Questões de Concurso Para engenheiro eletricista

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Q2452106 Raciocínio Lógico

Considere a proposição P referente aos números naturais.



P: se n2 é par, então n é par.



Sua contrapositiva é:

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Q2452105 Português

Observe a imagem a seguir.




Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: . Acesso em: 29 fev. 2024.


O sentido geral dessa charge é construído por meio da associação entre a linguagem verbal e a não verbal. Dessa relação advém, predominantemente, o efeito semântico de

Alternativas
Q2452104 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

Violência contra criança e adolescente

           Diariamente, somos bombardeados por notícias e informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes, tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9 anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack; precariedade dos serviços públicos para atender às necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato.

         Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança” passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança cidadã, portadora de direitos.

           Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente, é reforçada a importância da proteção à criança e ao adolescente contra todos os tipos de violência, sendo reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto, o fato de termos uma legislação que respalde a infância no Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente diferentes formas de violência (física, psicológica, social, sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui para amenizar esse quadro.

         Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos estar atentos às diferentes formas de violência, repensando algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de uma interação constante entre os diferentes segmentos da sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e adolescentes. [...]

TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em:
<http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa>. Acesso em: 29 fev. 2024.
[Adaptado].
No período “No entanto, o fato de termos uma legislação que respalde a infância no Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada”, o conectivo destacado poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por
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Q2452103 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

Violência contra criança e adolescente

           Diariamente, somos bombardeados por notícias e informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes, tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9 anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack; precariedade dos serviços públicos para atender às necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato.

         Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança” passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança cidadã, portadora de direitos.

           Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente, é reforçada a importância da proteção à criança e ao adolescente contra todos os tipos de violência, sendo reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto, o fato de termos uma legislação que respalde a infância no Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente diferentes formas de violência (física, psicológica, social, sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui para amenizar esse quadro.

         Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos estar atentos às diferentes formas de violência, repensando algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de uma interação constante entre os diferentes segmentos da sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e adolescentes. [...]

TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em:
<http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa>. Acesso em: 29 fev. 2024.
[Adaptado].

No parágrafo inicial do texto, a progressão temática é estabelecida por meio da recorrência à


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Q2452102 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

Violência contra criança e adolescente

           Diariamente, somos bombardeados por notícias e informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes, tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9 anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack; precariedade dos serviços públicos para atender às necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato.

         Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança” passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança cidadã, portadora de direitos.

           Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente, é reforçada a importância da proteção à criança e ao adolescente contra todos os tipos de violência, sendo reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto, o fato de termos uma legislação que respalde a infância no Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente diferentes formas de violência (física, psicológica, social, sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui para amenizar esse quadro.

         Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos estar atentos às diferentes formas de violência, repensando algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de uma interação constante entre os diferentes segmentos da sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e adolescentes. [...]

TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em:
<http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa>. Acesso em: 29 fev. 2024.
[Adaptado].
O texto lido, em razão de seus aspectos composicionais, de seu recorte temático e de sua finalidade comunicativa, exemplifica o gênero textual
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Q2452101 Português
Leia o texto a seguir.

Um dos objetivos de uma análise fonológica ou fonêmica é definir quais são os sons de uma determinada língua que têm valor distintivo. Dito de outra forma, quais são os sons que servem para distinguir palavras nessa língua. Cada língua dispõe de um determinado número de fonemas cuja função é determinar a diferença de significado de uma palavra em relação à outra. O fonema é então a menor unidade fonológica da língua.

CARDOSO, Denise Porto. Fonologia da Língua Portuguesa. São Cristóvão: CESAD, 2009. p. 58.

Os textos que circulam no cotidiano, assumindo estrutura composicional determinada e finalidade comunicativa específica, são denominados gêneros textuais, os quais são configurados com sequências textuais definidas em razão dos objetivos comunicativos de cada gênero. No fragmento lido, predominam as sequências textuais
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Q2452100 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

O autoclismo da retrete

Em 1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em Lisboa. Logo no primeiro dia, tive uma amostra das deliciosas diferenças que nos separavam, a nós e aos portugueses, em matéria de língua. Houve um problema no banheiro da redação e eu disse à secretária: “Isabel, por favor, chame o bombeiro para consertar a descarga da privada.” Isabel franziu a testa e só entendeu as quatro primeiras palavras. Pelo visto, eu estava lhe pedindo que chamasse a Banda do Corpo de Bombeiros para dar um concerto particular de marchas e dobrados na redação. Por sorte, um colega brasileiro, em Lisboa havia algum tempo e já escolado nos meandros da língua, traduziu o recado: “Isabel, chame o canalizador para reparar o autoclismo da retrete.” E só então o belo rosto de Isabel se iluminou.

