Foram encontradas 21.032 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Considere o conjunto universo S = {x ∈
, ≤ 16} em que escolhemos os seguintes subconjuntos:
A = {2,3,4,5,6}
B = {1,3,5,7,9}
C = {3,4,5,6,7}
O subconjunto resultante de A – (B ∩ C) é

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
A partir da frase: ‘As informações enganosas são em média difundidas mais rapidamente e mais amplamente que as verdadeiras’, retirada do texto, pode-se afirmar que:
I. As informações verdadeiras são mais relevantes.
II. Informações enganosas dissipam-se igualitariamente se comparadas às verdadeiras.
III. Informações enganosas são mais rápidas; já as verídicas, mais amplas.
Quais estão em DESACORDO com o fragmento
original?

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Avalie as afirmações que seguem relativamente a determinadas passagens do texto:
I. A frase ‘que realizam operações de internet sozinhos’ (l. 16) instaura um pressuposto: o que de todos os programas informáticos realizam operações de internet sozinhos.
II. Na linha 18, a forma verbal ‘poderia’ estabelece ideia de obrigatoriedade pelo fato de a propensão na difusão de informações falsas se dar em relação aos itens listados na linha 19.
III. Na linha 29, o adjetivo ‘novas’ instaura um pressuposto: o de que, além das novas regras publicadas, há outras que buscam limitar a influência dos “bots” no funcionamento da rede social, além das publicadas no final de fevereiro.
Quais estão corretas?

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Considere as seguintes hipóteses de inserção de vocábulos no texto:
I. A inserção da expressão ‘bastantes’ imediatamente antes de ‘dados’ (l. 07) não provocaria incorreção gramatical ao período.
II. Desconsiderando-se a adequação de sinais de pontuação, a inserção de ‘que deve estar sempre bastante alerta’ imediatamente após a expressão ‘ação humana (l. 17)’ manteria a correção gramatical do período.
III. A inserção de ‘grande número de’ imediatamente antes de ‘novas regras’ (l. 29) abriria a possibilidade de flexionar o verbo ‘buscar’ no singular.
Quais estão corretas?

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Avalie as seguintes propostas de substituição de vocábulos do texto:
I. A substituição do verbo ‘requerer’ (l. 11) por ‘demandar’ não implicaria alteração na estrutura do período.
II. ‘que tem relação com o’ substituiria correta e adequadamente ‘relacionadas ao’ (l. 13).
III. A troca de ‘se preocupem’ (l. 15) por ‘tem se preocupado’ não feriria as regras de concordância verbal.
Quais estão corretas?

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Avalie as afirmações acerca do vocábulo ‘tuítam’ (l. 22):
I. Não se constitui em vocábulo da Língua Portuguesa, deveria, pois, ser colocado entre aspas.
II. É acentuado em virtude da regra que determina o acento do i e do u tônicos em hiato com vogal, formando sílaba sozinhos, com ou sem s.
III. É vocábulo da Língua Portuguesa, podendo ser substituído adequadamente por teclar.
Quais estão corretas?

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Sobre o uso de sinais de pontuação no texto, afirma-se que:
I. “fake news” (l. 01) e “bots” (l. 15) são grafadas entre aspas por tratarem-se de palavras estrangeiras.
II. MIT (l. 10) poderia ser colocado entre parênteses, suprimindo-se o travessão.
III. A primeira vírgula da linha 26 e as vírgulas das linhas 11 e 29 justificam-se pela mesma regra.
IV. A vírgula da linha 27 separa uma oração coordenada aditiva.
Quais estão corretas?

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Analise as seguintes afirmações acerca de ‘Embora’ (l. 15):
I. Ainda que substituiria adequada e corretamente, sem causar incorreção à frase.
II. Porquanto poderia ser utilizado em lugar de Embora, mantendo-se a mesma relação de sentido no período.
III. A oração iniciada por ‘Embora’ exprime um fato que não se realizou ou, com toda a certeza, não se realizará.
Quais estão corretas?

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
( ) A inserção de advérbio de negação imediatamente após o vocábulo ‘muitos’ (l. 15) implicaria o deslocamento do pronome ‘se’ para imediatamente após a forma verbal ‘preocupem’ (l. 15). ( ) O pronome possessivo ‘seu’ (l. 18) informa ao leitor que o ‘estudo’ (l. 18) é o possuidor do ‘caráter de novidade’ (l. 19). ( ) ‘os quais’ substituiria adequada e corretamente a primeira ocorrência de ‘que’ na linha 16 e a ocorrência da linha 21. ( ) Se a expressão ‘__ democrata Hillary Clinton’ (l. 27) fosse substituída pelo pronome oblíquo ‘a’, a frase assumiria a seguinte forma: ‘...que derrotou-a nas eleições...’.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Avalie as seguintes afirmações a respeito do primeiro período do texto:
I. Caso ‘internautas’ e ‘programas’ (l. 02) fossem passados para o singular, outros cinco vocábulos deveriam sofrer alteração para fins de concordância.
II. ‘segundo’ (l. 03) introduz na frase a ideia de ordem, visto tratar-se de um numeral.
III. As expressões ‘mais...que’ (l. 01 e 02) expressam ideia de autoridade entre as ações que relacionam.
Quais estão corretas?

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Relativamente ao uso da crase em situações textuais, avalie as afirmações que seguem:
I. Na linha 14, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por às, à, às.
II. Na linha 17, devido à regência do vocábulo sobretudo, a lacuna pode ser preenchida por a ou por à.
III. Na linha 27, atendendo exigência de regência do verbo derrotar, a lacuna deve ser preenchida, obrigatoriamente, por a, preposição.
Quais estão INCORRETAS?
Considere o trecho abaixo:
É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é. (2° parágrafo)
Assinale a alternativa correta em relação ao trecho
Considere o trecho abaixo em seu contexto:
Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. (2° parágrafo)
Analise as afirmativas abaixo em relação ao trecho.
1. A construção “Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos” está na voz passiva.
2. O segmento “Todos […] fundamentalistas” pode ser reescrito, sem prejuízo de significado entre as orações, como “A cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, uma vez que todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos”.
3. O vocábulo “pois” funciona como conector que introduz uma oração subordinada conclusiva.
4. O vocábulo “como” introduz uma comparação entre “terroristas fundamentalistas” e “espelhos límpidos”.
5. A palavra “sejam” expressa uma ideia de alternância entre as características atribuídas a “ações e intenções”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Como as faces de Janus
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra-se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.
O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.
QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p.
52; 55-57.[Adaptado]
Como as faces de Janus
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra-se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.
O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.
QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p.
52; 55-57.[Adaptado]
Uma empresa troca seu presidente a cada 6 anos, seu vice-presidente a cada 4 anos e seu contador a cada 8 anos.
Se em 2018 a empresa trocou o presidente, o vice-presidente e o contador, qual o primeiro ano em que isso ocorrerá novamente?
Uma empresa tem 14 funcionários, dos quais 8 são homens e 6, mulheres. Para resolver um problema, é necessário montar uma comissão com 2 mulheres e 3 homens.
De quantas maneiras diferentes essa comissão pode ser escolhida?