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Q3905714 Noções de Informática
Considere o seguinte cenário: Lara está formatando um documento no Microsoft Word 365 (versão português) e precisa configurar o texto para a fonte “Arial” no tamanho “12”. Ao acessar o grupo Fonte na guia Página Inicial, ela observa as seguintes funcionalidades: 

Imagem associada para resolução da questão


Grupo Fonte – Microsoft Word 365 (versão português).
Considerando as informações apresentadas na figura, assinale a alternativa que preenche corretamente os campos “??? 1” e “??? 2”, respectivamente.  
Alternativas
Q3905713 Matemática
Dois ângulos adjacentes e suplementares são representados pelas medidas (3x + 10)° e (2x − 20)°. Qual é a medida do maior ângulo? 
Alternativas
Q3905712 Matemática
Considere o polinômio P(x) = 2x3 − 5x2 + kx + 6. Sabendo que x =1 é uma raiz desse polinômio, determine o valor de k.  
Alternativas
Q3905711 Matemática
Uma gráfica produz 900 panfletos em 6 horas, usando 3 máquinas. Quantos panfletos serão produzidos em 8 horas, utilizando 4 máquinas, no mesmo ritmo? 
Alternativas
Q3905710 Matemática
O preço de um produto sofreu dois reajustes consecutivos: primeiro, um aumento de 20% e, em seguida, um desconto de 25% sobre o novo preço. Após esses reajustes, o produto passou a custar R$ 180,00. Qual era o preço inicial do produto?  
Alternativas
Q3905709 Matemática
Uma escola recebeu R$ 960,00 para a realização de um projeto educacional. Esse valor foi utilizado da seguinte forma:

• 1/4 do valor total foi gasto com materiais;
• Do valor restante, 1/3 foi utilizado para pagamento de serviços;
• O dinheiro que sobrou foi dividido igualmente entre 8 turmas.

Quanto cada turma recebeu? 
Alternativas
Q3905708 Português
     Algumas pessoas são naturalmente ruins em matemática?


       Um fazendeiro tem três tipos de animais em sua fazenda. Seus animais são todos ovelhas, exceto três. Todos cabras, exceto quatro. E todos cavalos, exceto cinco. Quantos animais de cada tipo o fazendeiro tem? Se esse enigma te deixou confuso, você não está sozinho. A resposta é um cavalo, duas cabras e três ovelhas. Mas por que a matemática parece vir com tanta facilidade para algumas pessoas, enquanto outras parecem ter dificuldade?

       Embora a genética possa desempenhar um papel, ela é apenas uma peça de um quebra-cabeça muito maior, que envolve uma combinação complexa de biologia, psicologia e ambiente.

        Estudos com irmãos gêmeos

      A professora Yulia Kovas, do Goldsmiths, uma Universidade de Londres, no Reino Unido, é geneticista e psicóloga e estuda porque as pessoas têm diferentes habilidades matemáticas. Ela trabalhou em um estudo de grande escala com gêmeos, acompanhando cerca de 10 mil pares de gêmeos idênticos e não idênticos desde o nascimento, para investigar como fatores genéticos e ambientais moldam as capacidades de aprendizagem. “Gêmeos idênticos são mais semelhantes do que gêmeos não idênticos em todas as características psicológicas que estudamos. Portanto, eles são mais parecidos em habilidade matemática, e isso sugere que os ambientes domésticos não explicam toda a variabilidade. Parece que os genes, sim, contribuem”, explica.

        Segundo a professora Kovas, no Ensino Médio e na vida adulta, o componente genético da aprendizagem e da habilidade matemática parece ficar em torno de 50% a 60%. “Isso reforça a ideia de que genes e ambientes são ambos importantes”, afirma. O ambiente a que somos expostos também é um fator importante a ser considerado. E isso não se limita apenas à qualidade da escola ou à quantidade de ajuda que recebemos com a lição de casa. Pode ser algo “aleatório”, como algo ouvido no rádio que mudou o rumo dos nossos interesses, sugere a professora Kovas. Mas ela observa que predisposições genéticas podem levar uma pessoa a se expor mais a determinados estímulos.

       Embora nem todos se tornem matemáticos especialistas, a boa notícia é que todos podem melhorar sua capacidade, segundo a doutora Iro Xenidou-Dervou, que pesquisa cognição matemática na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Há evidências de que, para desenvolver nossa numeracia e nossas habilidades matemáticas, nossos pensamentos, crenças, atitudes e emoções desempenham um papel importante, explica ela. A doutora Xenidou-Dervou afirma que a “ansiedade em relação à matemática” pode influenciar o desempenho, e que é importante que as pessoas que querem melhorar acreditem que são capazes.

          'Ansiedade matemática'

        Experiências negativas, como ouvir que você é ruim em matemática ou tirar uma nota mais baixa em uma prova em comparação com os colegas, podem levar a um “ciclo vicioso” de pensamentos ansiosos, afirma ela. “A ansiedade em relação à matemática leva à evitação da matemática, o que por sua vez leva a um desempenho ruim, o que então aumenta ainda mais a ansiedade matemática.” E isso sobrecarrega a nossa memória de trabalho, onde o pensamento acontece. “O que ocorre com a ansiedade é que esses pensamentos negativos e ansiosos ocupam muito desse espaço precioso na nossa memória de trabalho, e sobra muito pouco para que você realmente use para resolver o problema em questão”, explica Xenidou-Dervou.

       Ela cita um estudo da Universidade de Loughborough com crianças de nove e dez anos que investigou a relação entre memória de trabalho e ansiedade em matemática. As crianças receberam uma tarefa de cálculo mental com números de dois dígitos, mas também passaram por uma condição em que ouviam palavras antes da tarefa, que precisavam reter e depois recordar verbalmente. O desempenho das crianças que apresentavam “alta ansiedade em matemática” foi particularmente afetado, observa ela.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly0p23d3yvo

No trecho “A professora Yulia Kovas, do Goldsmiths, uma Universidade de Londres, no Reino Unido, é geneticista...”, as vírgulas que isolam o trecho em destaque servem para
Alternativas
Q3905707 Português
     Algumas pessoas são naturalmente ruins em matemática?


       Um fazendeiro tem três tipos de animais em sua fazenda. Seus animais são todos ovelhas, exceto três. Todos cabras, exceto quatro. E todos cavalos, exceto cinco. Quantos animais de cada tipo o fazendeiro tem? Se esse enigma te deixou confuso, você não está sozinho. A resposta é um cavalo, duas cabras e três ovelhas. Mas por que a matemática parece vir com tanta facilidade para algumas pessoas, enquanto outras parecem ter dificuldade?

       Embora a genética possa desempenhar um papel, ela é apenas uma peça de um quebra-cabeça muito maior, que envolve uma combinação complexa de biologia, psicologia e ambiente.

        Estudos com irmãos gêmeos

      A professora Yulia Kovas, do Goldsmiths, uma Universidade de Londres, no Reino Unido, é geneticista e psicóloga e estuda porque as pessoas têm diferentes habilidades matemáticas. Ela trabalhou em um estudo de grande escala com gêmeos, acompanhando cerca de 10 mil pares de gêmeos idênticos e não idênticos desde o nascimento, para investigar como fatores genéticos e ambientais moldam as capacidades de aprendizagem. “Gêmeos idênticos são mais semelhantes do que gêmeos não idênticos em todas as características psicológicas que estudamos. Portanto, eles são mais parecidos em habilidade matemática, e isso sugere que os ambientes domésticos não explicam toda a variabilidade. Parece que os genes, sim, contribuem”, explica.

        Segundo a professora Kovas, no Ensino Médio e na vida adulta, o componente genético da aprendizagem e da habilidade matemática parece ficar em torno de 50% a 60%. “Isso reforça a ideia de que genes e ambientes são ambos importantes”, afirma. O ambiente a que somos expostos também é um fator importante a ser considerado. E isso não se limita apenas à qualidade da escola ou à quantidade de ajuda que recebemos com a lição de casa. Pode ser algo “aleatório”, como algo ouvido no rádio que mudou o rumo dos nossos interesses, sugere a professora Kovas. Mas ela observa que predisposições genéticas podem levar uma pessoa a se expor mais a determinados estímulos.

