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Q1084806 Direito Constitucional
É de competência exclusiva do Presidente da República
Alternativas
Q1084805 Português

A Carta do leitor é um gênero textual que circula no contexto jornalístico, nas revistas e nos jornais principalmente. Aparece em seção fixa, denominada comumente de Cartas, Cartas à redação, Carta do leitor, Painel do leitor, entre outras, reservada à correspondência dos leitores.

A esse respeito, leia o texto seguinte.


                                                                        CENTRÃO


Os tempos já tomaram outros rumos. É pena que o novo governo ainda precise depender de negociações com "camaleões da velha política", que só respiram emendas orçamentárias a seu favor, sem pensar na população que os elegeu. Rodrigo Maia, que sabe negociar com essa gente melhor que os novatos, tem uma oportunidade ímpar de inflar sua biografia política ao apoiar a reforma da Previdência sem muitos remendos (O centro do Centrão, 5 de junho). Infelizmente, será preciso liberar algumas "verbinhas" para obter os votos que economizarão 1,2 trilhão de reais em dez anos. Dar os anéis em lugar dos dedos. Júlio César Drummond

Belo Horizonte-MG

Veja 2.638, ano 52/nº 24, "Leitor", 12 jun. 2019, p.18.

Considere o gênero textual Carta do leitor, a intertextualidade e o dialogismo e avalie o que se afirma a esse respeito. 

I. A última frase do texto alude a uma expressão chula, cujo enunciado é uma resposta a um já dito em forma de paródia.

II. As aspas em "camaleões da velha política" e em "verbinhas" funcionam como um comentário crítico implícito; por meio desse recurso tipográfico, o locutor se coloca como juiz das palavras.

III. Embora publicada numa seção específica, essa carta, pela estrutura apresentada, preserva todos os elementos característicos de qualquer tipo de carta.

IV. O texto, além do caráter apreciativo, revelado no seu funcionamento dialógico, é construído com a representação de outros discursos, configurando uma estratégia ideológica.

V. “Centrão” configura-se como uma carta produzida em coautoria: o leitor, de quem partiu o texto, e o jornalista, criador do texto-fonte no qual o autor da carta se baseou para fazer seu comentário.

Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q1084804 Português

Por que o feedback do cliente é importante para o seu negócio?


                   Por que o feedback do cliente é importante para o seu negócio? Por ser relevante para que o empresário tenha uma visão estratégica sobre os seus produtos e serviços e para fornecer informações que ajudem a tornar seu negócio mais lucrativo. Essa ferramenta permitirá a ele decisões mais exitosas.

                  O diferencial que irá destacar a sua marca dos concorrentes, cada vez mais, é a qualidade da experiência que você oferece aos seus consumidores. Por isso, nada melhor do que utilizar o feedback do cliente a seu favor, valendo-se dos mais variados mecanismos. Os comentários e percepções colhidos por meio desse instrumento fornecem dados valiosos que poderão definir o sucesso de sua empresa.

Disponível em:<https://www.onyou.com.br/blog/por-que-o-feedback-do-cliente-e-importante-para-o-seu-negocio/> . Acesso em: 02 ago. 2019. Adaptado.

Considere as informações apresentadas e preencha corretamente as lacunas das frases.

     No primeiro período do texto, há relação de _______________ entre as informações. Em "Essa ferramenta lhe permitirá decisões mais exitosas.", a palavra destacada é um termo integrante da oração, cuja função é a de _______________. Na passagem "Por isso, nada melhor do que utilizar o feedback do cliente a seu favor, valendo-se dos mais variados mecanismos.", a oração destacada expressa, em relação à anterior, sentido que responde à pergunta: "_______________".

A sequência que preenche corretamente as lacunas das frases é

Alternativas
Q1084803 Português

Segundo Silveira Bueno (2014, p. 419), "para melhor estruturar o texto, o emprego da pontuação tem por objetivo, além de configurar pausa e entonação, separar termos ou orações a fim de garantir a coerência."

A esse respeito, leia o texto seguinte.

Imagem associada para resolução da questão

Considere os sinais de pontuação do texto e avalie o que se afirma.


I. A palavra "flor" deveria ser grafada entre aspas para salientar um termo empregado em sentido irônico.

II. Os dois pontos poderiam ser empregados no lugar da vírgula, pois apresenta-se um resumo sobre algo que foi dito anteriormente.

