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Q3748392 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Sem prejuízo à sintaxe do período e ao sentido textual, o trecho “Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.”, poderia ser reescrito como 
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Q3748391 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
No trecho “As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória.”, a expressão “do espaço agrário”, no contexto em que é empregada, sem prejuízo à correção gramatical e ao contexto de emprego, pode ser substituída por
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Q3748390 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


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O trecho “Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros.”, preservando‑se os aspectos sintáticos e semânticos do período original, poderia ser reescrito como
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Q3748389 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


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Nos trechos “O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior” e “Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro”, as expressões “ferrovias” e “estradas de ferro” são
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Q3748388 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


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No trecho “Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.”, sem prejuízo à correção gramatical, a expressão “dos quais” pode ser substituída por
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Q3748387 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


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No trecho “O século XIX assistiu a intenso desmatamento”, a forma verbal “assistiu a”, sem prejuízo à correção gramatical e à coerência textual, pode ser substituída por
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Q3748386 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


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Considerando o trecho “Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.”, assinale a opção em que o trecho textual, com os sinais de pontuação, poderia ser suprimido do texto original, sem prejuízo à correção gramatical e à coerência textual. 
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Q3748385 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


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Do trecho “Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território estava ocupada.”, infere‑se que São Paulo
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Q3748384 História
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


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Epidemias paralisam o desenvolvimento econômico, social, político e cultural, interferindo na trajetória demográfica dos locais onde se disseminam. Assustam, provocam perplexidade, medo e pânico na população, desestruturam a vida familiar e dos indivíduos envolvidos, pois muitos morrem e aqueles que não chegam ao óbito permanecem doentes por algum tempo, necessitando de cuidados. A partir dessas informações, deduz‑se do texto que cenários como o referido
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Q3748383 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


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Conforme o texto, na região de Ribeirão Preto, só foi possível acionar medidas de segurança e controlar a proliferação da doença e, consequentemente, dos vetores quando
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Q3748382 Saúde Pública
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Compreende‑se do texto que as ações determinantes para o controle dos surtos da febre amarela ocorridos na região cafeeira incluíram  
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Q3748381 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
A narrativa do texto perpassa a história de
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Q3748380 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
De acordo com o texto, “As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória.”, o que se explica pelo fato de que
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Q3748379 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Depreende‑se do texto que, à época, a região cafeeira que integrava a província de São Paulo e que, após 1889, viria a compor o estado de São Paulo
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Q3748378 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
O tema central do texto em análise é
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Ano: 2025 Banca: EDUCA Órgão: Prefeitura de Brejo do Cruz - PB Provas: EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Agente Fiscal de Tributos | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ginecologista e Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Terapeuta Ocupacional | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fonoaudiólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Urologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Neuropsicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Veterinário | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Nutricionista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Bucomaxilofacial | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Periodondista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Supervisor Pedagógico – Classe C | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Música | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Cardiologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Clínico Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Geriatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Anos Iniciais | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Educação Infantil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Arte | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Ciências | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Inglês | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Matemática | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Arquiteto | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Assistente Social | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Biomédico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Contador | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro PSF | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Ambiental | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Civil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fisioterapeuta | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Otorrinolaringologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Pediatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Traumatologista e Ortopedista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ultrassonografista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Unidade Básica de Saúde | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Farmacêutico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Português | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Profissional de Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicólogo |
Q3744661 Literatura
Embora também demonstrasse traços do romantismo na sua criação literária, ele foi considerado o primeiro escritor do realismo nacional. O carioca é conhecido principalmente pelo seu trabalho como contista e romancista, mas escreveu obras de vários gêneros, incluindo poesia. Embora em menor quantidade, o autor escreveu versos de tom confessional onde abordava temas como o amor, os relacionamentos e até a morte da sua esposa, Carolina.
O Poeta e escritor que o texto faz referência é:
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Ano: 2025 Banca: EDUCA Órgão: Prefeitura de Brejo do Cruz - PB Provas: EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Agente Fiscal de Tributos | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ginecologista e Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Terapeuta Ocupacional | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fonoaudiólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Urologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Neuropsicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Veterinário | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Nutricionista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Bucomaxilofacial | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Periodondista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Supervisor Pedagógico – Classe C | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Música | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Cardiologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Clínico Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Geriatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Anos Iniciais | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Educação Infantil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Arte | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Ciências | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Inglês | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Matemática | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Arquiteto | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Assistente Social | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Biomédico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Contador | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro PSF | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Ambiental | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Civil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fisioterapeuta | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Otorrinolaringologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Pediatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Traumatologista e Ortopedista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ultrassonografista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Unidade Básica de Saúde | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Farmacêutico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Português | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Profissional de Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicólogo |
Q3744660 Atualidades
É um bloco econômico composto por 27 países. Seu objetivo principal é promover a integração política e econômica entre os membros, eliminando barreiras comerciais e criando um mercado único. Possui uma moeda comum, sendo considerada uma das maiores potências econômicas do mundo.
O texto faz referência ao bloco econômico:
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Ano: 2025 Banca: EDUCA Órgão: Prefeitura de Brejo do Cruz - PB Provas: EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Agente Fiscal de Tributos | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ginecologista e Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Terapeuta Ocupacional | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fonoaudiólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Urologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Neuropsicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Veterinário | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Nutricionista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Bucomaxilofacial | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Periodondista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Supervisor Pedagógico – Classe C | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Música | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Cardiologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Clínico Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Geriatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Anos Iniciais | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Educação Infantil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Arte | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Ciências | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Inglês | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Matemática | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Arquiteto | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Assistente Social | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Biomédico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Contador | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro PSF | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Ambiental | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Civil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fisioterapeuta | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Otorrinolaringologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Pediatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Traumatologista e Ortopedista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ultrassonografista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Unidade Básica de Saúde | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Farmacêutico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Português | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Profissional de Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicólogo |
Q3744659 Economia
O último levantamento do Banco do Brasil, publicado na sexta-feira (3), reiterou as últimas duas projeções anteriores: que registrou a maior taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre todas as unidades da Federação do País em 2024. Dados do estudo da “Resenha Regional de Assessoramento Econômico do Banco do Brasil” mostram que a atividade econômica do Estado cresceu 6,6% no ano passado, enquanto a média do Nordeste (3,8%) e do País (3,5%) cresceram abaixo.
O Estado do Nordeste que teve o maior crescimento do PIB, em 2024, foi: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: EDUCA Órgão: Prefeitura de Brejo do Cruz - PB Provas: EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Agente Fiscal de Tributos | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ginecologista e Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Terapeuta Ocupacional | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fonoaudiólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Urologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Neuropsicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Veterinário | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Nutricionista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Bucomaxilofacial | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Periodondista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Supervisor Pedagógico – Classe C | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Música | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Cardiologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Clínico Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Geriatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Anos Iniciais | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Educação Infantil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Arte | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Ciências | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Inglês | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Matemática | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Arquiteto | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Assistente Social | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Biomédico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Contador | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro PSF | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Ambiental | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Civil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fisioterapeuta | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Otorrinolaringologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Pediatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Traumatologista e Ortopedista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ultrassonografista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Unidade Básica de Saúde | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Farmacêutico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Português | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Profissional de Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicólogo |
Q3744658 Meio Ambiente
O Acordo de Paris foi aprovado pelos 195 países Parte da UNFCCC para reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável. O compromisso ocorre no sentido de manter o aumento da temperatura média global em bem menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais e de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.
O Acordo reforçou os princípios da UNFCCC e introduziu o(s) objetivo(s):