       Embora nem todos se tornem matemáticos especialistas, a boa notícia é que todos podem melhorar sua capacidade, segundo a doutora Iro Xenidou-Dervou, que pesquisa cognição matemática na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Há evidências de que, para desenvolver nossa numeracia e nossas habilidades matemáticas, nossos pensamentos, crenças, atitudes e emoções desempenham um papel importante, explica ela. A doutora Xenidou-Dervou afirma que a “ansiedade em relação à matemática” pode influenciar o desempenho, e que é importante que as pessoas que querem melhorar acreditem que são capazes.

          'Ansiedade matemática'

        Experiências negativas, como ouvir que você é ruim em matemática ou tirar uma nota mais baixa em uma prova em comparação com os colegas, podem levar a um “ciclo vicioso” de pensamentos ansiosos, afirma ela. “A ansiedade em relação à matemática leva à evitação da matemática, o que por sua vez leva a um desempenho ruim, o que então aumenta ainda mais a ansiedade matemática.” E isso sobrecarrega a nossa memória de trabalho, onde o pensamento acontece. “O que ocorre com a ansiedade é que esses pensamentos negativos e ansiosos ocupam muito desse espaço precioso na nossa memória de trabalho, e sobra muito pouco para que você realmente use para resolver o problema em questão”, explica Xenidou-Dervou.

       Ela cita um estudo da Universidade de Loughborough com crianças de nove e dez anos que investigou a relação entre memória de trabalho e ansiedade em matemática. As crianças receberam uma tarefa de cálculo mental com números de dois dígitos, mas também passaram por uma condição em que ouviam palavras antes da tarefa, que precisavam reter e depois recordar verbalmente. O desempenho das crianças que apresentavam “alta ansiedade em matemática” foi particularmente afetado, observa ela.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly0p23d3yvo

Sobre a acentuação de “genética” e “matemática”, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3905706 Português
     Algumas pessoas são naturalmente ruins em matemática?


       Um fazendeiro tem três tipos de animais em sua fazenda. Seus animais são todos ovelhas, exceto três. Todos cabras, exceto quatro. E todos cavalos, exceto cinco. Quantos animais de cada tipo o fazendeiro tem? Se esse enigma te deixou confuso, você não está sozinho. A resposta é um cavalo, duas cabras e três ovelhas. Mas por que a matemática parece vir com tanta facilidade para algumas pessoas, enquanto outras parecem ter dificuldade?

       Embora a genética possa desempenhar um papel, ela é apenas uma peça de um quebra-cabeça muito maior, que envolve uma combinação complexa de biologia, psicologia e ambiente.

        Estudos com irmãos gêmeos

      A professora Yulia Kovas, do Goldsmiths, uma Universidade de Londres, no Reino Unido, é geneticista e psicóloga e estuda porque as pessoas têm diferentes habilidades matemáticas. Ela trabalhou em um estudo de grande escala com gêmeos, acompanhando cerca de 10 mil pares de gêmeos idênticos e não idênticos desde o nascimento, para investigar como fatores genéticos e ambientais moldam as capacidades de aprendizagem. “Gêmeos idênticos são mais semelhantes do que gêmeos não idênticos em todas as características psicológicas que estudamos. Portanto, eles são mais parecidos em habilidade matemática, e isso sugere que os ambientes domésticos não explicam toda a variabilidade. Parece que os genes, sim, contribuem”, explica.

        Segundo a professora Kovas, no Ensino Médio e na vida adulta, o componente genético da aprendizagem e da habilidade matemática parece ficar em torno de 50% a 60%. “Isso reforça a ideia de que genes e ambientes são ambos importantes”, afirma. O ambiente a que somos expostos também é um fator importante a ser considerado. E isso não se limita apenas à qualidade da escola ou à quantidade de ajuda que recebemos com a lição de casa. Pode ser algo “aleatório”, como algo ouvido no rádio que mudou o rumo dos nossos interesses, sugere a professora Kovas. Mas ela observa que predisposições genéticas podem levar uma pessoa a se expor mais a determinados estímulos.

