Questões de Concurso Para fisioterapeuta

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Q3029448 Matemática
Em um projeto social, são oferecidas as seguintes modalidades esportivas: “futebol de campo, futebol de salão, vôlei, handebol, basquete e xadrez”. A seleção inicial dos participantes por modalidade é realizado pelo preenchimento de um formulário “socioeconômico”. Para nova turma de 2024, os selecionadores analisaram a seguinte situação: “20 candidatos pretendem treinar somente futebol de salão e 8 pretendem treinar somente basquete”. O total dos inscritos para treinar basquete são 15. Ao todo, existem 17 candidatos que não pretendem praticar futebol de salão. O total de candidatos inscritos, foi de: 
Alternativas
Q3029447 Português
Leia a anedota a seguir e responda à questão.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia. O meu me contou!

(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)
Considerando as alternativa a seguir, assinale aquela que contenha as formas verbais que estejam no futuro do pretérito, preenchendo corretamente as lacunas;        · Se ela trouxesse as chaves, nós ___________ entrar no salão. (poder)    · Se eles deixassem, vocês __________ as cartas. (escrever)    · Eu ___________ o convite, se pudesse. (aceitar)    · Se nós disséssemos isso, certamente eles se ___________. (ofender) 
Alternativas
Q3029446 Português
Leia a anedota a seguir e responda à questão.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia. O meu me contou!

(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)
Qual das alternativas abaixo apresenta um exemplo de discurso direto? 
Alternativas
Q3029445 Português
Leia a anedota a seguir e responda à questão.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia. O meu me contou!

(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)
Assinale a alternativa que contenha as formas verbais sublinhadas na anedota: 
Alternativas
Q3029444 Português
Analise as palavras paixão, gargalhadas, depósito, trêmulo, e assinale a alternativa que apresenta, pela ordem, a classificação dessas palavras quanto a posição das sílabas tônicas: 
Alternativas
Q3029443 Português
Na oração “Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse” podemos identificar um (a): 
Alternativas
Q3029442 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
No período composto “Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas” encontramos quatros orações coordenadas. As referidas orações podem ser classificadas, respectivamente, em: 
Alternativas
Q3029441 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
É possível observar que os dois textos abordam o mesmo tema , mesmo sendo bastante diferentes, o que ocorre devido ao fato de pertencerem a gêneros distintos, cuja finalidade varia de acordo com o público para o qual se destina. Qual seria, então, a finalidade, respectivamente, dos textos I e II?
Alternativas
Q3029440 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
Tomando por base os fragmentos destacados no texto, assinale a alternativa que evidencie como o homem encarava a característica da mulher de não sentir medo: 
Alternativas
Q3029439 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
O texto II apresenta alguns componentes pertencentes aos gêneros narrativos, como fatos, personagens, tempo, espaço e narrador, além de certa preocupação quanto ao modo como os fatos são narrados. Partindo desta perspectiva, o que a narrativa revela , ao longo da história, acerca das características psicológicas do marido? 
Alternativas
Q3029438 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
Depois de concluída a leitura podemos afirmar que os textos I e II pertencem, respectivamente, aos gêneros: 
Alternativas
Q3028932 Fisioterapia
A fibromialgia é uma condição reumatológica caracterizada por dor crônica generalizada, hiperalgesia e alodinia, associada a sintomas como fadiga, distúrbios de sono, cefaleias e parestesias. Particularmente, a cinesiofobia é um fenômeno comumente observado em pacientes com uma série de repercussões negativas devido a um ciclo vicioso de medo à dor ao movimento (comportamento de esquiva do movimento), desuso (dor por desuso), catastrofização da dor ao movimento (medo à dor ao movimento). A ferramenta utilizada para medir a cinesiofobia é o(a): 
Alternativas
Q3028931 Fisioterapia
A estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) consiste na aplicação de corrente elétrica contínua sobre o escalpo de indivíduos acordados, com o objetivo de modificar a atividade elétrica do sistema nervoso central, aumentando, ou diminuindo, a excitabilidade. A tDCS não é uma técnica substitutiva de outras estratégias terapêuticas tradicionais, mas sim, uma estratégia complementar com o objetivo de potencializar, ou acelerar, a eficácia dessas terapêuticas tradicionais. Sobre a tDCS, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3028930 Fisioterapia
A massagem de Thiele é uma técnica especializada que pode ser altamente eficaz para o tratamento de condições pélvicas e é frequentemente empregada por fisioterapeutas especializados em saúde da mulher. Devido à natureza íntima do procedimento, é importante que seja realizada por um profissional qualificado e com a devida sensibilidade àsnecessidades e ao conforto da paciente. Assinale a alternativa que apresenta contraindicação à utilização da massagem de Thiele:
Alternativas
Q3028929 Fisioterapia
Paciente, estudante de 13 anos, chega ao consultório de fisioterapia com relato de dor crônica em região de músculo trapézio e ombros há 1 ano. Sem histórico de trauma local, sem alterações estruturais significativas. Foi diagnosticado com síndrome miofascial cervical. Relata que a dor se agrava quando está no ambiente escolar, pois passa longos períodos sentado e com má postura e constante estresse. Na inspeção, o fisioterapeuta observa uma hipercifose cervical, protusão de ombros e a presença de acne grau IV na região. Na palpação, o fisioterapeuta identifica presença de pontos-gatilhos ativos no músculo trapézio, porção superior, com sensibilidade aumentada e dor referida. Considerando o caso, o fisioterapeuta decidiu realizar TENS em modo acupuntura com o paciente. A configuração CORRETA para essa modalidade é a de eletrodos sobre:
Alternativas
Q3028928 Fisioterapia
Paciente do sexo masculino, 58 anos, motorista de ônibus, apresenta histórico médico de diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos. Apresentou úlcera diabética no pé esquerdo, que evoluiu para uma infecção não controlada, levando à amputação transtibial a esquerda há 2 meses. O paciente chega ao serviço de fisioterapia para a introdução gradual, treinamento de marcha e ajustes na prótese transtibial. Seriam contraindicações para o uso da prótese se:

