Questões de Concurso Para médico infectologista

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Q2478540 Medicina
Entre as situações descritas a seguir, que levam a suspeição de hanseníase em indivíduos não contactantes de casos comprovados, assinale aquela que, por si só, já define o paciente como caso de hanseníase, de acordo com o Ministério da Saúde do Brasil. 
Alternativas
Q2478539 Medicina
Adolescente de 17 anos, sexo masculino, procura atendimento em UBS relatando o surgimento, há duas semanas, de “manchas na pele e ínguas por todo o corpo”, acompanhadas de febre não aferida e artralgias. Havia feito uso de diclofenaco para as artralgias no início do quadro. Relata atividade sexual desde os 15 anos. Desde então, teve vários parceiros, sempre do mesmo sexo, que contata através de aplicativo pela internet. Sempre usa preservativos nas relações anais (insertivas e receptivas), mas não nas relações orais. Ao exame: bom estado geral, PA: 110/70 mmHg, FC: 80 bpm, eupneico, temperatura axilar: 36,5 o C. Corado, hidratado, anictérico. Erupção máculo-papular disseminada, simétrica, não poupando palmas e plantas, não pruriginoso, nem doloroso, acompanhado de adenomegalia generalizada, de até 2 cm de diâmetro, com linfonodos elásticos, não aderidos, indolores, em cadeias occipitais, cervicais anterior e posterior, epitrocleares e inguinais. Exame da genitália não apresenta alterações significativas. Presença de alopecia em clareira. Na UBS, é submetido a teste rápido treponêmico positivo, e para HIV e hepatites negativos.
Nesse caso, o diagnóstico que se impõe para o adolescente é:
Alternativas
Q2478538 Medicina
Cada uma das formas clínicas da hanseníase tem seu diagnóstico diferencial próprio. Conhecendo tais diagnósticos diferenciais, as equipes de saúde estarão aptas a reconhecer precocemente os sinais e sintomas da doença, evitando, assim o diagnóstico tardio e prevenindo incapacidades físicas e perdas funcionais, pela pronta instituição do tratamento.

Assinale a opção em que a forma clínica da hanseníase está correlacionada precisamente a um diagnóstico diferencial.
Alternativas
Q2478537 Medicina
O diagnóstico diferencial das lesões cutâneas nas diversas formas clínicas da hanseníase é imenso e o conhecimento das semelhanças auxilia o profissional de saúde a pensar em hanseníase e estabelecer mais prontamente a hipótese diagnóstica. Relacione o tipo de lesão com os diagnósticos diferenciais.

1. Lesões maculares.
2. Lesões em placas.
3. Lesões anulares;
4. Lesões nodulares.
5. Infiltração cutânea.

( ) Dermatofitose;
( ) Sarcoma de Kaposi.
( ) Leishmaniose difusa anérgica.
( ) Vitiligo.
( ) Líquen plano.

A opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
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Q2478536 Medicina
O reconhecimento das formas clínicas é de grande valor para as equipes de saúde, pois auxilia na identificação dos sinais e sintomas ligados a cada forma da hanseníase e na correlação dos aspectos dermatológicos, neurológicos, imunológicos e baciloscópicos, bem como dos seus mecanismos patogênicos subjacentes.
Assinale a opção que indica as queixas e/ou achados de exame físico que levantam a hipótese de reação hansênica do tipo 2.
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Q2478535 Medicina
Em relação à imunologia da hanseníase, pode-se afirmar que, em linhas gerais, a fisiopatogenia da doença depende da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos distintos, classificados como M1, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo tuberculoide, ou M2, quando se apresentam como células vacuoladas prevalentes no polo virchowiano da doença. Embora os mecanismos responsáveis por essa diferenciação celular não estejam completamente elucidados, o papel da imunidade adaptativa mediante as citocinas produzidas por linfócitos T auxiliares (Th) tem papel fundamental no direcionamento da resposta imune.
Em relação à fisiopatogenia da hanseníase, assinale a afirmativa correta.
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Q2478534 Medicina
A Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas relacionados à Saúde (CID-10), quando se refere à hanseníase, usa majoritariamente a classificação
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Q2478533 Medicina

Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.


