Questões de Concurso Para odontólogo

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Q3961951 Direito Sanitário
Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

[…]

Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
Em maio de 2025, os Estados-Membros da OMS aprovaram um instrumento internacional voltado ao fortalecimento da resposta global a emergências sanitárias.
Assinale a alternativa que identifica corretamente esse instrumento.
Alternativas
Q3961950 Geografia
Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

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Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
Santa Catarina é um dos estados com relevo mais elevado do Brasil, com grande parte de seu território acima de 300 metros de altitude.
A extensão territorial do estado é de, aproximadamente:
Alternativas
Q3961949 Secretariado
Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

[…]

Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
Sobre as abreviaturas de títulos, postos e formas de tratamento, conforme o Manual de Redação Oficial de Santa Catarina, assinale a alternativa que apresenta apenas correlações corretas entre a forma por extenso e sua respectiva abreviatura (entre parênteses).
Alternativas
Q3961948 Português
Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

[…]

Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
Assinale a alternativa em que o emprego de onde e aonde está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa e o Manual de Redação Oficial de Santa Catarina.
Alternativas
Q3961947 Português
Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

[…]

Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
No enunciado: “O contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus”, em relação à estrutura sintática da oração, é correto afirmar que o sujeito é:
Alternativas
Q3961946 Português
Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

[…]

Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
Leia o trecho:
“Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos.”
A expressão “Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)” exerce, no contexto da frase, a função sintática de:
Alternativas
Q3961945 Português
Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

[…]

Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
A principal razão apontada pela médica infectologista para considerar baixo o risco de propagação do vírus Nipah para o Brasil é:
Alternativas
Q3961069 Odontologia
    No processamento radiográfico convencional utilizado em radiologia odontológica, a solução fixadora desempenha papel fundamental para a estabilização da imagem formada no filme radiográfico. Entre seus componentes principais estão o tiossulfato de sódio ou o tiossulfato de amônio, substâncias responsáveis por uma função específica no processo de fixação.     A respeito da função do tiossulfato presente na solução fixadora, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3961068 Odontologia
    As anomalias dentárias constituem alterações que podem envolver número, forma, tamanho, estrutura ou posição dos dentes, decorrentes de distúrbios durante o desenvolvimento odontogênico. A correta compreensão conceitual dessas alterações é fundamental para o diagnóstico clínico e radiográfico na prática odontológica.     A respeito das anomalias dentárias, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3961067 Odontologia

    Durante o atendimento de urgência em um serviço odontológico hospitalar, um cirurgião-dentista avalia um paciente adulto que apresenta múltiplas ulcerações dolorosas na mucosa oral, febre alta, mal-estar intenso e linfadenopatia cervical. As lesões surgiram após um período prodrômico de febre e mal-estar e evoluíram rapidamente para vesículas que se romperam, formando úlceras rasas disseminadas na mucosa jugal, gengiva e língua. O paciente relata dificuldade para se alimentar e intensa dor.

    Considerando a hipótese diagnóstica de Gengivoestomatite herpética aguda, analise as afirmativas a seguir acerca dos diagnósticos diferenciais de lesões ulcerativas agudas da mucosa oral.



I. A Estomatite aftosa recorrente pode ser considerada diagnóstico diferencial, porém geralmente não apresenta fase vesicular prévia nem manifestações sistêmicas marcantes como febre alta e mal-estar intenso.


II. A Herpangina, causada por enterovírus, caracteriza-se por vesículas e úlceras predominantemente no palato mole, úvula e pilares amigdalianos, diferindo da distribuição difusa das lesões observadas na gengivoestomatite herpética aguda.


III. A Síndrome mão pé boca pode cursar com lesões orais vesiculoulcerativas semelhantes, mas costuma estar associada a exantema vesicular nas mãos e pés, o que auxilia na diferenciação clínica.


IV. A Eritema multiforme não deve ser considerado diagnóstico diferencial, pois suas manifestações orais são exclusivas da mucosa labial e nunca cursam com ulcerações difusas na cavidade oral.

Alternativas
Q3961066 Odontologia
    A organização do sistema de saúde brasileiro antes da criação do Sistema Único de Saúde foi marcada por diferentes instituições previdenciárias e assistenciais que estruturaram o acesso aos serviços médicos ao longo do século XX. Entre essas experiências históricas destacam-se as Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAPs), os Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs), o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) e o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS).     Sobre a evolução dessas instituições e suas características, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3961065 Odontologia
    Uma criança de 8 anos é levada ao atendimento odontológico com relato de desconforto ocasional ao mastigar na região posterior inferior direita. Ao exame clínico observa-se destruição coronária extensa do segundo molar decíduo inferior direito (85) associada a uma pequena fístula na mucosa vestibular adjacente. Ao exame radiográfico verifica-se radiolucidez na região de furca, reabsorção radicular moderada do dente decíduo, o primeiro molar permanente (46) em oclusão recente com raízes ainda em formação e o germe do segundo pré-molar (45) intraósseo, apresentando aproximadamente metade de raiz formada.     Considerando os princípios de diagnóstico e planejamento em odontopediatria, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3961064 Odontologia

    Uma paciente de 34 anos procura atendimento relatando dor intensa ao mastigar e sensação de que um dente “está crescido”. Ao exame clínico, observa-se dor à percussão vertical, ausência de edema intraoral visível e ausência de fístula. O teste de sensibilidade pulpar ao frio é positivo. Radiograficamente, nota-se discreto espessamento do espaço do ligamento periodontal na região apical.