       Embora nem todos se tornem matemáticos especialistas, a boa notícia é que todos podem melhorar sua capacidade, segundo a doutora Iro Xenidou-Dervou, que pesquisa cognição matemática na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Há evidências de que, para desenvolver nossa numeracia e nossas habilidades matemáticas, nossos pensamentos, crenças, atitudes e emoções desempenham um papel importante, explica ela. A doutora Xenidou-Dervou afirma que a “ansiedade em relação à matemática” pode influenciar o desempenho, e que é importante que as pessoas que querem melhorar acreditem que são capazes.

          'Ansiedade matemática'

        Experiências negativas, como ouvir que você é ruim em matemática ou tirar uma nota mais baixa em uma prova em comparação com os colegas, podem levar a um “ciclo vicioso” de pensamentos ansiosos, afirma ela. “A ansiedade em relação à matemática leva à evitação da matemática, o que por sua vez leva a um desempenho ruim, o que então aumenta ainda mais a ansiedade matemática.” E isso sobrecarrega a nossa memória de trabalho, onde o pensamento acontece. “O que ocorre com a ansiedade é que esses pensamentos negativos e ansiosos ocupam muito desse espaço precioso na nossa memória de trabalho, e sobra muito pouco para que você realmente use para resolver o problema em questão”, explica Xenidou-Dervou.

       Ela cita um estudo da Universidade de Loughborough com crianças de nove e dez anos que investigou a relação entre memória de trabalho e ansiedade em matemática. As crianças receberam uma tarefa de cálculo mental com números de dois dígitos, mas também passaram por uma condição em que ouviam palavras antes da tarefa, que precisavam reter e depois recordar verbalmente. O desempenho das crianças que apresentavam “alta ansiedade em matemática” foi particularmente afetado, observa ela.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly0p23d3yvo

No fragmento “...a 'ansiedade em relação à matemática' pode influenciar o desempenho...”, o uso do acento indicativo de crase justifica-se porque  
Alternativas
Q3905705 Português
     Algumas pessoas são naturalmente ruins em matemática?


       Um fazendeiro tem três tipos de animais em sua fazenda. Seus animais são todos ovelhas, exceto três. Todos cabras, exceto quatro. E todos cavalos, exceto cinco. Quantos animais de cada tipo o fazendeiro tem? Se esse enigma te deixou confuso, você não está sozinho. A resposta é um cavalo, duas cabras e três ovelhas. Mas por que a matemática parece vir com tanta facilidade para algumas pessoas, enquanto outras parecem ter dificuldade?

       Embora a genética possa desempenhar um papel, ela é apenas uma peça de um quebra-cabeça muito maior, que envolve uma combinação complexa de biologia, psicologia e ambiente.

        Estudos com irmãos gêmeos

      A professora Yulia Kovas, do Goldsmiths, uma Universidade de Londres, no Reino Unido, é geneticista e psicóloga e estuda porque as pessoas têm diferentes habilidades matemáticas. Ela trabalhou em um estudo de grande escala com gêmeos, acompanhando cerca de 10 mil pares de gêmeos idênticos e não idênticos desde o nascimento, para investigar como fatores genéticos e ambientais moldam as capacidades de aprendizagem. “Gêmeos idênticos são mais semelhantes do que gêmeos não idênticos em todas as características psicológicas que estudamos. Portanto, eles são mais parecidos em habilidade matemática, e isso sugere que os ambientes domésticos não explicam toda a variabilidade. Parece que os genes, sim, contribuem”, explica.