A Estratégia Global da OMS para a Hanseníase 2021–2030 não mais objetiva, como em estratégias anteriores, a “eliminação da hanseníase como problema de saúde pública”, definida como menos de um caso em tratamento por 10.000 habitantes, mas se concentra na interrupção da transmissão e na obtenção de zero casos autóctones. Ao fazer isso, a Estratégia visa motivar os países com alta carga a acelerar as atividades, ao mesmo tempo em que compele os países com baixa carga a completarem a tarefa inacabada de fazer história na hanseníase. Especificamente, a Estratégia promove abordagens inovadoras, convidando os países a desenvolverem “roteiros para zero hanseníase”.


Fonte: Estratégia Global de Hanseníase 2021–2030 –
“Rumo à zero hanseníase”. OMS, 2021.

A visão da estratégia, de longo prazo passa a ser “Zero hanseníase: zero infecção e doença, zero incapacidade, zero estigma e discriminação” e a Meta, Eliminação da hanseníase (definida como interrupção da transmissão/ausência de doença).
As metas globais da Estratégia da OMS para 2030 estão dispostas na tabela a seguir.
Imagem associada para resolução da questão


Em relação à linha de base projetada para 2020, espera-se alcançar, em 2030 
Alternativas
Q2478532 Medicina

Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.


A Estratégia Global da OMS para a Hanseníase 2021–2030 não mais objetiva, como em estratégias anteriores, a “eliminação da hanseníase como problema de saúde pública”, definida como menos de um caso em tratamento por 10.000 habitantes, mas se concentra na interrupção da transmissão e na obtenção de zero casos autóctones. Ao fazer isso, a Estratégia visa motivar os países com alta carga a acelerar as atividades, ao mesmo tempo em que compele os países com baixa carga a completarem a tarefa inacabada de fazer história na hanseníase. Especificamente, a Estratégia promove abordagens inovadoras, convidando os países a desenvolverem “roteiros para zero hanseníase”.


Fonte: Estratégia Global de Hanseníase 2021–2030 –
“Rumo à zero hanseníase”. OMS, 2021.

Os pilares estratégicos do “Rumo à zero hanseníase” são:


1. Implementar, em todos os países endêmicos, um roteiro zero hanseníase do próprio país.


2. Ampliar as atividades de prevenção da hanseníase integradas com a detecção ativa de casos.


3. Controlar a hanseníase e suas complicações e prevenir novas incapacidades.


4. Combater o estigma e garantir que os direitos humanos sejam respeitados.


São componentes-chave dos pilares 2 e 3, respectivamente,

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Q2478531 Medicina
De acordo com o Boletim Epidemiológico da Hanseníase, publicado pelo Ministério da Saúde em 2021, no Brasil foram notificados 27.864 casos novos de hanseníase em 2019. Na última década analisada pelo Boletim Epidemiológico, 2010 a 2019, observou-se, no Brasil:
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Q2478530 Medicina
Entre os indicadores de eliminação e controle da hanseníase, é correto afirmar que o coeficiente que sinaliza o atraso no diagnóstico dos pacientes é calculado por:
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Q2478529 Medicina
O Mycobacterium leprae, agente causador da hanseníase, tem características peculiares que o tornam uma bactéria singular. Entre essas características pode se destacar:
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Q2478528 Medicina
“Entre as doenças e aflições enfrentadas pela humanidade ao longo da história, hanseníase é talvez, atrás somente da peste, aquela mais associada com sofrimento, desfiguração e morte. Imagens de doentes expulsos da sociedade, forçados a viver em colônias de leprosos e avisar sua condição com um sino, estão presentes em pinturas da era medieval”. Este trecho, retirado do BBC History Magazine – Immediate Media Company Bristol Limited, 2017 – reflete a origem histórica do estigma e da discriminação associados com um diagnóstico de hanseníase. É

É fundamental que os órgãos de gestão e controle combatam o estigma e a discriminação associados à hanseníase, pois

I. podem dificultar o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno.
II. podem afetar os relacionamentos sociais do doente e o seu bem estar mental;
III. podem interferir negativamente com a qualidade da assistência dos serviços de saúde.

IV. podem reduzir a efetividade dos programas de controle da doença.

Está correto o que se afirma em
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477356 Medicina
Em setembro de 2018, o Ministro da Segurança de Comidas e Drogas e o Centro de Controle de Doenças da Coreia (KCDC) anunciaram que 13 escolas (1) no país vivenciaram um surto de sintomas gastrointestinais, tais como diarreia, dor abdominal, vômitos e febre, com 2207 casos reportados em estudantes, professores, monitores e empregados de empresas fornecedoras de comida. Um estudo caso-controle foi realizado em 10 escolas da cidade de Busan, totalizando 6057 indivíduos estudados (1111 casos – indivíduos com diarreia, dor abdominal, vômitos e febre e 4946 controles – indivíduos assintomáticos, das mesmas escolas dos casos), determinando a causa do surto e orientando as medidas preventivas cabíveis. (1) Observação: os estudantes na Coreia do Sul são simultaneamente expostos em função de serviços de alimentação em massa.

