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Q3658829 Matemática
Converta 354 metros em quilômetros e assinale a alternativa que corresponde ao resultado.
Alternativas
Q3658827 Matemática
Paulo possui uma caixa de lápis com 45 lápis de cor. Pedro possui 3 caixas iguais à de Paulo, porém, perdeu 3 lápis da primeira caixa e 7 da segunda. Nesse sentido, podemos afirmar que Pedro possui:  
Alternativas
Q3658826 Matemática
É correto afirmar que a metade do triplo de 8 dúzias tem como resultado: 
Alternativas
Q3658825 Matemática
João recebeu de seu pai uma sacola da padaria com 20 pães. Tendo em vista que João comia um pão pela manhã e um pão pela tarde, podemos afirmar que após uma semana completa restaram: 
Alternativas
Q3658824 Português

Leia o cartaz a seguir e responda a questão.


Na frase “Evite o acúmulo de água parada.”, a palavra sublinhada foi acentuada porque é 
Alternativas
Q3658823 Português

Leia o cartaz a seguir e responda a questão.


O remetente desse cartaz é: 
Alternativas
Q3658822 Português
Marque a única alternativa que apresenta escrita correta. 
Alternativas
Q3658821 Português
Há um erro de separação silábica em: 
Alternativas
Q3658820 Português

As árvores e o machado


Um lenhador foi até a floresta pedir às árvores que lhe dessem um cabo para seu machado.


As árvores acharam que não custava nada atender ao pedido do lenhador e resolveram sacrificar o freixo, que era uma árvore comum e modesta.


Mas, assim que recebeu o que tinha pedido, o lenhador começou a atacar com seu machado tudo o que encontrava pela frente na floresta, derrubando as mais belas árvores.

O carvalho só se deu conta da tragédia quando era tarde demais. Espantado, ele cochichou para o cedro: 


- Foi um erro atender ao pedido do lenhador. Por que sacrificamos o freixo? Se não tivéssemos feito isso, quem sabe ainda viveríamos muitos e muitos anos!

Esopo

“[...] resolveram sacrificar o freixo, que era uma árvore comum e modesta.” 2º parágrafo


É antônimo da palavra acima sublinhada: 

Alternativas
Q3658819 Português

As árvores e o machado


Um lenhador foi até a floresta pedir às árvores que lhe dessem um cabo para seu machado.


As árvores acharam que não custava nada atender ao pedido do lenhador e resolveram sacrificar o freixo, que era uma árvore comum e modesta.


Mas, assim que recebeu o que tinha pedido, o lenhador começou a atacar com seu machado tudo o que encontrava pela frente na floresta, derrubando as mais belas árvores.

O carvalho só se deu conta da tragédia quando era tarde demais. Espantado, ele cochichou para o cedro: 


- Foi um erro atender ao pedido do lenhador. Por que sacrificamos o freixo? Se não tivéssemos feito isso, quem sabe ainda viveríamos muitos e muitos anos!

Esopo

“Um lenhador foi até a floresta pedir às árvores que lhe dessem um cabo para seu machado.” 1º parágrafo A palavra acima sublinhada é referente a: 
Alternativas
Q3658818 Português

As árvores e o machado


Um lenhador foi até a floresta pedir às árvores que lhe dessem um cabo para seu machado.


As árvores acharam que não custava nada atender ao pedido do lenhador e resolveram sacrificar o freixo, que era uma árvore comum e modesta.


Mas, assim que recebeu o que tinha pedido, o lenhador começou a atacar com seu machado tudo o que encontrava pela frente na floresta, derrubando as mais belas árvores.

O carvalho só se deu conta da tragédia quando era tarde demais. Espantado, ele cochichou para o cedro: 


- Foi um erro atender ao pedido do lenhador. Por que sacrificamos o freixo? Se não tivéssemos feito isso, quem sabe ainda viveríamos muitos e muitos anos!

Esopo

Assinale a alternativa em que a frase apresenta um diálogo no texto lido.
Alternativas
Q3658817 Português

As árvores e o machado


Um lenhador foi até a floresta pedir às árvores que lhe dessem um cabo para seu machado.


As árvores acharam que não custava nada atender ao pedido do lenhador e resolveram sacrificar o freixo, que era uma árvore comum e modesta.


Mas, assim que recebeu o que tinha pedido, o lenhador começou a atacar com seu machado tudo o que encontrava pela frente na floresta, derrubando as mais belas árvores.

