Foram encontradas 11.228 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1050272 Medicina
Em pacientes na pós-menopausa, com sangramento uterino anormal, a avaliação com ultrassonografia transvaginal é fundamental para se estudar o endométrio e definir a conduta a ser adotada. É verdadeiro afirmar neste cenário, EXCETO:
Alternativas
Q1050271 Medicina
Paciente de 45 anos de idade procura Unidade Básica de Saúde, para realização de exame de Papanicolau. Está assintomática e refere que se submeteu a histerectomia total abdominal com preservação dos ovários há 4 anos, a indicação foi miomatose uterina sintomática. Antes da cirurgia, nunca apresentou exame de Papanicolau alterado. Conduta:
Alternativas
Q1050270 Medicina
O Ministério da Saúde do Brasil, por meio da publicação das DIRETRIZES PARA O RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO 2016, recomenda que o rastreamento por meio do exame citopatológico em pacientes sexualmente ativas, deve ser realizado:
Alternativas
Q1050269 Medicina
A histerectomia é uma das cirurgias mais frequentemente realizadas. O conhecimento da anatomia e das técnicas cirúrgicas são cruciais, para minimizar complicações intra e pós operatórias. É CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1045580 Medicina
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) assessora o Ministério da Saúde nas atribuições de incorporação, exclusão ou alteração de novos medicamentos, produtos e procedimentos. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1037804 Direito Constitucional
De acordo com a CF, as ações e os serviços públicos de saúde constituem um sistema único, que tem como uma de suas diretrizes o(a)
Alternativas
Q1037803 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
O conselho curador da Fundação Hospital Municipal Getúlio Vargas será composto por vários representantes, dentre eles:
Alternativas
Q1037802 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
À luz do Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa correta em relação à adoção.
Alternativas
Q1037801 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Compete ao conselho fiscal da Fundação Hospital Municipal Getúlio Vargas
Alternativas
Q1037800 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1037799 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
As entidades governamentais de atendimento ao idoso que descumprirem as determinações do Estatuto ficarão sujeitas, sem prejuízo da responsabilidade civil e criminal de seus dirigentes ou prepostos, à(s) seguinte(s) penalidade(s):
Alternativas
Q1037798 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
O Estatuto do Idoso estabelece que é
Alternativas
Q1037797 Direito Constitucional
Segundo a CF, é direito dos trabalhadores rurais e urbanos o(a)
Alternativas
Q1037796 Direito Constitucional
Conforme a CF, não pode ser gratuito(a) o(a)
Alternativas
Q1037794 Redação Oficial

Texto para a questão.



Assinale a alternativa correta no que se refere à correção gramatical e à adequação da linguagem do trecho apresentado à correspondência oficial.
Alternativas
Q1037789 Português

Texto para a questão.



Assinale a alternativa em que os vocábulos apresentados substituem, respectivamente, com correção e de acordo com as ideias do texto, as formas verbais “reivindicar” (linha 7) e “Depreciar” (linha 56).
Alternativas
Q1037788 Português

Texto para a questão.



Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso se substituísse
Alternativas
Q1037787 Português

Texto para a questão.



Assinale a alternativa correta acerca de aspectos linguísticos do texto.
Alternativas
Q1032034 Português

                                    Um silêncio que MATA

                                                                               Cláudia Maria França Pádua


      A agressividade é a arma que o indivíduo utiliza para manifestar seu ódio. Existem vários tipos de violência, e os estudos desse tipo de comportamento são constantes com o intuito de descobrir as causas que levam o ser humano a cometer tal infração e que causam indignação aos olhos atentos da sociedade.

      Inúmeras pesquisas mostram, há anos, a vergonhosa prevalência da violência contra as mulheres. Em 2013, 13 mulheres morreram, todos os dias, vítimas de feminicídio, isto é, assassinato em função de seu gênero. Cerca de 30% foram mortas pelo parceiro ou ex-companheiro (Mapa da Violência 2015). Outra pesquisa do Instituto Locomotiva, dessa vez de 2016, aferiu que 2% dos homens admitem espontaneamente ter cometido violência sexual contra uma mulher, mas, diante de uma lista de situações, 18% reconhecem terem sido violentos. Quase um quinto dos 100 milhões de homens brasileiros. E, curiosamente, um estudo recente revelou que 90% concorda que quem presencia ou toma conhecimento de um estupro e fica calado também é culpado. Um percentual relevante, mas por que ainda há tanto silêncio?