A curva epidêmica, de padrão unimodal, disposta a seguir, foi construída a partir da sintomatologia de 971 casos participantes do estudo, que apresentaram exposição, em 3 de setembro, aos alimentos estudados.

Q80_1.png (526×353)


A tabela abaixo contém os resultados do inquérito de investigação de alimentos provavelmente envolvidos no surto.

Q80_2.png (521×283)


Na investigação do surto de Busan, sobre as possíveis conclusões do estudo, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) “Chocolate cake” ou “Rice and beans” foram, provavelmente, os alimentos causadores do surto. ( ) O período de incubação mediano do agente envolvido na diarreia foi de 24 horas.
( ) O quadro clínico e período de incubação encontrados sugerem um agente de diarreia invasiva.
( ) É provável que a contaminação das comidas por toxina estafilocócica seja determinante do surto. ( ) Não é possível, com as informações obtidas, determinar as medidas preventivas para combater o surto.

s afirmativas são, respectivamente, 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477355 Medicina
No uso terapêutico dos soros antiofídicos e antiaracnídeos, assinale (C) se a assertiva é CORRETA e (E) se a assertiva é ERRADA, sobre as condutas preconizadas pelo Ministério da Saúde, abaixo listadas:

( ) realizar o teste de hipersensibilidade ao soro heterólogo antes da administração da dose calculada. ( ) administrar formulações pediátricas nos acidentes ofídicos e aracnídeos em crianças. ( ) calcular o número de ampolas de antipeçonha visando neutralizar a quantidade de peçonha inoculada. ( ) administrar preferencialmente soros combinados para neutralizar as peçonhas de espécies envolvidas. ( ) estar preparado para reações anafiláticas durante a administração dos antivenenos. ( ) considerar a superfície corporal do acidentado para calcular a quantidade de soro a ser administrado.

