Questões de Concurso
Para médico ginecologista e obstetra
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Paciente 41 anos, G2PC1, 40 semanas e 2 dias, evolui para parto normal taquitócito. Após 30 minutos da admissão nasce RN de 4120g, Apgar 8 e 9. Realizado manejo ativo do terceiro período do parto com dequitação placentária em 5 minutos após a expulsão fetal. Imediatamente inicia sangramento moderado, mal estar geral, tontura, agitação psicomotora. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial crônica, obesidade e diabetes gestacional mal controlada. Exame físico: Regular estado geral, hipocorada (+++/++++), pressão arterial: 87x52 mmHg, Frequência cardíaca: 138 bpm, Frequência respiratória: 24 ipm, saturação de O2: = 94%. Exame gineco-obstétrico: fundo uterino palpável a 3 cm acima da cicatriz umbilical, consistência amolecida, canal de parto com laceração de primeiro grau, sem sangramento ativo.
Qual a sequência correta para atendimento dessa hemorragia puerperal, após providenciar dois acessos venosos calibrosos, suplementação de O2 e monitorização?
Qual o diagnóstico mais provável e qual a conduta para evitar novas perdas gestacionais?
I. A qualidade da avaliação não é alterada pela posição da paciente ou jejum prolongado.
II. No período de sono fetal pode não haver acelerações transitórias no exame, sem determinar sofrimento fetal.
III. A desaceleração precoce é considerada benigna, pois não está relacionada à hipoxia fetal.
IV. A aceleração transitória é caracterizada quando há aumento de 15 bpm por pelo menos 15 segundos, independente da idade gestacional do concepto.
Estão corretas:
Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)
Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)
Imigração: os voos da vergonha na Europa
Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei, que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de ONGs de direitos humanos.
A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado, Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os refugiados.
Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras esterlinas aos cofres britânicos.
Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda, lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo aprovado pelo Parlamento Europeu.
Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto, essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.
(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em: https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/. Acesso em: 30 abr. 2024).
Imigração: os voos da vergonha na Europa
Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei, que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de ONGs de direitos humanos.
A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado, Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os refugiados.
Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras esterlinas aos cofres britânicos.
Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda, lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo aprovado pelo Parlamento Europeu.
Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto, essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.
(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em: https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/. Acesso em: 30 abr. 2024).
I. A dosagem sérica de hormônio folículo-estimulante (FSH) abaixo de 20 mUI/mL sugere falência ovariana, devendo ser solicitada em sequência a dosagem da testosterona sérica.
II. Diante da dosagem de prolactina normal, um FSH supresso sugere disfunção hipotalâmica ou hipofisária, devendo o hormônio tireoestimulante (TSH) também ser solicitado.
III. No tratamento clínico da hiperprolactinemia, os agonistas dopaminérgicos devem tersuas doses aumentadas gradualmente e reavaliadas a cada quatro a oito semanas.
Está correto o que se afirma em
I. Indicando-se a Aspiração Manual Intrauterina (AMIU), deve ser utilizado antibiótico profilático via oral até doze horas antes do procedimento, em dose única.
II. Casos de abortamento incompleto acima de doze semanas gestacionais requerem curetagem uterina de imediato.
III. A histerectomia é o único tratamento definitivo para os casos de aborto infectado, considerando que a curetagem não é capaz de remover completamente o foco infeccioso dos restos placentários aderidos à parede uterina.
Está correto o que se afirma em