Questões de Concurso Para fisioterapeuta

Foram encontradas 42.276 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3281057 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com o site oficial do município de Turvo/SC, leia a estrofe a seguir retirada do hino oficial municipal:

Ondulando arrozais cor de ouro
Afagados aos ventos do mar,
És tapete ao _______ da montanha
Florescendo em riqueza sem par.
Salve Turvo ______ generoso,
Cada filho que tens é uma flor.
Tuas _______ bordadas de frutos,
Tua gente é bordada de amor

Complete as lacunas com a alternativa CORRETA:


Alternativas
Q3281054 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
A partícula “que” apresenta diversas classificações morfológicas, sendo um coringa na língua portuguesa. Assinale a alternativa que classifique de forma CORRETA o uso específico da partícula “que”, tendo como referência o contexto do trecho abaixo:

O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”.

Alternativas:
Alternativas
Q3281053 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Advérbios são palavras que indicam ideia de circunstância e sintaticamente são tratados como termos acessórios, ou seja, se forem retirados, a oração continua tendo sentido, mesmo que não seja exatamente o mesmo, pois a circunstância expressa pelo advérbio não estaria mais presente. Levando o exposto em consideração, o advérbio destacado abaixo expressa circunstância de:

Daí para diante, só o analista tomou chimarrão.

Alternativas:
Alternativas
Q3281052 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Em virtude de o fluxo narrativo estar pautado na presença em uma conversa entre paciente e psicanalista, há a presença de muitos diálogos. Na fala abaixo, há a presença de uma vírgula para marcar qual estrutura sintática?

Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

Alternativas:
Alternativas
Q3281051 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Os vocábulos “Oigatê” e “Oigalê” são bastante representativas do vocabulário gaúcho, principalmente longe dos grandes centros. Essas palavras expressam alegria e/ou satisfação e estão classificadas morfologicamente como:
Alternativas
Q3281050 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
O analista de Bagé é um conhecido personagem recorrente em crônicas de Luis Fernando Veríssimo, sendo uma sátira ao comportamento do gaúcho do interior do estado.

Sobre a linguagem empregada na crônica, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3280540 Português
Texto 01


Prometer menos, viver mais

   [...] Há muitos anos – talvez desde garota – eu gosto de aproveitar esses dias finais para relembrar o que foi vivido nos últimos 365 dias (em 2024, 366!) e, especialmente, para traçar minhas metas e objetivos para o ano seguinte.

  Essa lista costumava ser enorme: eu inconscientemente acreditava que, na virada do ano, seria abastecida de toda a energia necessária para mudar hábitos e construir o estilo de vida que eu tanto desejava, além de achar que aqueles sonhos todos poderiam se realizar (nem com passe de mágica…). Minha lista tinha metas irreais, audaciosas e acabava sempre por gerar frustração. Afinal, por mais que eu desejasse mudar muitas coisas na minha vida e concretizar tantos planos, talvez a lista contemplasse coisas demais.

   Nos últimos tempos, notei que minhas resoluções ficaram menores. Pensei, com um certo ar de preocupação: “será que estou menos entusiasta de mim mesma?”. Mas talvez seja só um olhar mais maduro sobre o que, de fato, damos conta de fazer. Não que eu ainda não tenha desejos grandiosos ou sonhos que demandem toda a energia de renovação, mas sim que talvez eu esteja mais apaziguada de que nem sempre damos conta de realizar tudo aquilo que intencionamos – e isso não é sinal nenhum de fracasso…

   Afinal de contas, a vida não é o que a gente planeja. A vida é o que a gente vive. E, honestamente, por mais assustador que isso possa parecer para algumas pessoas, temos muito pouco controle sobre os acontecimentos. Daí, planejar é um ótimo start para nossas realizações, mas não garante que tudo aquilo sairá do papel. Menos ainda conforme o planejado.
 
   Por isso, para 2025, eu quero desejar poucas coisas. Mas talvez as mais importantes para o meu momento. Cuidar do meu corpo em sua integralidade – entendendo que parte física e mental caminham juntas – e de forma amorosa. Respeitar os meus próprios limites para não viver uma vida ansiosa e sobrecarregada. Me preocupar menos com o que não está em minhas mãos. Dançar conforme a música – porque, quando a gente não aceita o que se apresenta, tudo fica mais difícil. E olhar para o mundo com olhos de encantamento, celebrando o privilégio de estar aqui (mesmo se nada tão grandioso assim me acontecer).