As afirmativas são, respectivamente,
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477354 Medicina
Mulher de 28 anos apresenta quadro de febre “alta”, acompanhada de calafrios, cefaleia e mialgia, há 2 dias. Procura serviço de emergência onde é feito o diagnóstico de dengue, orientada a ingerir líquidos e usar paracetamol. Evolui, nas 48 horas que se seguem, com febre persistente, náuseas e vômitos, adinamia profunda e redução da diurese, o que motiva seu retorno para reavaliação médica em hospital de grande porte. Relata, então, retorno de Roraima há quatro semanas, onde trabalhou como “missionária”, em território indígena. Relata vacinação para febre amarela. Ao exame atual (4º para 5º dia de doença): paciente com fácies de doença aguda, mucosas hipocoradas +3/4, hipohidratadas +2/4, ictéricas +1/4. PA: 110/70 mmHg, FC=112 bpm, FR=34 irpm; TAx= 39,8°C. RCR, 2T, BNF, s/sopros ou atritos. MV audível bilateralmente e difusamente rude. Abdome flácido, peristalse presente. Fígado palpável a 3 cm do RCD, hepatimetria de 12 cm. Ponta de baço palpável no RCE. Neurológico: sonolenta, mas desperta quando solicitada e responde as perguntas com lentidão, mobiliza os membros ativamente e não apresenta sinais de irritação meníngea.
Dentre as condutas tomadas pela equipe de saúde do hospital de grande porte, aquela que, no contexto de tratamento de suporte da principal hipótese diagnóstica, poderá resultar em deterioração clínica, é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477353 Medicina
Menina de 8 anos inicia febre, dor abdominal e icterícia. Evolui em 72 horas com abdome agudo e septicemia, sendo então internada e submetida à laparotomia exploradora, que não evidenciou supuração intra-abdominal. As hemoculturas (3 amostras) coletadas na internação levaram ao isolamento de Salmonella enteritidis. O esquema antimicrobiano inicial empírico foi ceftriaxone e metronidazol. Evolui no pós-operatório imediato sem intercorrências, até que no sexto dia, foi diagnosticada osteomielite bilateral de tíbia (por clínica e radiologia) com cultura de material cirúrgico demonstrando Staphylococcus aureus, MSSA. Foi então adicionada oxacilina ao esquema terapêutico. Dez dias após, apresenta osteíte fronto-parietal bilateral e abscesso subgaleal cuja cultura do aspirado evidencia Salmonella enteritidis. Progressivamente apresenta osteomielite de ambos os úmeros (com fraturas patológicas), pelve e arcos costais. É submetida então a exérese cirúrgica de calota craniana. Onze meses após a internação a paciente encontra-se bem, ainda em tratamento de osteomielite crônica, com sulfametoxazol + trimetoprim. Recebe implante acrílico de calota craniana alguns meses depois. Durante a internação foi estabelecida a condição predisponente para as infecções documentadas.
O mais provável diagnóstico é:
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477352 Medicina
Mulher de 68 anos, em uso de glibenclamida regular para diabetes mellitus e atorvastatina para dislipidemia, apresentando há 24 horas quadro de febre (até 39°C), cefaleia, inapetência e mialgia generalizada, que a impediram de fazer sua hidroginástica nesta manhã. Também se queixa de lacrimejamento, tosse e “sensação de respiração pesada”. Informa que sua neta a visitou há quatro dias e estava “muito resfriada e tossindo bastante”. Relata ter feito 4 doses das vacinas de COVID, incluindo a bivalente, e a dose anual da vacina para influenza. Ao exame: bom estado geral, ansiosa, PA: 120/80 mmHg, FC: 98 bpm, FR: 26 irpm. Tax: 39,0°C. Sat O2: 96%; Mucosas acianóticas, hidratadas; anictéricas. Ap Resp.: roncos esparsos, bilaterais. RCR2T, sem sopros. Abdome e membros inferiores: ndn. No atendimento, foi submetida a teste de antígeno (TR-Ag) para SARS-CoV-2, que foi reagente.
A conduta mais adequada a ser instituída para a paciente é: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477351 Medicina
Homem de 28 anos é trazido à emergência pelos familiares, após um episódio de crise convulsiva tônico-clônica generalizada. Eles relatam que o rapaz vinha se queixando de cefaleia holocraniana há oito dias, apresentara vômitos não precedidos de náuseas e, antes da convulsão, estava apático e falava frases desconexas. Relatam ainda saída de secreção purulenta pelo ouvido direito havia 2 dias. Ao exame: paciente obnubilado, não responsivo a estímulos verbais, porém reagindo com retirada dos membros, de forma assimétrica, aos estímulos dolorosos, e apresentando rigidez de nuca e sinais de Kernig e Brudzinski. Pupilas anisocóricas. Tax: 37,8°C; PA: 120x80 mmHg; FR 12 irpm; FC: 68 bpm. Otoscopia à direita: membrana timpânica rota com secreção purulenta no conduto auditivo. Fundoscopia com papiledema bilateral.
A única conduta, entre as listadas abaixo, associada a risco significativo de morte do paciente em questão é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477350 Medicina
Estudante de 15 anos refere há 4 dias febre alta de início súbito, cefaleia frontal, mialgias, artralgias e dores generalizadas pelo corpo, que a impediram de ir ao colégio. No terceiro dia do quadro procurou serviço médico e ao exame físico apresentavase febril, com hiperemia conjuntival, mucosas desidratadas, coradas e anictéricas. FR: 18 irpm; FC: 90 bpm; PA: 110/70 mmHg e TAx: 37,8º C; RCR em 2T BNF sem sopros; pulmões, abdome e membros sem anormalidades. Fez hemograma que mostrava: 13 g% de hemoglobina, 42% de hematócrito, 4100 leucócitos, 3% bastões, 44% PMN, 42% de linfócitos, 11% monócitos, 70.000 plaquetas/mm3 . Foi diagnosticada como “virose” e orientada a retornar à sua residência, “beber bastante líquido” e usar acetaminofen para a febre. Hoje, notou erupção macular pruriginosa em tronco. Boas condições de moradia. Nega viagens recentes. Vacinação atualizada.
Em relação ao quadro apresentado pela adolescente é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
1421: B
1422: A
1423: D
1424: C
1425: B
1426: A
1427: D
1428: A
1429: C
1430: C
1431: D
1432: C
1433: D
1434: A
1435: A
1436: D
1437: C
1438: C
1439: A
1440: D