        Segundo a professora Kovas, no Ensino Médio e na vida adulta, o componente genético da aprendizagem e da habilidade matemática parece ficar em torno de 50% a 60%. “Isso reforça a ideia de que genes e ambientes são ambos importantes”, afirma. O ambiente a que somos expostos também é um fator importante a ser considerado. E isso não se limita apenas à qualidade da escola ou à quantidade de ajuda que recebemos com a lição de casa. Pode ser algo “aleatório”, como algo ouvido no rádio que mudou o rumo dos nossos interesses, sugere a professora Kovas. Mas ela observa que predisposições genéticas podem levar uma pessoa a se expor mais a determinados estímulos.

       Embora nem todos se tornem matemáticos especialistas, a boa notícia é que todos podem melhorar sua capacidade, segundo a doutora Iro Xenidou-Dervou, que pesquisa cognição matemática na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Há evidências de que, para desenvolver nossa numeracia e nossas habilidades matemáticas, nossos pensamentos, crenças, atitudes e emoções desempenham um papel importante, explica ela. A doutora Xenidou-Dervou afirma que a “ansiedade em relação à matemática” pode influenciar o desempenho, e que é importante que as pessoas que querem melhorar acreditem que são capazes.

          'Ansiedade matemática'

        Experiências negativas, como ouvir que você é ruim em matemática ou tirar uma nota mais baixa em uma prova em comparação com os colegas, podem levar a um “ciclo vicioso” de pensamentos ansiosos, afirma ela. “A ansiedade em relação à matemática leva à evitação da matemática, o que por sua vez leva a um desempenho ruim, o que então aumenta ainda mais a ansiedade matemática.” E isso sobrecarrega a nossa memória de trabalho, onde o pensamento acontece. “O que ocorre com a ansiedade é que esses pensamentos negativos e ansiosos ocupam muito desse espaço precioso na nossa memória de trabalho, e sobra muito pouco para que você realmente use para resolver o problema em questão”, explica Xenidou-Dervou.

       Ela cita um estudo da Universidade de Loughborough com crianças de nove e dez anos que investigou a relação entre memória de trabalho e ansiedade em matemática. As crianças receberam uma tarefa de cálculo mental com números de dois dígitos, mas também passaram por uma condição em que ouviam palavras antes da tarefa, que precisavam reter e depois recordar verbalmente. O desempenho das crianças que apresentavam “alta ansiedade em matemática” foi particularmente afetado, observa ela.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly0p23d3yvo

No primeiro parágrafo da seção “Estudos com irmãos gêmeos”, na oração “A professora Yulia Kovas [...] estuda porque as pessoas têm diferentes habilidades matemáticas”, o sujeito da forma verbal “estuda” é classificado como  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901846 Fisioterapia
O exercício profissional da Fisioterapia no Brasil é regulamentado por leis e resoluções que definem limites, competências e responsabilidades. De acordo com a legislação vigente, assinale a alternativa correta sobre a atuação do fisioterapeuta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901845 Fisioterapia

Relacione as colunas corretamente sobre Prescrição e Análise de Órteses e Próteses e marque a sequência corretamente:

Coluna A:
1. Órtese de imobilização gessada (OIG).
2. Prótese Syme/Chopart.
3. Colete de Jewett.
4. Alumínio.
5. Silicone.

Coluna B:
A. Fraturas por compressão toracolombar, impede flexão do tronco.
B. Substituição de tornozelo e antepé, preservando função de apoio parcial.
C. Leve, resistente e ideal para hastes estruturais de órteses.
D. Fraturas de úmero ou antebraço que necessitam imobilização rígida.
E. Acolchoamento, conforto e proteção de pele em órteses de contato.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901844 Fisioterapia
Relacione as colunas e marque a alternativa correta:

Coluna A (Função do fisioterapeuta)
1. Atenção Básica.
2. Rede de Atenção à Saúde (RAS).
3. Prevenção de doenças.
4. Atenção domiciliar.