O carvalho só se deu conta da tragédia quando era tarde demais. Espantado, ele cochichou para o cedro: 


- Foi um erro atender ao pedido do lenhador. Por que sacrificamos o freixo? Se não tivéssemos feito isso, quem sabe ainda viveríamos muitos e muitos anos!

Esopo

“O carvalho só se deu conta da tragédia quando era tarde demais.” 4º parágrafo A frase destacada acima transmite uma ideia de:
Alternativas
Q3658816 Português

As árvores e o machado


Um lenhador foi até a floresta pedir às árvores que lhe dessem um cabo para seu machado.


As árvores acharam que não custava nada atender ao pedido do lenhador e resolveram sacrificar o freixo, que era uma árvore comum e modesta.


Mas, assim que recebeu o que tinha pedido, o lenhador começou a atacar com seu machado tudo o que encontrava pela frente na floresta, derrubando as mais belas árvores.

O carvalho só se deu conta da tragédia quando era tarde demais. Espantado, ele cochichou para o cedro: 


- Foi um erro atender ao pedido do lenhador. Por que sacrificamos o freixo? Se não tivéssemos feito isso, quem sabe ainda viveríamos muitos e muitos anos!

Esopo

A mensagem de moral do texto acima é: 
Alternativas
Q3658815 Português

As árvores e o machado


Um lenhador foi até a floresta pedir às árvores que lhe dessem um cabo para seu machado.


As árvores acharam que não custava nada atender ao pedido do lenhador e resolveram sacrificar o freixo, que era uma árvore comum e modesta.


Mas, assim que recebeu o que tinha pedido, o lenhador começou a atacar com seu machado tudo o que encontrava pela frente na floresta, derrubando as mais belas árvores.

O carvalho só se deu conta da tragédia quando era tarde demais. Espantado, ele cochichou para o cedro: 


- Foi um erro atender ao pedido do lenhador. Por que sacrificamos o freixo? Se não tivéssemos feito isso, quem sabe ainda viveríamos muitos e muitos anos!

Esopo

O texto lido é um(a): 
Alternativas
Q3500981 Português

Dinheiro na mão é vendaval
Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.


Walcyr Carrasco


    Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasião, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição para dois. Escolhi a mesa para dois sentamos, o garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?". Respondi: "Não, mas já há algum tempo queria conhecer". Ele disse: "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: "Tudo bem, eu faço um Pix". Ele disse: "Só aceitamos pagamento em cash." Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saída. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu, só que desta vez eram do mesmo dono. Questionei como isso era possível nos dias atuais. O segundo garçom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que já conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.


    Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on-line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? O exército de profissionais que dependia de gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A náo ser que se dê a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. “Aceito Pix”, ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: “Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta.” Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. 0 banco entra em colapso.


    As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou—se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, váo achar que é propina de político. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. 0 próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitória. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.



Publicado em VEJA de 1º de março de 2024, edição nº 2882.


"[...] porque ninguém mais anda com dinheiro vivo." 2º§
A alteração correta da frase acima é:
Alternativas
Q3500973 Segurança e Saúde no Trabalho
Das alternativas abaixo, qual corresponde a um equipamento de Proteção Individual para proteção auditiva?
Alternativas
Q3500972 Segurança e Saúde no Trabalho

Os locais de trabalho, pela própria natureza da atividade desenvolvida e pelas características de organização, relações interpessoais, manipulação ou exposição a agentes físicos, químicos, biológicos, situações de deficiência ergonômica ou riscos de acidentes, podem comprometer a saúde e a segurança do trabalhador em curto, médio e longo prazo, provocando lesões imediatas, doenças ou a morte. Os riscos podem ser classificados em riscos ambientais (físicos, químicos e biológicos), ergonômicos e de acidentes. Assim, assinale a alternativa que apresente um exemplo de risco ambiental químico.


Alternativas
Q3500971 Atendimento ao Público

Assinale a alternativa que NÃO corresponda a uma das funções do(a) recepcionista.


Alternativas
Q3500970 Atendimento ao Público

Durante um atendimento telefônico:


Alternativas
Respostas
2241: A
2242: X
2243: C
2244: B
2245: C
2246: C
2247: D
2248: B
2249: A
2250: D
2251: B
2252: C
2253: A
2254: D
2255: B
2256: A
2257: C
2258: A
2259: A
2260: B