III. Na reescrita do texto, o emprego das vírgulas está de acordo com a norma-padrão de pontuação em "Chuva por mais, que tente, não desbota flor."

IV. Na frase reescrita "Por mais que tente, chuva não, desbota flor.", a mudança de posicionamento da segunda vírgula altera tanto a entonação quanto o sentido pretendido.


Está correto apenas o que se afirma em


Alternativas
Q1084802 Português

Suponha que uma instituição de renome nacional formulou a seguinte questão hipotética para um concurso interno.


Imagem associada para resolução da questão

Considerando as ementas indicadas para a Língua Portuguesa do referido certame hipotético, esse tipo de questão contempla especificamente um conteúdo gramatical voltado para a

Alternativas
Q1084801 Português

Segundo Chalhub (1990, p. 49), "uma mensagem de nível metalinguístico implica que a seleção operada no código combine elementos que retornem ao próprio código. É necessário observar que o termo código sai do seu território linguístico e assume, livremente, conotações mais amplas – aliada à noção de linguagem.”

A esse respeito, leia os textos a seguir.

Texto I

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Texto II

Imagem associada para resolução da questão

Texto III

Imagem associada para resolução da questão

Texto IV

Imagem associada para resolução da questão

É correto afirmar que o texto que NÃO representa especificamente a função metalinguística da linguagem está exemplificado em

Alternativas
Q1084800 Português

 Um país do balacobaco 

Mentor Neto

       1. Nossa cultura popular é uma enciclopédia aberta, envolvente e rica em termos e frases de profundidade inquestionável. Conhecimento comum, da gente simples, do dia a dia, que resultou em gotículas de sabedoria muitas vezes desprezadas. Ao longo dos anos venho colecionando inúmeras. Utilizo esta enciclopédia aberta como repositório que, acredito, poderia ser de amplo emprego por alguns brasileiros.

     2. É verdade que algumas dessas expressões caíram em desuso, mas nem por isso perderam o brilhantismo. Por exemplo, no escândalo mais recente, o caso Intercept Brasil, o conselho “em boca fechada não entra mosca” teria sido de profunda utilidade. 

     3. Há como descrever melhor o trabalho da Lava Jato do que com um “cada enxadada uma minhoca”? Aos acusados ou suspeitos de corrupção, aos que se enriqueceram por meios ilícitos, um “bobeou, dançou” cai feito uma luva.

      4. “Entornar o caldo” me parece adequado quando nos referimos à cultura de delações premiadas na qual estamos imersos. Por falar nisso, os delatores encontram um sábio conselho no “ajoelhou, tem que rezar” ou, quem sabe, no consagrado “colocar a boca no trombone”! Já aos que preferem manter o silêncio, “boca de siri” é o ideal.

     5. Alguns personagens desse “bafafá” que tomou conta de nossa política são protagonistas tão importantes que merecem frases conhecidas de aplicação exclusiva, já que “entraram numa fria”. Afinal, como descrever mais precisamente o que ocorreu com aquele que “foi pego com a boca na botija”?

      6. Para os destacados empresários do ramo frigorífico, um belo “mamar na vaca você não quer, né?” é incontestável. Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar.

      7. E os deputados e senadores? E os que infringiram acordos? Ou aquilo está “um quiprocó”, “um perereco” do caramba mesmo. Alguns ministros “aparecem mais que umbigo de vedete”, mas a real é que deveriam “sair de fininho”.

    8. A verdade é que o País está “do jeito que o diabo gosta” e cabe a nós acabar logo com esse “lero-lero” e “partir pras cabeças”. Afinal, amigo, nossa situação “está mais feia que bater na mãe”.

IstoÉ, n. 2581, 19 jun. 2019. Adaptado

Leia a passagem transcrita do texto.

           6. Para os destacados empresários do ramo frigorífico, um belo “mamar na vaca você não quer, né?” é incontestável. Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar.

        7. E os deputados e senadores? E os que infringiram acordos? Para aquele vai um “não é flor que se cheire”. Ou aquilo está “um quiprocó”, “um perereco” do caramba mesmo. Alguns ministros “aparecem mais que umbigo de vedete”, mas a real é que deveriam “sair de fininho”.

