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Q3750496 Direito Constitucional
(PMM/URCA 2025) “Em face de todas as razões até aqui expostas, e tendo em conta a possibilidade e a conveniência de se acentuar o componente jurídico do Estado, sem perder de vista a presença necessária dos fatores não jurídicos, parece-nos que se poderá conceituar o Estado como a ordem jurídica soberana que tem por fim o bem comum de um povo situado em determinado território” (Dallari, 2007, p. 119. Elementos de Teoria geral do Estado. Grifo no original).

Para o professor Dalmo de Abreu na obra acima citada, a noção de poder se encontra implícita em qual elemento do estado:
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Q3750495 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos. Embora grafados de maneira distinta, os termos destacados apresento o mesmo som. Dadas as palavras a seguir, marque a que apresenta desvio da norma.
Alternativas
Q3750494 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
 (PMM/URCA 2025) Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas... Recebe acento pela mesma palavra em destaque:
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Q3750493 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) Aponte a opção em desacordo com as regras de concordância nominal:
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Q3750491 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
 (PMM/URCA 2025) ... para me apresentarem à força ao temível cometa. Existe uma regra que justifica o uso do sinal indicativo de crase no termo destacado. Tal justificativa se encontra, em:
Alternativas
Q3750490 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) O termo destacado a seguir, sintaticamente, é classificado como: As pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê ...
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Q3750489 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) Uma leitura geral do texto nos permite inferir:

I. A passagem de um cometa marcou a vida da escritora. Ela nos apresenta de maneira clara e precisa suas considerações acerca da vida, do tempo e da finitude, ao fazer um paralelo com os mistérios do universo.
II. O texto fala da condição humana perante a inexorabilidade da morte.
III. Dentre as informações contidas, a preocupação e o cuidado com a infância são ressaltos como fundamentais para uma convivência pacífica.
IV. O modo de vida das pessoas é particular e intransferível; cada um imprime, à sua volta, o sentido que lhe à possível e/ou conveniente.
V. Esse é um bom exemplo de como as crônicas podem abordar assuntos banais do cotidiano para mergulhar em questões subjetivas e circunstanciais da vida.
Alternativas
Q3750488 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) Levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela. O termo em destaque pode ser substituído, sem alterar o sentido, por:
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Q3750487 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas? Tal excerto pode ser compreendido como:
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Q3750486 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) Dadas as proposições, indique a que não corresponde  às ideias do texto:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3750003 Matemática
Os números decimais estão presentes no nosso dia a dia em diversas situações. Eles são essenciais para expressar valores não inteiros com precisão, em situações como preços de produtos, medidas de massa, distâncias e etc.
Em um posto de gasolina, o preço da gasolina aditivada é R$ 6,89.
Assinale a alternativa que apresenta a decomposição correta desse número.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3750002 Matemática
Um caminhão de carga transporta semanalmente 23160 latas de cerveja em caixas que contêm duas dúzias de latas cada. Quantas caixas esse caminhão transporta semanalmente?  
Alternativas
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Q3750001 Matemática
Se a divisão de um número natural por outro, não nulo, é exata, o segundo número é divisor do primeiro. Sabendo disso, podemos dizer que o número 90 possui:
Alternativas
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Q3750000 Matemática
Marcos deseja dividir dois pedaços de madeira que medem, respectivamente, 40 metros e 72 metros, em pedaços de mesmo comprimento e de maior tamanho possível. Qual comprimento máximo de cada pedaço de madeira?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749999 Raciocínio Lógico
O restaurante de Luiz oferece refeições a preço fixo com direito a um prato principal, uma bebida e uma fruta. O restaurante oferece 3 opções de prato principal, 4 opções de bebida e 6 opções de frutas. Quantas refeições diferentes é possível montar no restaurante de Luiz?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749998 Noções de Informática
Sobre os conceitos, características, vantagens e desvantagens das redes sociais, analise as afirmações a seguir:

I. As redes sociais permitem o compartilhamento rápido de informações, facilitando a comunicação entre pessoas e empresas em diferentes lugares do mundo.
II. As redes sociais garantem total segurança e privacidade dos dados, desde que os usuários aceitem os termos de uso.
III. O uso excessivo de redes sociais afeta a produtividade e pode expor informações pessoais, colocando em risco a privacidade.
IV. As redes sociais têm finalidade exclusiva para entretenimento, não possuindo aplicações em ambientes profissionais.


Estão corretas apenas:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749997 Segurança da Informação
Engenharia social é uma técnica utilizada por criminosos para obtenção de dados sensíveis e confidenciais de usuários. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749996 Segurança da Informação
A utilização de redes sociais tem se tornado muito comum nos últimos anos. Porém, a má utilização pode representar riscos à privacidade dos usuários. Em relação às boas práticas de segurança no uso das redes sociais, assinale a alternativa correta:
Alternativas
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Q3749995 Segurança da Informação
São tipos de códigos maliciosos que podem danificar arquivos ou roubar informações:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749994 Redes de Computadores
Analise as afirmações a seguir:

I. Uma rede de computadores permite o compartilhamento de dados, impressoras e conexões entre vários dispositivos.
II. A Internet é a rede mundial que interliga computadores em diferentes países.
III. Uma Intranet é uma rede interna, restrita a uma organização, que utiliza tecnologias da Internet.
IV. O DNS é o protocolo utilizado para enviar e-mails entre usuários da Internet.
V. O roteador é o dispositivo central de uma rede de computadores que serve para armazenar os arquivos da rede.


Estão corretas:
Alternativas
Respostas
5801: C
5802: D
5803: A
5804: C
5805: A
5806: E
5807: C
5808: D
5809: B
5810: E
5811: D
5812: A
5813: E
5814: C
5815: B
5816: B
5817: C
5818: E
5819: A
5820: A