I. Manter o aumento da temperatura global bem abaixo de 2º C, com esforços para limitá-lo a 1,5º C.
II. Incrementar capacidades de adaptação e resiliência.
III. Alinhar os fluxos financeiros aos demais objetivos do Acordo.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Ano: 2025 Banca: EDUCA Órgão: Prefeitura de Brejo do Cruz - PB Provas: EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Agente Fiscal de Tributos | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ginecologista e Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Terapeuta Ocupacional | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fonoaudiólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Urologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Neuropsicopedagogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Veterinário | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Nutricionista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Bucomaxilofacial | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo Periodondista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Supervisor Pedagógico – Classe C | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Odontólogo | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Música | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Psiquiatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Cardiologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Clínico Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Geriatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Anos Iniciais | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe A – Educação Infantil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Arte | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Ciências | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Inglês | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Matemática | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Arquiteto | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Assistente Social | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Biomédico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Contador | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro CAPS | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Obstetra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro Plantonista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Enfermeiro PSF | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Ambiental | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Engenheiro Civil | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Fisioterapeuta | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Otorrinolaringologista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Pediatra | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Traumatologista e Ortopedista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Ultrassonografista | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Médico Unidade Básica de Saúde | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Farmacêutico | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Professor Classe B – Português | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Profissional de Educação Física | EDUCA - 2025 - Prefeitura de Brejo do Cruz - PB - Psicólogo |
Q3744657 Direito Eleitoral
De acordo com o art. Art. 81 da Lei Orgânica do Município de Brejo do Cruz, o Plebiscito e o Referendo podem ser realizados mediante:
Assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Respostas
6201: B
6202: A
6203: E
6204: C
6205: C
6206: D
6207: E
6208: E
6209: D
6210: C
6211: A
6212: C
6213: B
6214: B
6215: D
6216: B
6217: A
6218: C
6219: D
6220: B