   Enfim, prometer menos, viver mais.
   

Fonte: ZANELATO, Débora. Prometer menos, viver mais. Disponível em: vidasimples.co/colunista/quero-prometer-menos-e-viver-mais/. Acesso em: 19 fev. 2025. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do texto: “[...] Há muitos anos – talvez desde garota – eu gosto de aproveitar esses dias finais para relembrar o que foi vivido nos últimos 365 dias (em 2024, 366!) e, especialmente, para traçar minhas metas e objetivos para o ano seguinte.” Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir da passagem indicada.

I- A informação entre parênteses “(em 2024, 366!)” indica que o ano de 2024 passou tão devagar que pareceu ter um dia a mais, quando, na verdade, teve os mesmos 365 dias de todos os anos.

II- Os últimos dias do ano são usados, habitualmente, para fazer uma retrospectiva do que foi experienciado durante o ano de 2024.

III- A informação entre parênteses “(em 2024, 366!)” constrói uma ironia, pois expressa que o ano de 2024 foi permeado por acontecimentos ruins, dando a impressão de que teve mais dias.

IV- A ação de relembrar o que foi vivido durante o ano tem, principalmente, o objetivo de focar e verificar os erros cometidos para que eles não se repitam.

V- A informação entre parênteses “(em 2024, 366!)” permite concluir que 2024 foi um ano bissexto, que é o ano ao qual é acrescentado um dia extra ao mês de fevereiro, ficando com 366 dias, um dia a mais do que os anos normais de 365 dias.



Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3280539 Fisioterapia
A escoliose é uma enfermidade grave, quase sempre benigna, antiestética, por provocar deformidades torácicas que comprometem o aspecto e a qualidade de vida. Ela causa uma morbidade notável e pode tornar-se uma doença grave e até mortal, caso comprometa as funções cardiorrespiratórias. Além das consequências, acrescenta-se o custo econômico das reduzidas capacidades de trabalho, que afeta toda a sociedade. Um tipo de intervenção fisioterapêutica para a escoliose é a prática cinesiológica no tratamento cirúrgico. Essa intervenção é composta de duas fases: a fase de preparação à intervenção e a fase de reeducação pós-operatória. As afirmativas a seguir descrevem essas fases e as suas peculiaridades. Analise-as.

I- Na fase de preparação à intervenção, o programa de reabilitação visa à tomada de consciência através do relaxamento e da educação respiratória.

II- Na fase de reeducação pós-operatória, a retomada de uma atividade, segmentária, mesmo que modesta, feita na cama, iniciada geralmente depois do 15º dia da intervenção, compreende o uso de exercícios respiratórios curtos e prudentes, movimentos dos membros superiores e inferiores de forma semiativa e guiada, partindo das articulações distais e contrações não máximas da parede abdominal.

III- Na fase de reeducação pós-operatória, com o uso de protetor (gesso), confeccionado depois do 20º dia da intervenção, as atividades cinesioterápicas devem desenvolver uma função integradora mediante exercícios respiratórios, exercícios de alongamento em várias posições, efetuados primeiramente em posições estáticas e depois dinâmicas, e exercícios isométricos para a musculatura longa e transversal.

IV- Na fase de preparação à intervenção, o programa de reabilitação utiliza exercícios de alongamento passivo com tração em decúbito e sentado, com o objetivo de promover uma redução maior das curvas para minimizar as dificuldades de mobilização na sala cirúrgica.


Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3280538 Fisioterapia
Ao se avaliar um paciente para a reabilitação fisioterapêutica do aparelho locomotor (músculos, tendões, ligamentos e sistema osteoarticular), utilizam-se manobras semiológicas importantes. No caso de um paciente que apresenta instabilidade da porção longa do tendão do bíceps no sulco bicipital no ombro, é utilizado o teste de
Alternativas
Q3280537 Fisioterapia
Caso clínico: Paciente sexo feminino, 19 anos de idade, jogadora de voleibol, é levada à clínica de fisioterapia usando órteses para o pé e tornozelo esquerdo. A jogadora apresenta sinais inflamatórios significativos, inchaço e dor aos movimentos de dorsoflexão e flexão plantar, com piora da dor ao apoio sobre o pé e tornozelo lesionado. Imediatamente o fisioterapeuta iniciou o tratamento para reduzir o processo inflamatório e promover analgesia ao paciente, pensando em evoluir o tratamento com o objetivo de alcançar uma boa recuperação da lesão para que a paciente volte a jogar. Aplicando os recursos fisioterapêuticos adequados, para essa paciente, nessa fase inicial, está(ão) indicado/a(s)
Alternativas
Q3280536 Fisioterapia
Na marcha, o glúteo médio atua mais como haste de sustentação, impedindo que o quadril que não está suportando o peso penda, o que causa o desequilíbrio. O teste semiológico utilizado para avaliar o músculo glúteo médio e afastar essa condição clínica é denominado
Alternativas
Q3280535 Fisioterapia
Visando ao trabalho de reabilitação motora, o fisioterapeuta realiza uma avaliação físico-funcional do paciente, ou seja, um exame detalhado da função dos grupos musculares acometidos. Para a realização de um adequado programa de reabilitação, é necessário conhecer a anatomia funcional de cada grupo muscular. Baseando-se na anatomia funcional dos grupos musculares dos membros inferiores, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q3280534 Fisioterapia
As doenças pulmonares podem comprometer os volumes e as capacidades pulmonares, e restringir o funcionamento do sistema respiratório levando a doenças agudas e crônicas, ou até mesmo a condições clínicas de difícil controle. Nesse contexto, pode-se afirmar:
Alternativas
Q3280533 Fisioterapia
A lombalgia é conceituada como uma dor localizada na região lombar mais especificamente entre a borda inferior dos arcos costais e a prega glútea. Trata-se de uma queixa muito comum dos pacientes que procuram o atendimento fisioterapêutico. Já a lombociatalgia, ou ciática, como também é conhecida, trata-se de dor localizada na região lombar com irradiação para o membro inferior. Esse tipo de dor pode acometer ambos os membros inferiores. A principal ferramenta para o fisioterapeuta identificar corretamente o tipo de dor lombar é a anamnese. O diagnóstico para a lombalgia é clínico. Dessa forma, os fisioterapeutas baseiam o exame na inspeção, no exame de motricidade, no exame de sensibilidade e na realização de algumas manobras semiológicas. As afirmativas a seguir descrevem essas etapas da avaliação, avalie-as e marque a alternativa CORRETA.

I- O exame de motricidade inclui os testes de força motora, reflexos tendinosos profundos, tônus muscular e trofismo muscular.
II- O exame físico pode revelar hipotrofia muscular sugestiva de lesão de nervos espinhais lombares.
III- A manobra de Romberg, utilizada para avaliar o desequilíbrio, é considerada positiva em pacientes com lombalgia por estenose do canal vertebral lombar.
IV- Os pacientes com lombociatalgia podem exibir uma hipoestesia no dermátomo correspondente ao nervo espinhal acometido pela hérnia de disco lombar.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3280532 Fisioterapia
Caso clínico: Paciente, 43 anos de idade, gênero masculino, sedentário, resolve atender um convite dos amigos para mudança de hábitos e iniciar a atividade física com uma pedalada noturna. Ansioso e com muita expectativa, adquiriu a bicicleta e os acessórios necessários para o novo desafio. Saíram pela BR 365, saída de Montes Claros (MG) para a cidade de Pirapora (MG). Subiram a serra, fizeram uma parada para descanso e retornaram pelo mesmo caminho. Durante a descida da serra, ele assustou-se com o grande fluxo de carretas que desciam em alta velocidade, desequilibrou-se e caiu no acostamento, sendo lançado fora da pista. Logo seus amigos perceberam uma deformidade no seu punho direito. Chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que imediatamente o levou para o pronto-socorro do hospital mais próximo. O raio X revelou uma fratura da extremidade distal do rádio. O ortopedista de plantão realizou o exame físico e constatou uma importante limitação na flexão do punho seguida de dor acentuada ao movimento, o que era sugestivo de lesão de nervo periférico causada pela fratura ao nível do punho direito. O exame funcional identificou hipoestesia térmico-álgica, tátil epicrítica e vibratória na região entre o polegar e a face radial do 4º dedo da mão direita, paresia grau 3 para flexão de punho, grau 0 para flexão de dedos e mão em posição de “mão em benção” ao tentar flexionar os dedos da mão direita. Esses sinais clínicos encontrados na avaliação ortopédica desse paciente são compatíveis com a lesão do nervo
Alternativas
Q3280531 Fisioterapia
Traumatismo, infecção (poliomielite), distúrbios vasculares, doenças degenerativas e neoplasias podem produzir lesão do neurônio motor inferior ao destruir o corpo celular na coluna cinzenta anterior ou seu axônio na raiz anterior ou no nervo espinhal. Os sinais clínicos presentes nos pacientes com a síndrome desse neurônio motor são:
Alternativas
Q3280530 Fisioterapia
Os nervos cranianos são comumente lesionados por traumatismos ou doenças, e os testes de sua integridade são parte essencial de todo exame físico. Existem 12 pares de nervos cranianos, que suprem funções motoras e sensitivas ou ambas. Para a realização do adequado exame clínico, é necessário conhecer a anatomia funcional de cada um dos 12 pares de nervos cranianos. Assinale a alternativa que apresenta corretamente as suas funções.
Alternativas
Q3277584 Fisioterapia
A fisioterapia é uma área fundamental no processo de reabilitação, utilizando diferentes tipos de exercícios para melhorar a função e mobilidade dos pacientes.
Com base nas informações sobre os tipos de exercícios, analise as afirmativas a seguir:

I. O exercício ativo é aquele realizado pelo paciente sem a ajuda de outra pessoa ou equipamento, sendo executado de forma independente.
II. O exercício ativo -assistido é quando o paciente realiza o movimento com o auxílio de outra pessoa ou equipamento, principalmente em casos de dor ou limitações na amplitude de movimento.
III. O exercício passivo é aquele em que o paciente não realiza nenhum esforço, sendo o terapeuta ou outra pessoa responsável por movimentar a articulação do paciente para prevenir contraturas e manter a mobilidade.
IV. O exercício passivo é realizado unicamente por equipamentos mecânicos, dispensando a intervenção do terapeuta ou de outras pessoas.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3277583 Fisioterapia
As malformações congênitas podem afetar diversas áreas do desenvolvimento infantil e exigem acompanhamento médico especializado. Abaixo estão algumas dessas malformações, e sua correta identificação é fundamental para o tratamento adequado.
Relacione cada uma das malformações listadas a sua definição CORRESPONDENTE:

1. Hidrocefalia
2. Mielomeningocele
3. Microcefalia
4. Pé torto congênito
5. Torcicolo congênito

a) Condição caracterizada por um desenvolvimento anormalmente pequeno do cérebro, resultando em uma cabeça de tamanho inferior ao esperado para a faixa etária.
b) Alteração muscular no pescoço, onde ocorre o encurtamento de um dos músculos do pescoço, levando a uma rotação e inclinação anormal da cabeça.
c) Acúmulo excessivo de líquido cefalorraquidiano nos ventrículos cerebrais, o que pode causar aumento da pressão intracraniana e danos ao cérebro.
d) Malformação nos pés, onde ocorre uma deformidade, com os pés virados para baixo e para dentro, podendo afetar o alinhamento dos ossos e articulações.
e) Tipo de espinha bífida, onde há falha no fechamento do tubo neural durante o desenvolvimento fetal, resultando em protrusão da medula espinhal e meninges para fora da coluna vertebral.

Selecione a alternativa que apresenta a associação CORRETA: 
Alternativas
Q3277582 Fisioterapia
Joana, 58 anos, com histórico de hipertensão, diabetes tipo 2 e osteoartrite nos joelhos, apresenta dificuldade no controle glicêmico, dor nas articulações e cansaço frequente. Após avaliação fisioterapêutica, é proposto um plano de tratamento focado na prevenção e controle das complicações dessas condições crônicas.
Qual abordagem fisioterapêutica seria mais eficaz para o manejo das suas condições: 
Alternativas
Respostas
8401: C
8402: A
8403: D
8404: E
8405: A
8406: C
8407: D
8408: E
8409: B
8410: A
8411: D
8412: A
8413: C
8414: E
8415: B
8416: D
8417: C
8418: E
8419: D
8420: C