos de segundos que cada candidato à Prefeitura de João Pessoa terá no guia eleitoral 2024.


                                          Imagem associada para resolução da questão


Os candidatos Yuri Ezequiel (UP) e Camilo Duarte (PCO) não tiveram tempo na propaganda por questões legais.


A diferença entre o maior e o menor tempos de propaganda, de acordo com a tabela, é de:

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Q3066717 Matemática
O candidato ao cargo de vereador, Leão, desejando melhorar sua campanha, encomenda, pelo Mercado Free, 5.000 santinhos de dimensões 7cm X 10 cm, no valor de R$ 245,00, conforme o anúncio a seguir:
Para a fabricação desse material de campanha, a empresa utiliza o papel reciclado (mais econômico e sustentável). Sabe-se que a área de cada santinho mede 70 cm2 e que 1 m2 equivale a uma área de 100 cm x 100 cm. Nessas condições, o valor cobrado, por metro quadrado de santinhos, para a produção dessa encomenda, de acordo com os dados do anúncio, é:
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Q3066716 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem de modo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.


GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Releia e responda: “Abandonou a planta à sanha das saúvas...” Considerando este fragmento do texto dê a classificação à oração destacada:
Alternativas
Q3066713 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem de modo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.


GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Releia e responda: “Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobrehumano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo.” Dê a classe gramatical da palavra em destaque:
Alternativas
Q3066709 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem de modo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.


GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Assinale a opção CORRETA, de acordo com o texto:
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Q3062043 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Nos termos do artigo 141 da Lei Orgânica do Município de Baliza, a ação do Município no campo da assistência social possui os seguintes objetivos, com exceção de: 
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Q3062042 Redação Oficial
O Manual de Redação da Presidência da República, em sua 3ª Edição, estabelece diretrizes específicas para a elaboração de comunicações oficiais. Uma das normas inclui a utilização correta dos sinais de pontuação após o vocativo em documentos formais. Considerando as orientações fornecidas pelo manual, qual é o sinal de pontuação que deve seguir o vocativo nas comunicações oficiais?
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Q3062041 Noções de Informática
Para a edição de textos no sistema operacional Windows 7, é indispensável utilizar um programa que permita criar e modificar documentos de texto de forma eficiente. Esse tipo de software é amplamente utilizado em diversas atividades, desde a elaboração de documentos simples até a criação de textos maiores. Qual dos seguintes programas é especificamente projetado para essa finalidade?
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Q3062040 Noções de Primeiros Socorros
Em situações de emergência envolvendo problemas cardiorespiratórios com pessoas que estão circulando ou presentes no local onde você está atuando como servidor público, é crucial saber qual número de telefone acionar para garantir a rápida resposta dos serviços de emergência. A Política Nacional de Atenção às Urgências do Ministério da Saúde fornece diretrizes específicas para esses casos. Qual dos seguintes números de emergência deve ser discado para acionar o atendimento médico especializado:
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Q3062039 Matemática

Observe a figura


Q20.png (187×135)



Com três copos de água, enche-se totalmente a garrafa. Colocando-se no garrafão três garrafas de água e mais um copo de água, ainda assim falta 05 litros de água para encher o garrafão totalmente. Então no copo cabem:

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Q3062038 Matemática
Uma livraria apresentou a quantidade de livros lançados no período de 2021 a 2023 no pictograma a seguir: 

Q19.png (316×242)

A média anual de livros lançados por essa livraria nesse período é:
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Q3062037 Matemática

Observe a reta numérica abaixo:


Q18.png (408×61)


O número 3√−16 está localizado entre os números:

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Q3062036 Matemática
Um técnico de futebol disse a seus atletas: “Até aqui, dos jogos que disputamos, vencemos 3/5 e empatamos 1/4 . Só perdemos nove vezes.” Então os atletas desse técnico de futebol disputaram quantos jogos:
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Q3062035 Raciocínio Lógico
Um determinado cometa passa pela Terra de 24 em 24 anos. Um outro cometa, passa de 32 em 32 anos. Se os dois cometas foram observados juntas nas imediações da Terra em 1932, quando poderão ser observados juntos novamente: 
Alternativas
Respostas
2981: A
2982: C
2983: B
2984: E
2985: D
2986: B
2987: A
2988: C
2989: B
2990: A
2991: A
2992: C
2993: D
2994: B
2995: D
2996: A
2997: A
2998: B
2999: C
3000: D