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Texto I
Aquilo por que vivi
Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.
Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.
Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.
Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.
Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1967.)
Texto I
Aquilo por que vivi
Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.
Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.
Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.
Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.
Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1967.)
Texto I
Aquilo por que vivi
Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.
Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.
Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.
Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.
Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1967.)
Texto I
Aquilo por que vivi
Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.
Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.
Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.
Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.
Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1967.)
A Norma Regulamentadora – NR10, que versa sobre segurança em instalações e serviços em eletricidade, estabelece que as instalações com carga instalada superior a 75 kW devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas.
Assinale a opção que indica documentos obrigatórios desse Prontuário.
A respeito da habilitação ao processo licitatório, regulado pela Lei nº 8.666/93, analise as afirmativas a seguir.
I. O autor do projeto básico ou executivo, pessoa física ou jurídica, não poderá participar do processo licitatório.
II. O dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável pela licitação não poderá participar do processo licitatório.
III. A empresa responsável pela elaboração do projeto básico não poderá participar do processo licitatório.
Assinale:
Uma edificação com comprimento de 16 m e largura de 6 m, é protegida contra descargas atmosféricas por meio de dois para-raios iguais, do tipo Franklin, com ângulo de proteção de 30°.
A altura dos captores em relação ao topo da edificação é:
No planejamento de uma obra, é estimado o tempo médio de execução de todas as etapas que a compõem, considerando o tempo mais provável, o otimista e o pessimista.
A probabilidade de se concluir a obra no tempo calculado, tendo sido considerado o tempo médio de todas as etapas, é de
Uma subestação possui três transformadores iguais que alimentam quadros gerais de baixa tensão independentes.
No caso de uma alteração na configuração dessa subestação, de modo que todos os transformadores e quadros gerais de baixa tensão fiquem em paralelos, o nível de curto-circuito no barramento de baixa tensão
A figura a seguir apresenta um gráfico das correntes de curto-circuito, em kA, em função das seções dos cabos, em mm2 .

A instalação elétrica tem frequência de 50 Hz e o disjuntor do circuito em questão atua em 0,08 s, quando submetido a uma corrente de curto-circuito.
Sabendo que a corrente de curto-circuito é de 1.000 A, a menor
bitola que esse circuito deve ter é
Um circuito terminal de uma instalação alimenta uma carga monofásica pontual de 5.000 VA. A tensão do circuito é de 100 V. A queda de tensão admitida para esse circuito é de 2% e sua queda de tensão unitária de 4 V/A.km (volts/Ampère.km).
O comprimento máximo para esse circuito é:
No que diz respeito à análise de resposta transitória, relacione as situações de amortecimento às respectivas características.
Situações:
( ) Criticamente Amortecido
( ) Subamortecido
( ) Sobreamortecido
Características:
1. Dois polos reais e distintos.
2. Dois polos complexos conjugados.
3. Dois polos reais e iguais.
Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo.
A respeito dos diversos tipos de isolações utilizados nos fios e cabos, tomando por base uma mesma bitola do elemento condutor, analise as afirmativas a seguir.
I. O fio ou cabo com isolação de XLPE conduz uma maior corrente elétrica em relação ao fio ou cabo com isolação de EPR.
II. O fio ou cabo com isolação de PVC conduz uma maior corrente elétrica em relação ao fio ou cabo com isolação de EPR.
III. O fio ou cabo com isolação de XLPE conduz uma maior corrente elétrica em relação ao fio ou cabo com isolação de PVC.
Assinale:
A respeito dos conversores CC-CC, CA-CC e CA-CA, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O conversor CC-CC tem a tensão média de saída controlada pela variação da corrente elétrica na entrada.
( ) O conversor CA-CC converte uma tensão CA em CC em que o valor médio da tensão é controlado pelo tempo de condução dos tiristores.
( ) O conversor CA-CA é utilizado para que se possa obter uma tensão CA variável a partir de uma tensão CA fixa.
As alternativas são, respectivamente,
A figura a seguir apresenta um gráfico das curvas de velocidade, indicadas por letras, e dos torques, indicadas por números, em função da corrente de armadura para diversos tipos de motores de corrente contínua – CC.

A curva da velocidade e a do torque do motor CC série são,
respectivamente,
Todo sistema trifásico desequilibrado pode ser decomposto por três sistemas trifásicos denominados como componentes simétricos. O operador α(1 ∠ 120°) estabelece as relações das grandezas fasoriais entre alguns de seus componentes simétricos. A tensão
, é representada, em função de seus componentes simétricos, por:
A respeito dos motores CC (corrente contínua), analise as afirmativas a seguir.
I. Para a excitação série, a queda de tensão no enrolamento de excitação é elevada em relação à tensão nominal.
II. Para a excitação em derivação, a corrente de excitação é baixa em relação à corrente nominal.
III. Para a excitação em derivação, a corrente de excitação em relação à corrente nominal depende da carga ligada ao motor.
Está correto o que se afirmar em
Um sistema que possui uma variável de entrada e uma de saída tem, como função de transferência, a relação entre essas variáveis.
A respeito de polos e zeros dessa função, assinale a afirmativa correta.