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Q3990481 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Considerando o quarto parágrafo do texto, pode-se afirmar que é a conjunção inicial introduz um(a):
Alternativas
Q3990480 Serviço Social
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Infere-se a partir do texto que: 
Alternativas
Q3990479 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Considerando os conhecimentos acerca da manifestação da linguagem concernente à conotação, assinale o trecho do texto em que tal manifestação pode ser evidenciada.
Alternativas
Q3990478 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

“É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, [...]”. (5º§) Sobre o termo destacado anteriormente, pode-se afirmar que: 
I. O termo “o” é empregado como referente textual sendo classificado como um conector.
II. Sua função sintática pode ser reconhecida como complemento da forma verbal “coloca”.
III. Sua função sintática está diretamente relacionada à classificação gramatical do pronome.
IV. A substituição por “lhe” não prejudicaria a correção gramatical do trecho, mas alteraria o nível de formalidade da linguagem utilizada.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q3990477 Serviço Social
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

De acordo com o texto, como atualmente a sociedade mostra- -se cada vez mais suscetível a doenças:
Alternativas
Q3990476 Saúde Pública
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Considerando as ideias textuais, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3990475 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Sobre as estruturas linguísticas do texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3990474 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

A reescrita do trecho “São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, [...]” (1º§) que preserva a correção gramatical original e semântica está indicada em: 
Alternativas
Q3990473 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

No texto, o autor:
Alternativas
Q3990472 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Sobre o emprego do acento grave indicador de crase, em “acesso à saúde”, pode-se afirmar que:
I. Contribui para a construção da coesão textual
II. Demonstra emprego da norma padrão da língua portuguesa.
III. Está diretamente relacionado à regência nominal apresentada.
IV. Permaneceria inalterado caso o vocábulo “saúde” fosse substituído por “sistema de saúde”.
Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFPE Órgão: UFPE Prova: UFPE - 2022 - UFPE - Odontólogo |
Q3729000 Odontologia
A localização precisa do dente incluso é muito importante para o planejamento correto da técnica cirúrgica a ser empregada para a exposição da coroa. Torna-se necessário, em alguns casos, a realização de exames radiográficos específicos, que apresentam vantagens e desvantagens. Em relação às vantagens, analise as proposições abaixo.

1) Radiografia intraoral apresenta boa localização do dente.
2) Radiografia panorâmica apresenta boa visão do conjunto.
3) Dupla radiografia intraoral com eixos diferentes apresenta simplicidade de execução e boa localização do dente.
4) Radiografia oclusal do palato ou da mandíbula não apresenta a localização dos dentes inclusos vestibulares ou palatolinguais.
5) Tomografia computadorizada apresenta dose de radiação mais alta.

Estão corretas, apenas:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFPE Órgão: UFPE Prova: UFPE - 2022 - UFPE - Odontólogo |
Q3728999 Odontologia
A marsupialização baseia-se no princípio de criar ampla comunicação entre a cavidade cística e a cavidade bucal, com a consequente eliminação da pressão intracística. Apresenta, no entanto, vantagens e desvantagens. Considere as vantagens e analise as proposições abaixo.

1) Simplicidade da execução.
2) Halitose e problemas de acúmulo alimentar relacionados ao ponto anterior.
3) Baixo risco de fratura ou lesão neurovascular.
4) Nenhuma perda da vitalidade dos dentes.
5) Lenta resolução da afecção.

Estão corretas, apenas:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFPE Órgão: UFPE Prova: UFPE - 2022 - UFPE - Odontólogo |
Q3728998 Odontologia
Os cistos odontogênicos podem ser classificados de acordo com sua origem, em cistos não inflamatórios e cistos inflamatórios, constituindo um aspecto importante da patologia oral e maxilo facial. Sobre esse assunto, considere a lista a seguir.

1) Cisto periapical radicular.
2) Cisto residual.
3) Cisto gengival do adulto.
4) Cisto dentígero.
5) Cisto gengival do recém-nascido.

São cistos não inflamatório, apenas:
Alternativas
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Q3728997 Odontologia
O defeito funcional que atinge um folículo, característico da amelogênese imperfeita, com frequência está associado à inclusão dentária. É também habitual a associação entre dentes inclusos e cistos foliculares. Qual o dente mais frequentemente implicado nessa associação? 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFPE Órgão: UFPE Prova: UFPE - 2022 - UFPE - Odontólogo |
Q3728996 Odontologia
Os troncos nervosos, cuja condução deve ser bloqueada na mandíbula, são principalmente os nervos mentoniano e incisivo. Não são indicações da anestesia troncular do nervo mentoniano:
Alternativas
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Q3728995 Odontologia
Desde 2018, houve uma atualização na classificação das doenças periodontais. Indique, entre as opções a seguir, a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFPE Órgão: UFPE Prova: UFPE - 2022 - UFPE - Odontólogo |
Q3728994 Odontologia
Avalie as afirmações a seguir e indique a opção que está correta em relação aos procedimentos cirúrgicos periodontais.
Alternativas
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Q3728993 Odontologia
Avalie as assertivas a seguir e indique V para as assertivas verdadeiras ou F para as assertivas falsas.

( ) Para avaliação dos envolvimentos de furca, utiliza-se a sonda periodontal convencional.
( ) A sonda específica Nabers serve para avaliação do grau de envolvimento das furcas.
( ) Nos dentes com envolvimento de furca Grau IV, a sonda ultrapassa um terço da dimensão da furca, não ultrapassando toda a sua largura.
( ) A presença de lesão de furca aumenta a complexidade do tratamento periodontal.

A sequência correta, de cima para baixo é:
Alternativas
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Q3728992 Odontologia
A recessão gengival é o deslocamento da margem gengival em sentido apical em relação à junção cimento esmalte (JCE). No exame clínico periodontal para diagnóstico e plano de tratamento, é extremamente importante classificar as recessões. De acordo com a classificação atualmente adotada e desenvolvida por Cairo et al. (2011), é incorreto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFPE Órgão: UFPE Prova: UFPE - 2022 - UFPE - Odontólogo |
Q3728991 Odontologia
Para realizar o diagnóstico clínico periodontal, o exame de sondagem é um dos mais importantes. Em relação à sondagem clínica, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
17181: C
17182: D
17183: B
17184: B
17185: D
17186: B
17187: C
17188: C
17189: C
17190: C
17191: A
17192: C
17193: B
17194: A
17195: B
17196: B
17197: A
17198: C
17199: X
17200: B