    Com base no quadro clínico e nos achados complementares, o diagnóstico mais provável é:

Alternativas
Q3961063 Odontologia
    Os diferentes epitélios presentes na gengiva e na mucosa oral apresentam características estruturais e funcionais específicas que influenciam a proteção dos tecidos periodontais e a interação com o biofilme dental. Sobre esses epitélios, analise as afirmativas a seguir.

I. O epitélio oral da gengiva apresenta queratinização variável e constitui a principal barreira mecânica contra agressões físicas e microbianas.
II. O epitélio do sulco gengival é tipicamente não queratinizado e mais permeável que o epitélio gengival externo.
III. O epitélio juncional possui poucas camadas celulares e estabelece adesão ao dente por meio de hemidesmossomos e lâmina basal interna.
IV. O epitélio da mucosa alveolar apresenta queratinização semelhante à gengiva inserida, contribuindo para maior resistência à mastigação.

    Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3961062 Odontologia
    Um paciente de 29 anos procura atendimento odontológico com dor intensa na região do terceiro molar inferior direito iniciada há cinco dias. Relata dificuldade para abrir a boca, febre e piora progressiva do inchaço facial. Ao exame clínico observa-se terceiro molar parcialmente erupcionado com opérculo inflamado e drenagem purulenta. Há edema em região submandibular e submassetérica, trismo importante e linfadenopatia dolorosa. A temperatura corporal é de 38,5 °C.     Considerando o diagnóstico mais provável e os princípios de manejo das infecções odontogênicas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3961061 Odontologia
    Os avanços no entendimento da etiologia e da progressão da cárie dentária modificaram profundamente a abordagem clínica restauradora, favorecendo estratégias de manejo conservadoras. À luz desses princípios, analise as afirmativas a seguir sobre intervenções minimamente invasivas.

I. A remoção seletiva de dentina cariada em lesões profundas busca preservar tecido dentinário próximo à polpa, reduzindo o risco de exposição pulpar.
II. O selamento de lesões de cárie pode interromper a atividade bacteriana ao limitar a difusão de nutrientes provenientes do meio bucal.
III. Em cavidades profundas, a remoção total da dentina amolecida da parede pulpar é recomendada para evitar a permanência de microrganismos viáveis sob a restauração.
IV. Estratégias não operatórias podem ser indicadas para lesões iniciais, desde que haja controle adequado dos fatores etiológicos envolvidos no processo carioso.

    Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3961060 Odontologia
    Sobre o processo de desenvolvimento da cárie dentária, analise as afirmativas a seguir.

I. A cárie dentária é resultado de um processo dinâmico de desmineralização e remineralização que ocorre na interface entre biofilme e superfície dentária.
II. A presença de biofilme dental é, por si só, suficiente para determinar o desenvolvimento da lesão de cárie.
III. A frequência de ingestão de açúcares fermentáveis exerce maior influência no desenvolvimento da doença do que a quantidade total ingerida em uma única exposição.
IV. O flúor atua principalmente reduzindo a produção de ácido pelas bactérias do biofilme, sem interferir diretamente nos processos minerais do esmalte.

    Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3961059 Odontologia
    Um paciente de 32 anos é levado ao pronto atendimento após acidente motociclístico. Ao exame clínico, observa-se edema facial, equimose em região superior do lábio e mobilidade de todo o arco dentário superior quando o examinador realiza pressão bilateral na maxila. A palpação evidencia movimento do segmento alveolar e do palato duro como uma unidade única, enquanto o dorso nasal e as regiões infraorbitárias permanecem estáveis.     Com base nesses achados, assinale o diagnóstico mais provável.
Alternativas
Q3961058 Odontologia
    Um paciente de 23 anos é encaminhado para avaliação após exame radiográfico de rotina. Observa-se imagem radiolúcida bem delimitada na região posterior da mandíbula, associada ao corpo mandibular e ramo ascendente. A lesão apresenta margens corticais bem definidas e discretamente festonadas, com extensão ânteroposterior significativa, porém com mínima expansão das corticais ósseas. O dente adjacente apresenta vitalidade pulpar preservada.     Com base nos achados clínicos e radiográficos, assinale o diagnóstico mais provável.
Alternativas
Q3961057 Odontologia
    Uma paciente de 52 anos procura atendimento odontológico relatando dor intensa e sensação de queimação no lado direito da face iniciada há três dias. Ao exame clínico, observa-se erupção vesicular agrupada sobre base eritematosa envolvendo o lábio superior direito, mucosa jugal e parte do palato duro do mesmo lado, respeitando a linha média. A paciente relata que, antes do aparecimento das lesões, apresentou dor local e sensibilidade cutânea na região.     Com base no quadro clínico descrito, assinale o diagnóstico mais provável.
Alternativas
Respostas
1021: A
1022: B
1023: B
1024: D
1025: A
1026: E
1027: D
1028: D
1029: B
1030: D
1031: B
1032: C
1033: B
1034: C
1035: B
1036: C
1037: A
1038: B
1039: C
1040: C