Foram encontradas 42.342 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses
Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela
06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.
Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses
Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela
06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.
Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado
I- Prevenção Primária: Proporcionar educação e apoio para ajudar os pacientes/clientes a fazer escolhas que promovam ou melhorem a saúde.
II- Prevenção Secundária: Interromper o(s) processo(s) que leva(m) ao desenvolvimento da(s) doença(s), enfermidade(s) e outras condições patológicas da saúde por meio de educação, redução de fatores de risco e promoção da saúde geral.
III- Prevenção Terciária: Proporcionar maneiras de limitar o grau de incapacidade, melhorando ao mesmo tempo a função em pacientes/clientes com doenças crônicas e/ou irreversíveis.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A presente Resolução regula o repasse de recursos financeiros aos Conselhos Regionais a título de doação a fundo perdido, na forma e condições previstas nesta Resolução.
II- As solicitações de patrocínio e repasse para Apoio Financeiro ou custeio deverão ser feitas por meio de expediente contendo justificativa, instruído com projeto, se for o caso, e toda a documentação pertinente.
III- No caso de solicitação de patrocínio, o CREFITO interessado deverá comprovar a relevância e o caráter científico do evento, realizando o requerimento com, no mínimo, 30 (trinta) dias de antecedência.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Inicia-se o tratamento aliviando o quadro álgico e inflamatório diminuindo a dor, o espasmo muscular e a sensibilidade com uso do TENS do tipo BURST.
II- Mobiliza-se a cicatriz cirúrgica com movimentos circulatórios no sentido horário e anti-horário, e procede-se ao seu alongamento no sentido laterolateral e longitudinal.
III- Inicia-se também a liberação dos músculos mastigatórios, da cervical e da cintura escapular.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Fletir o membro inferior ispilateral ao lado que irá levantar.
II- Se for necessário auxílio, o paciente será impulsionado através da cintura escapular e pélvica para assumir decúbito lateral.
III- Colocar as pernas para fora do leito, com auxílio, se necessário. Com a ajuda dos membros inferiores, se possível, o corpo será impulsionado para a posição sentada.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Hiperalgesia: reação exagerada aos estímulos álgicos intensos ou repetitivos aplicados em regiões hipoestésicas.
II- Hiperpatia: dor exagerada (desproporcional) a um estímulo habitualmente doloroso.
III- Alodínea: dor devido a um estímulo que normalmente não provoca dor.
É CORRETO o que se afirma em:
I- É importante que a gestante se exercite com uma frequência de 1 a 2 vezes/semana, intensidade leve (regulada pela frequência cardíaca e escala para percepção do esforço) e duração de 10 a 15 min. (exercício aeróbico).
II- A gestante deve exercitar-se em uma faixa entre 35 e 45% da frequência cardíaca máxima para garantir uma intensidade adequada na redução dos níveis de glicose sanguínea, sem causar fadiga excessiva.
III- Os sinais de alerta para a interrupção dos exercícios são: sangramento vaginal; dispneia antes do esforço; dor no peito; fadiga muscular; contrações uterinas rítmicas (mais de 3 contrações em 10 min.); trabalho de parto pré-termo; diminuição dos movimentos fetais; perda de líquido amniótico e sintomas de hipoglicemia.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A profundidade de penetração do tecido é determinada pela intensidade do ultrassom, e não pela frequência.
II- A energia de ultrassom gerada a 1 MHz é transmitida através de tecidos mais superficiais e absorvida primariamente nos tecidos mais profundos, de 2 a 5 cm.
III- A frequência de 3 MHz não é absorvida apenas superficialmente, mas também é absorvida três vezes mais rapidamente do que a frequência do ultrassom de 1 MHz.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Os materiais que exploram empuxo são materiais com baixa densidade, podem ser de material plástico e inflável (ou não), de etaflon, isopor ou etano-vinil-acetato.
II- Os materiais que exploram a turbulência/arrasto são materiais com pouco poder de flutuação, mas que apresentam uma área frontal que oferece resistência aos movimentos.
III- Os implementos híbridos são resistores que apresentam apenas o poder de resistência da flutuação e da turbulência ou arrasto.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A técnica de aplicação da estimulação elétrica para o tratamento de feridas pode ser mono ou bipolar, conforme o posicionamento dos eletrodos.
II- Como as correntes unidirecionais (polarizadas) apresentam polos fixos e a polaridade apresenta efeito distinto na estimulação do processo cicatricial, a maioria dos estudos tem utilizado a técnica monopolar. Nesta técnica, o eletrodo ativo é posicionado sobre a ferida e outro eletrodo, preferencialmente maior, considerado dispersivo, é posicionado adjacente ao eletrodo ativo, porém, na pele íntegra.
III- Se a ferida estiver relacionada com a osteomielite, a utilização da estimulação elétrica está contraindicada.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: CPCON.
Com base no gráfico, sabendo que 11 alunos ganharam medalha de PRATA e que, dos alunos inscritos, 100 não realizaram a prova, assinale a alternativa CORRETA que corresponde à quantidade de alunos que se inscreveram na ONC-2024.
Fonte: CPCON. O quadro fictício a seguir indica o percentual de notas máximas (1000 pontos), por região do Brasil, obtidas em um exame nacional que foi aplicado no intervalo compreendido entre os anos 2016 e 2020.

Com base no quadro acima, calcule a média percentual de cada região no período compreendido entre os anos de 2016 e 2020 e assinale a alternativa CORRETA que indica a região onde se encontra a mediana das médias.