Questões de Concurso
Para engenheiro eletricista
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No circuito, é válida a relação R2 × I 1(s) = [sL + R2] × I3 (s) .
Se v(t) e i(t) forem constantes e iguais a VCC e ICC, respectivamente, então a tensão no nó
, em regime permanente, será igual a VCC + R1 × ICC. V(s) = [ R1 + R2 + 1 /sC ] x I1(s) + I(s) / sC + R2 x I3(s)
Se v1(t) for uma excitação senoidal, o módulo da impedância de entrada do circuito aumentará à medida que a frequência da excitação aumentar.
Em regime permanente senoidal, se a frequência da excitação for 10 kHz, o módulo da reatância do indutor será igual a 0,01 Ω.
Se a tensão de excitação v1(t) corresponder a um degrau de amplitude igual a 1 V, em regime permanente a corrente iR1( t ) será igual a 500 µA.
Se a tensão de excitação v 1( t ) for um degrau de amplitude igual a 10 V, então a tensão v0( t ), em regime permanente, será igual a 10/3 V.
Se v1( t ) for uma fonte de tensão independente, a constante de tempo do circuito será 1 ns.
Em regime permanente senoidal, a corrente iR 2 ( t) está adiantada em relação à corrente iL(t) por um ângulo de π/2 rad.
Em um circuito magnético, a relutância magnética depende da permeabilidade magnética do núcleo que o caracteriza.
Na caracterização da polarização de uma onda plana transversal eletromagnética, o vetor campo magnético é paralelo ao vetor campo elétrico.
Em um circuito magnético, a força magnetomotriz é proporcional ao quadrado da corrente que atravessa a bobina geradora de campo.
Considere que um material ferromagnético seja submetido a um campo magnético devido a uma excitação externa. Nesse caso, a densidade do fluxo magnético apresentada pelo material ao se remover essa excitação é denominada coercividade.
Como não há fonte de tensão independente à direita de E, essa parte do circuito não possui um modelo equivalente de Thévenin.
No domínio da frequência, no regime permanente senoidal, ao se substituir a parte do circuito à esquerda de B por um modelo equivalente de Thévenin, a tensão equivalente de Thévenin dependerá da reatância do capacitor.
Se i(t) for constante, no regime permanente a tensão no nó a será igual a R2 × v(t) /(R1 + R2).
Ao se substituir a parte do circuito à esquerda de A por um modelo equivalente de Thévenin, a impedância equivalente de Thévenin será igual a R1 × R2 / (R1 + R2).
No domínio da frequência, se o valor da resistência R3 for infinito, então, com base no princípio da superposição, é correto afirmar que a tensão sobre o capacitor não dependerá da fonte de tensão.
Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer - enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.
Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo - ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo - se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.
As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis.
(Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.)

Segundo a charge, o espaço do shopping deveria ser reservado:
Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer - enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.
Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo - ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo - se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.
As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis.
(Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.)
Isso se explica pelo fato de