         8. A verdade é que o País está “do jeito que o diabo gosta” e cabe a nós acabar logo com esse “lero-lero” e “partir pras cabeças”. Afinal, amigo, nossa situação “está mais feia que bater na mãe”.

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os aspectos gramaticais exemplificados.


( ) Na estrutura frasal "... cabe a nós..." (§8), o sinal indicativo de crase está ausente. Todavia, esse sinal gráfico deve ser empregado diante de pronomes pessoais.

( ) Em "E os que infringiram acordos?" (§7), a substituição do termo em destaque por "infligiram" não alterará o sentido que se quis dar ao período.

( ) No que tange à hifenização, a palavra composta "lero-lero" (§8) está grafada corretamente, segundo o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

( ) As palavras "incontestável" e "frigorífico" (§6) estão acentuadas obedecendo à mesma regra que determina a acentuação das palavras "empresários" (§6) e "quiprocó" (§7), respectivamente.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Alternativas
Q1084799 Português

 Um país do balacobaco 

Mentor Neto

       1. Nossa cultura popular é uma enciclopédia aberta, envolvente e rica em termos e frases de profundidade inquestionável. Conhecimento comum, da gente simples, do dia a dia, que resultou em gotículas de sabedoria muitas vezes desprezadas. Ao longo dos anos venho colecionando inúmeras. Utilizo esta enciclopédia aberta como repositório que, acredito, poderia ser de amplo emprego por alguns brasileiros.

     2. É verdade que algumas dessas expressões caíram em desuso, mas nem por isso perderam o brilhantismo. Por exemplo, no escândalo mais recente, o caso Intercept Brasil, o conselho “em boca fechada não entra mosca” teria sido de profunda utilidade. 

     3. Há como descrever melhor o trabalho da Lava Jato do que com um “cada enxadada uma minhoca”? Aos acusados ou suspeitos de corrupção, aos que se enriqueceram por meios ilícitos, um “bobeou, dançou” cai feito uma luva.

      4. “Entornar o caldo” me parece adequado quando nos referimos à cultura de delações premiadas na qual estamos imersos. Por falar nisso, os delatores encontram um sábio conselho no “ajoelhou, tem que rezar” ou, quem sabe, no consagrado “colocar a boca no trombone”! Já aos que preferem manter o silêncio, “boca de siri” é o ideal.

     5. Alguns personagens desse “bafafá” que tomou conta de nossa política são protagonistas tão importantes que merecem frases conhecidas de aplicação exclusiva, já que “entraram numa fria”. Afinal, como descrever mais precisamente o que ocorreu com aquele que “foi pego com a boca na botija”?

      6. Para os destacados empresários do ramo frigorífico, um belo “mamar na vaca você não quer, né?” é incontestável. Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar.

      7. E os deputados e senadores? E os que infringiram acordos? Ou aquilo está “um quiprocó”, “um perereco” do caramba mesmo. Alguns ministros “aparecem mais que umbigo de vedete”, mas a real é que deveriam “sair de fininho”.

    8. A verdade é que o País está “do jeito que o diabo gosta” e cabe a nós acabar logo com esse “lero-lero” e “partir pras cabeças”. Afinal, amigo, nossa situação “está mais feia que bater na mãe”.

IstoÉ, n. 2581, 19 jun. 2019. Adaptado

Na estrutura frasal "Utilizo esta enciclopédia aberta como repositório que, acredito, poderia ser de amplo emprego por alguns brasileiros." (§ 1), o termo em destaque expressa
Alternativas
Q1084798 Português

 Um país do balacobaco 

Mentor Neto

       1. Nossa cultura popular é uma enciclopédia aberta, envolvente e rica em termos e frases de profundidade inquestionável. Conhecimento comum, da gente simples, do dia a dia, que resultou em gotículas de sabedoria muitas vezes desprezadas. Ao longo dos anos venho colecionando inúmeras. Utilizo esta enciclopédia aberta como repositório que, acredito, poderia ser de amplo emprego por alguns brasileiros.

     2. É verdade que algumas dessas expressões caíram em desuso, mas nem por isso perderam o brilhantismo. Por exemplo, no escândalo mais recente, o caso Intercept Brasil, o conselho “em boca fechada não entra mosca” teria sido de profunda utilidade. 

     3. Há como descrever melhor o trabalho da Lava Jato do que com um “cada enxadada uma minhoca”? Aos acusados ou suspeitos de corrupção, aos que se enriqueceram por meios ilícitos, um “bobeou, dançou” cai feito uma luva.

      4. “Entornar o caldo” me parece adequado quando nos referimos à cultura de delações premiadas na qual estamos imersos. Por falar nisso, os delatores encontram um sábio conselho no “ajoelhou, tem que rezar” ou, quem sabe, no consagrado “colocar a boca no trombone”! Já aos que preferem manter o silêncio, “boca de siri” é o ideal.

     5. Alguns personagens desse “bafafá” que tomou conta de nossa política são protagonistas tão importantes que merecem frases conhecidas de aplicação exclusiva, já que “entraram numa fria”. Afinal, como descrever mais precisamente o que ocorreu com aquele que “foi pego com a boca na botija”?

      6. Para os destacados empresários do ramo frigorífico, um belo “mamar na vaca você não quer, né?” é incontestável. Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar.

      7. E os deputados e senadores? E os que infringiram acordos? Ou aquilo está “um quiprocó”, “um perereco” do caramba mesmo. Alguns ministros “aparecem mais que umbigo de vedete”, mas a real é que deveriam “sair de fininho”.

    8. A verdade é que o País está “do jeito que o diabo gosta” e cabe a nós acabar logo com esse “lero-lero” e “partir pras cabeças”. Afinal, amigo, nossa situação “está mais feia que bater na mãe”.

IstoÉ, n. 2581, 19 jun. 2019. Adaptado

Leia os textos seguintes.

Texto I

Imagem associada para resolução da questão

Texto II

"Alguns personagens desse 'bafafá' que tomou conta de nossa política são protagonistas tão importantes que merecem frases conhecidas de aplicação exclusiva..." (§5)


Considere as duas leituras e preencha corretamente as lacunas do texto a seguir.


Toda língua varia no tempo e no espaço. No nosso idioma, há inúmeras variações linguísticas, entre as quais se destacam as/os _______________, representadas/os pelos vocábulos "bafafá" e "calhambeque". Eles exemplificam termos que entraram e saíram da moda, caindo em desuso, ou retornam, de tempos em tempos, com outros significados. Embora classificadas(os) por alguns teóricos como vícios de linguagem, são importantes para a manutenção da língua e servem de marca _______________. Esse tipo de linguagem é utilizado por um determinado grupo _______________, fazendo com que este se diferencie dos demais falantes da língua.


A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é


Alternativas
Q1084797 Português

 Um país do balacobaco 

Mentor Neto

       1. Nossa cultura popular é uma enciclopédia aberta, envolvente e rica em termos e frases de profundidade inquestionável. Conhecimento comum, da gente simples, do dia a dia, que resultou em gotículas de sabedoria muitas vezes desprezadas. Ao longo dos anos venho colecionando inúmeras. Utilizo esta enciclopédia aberta como repositório que, acredito, poderia ser de amplo emprego por alguns brasileiros.

     2. É verdade que algumas dessas expressões caíram em desuso, mas nem por isso perderam o brilhantismo. Por exemplo, no escândalo mais recente, o caso Intercept Brasil, o conselho “em boca fechada não entra mosca” teria sido de profunda utilidade. 

     3. Há como descrever melhor o trabalho da Lava Jato do que com um “cada enxadada uma minhoca”? Aos acusados ou suspeitos de corrupção, aos que se enriqueceram por meios ilícitos, um “bobeou, dançou” cai feito uma luva.

      4. “Entornar o caldo” me parece adequado quando nos referimos à cultura de delações premiadas na qual estamos imersos. Por falar nisso, os delatores encontram um sábio conselho no “ajoelhou, tem que rezar” ou, quem sabe, no consagrado “colocar a boca no trombone”! Já aos que preferem manter o silêncio, “boca de siri” é o ideal.

     5. Alguns personagens desse “bafafá” que tomou conta de nossa política são protagonistas tão importantes que merecem frases conhecidas de aplicação exclusiva, já que “entraram numa fria”. Afinal, como descrever mais precisamente o que ocorreu com aquele que “foi pego com a boca na botija”?

