Foram encontradas 42.214 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.
Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.
Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.
Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.
Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.
Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
A avaliação da força muscular por meio de testes manuais é um componente essencial do exame fisioterapêutico. A graduação da força, frequentemente baseada na escala de Kendall, segue critérios específicos de movimento e resistência. Sobre a aplicação desses critérios, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O grau 3 (Regular) é atribuído quando o músculo é capaz de completar toda a amplitude de movimento contra a ação da gravidade, mas sem suportar qualquer resistência manual.
(__)Para testar um músculo com graduação 2 (Fraco), o paciente deve ser posicionado de forma a minimizar a ação da gravidade sobre o movimento.
(__)O grau 5 (Normal) é determinado quando o músculo completa a amplitude de movimento contra a gravidade e suporta uma resistência manual máxima, sendo esta resistência igual para todos os músculos do corpo.
(__)A presença de qualquer contração muscular palpável ou visível, sem que haja movimento do segmento, corresponde ao grau 0 (Zero).
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
A paralisia cerebral (PC) é um grupo de desordens permanentes do desenvolvimento do movimento e da postura, atribuídas a um distúrbio não progressivo que ocorreu no cérebro em desenvolvimento. Sobre as características motoras na PC, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O padrão motor predominante na PC é a espasticidade, caracterizada por um aumento da resistência ao estiramento muscular passivo, dependente da velocidade.
(__)A persistência dos reflexos primitivos, como o reflexo tônico cervical assimétrico (RTCA), além da idade esperada, é um sinal clínico comum na avaliação de lactentes com PC.
(__)A classificação da PC do tipo discinética está associada a lesões nos gânglios da base e se manifesta por movimentos involuntários, flutuantes e descoordenados.
(__)Todos os indivíduos com PC apresentam, obrigatoriamente, deficiência intelectual associada, sendo este um critério diagnóstico para a condição.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
No tratamento da tendinopatia patelar (joelho do saltador), uma abordagem terapêutica baseada em evidências envolve a aplicação de exercícios específicos para modular a dor e promover a remodelação tecidual. Analise as seguintes condutas:
I. Realização de contrações isométricas do quadríceps, com carga elevada e sustentadas por 30-45 segundos, como estratégia inicial para analgesia aguda.
II. Implementação de um programa de treinamento de força progressivo, com ênfase na fase excêntrica do movimento de agachamento em base instável (declive).
III. Prescrição de repouso absoluto por um período de 4 a 6 semanas como medida principal para permitir a cicatrização completa do tendão.
Está correto o que se afirma em:
Na análise epidemiológica, os indicadores de saúde são medidas utilizadas para descrever e avaliar o estado de saúde de uma população. Sobre os conceitos de incidência e prevalência, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A incidência mede a frequência de casos novos de uma doença em uma população durante um período de tempo específico, sendo um indicador do risco de adoecer.
(__)A prevalência representa o número total de casos (novos e antigos) de uma doença existentes em um ponto específico no tempo, em relação à população total.
(__)Doenças crônicas de longa duração e baixa letalidade tendem a ter uma prevalência alta em comparação com sua incidência.
(__)Uma campanha de prevenção primária eficaz para uma doença transmissível tem como efeito esperado o aumento imediato da prevalência dessa doença na população.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
A relação ventilação/perfusão (V/Q) é um conceito central na fisiologia respiratória, descrevendo a correspondência entre a ventilação alveolar e o fluxo sanguíneo capilar pulmonar. O desequilíbrio nessa relação é a principal causa de hipoxemia. Analise as afirmativas a seguir:
I.Em um indivíduo saudável na posição ortostática, as bases pulmonares são mais perfundidas e mais ventiladas que os ápices, porém a relação V/Q é maior nos ápices.
II.Uma embolia pulmonar, ao obstruir o fluxo sanguíneo para uma área do pulmão, cria uma unidade de espaço morto, onde a relação V/Q tende ao infinito.
III.Em uma atelectasia, onde uma unidade alveolar está colapsada mas continua a ser perfundida, a relação V/Q se aproxima de zero, caracterizando uma unidade de shunt.
Está correto o que se afirma em: