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( ) A hemoglobina é o índice mais fidedigno para determinar a gravidade da anemia. ( ) O RDW é o índice de anisocitose, avaliando objetivamente a heterogeneidade das hemácias em relação ao seu tamanho. ( ) Esferócitos são encontrados na anemia hemolítica autoimune, por exemplo. ( ) Esquizócitos são inclusões nos eritrócitos, compostas de agregados de ribossomos, associados às anemias hemolíticas, como na púrpura trombocitopênica e na coagulação intravascular disseminada. ( ) Dacriócitos são eritrócitos em forma de lágrima que aparecem em talassemias e em várias condições, como na aplasia de medula.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Sobre esse exame, assinale a alternativa correta.
I. Na suspeita de ADF, deve-se solicitar um hemograma completo (com os índices hematimétricos e avaliação de esfregaço periférico) e dosagem de ferritina. II. De acordo com os padrões diagnósticos da OMS, a ADF é leve a moderada, se a Hb fica entre 7 a 12 g/dL, e grave, se a Hb for menor que 7 g/dL, com pequenas variações de acordo com a idade, gênero ou presença de gestação. III. Para as crianças entre 6 e 59 meses de idade, a anemia é definida como uma Hb abaixo de 11 g/dL, entre 5 e 11 anos como uma Hb abaixo de 11,5 g/dL e entre 12 e 14 anos como uma Hb abaixo de 12 g/ dL. IV. Embora a Hb seja amplamente utilizada para a avaliação de ADF, ela tem baixas especificidade e sensibilidade, e um biomarcador do status do ferro, como a ferritina sérica, deve ser solicitado em conjunto. V. A anemia da puérpera é definida com uma taxa de Hb abaixo de 10 g/dL nas primeiras 48 horas ou abaixo de 12 g/dL nas primeiras semanas após o parto.
I. Descentralizar a coleta e análise (revisar, validar e codificar causalidade, gravidade, medicamento e tipo de evento adverso) das notificações recebidas capacitando e dando suporte às Vigilâncias Estaduais para tal fim. II. Coletar e analisar notificações de Estados que ainda não tenham infraestrutura para a etapa análise. III. Controle de qualidade das atividades descentralizadas e treinamento contínuo dos responsáveis pela coleta e análise nos Estados em casos de interrupção ou desvios de qualidade. IV. Desenvolver base de dados e análises periódicas para avaliar o uso racional e seguro de medicamentos e gerar sinais e hipóteses. V. Disseminar as informações para profissionais de saúde a partir de alertas, boletins e informes, para melhorar o processo decisório clínico e para ampliar as notificações.
Das alternativas apresentadas, assinale a CORRETA.
I. Na fase inicial, o paciente pode apresentar febre, suor, fraqueza, palidez, náuseas e tosse. II. Após o surgimento das formas adultas no intestino podem ocorrer desconforto abdominal, cólicas intermitentes, perda de apetite, diarreia, dores musculares e anemia de diversos graus. III. Redução da capacidade de ingestão de alimentos e a má absorção de nutrientes. IV. A migração de grandes quantidades de larvas pelo fígado e pulmão pode ocasionar desconforto na região hepática, ânsia de vômito, febre e tosse, podendo desencadear um quadro de pneumonia verminótica.
Das alternativas apresentadas, assinale a CORRETA.
I. Limitações do próprio ensaio, tais como sensibilidade e especificidade. II. Fatores relacionados a equipamentos/insumos, por ex., armazenamento inadequado de reagentes e falta de calibração ou de manutenção dos equipamentos. III. Algoritmos sub-ótimos para o diagnóstico – por isso a importância de seguir rigorosamente os fluxogramas definidos. IV. Fatores operacionais, incluindo interpretação equivocada do resultado, realização incorreta dos testes, erros na identificação e contaminação cruzada entre as amostras.
Assinale a alternativa CORRETA.

Fonte: DIAHV/SVS/MS, 2018.
1) Diagnóstico - Clínico, laboratorial e epidemiológico.
2) A leucopenia é um achado frequente. 3) O diagnóstico laboratorial é realizado por meio da sorologia para detecção de anticorpos IgM específicos para rubéola. 4) A detecção de anticorpos IgG ocorre, geralmente, após o desaparecimento do exantema, alcançando pico máximo entre 10 e 20 dias, permanecendo detectáveis por toda a vida. 5) São utilizadas as seguintes técnicas: inibição da hemaglutinação, que apesar do baixo custo e simples execução, seu uso vem sendo substituído por outras técnicas mais sensíveis, como aglutinação do látex, imunofluorescência, hemaglutinação passiva, ensaio imunoenzimático (ELISA).
1. Trocar a posição da agulha: se a agulha penetrou profundamente na veia, tracione-a um pouco para trás; se não penetrou o suficiente, avance-a até atingir a veia; 2. Se, durante o ato da coleta, houver suspeita de colabamento da veia puncionada, recomenda-se virar lenta e cuidadosamente a agulha para que o bisel fique desobstruído, permitindo a recomposição da luz da veia e a liberação do fluxo sanguíneo; 3. Tentar coletar o material com outro tubo, se o utilizado inicialmente falhar por qualquer defeito (por exemplo, por falta de vácuo); 4. Não são recomendados os movimentos de busca aleatória da veia; este tipo de movimento pode ser doloroso e pode produzir perfurações arteriais.
Das alternativas apresentadas acima, assinale a afirmativa CORRETA.