      6. Para os destacados empresários do ramo frigorífico, um belo “mamar na vaca você não quer, né?” é incontestável. Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar.

      7. E os deputados e senadores? E os que infringiram acordos? Ou aquilo está “um quiprocó”, “um perereco” do caramba mesmo. Alguns ministros “aparecem mais que umbigo de vedete”, mas a real é que deveriam “sair de fininho”.

    8. A verdade é que o País está “do jeito que o diabo gosta” e cabe a nós acabar logo com esse “lero-lero” e “partir pras cabeças”. Afinal, amigo, nossa situação “está mais feia que bater na mãe”.

IstoÉ, n. 2581, 19 jun. 2019. Adaptado

Avalie as informações sobre aspectos estilísticos e semânticos utilizados pelo autor do texto.

I. No período "Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar...", algumas palavras estão empregadas no sentido conotativo.

II. Identifica-se a metonímia em um dos sintagmas da estrutura frasal "... aos que se enriqueceram por meios ilícitos, um 'bobeou, dançou' cai feito uma luva". (§3)

III. A locução adjetiva "do balacobaco", presente no título, diz respeito a algo inverossímil, descontextualizado e que caiu em desuso.

IV. Em "Nossa cultura popular é uma enciclopédia aberta, envolvente e rica em termos e frases de profundidade inquestionável” (§1), uma das figuras de linguagem empregada é a personificação.

V. A expressão “enciclopédia aberta” (§1) é uma metáfora, pois nela as palavras foram retiradas do seu contexto convencional e um novo campo de significação se instaurou por meio de uma comparação implícita.

Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q1084796 Português

 Um país do balacobaco 

Mentor Neto

       1. Nossa cultura popular é uma enciclopédia aberta, envolvente e rica em termos e frases de profundidade inquestionável. Conhecimento comum, da gente simples, do dia a dia, que resultou em gotículas de sabedoria muitas vezes desprezadas. Ao longo dos anos venho colecionando inúmeras. Utilizo esta enciclopédia aberta como repositório que, acredito, poderia ser de amplo emprego por alguns brasileiros.

     2. É verdade que algumas dessas expressões caíram em desuso, mas nem por isso perderam o brilhantismo. Por exemplo, no escândalo mais recente, o caso Intercept Brasil, o conselho “em boca fechada não entra mosca” teria sido de profunda utilidade. 

     3. Há como descrever melhor o trabalho da Lava Jato do que com um “cada enxadada uma minhoca”? Aos acusados ou suspeitos de corrupção, aos que se enriqueceram por meios ilícitos, um “bobeou, dançou” cai feito uma luva.

      4. “Entornar o caldo” me parece adequado quando nos referimos à cultura de delações premiadas na qual estamos imersos. Por falar nisso, os delatores encontram um sábio conselho no “ajoelhou, tem que rezar” ou, quem sabe, no consagrado “colocar a boca no trombone”! Já aos que preferem manter o silêncio, “boca de siri” é o ideal.

     5. Alguns personagens desse “bafafá” que tomou conta de nossa política são protagonistas tão importantes que merecem frases conhecidas de aplicação exclusiva, já que “entraram numa fria”. Afinal, como descrever mais precisamente o que ocorreu com aquele que “foi pego com a boca na botija”?

      6. Para os destacados empresários do ramo frigorífico, um belo “mamar na vaca você não quer, né?” é incontestável. Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar.

      7. E os deputados e senadores? E os que infringiram acordos? Ou aquilo está “um quiprocó”, “um perereco” do caramba mesmo. Alguns ministros “aparecem mais que umbigo de vedete”, mas a real é que deveriam “sair de fininho”.

    8. A verdade é que o País está “do jeito que o diabo gosta” e cabe a nós acabar logo com esse “lero-lero” e “partir pras cabeças”. Afinal, amigo, nossa situação “está mais feia que bater na mãe”.

IstoÉ, n. 2581, 19 jun. 2019. Adaptado

No último parágrafo, o cronista emprega o termo "amigo" para se referir a um virtual leitor e, ao longo do texto, faz uso de termos e expressões coloquiais como, por exemplo, "bafafá" e "do balacobaco", além de valorizar adágios da cultura popular para construir sua argumentação.

