Questões de Concurso
Para médico infectologista
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Leia a situação a seguir e responda a questão.
Gestante inicia o pré-natal na 16ª semana da gestação quando realiza o anti HIV que resulta positivo.
Caso seja necessário, iniciar a terapêutica com
Leia a situação a seguir e responda a questão.
Gestante inicia o pré-natal na 16ª
semana da gestação
quando realiza o anti HIV que resulta positivo.
A conduta frente a esse resultado do exame é:
O exame morfológico direto do lavado broncoalveolar de uma paciente internada com broncoespasmo severo revela, em lâmina, o aspecto apresentado na figura a seguir. Assinale alternativa com a melhor opção terapêutica.

Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de números 36 e 37.
Paciente com 4 anos de idade, sexo masculino, dá entrada ao hospital com a mãe relatando que a criança iniciou quadro de febre (38,5°C) e tosse seca há 1 semana. Na internação apresenta a imagem radiológica apresentada na figura.

Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de números 36 e 37.
Paciente com 4 anos de idade, sexo masculino, dá entrada ao hospital com a mãe relatando que a criança iniciou quadro de febre (38,5°C) e tosse seca há 1 semana. Na internação apresenta a imagem radiológica apresentada na figura.

Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de números 31 a 33.
Paciente do sexo masculino, 45 anos, natural e procedente do interior do estado da Bahia dá entrada ao pronto- -socorro apresentando hematêmese. O exame físico revela hepatomegalia, predominante pelo lobo esquerdo, e esplenomegalia. Nega qualquer antecedente mórbido. Equipe médica solicita uma esofagogastroduodenoscopia que revela presença de varizes esofágicas com sangramento ativo.
Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de números 31 a 33.
Paciente do sexo masculino, 45 anos, natural e procedente do interior do estado da Bahia dá entrada ao pronto- -socorro apresentando hematêmese. O exame físico revela hepatomegalia, predominante pelo lobo esquerdo, e esplenomegalia. Nega qualquer antecedente mórbido. Equipe médica solicita uma esofagogastroduodenoscopia que revela presença de varizes esofágicas com sangramento ativo.
Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de números 31 a 33.
Paciente do sexo masculino, 45 anos, natural e procedente do interior do estado da Bahia dá entrada ao pronto- -socorro apresentando hematêmese. O exame físico revela hepatomegalia, predominante pelo lobo esquerdo, e esplenomegalia. Nega qualquer antecedente mórbido. Equipe médica solicita uma esofagogastroduodenoscopia que revela presença de varizes esofágicas com sangramento ativo.
A partir do Microsoft Word 2010, em sua configuração original, um usuário está editando o seguinte documento e clicou uma vez com o botão principal do mouse sobre o número 1 da lista numerada, deixando esse marcador selecionado e os demais destacados, conforme a imagem a seguir.

Assinale a alternativa que apresenta o resultado correto quando o usuário pressiona a tecla DEL.
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)