I. houver feridas abertas e infecção do coto.
II. o paciente apresentar baixa capacidade cognitiva.
III. o paciente não for colaborativo.
IV. o paciente for idoso.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3028927 Fisioterapia
A massagem clássica é uma das formas mais comuns de massagem terapêutica; ela foi desenvolvida no século XIX pelo sueco Per Henrik Ling e é caracterizada por uma série de técnicas que visam promover o relaxamento, aliviar a tensão muscular, melhorar a circulação sanguínea e contribuir para o bem-estar geral. NÃO é uma manobra básica da massagem clássica a manobra:
Alternativas
Q3028926 Fisioterapia
A ventilação não invasiva (VNI) é uma técnica de suporte ventilatório que utiliza máscara ou outro dispositivo que não requer intubação traqueal para ajudar o paciente a respirar. Esse método é utilizado para melhorar a troca gasosa e diminuir o trabalho respiratório em pacientes com insuficiência respiratória. A VNI é aplicada através de diferentes modos de ventilação, como CPAP (Continuous Positive Airway Pressure) e BiPAP (Bilevel Positive Airway Pressure). Ela é indicada para casos de insuficiência respiratória aguda, insuficiência cardíaca congestiva com edema pulmonar, apneia obstrutiva do sono, entre outros. Sobre os critérios de interrupção da VNI, considere as situações a seguir:

I. Aparecimento de lesões na pele ou na conjuntiva em contato com a máscara.
II. O paciente não se adaptar à VNI em até uma hora após seu início.
III. Rebaixamento do nível de consciência do paciente.

É CORRETO afirmar que a interrupção da VNI é indicada:
Alternativas
Q3028925 Fisioterapia
Uma paciente de 82 anos procurou o serviço de fisioterapia devido a dor intensa ao tentar encostar o dorso da mão sobre as vertebras dorsais. Suspeitando de lesão de manguito rotador, o fisioterapeuta solicitou a realização ativa da rotação externa contra resistência com o ombro abduzido a 90º e o cotovelo fletido a 90º. A paciente respondeu com dor e redução da força durante o movimento. A partir dessas informações, podemos afirmar que o fisioterapeuta estava testando o músculo:
Alternativas
Q3028924 Fisioterapia
O sistema nervoso possui uma mobilidade significativa para se adaptar aos movimentos realizados nas atividades cotidianas. Os nervos devem ter liberdade para deslizar entre as estruturas adjacentes. Entretanto, em algumas situações patológicas, os o nervos são tensionados excessivamente. Para identificar sinais de tensão neural, fisioterapeuta deve realizar testes neurodinâmicos nos nervos radial, mediano e ulnar, conforme necessário, nos seguintes casos, respectivamente,
Alternativas
Respostas
13561: D
13562: A
13563: D
13564: C
13565: B
13566: A
13567: A
13568: A
13569: B
13570: D
13571: C
13572: A
13573: D
13574: E
13575: C
13576: B
13577: D
13578: E
13579: A
13580: B