      Cinco tipos de violência enquadram todos esses estudos: 1 - violência psicológica: causa danos à autoestima da vítima, podendo ocorrer em casa, na escola, no trabalho, proporcionando humilhação, desvalorização, ofensa, chantagem, manipulação, constrangimento e outros; 2 - violência física: causa danos ao corpo da vítima, podendo ocorrer sob a forma de socos, pontapés, chutes, amarrações e mordidas, impossibilitando defesa; 3 - violência moral: qualquer conduta que proporcione calúnia, difamação ou injúria; 4 - violência sexual: esta não se limita somente ao estupro propriamente dito, mas a atos de violência proibitivos, como, por exemplo, não uso de contraceptivos, obrigação de práticas sexuais, "encoxada" nos transportes públicos, exploração do corpo de adolescentes e pedofilia; 5 - violência simbólica: utilização feminina como "objeto de desejo" (propagandas, outdoors etc.), traçando uma imagem negativa da mulher. O alerta que ecoa é que a violência é silenciosa. Ela ocorre nas residências, nos espaços públicos e em qualquer lugar onde a mulher é assediada.

      O assédio é um comportamento criminoso e deve ser severamente tratado como tal. Seu desenvolvimento relaciona-se com a carência emocional ou com a separação, na infância, do elo materno. A partir desse momento, criam-se, no indivíduo, condutas antissociais, um desajuste afetivo, que podem levá-lo ao cometimento de crimes para sentir prazer no sofrimento dos outros e gerar uma excitação cortical, causando-lhe grande satisfação da libido e de seu ego malformado por uma personalidade psicopática e doentia, na qual os impulsos do mal ganham lugar e ímpeto para cometer tais absurdos. Nesse exato momento, instaura -se o grau de periculosidade do agressor. Portanto, muitas vezes, senão na maioria delas, o agressor sabe que está cometendo um delito e sente, inclusive, prazer nesse comportamento.

      É necessário que as autoridades realizem emergencialmente políticas que inviabilizem esse avanço, para que esse crime não faça parte das principais estatísticas, em que 22 milhões das brasileiras com 16 anos ou mais relatam ter sofrido algum tipo de assédio em 2018. Vítimas com ensino médio e superior relatam, em seus depoimentos, terem sofrido algum tipo de assédio em maior número do que aquelas com ensino fundamental. O caso mais comum citado pela maioria das mulheres entrevistadas é o de comentários desrespeitosos na rua.

      Sabemos que, desde a Idade Média, a violência psicológica e moral contra as mulher es era muito comum, e a violência física se valia até mesmo dos mais diferentes instrumentos de tortura utilizados nas mulheres de forma cruel e sem condenação aos torturadores. O "estripador de seios", por exemplo, costumava ser utilizado para punir mulheres acusadas de realizar bruxaria, aborto ou adultério. As garras aquecidas por brasas eram usadas para arrancar-lhes os seios. E existiram tantos outros instrumentos cruéis que marcaram a história mundial e registraram como a mulher foi e ainda é tratada.

      No Brasil, a tortura se divide em duas fases: a primeira se estende do Brasil Império até a nossa Constituição Federal de 1988. A produção de prova se fazia, até aquela época, de forma brutal, e a escravatura, legalizada, tornava o ambiente adequado à violação da dignidade humana. O Código Criminal de 1830 previu o aumento da dor física, como agravante, e o termo "tortura", que aparece na Lei Penal Brasileira em 1940, quando é arrolada entre os meios cruéis que agravam o delito.

      A segunda fase se inicia com a Constituição de 1988, sob o desrespeito sistemático às liberdades fundamentais do homem, ocorrido nas décadas anteriores. Tipificada finalmente a tortura como crime em nossa legislação, espera-se que as formas mais silenciosas, como as violências psicológica, moral e simbólica, recebam um olhar atento para sua erradicação. Infelizmente, nosso país ainda caminha a passos lentos na recrudescência de leis mais efetivas, em que o respeito deveria permanecer como palavra-chave.

       As mulheres têm, sim, exercido sua voz, mas mergulham, por vezes, em um conformismo de cultura social que não deverá mais ser aceito e precisa urgentemente ser resolvido com políticas públicas adequadas e conscientização. Afinal, não se pode ficar inerte diante da violência que assola o país e gera incredulidade. Sabemos que as palavras têm a força da razão, enquanto a crueldade emana do poder do ódio e da anomia.

PÁDUA, Cláudia Maria França. Um silencia que mata. Psique, ciência e vida. São Paulo: Editora Escala, Ed. 158, abr. 2019. p. 18-19. [Adaptado].

No segundo parágrafo do texto, entrecruzam-se
Alternativas
Q1028223 Saúde Pública
De acordo com a Portaria GM/MS nº 204/2016, são agravos de notificação compulsória, EXCETO:
Alternativas
Respostas
9061: E
9062: E
9063: D
9064: C
9065: B
9066: D
9067: E
9068: A
9069: A
9070: E
9071: C
9072: B
9073: C
9074: D
9075: A
9076: A
9077: B
9078: E
9079: B
9080: A