É correto afirmar que essas escolhas permitem inferir que o autor

Alternativas
Q1078291 Medicina

Gestante internada em trabalho de parto, apresenta taquicardia fetal durante ausculta intermitente do batimento cardíaco fetal. Foi optado por realizar monitorização intra-parto (figura 4) e o resultado está representado abaixo.

Imagem associada para resolução da questão

Com relação ao diagnóstico da monitorização e conduta, respectivamente, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1078290 Medicina
Mulher, G1P0, 26 semanas, comparece para consulta de pré-natal com resultado de teste de tolerância à glicose de 75g; com resultado de 102 em jejum, 188 após a primeira hora; e 203 após a segunda hora. Nega patologias prévias e uso de medicações, não realizou glicemia de jejum no primeiro trimestre. Sobre o diagnóstico desta paciente e qual conduta se faz mais adequada, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1078289 Medicina
Mulher, G2P1, 36 semanas, hipertensa crônica em uso de metildopa é admitida assintomática com pressão arterial de 150 por 120 mmHg. Ao exame: AU: 32 cm, batimento cardíaco fetal de 150 bpm. Sobre a conduta farmacológica de escolha para este caso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1078288 Medicina
Mulher, G4P0A3, portadora de Síndrome dos Anticorpos Antifosfolípides (SAAF) e sangramento irregular, comparece para a primeira consulta de pré-natal com 13 semanas (pelo tempo de amenorreia). Ao exame, útero não atinge sínfise púbica, nem se ausculta batimento cardíaco fetal com sonar, porém teste de gravidez urinário é positivo. Com base neste caso, assinale a alternativa correta quanto à conduta a ser adotada.
Alternativas
Q1078287 Medicina

Mulher, G4P4, a termo, evoluiu com atonia uterina após o parto normal. Com base neste caso, analise as afirmativas abaixo.

I. Atonia uterina é mais frequente em partos taquissistólicos.

II. O manejo ativo do terceiro período é composto por massagem uterina e administração de ocitocina 20 UI endovenosa.

III. Multiparidade é fato de risco para atonia uterina.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1078286 Medicina

O partograma é uma importante ferramenta na condução do trabalho de parto. Analise as marcações no partograma (figura 3) abaixo.

Imagem associada para resolução da questão

De acordo com o traçado, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1078285 Medicina

Sobre o sangramento de terceiro trimestre, analise as afirmativas abaixo e dê valores de Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Hipertonia uterina está associada ao diagnóstico de descolamento prematuro de placenta normalmente inserida.

( ) A placenta prévia é uma das complicações de cicatrizes uterina.

( ) Acretismo e percretismo placentário estão associados a quadros de placenta prévia.

( ) A resolução num caso de descolamento prematuro de placenta é sempre por via alta (parto cesariano)

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q1078284 Medicina

Sabe-se que no Brasil, é permitido a casais homoafetivos o uso de técnicas de reprodução assistida para gerar filhos. Sobre o assunto, analise as afirmativas abaixo.

I. Duas mulheres que desejam realizar implantação de óvulo fecundado de uma das parceiras, no útero da outra.

II. Dois homens que desejam utilizar óvulo da irmã de um dos parceiros em procedimento de alta complexidade.

III. Duas mulheres que desejam utilizar útero de substituição, pois uma das parceiras é histerectomizada e, outra tem, agenesia uterina.

Sobre qual(is) situação(ões) está permitido o uso de técnicas de reprodução assistida, segundo a Resolução nº 2.168 do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 2017, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1078283 Medicina
Mulher, 31 anos, comparece para checar resultado de citologia oncótica. Há 6 meses teve diagnóstico de células escamosas atípicas, de significado indeterminado, possivelmente não neoplásicas (ASC-US), retorna hoje com resultado coletado há 15 dias de Lesão Epitelial de Baixo Grau (LIEBG). De acordo com as diretrizes de rastreio de câncer do colo uterino, sobre a conduta adequada para esta paciente, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
8941: C
8942: C
8943: D
8944: B
8945: A
8946: B
8947: A
8948: B
8949: A
8950: B
8951: D
8952: A
8953: D
8954: B
8955: A
8956: C
8957: B
8958: A
8959: C
8960: D