Coluna B (Exemplos de atuação)
A. Reabilitação funcional e orientação familiar.
B. Educação em saúde, orientação postural, programas de atividade física.
C. Integração de cuidados entre atenção primária, secundária e terciária.
D. Promoção da saúde na comunidade, prevenção de agravos.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901843 Fisioterapia
Assinale a assertiva correta:

I) No TCE, déficit cognitivo não interfere na adesão ao tratamento.
II) Após AVC, treino de marcha deve ser iniciado apenas após força completa do membro inferior.
III)Técnicas respiratórias não têm aplicação em Parkinson.
IV)Alzheimer não se beneficia de treino de equilíbrio.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901842 Fisioterapia
Sobre Lesões Ortopédicas e Traumatológicas:

1. Fraturas de fêmur proximal exigem cuidados com carga parcial e treino de marcha progressivo para prevenção de complicações.
2. Fraturas do punho em pacientes idosos podem se beneficiar de mobilização precoce controlada, desde que a fixação seja estável.
3. Após luxação anterior de quadril, a adução máxima e rotação interna devem ser estimuladas precocemente para recuperar amplitude de movimento.
4. Após artroplastia total de ombro, a mobilização passiva e exercícios pendulares devem ser evitados durante o primeiro mês.
5. O treino de marcha com apoio parcial é indicado em luxações de joelho com reconstrução ligamentar recente para prevenir sobrecarga. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901841 Fisioterapia
Um paciente acamado apresenta secreção abundante nos lobos inferiores do pulmão. Qual das técnicas a seguir é mais indicada para promover a drenagem dessas secreções?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901840 Fisioterapia
Sobre a prescrição clínica avançada de cinesioterapia e eletroterapia marque a alternativa falsa:

1. Pacientes pós-artroplastia de joelho não podem utilizar TENS e exercícios ativos-assistidos simultaneamente para controle de dor e restauração de amplitude.
2. Laserterapia de baixa intensidade não tem efeito sobre síntese colágena e reparo tecidual.
3. A termoterapia superficial melhora extensibilidade tecidual e deve ser combinada com alongamentos ativos ou passivos para melhores resultados.
4. Eletroestimulação muscular não deve ser utilizada em pacientes com fibrilação atrial ou marca-passo.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901839 Fisioterapia
Um paciente apresenta dor lombar crônica associada à limitação de flexão e extensão do tronco, além de padrãocompensatório durante a marcha. Considerando avaliação clínica e diagnóstico cinesiológico funcional: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901838 Fisioterapia
Dentro do contexto clínico em Fisioterapia, a avaliação fisioterapêutica constitui etapa indispensável para a identificação das disfunções do movimento, subsidiando o diagnóstico cinesiológico funcional e a elaboração do prognóstico. Analise as afirmativas a seguir:

I. ( ) O diagnóstico cinesiológico funcional fundamenta-se exclusivamente em exames complementares, como radiografias e ressonâncias magnéticas.
II. ( ) A análise da amplitude de movimento, força muscular e controle motor contribui para a identificação das disfunções funcionais.
III. ( ) O prognósticofisioterapêutico deve considerar aspectos clínicos, funcionais e contextuais do indivíduo.
IV. ( ) A anamnese é etapa prescindível para a formulação do diagnóstico fisioterapêutico.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: ICECE Órgão: CPSMQ - CE Prova: ICECE - 2026 - CPSMQ - CE - Fisioterapeuta |
Q3901837 Fisioterapia
Na biomecânica articular, os conceitos de momento de força (torque) e alavancas são essenciais para o entendimento do movimento.
Assinale a alternativa correta.

I) Um aumento no braço de alavanca diminui proporcionalmente o torque produzido.
II) O torque depende da intensidade da força e da distância perpendicular entre a linha de ação da força e o ponto de rotação.
III) Uma alavanca de primeira classe tem o eixo de rotação entre a força aplicada e a resistência.
IV) Alavancas de terceira classe são as mais comuns no corpo humano e favorecem amplitude de movimento em detrimento da força.
Alternativas
Respostas
1901: B
1902: C
1903: A
1904: C
1905: C
1906: D
1907: B
1908: D
1909: A
1910: B
1911: C
1912: A
1913: C
1914: D
1915: B
1916: B
1917: C
1918: B
1919: D
1920: D