CASTRO, Ruy. O autoclismo da retrete. Folha de São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2024.
No período “Pelo visto, eu estava lhe pedindo que chamasse a Banda do Corpo de Bombeiros para dar um concerto particular de marchas e dobrados na redação”, a oração destacada exerce, em relação à oração anterior, a função sintática de
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Q2452099 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

O autoclismo da retrete

Em 1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em Lisboa. Logo no primeiro dia, tive uma amostra das deliciosas diferenças que nos separavam, a nós e aos portugueses, em matéria de língua. Houve um problema no banheiro da redação e eu disse à secretária: “Isabel, por favor, chame o bombeiro para consertar a descarga da privada.” Isabel franziu a testa e só entendeu as quatro primeiras palavras. Pelo visto, eu estava lhe pedindo que chamasse a Banda do Corpo de Bombeiros para dar um concerto particular de marchas e dobrados na redação. Por sorte, um colega brasileiro, em Lisboa havia algum tempo e já escolado nos meandros da língua, traduziu o recado: “Isabel, chame o canalizador para reparar o autoclismo da retrete.” E só então o belo rosto de Isabel se iluminou.

CASTRO, Ruy. O autoclismo da retrete. Folha de São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2024.
Segundo a gramática normativa, a utilização da vírgula dá-se por questões estilísticas e sintáticas. No período “Em 1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em Lisboa”, segundo a norma-padrão, justifica-se o emprego da vírgula pelo mesmo motivo sintático que justifica o emprego da(s) vírgula(s) em
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Q2452098 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

O autoclismo da retrete

Em 1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em Lisboa. Logo no primeiro dia, tive uma amostra das deliciosas diferenças que nos separavam, a nós e aos portugueses, em matéria de língua. Houve um problema no banheiro da redação e eu disse à secretária: “Isabel, por favor, chame o bombeiro para consertar a descarga da privada.” Isabel franziu a testa e só entendeu as quatro primeiras palavras. Pelo visto, eu estava lhe pedindo que chamasse a Banda do Corpo de Bombeiros para dar um concerto particular de marchas e dobrados na redação. Por sorte, um colega brasileiro, em Lisboa havia algum tempo e já escolado nos meandros da língua, traduziu o recado: “Isabel, chame o canalizador para reparar o autoclismo da retrete.” E só então o belo rosto de Isabel se iluminou.

CASTRO, Ruy. O autoclismo da retrete. Folha de São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2024.
No excerto da crônica de Ruy Castro, o narrador descreve uma situação em que a falha na comunicação decorre de diferenças de uso da língua que exemplificam a variação linguística
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Q2452097 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão. 




Disponível em: <https://acessaber.com.br/atividades/interpretacao-

                               de-texto-tira-garfield>. Acesso em: 27 jan. 2024.





Nos períodos “Mas o fato é que você não consegue interagir” e “O fato é que eu não tô nem aí”, as orações destacadas classificam-se como orações principais, às quais se ligam orações subordinadas substantivas que exercem a função sintática de
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Q2452096 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão. 




Disponível em: <https://acessaber.com.br/atividades/interpretacao-

                               de-texto-tira-garfield>. Acesso em: 27 jan. 2024.





Nessa tira, além da expressão “tô nem aí”, o emprego da linguagem coloquial se faz presente na
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Q2449684 Engenharia Elétrica
As centrais termelétricas são instalações que geram eletricidade a partir da queima de combustíveis fósseis, como carvão, gás natural ou óleo. Sobre as centrais termelétricas é incorreto afirmar que
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Q2449683 Engenharia Mecânica
Um objeto está submerso em um fluido em equilíbrio estático a uma profundidade h. Nessas condições, a pressão sobre o objeto p1 = p. Em seguida, o objeto foi colocado em uma profundidade 3h e a pressão sobre o objeto passou a ser p2 = 2p. Sabendo que a pressão na superfície é dada por p0 = 10 MPa, as pressões p1 e p2, são, respectivamente, iguais a
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Q2449682 Engenharia Elétrica
Um sistema mecânico mola-amortecedor é modelado através da seguinte equação diferencial:

m x’’ = Fr – B x’ – Ks x

em que Fr é a força de entrada, x é a posição de saída da massa, m é a massa, B é o coeficiente de amortecimento do amortecedor e Ks é a constante elástica da mola. Considerando as condições iniciais nulas, que a massa seja igual a 50 kg, que a mola tenha uma constante elástica de 20 N/m e que o coeficiente de amortecimento do amortecedor seja igual a 2, a função de transferência, isto é, a razão X(s)/Fr(s), é dada por
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Q2449681 Engenharia Elétrica
Em um projeto de engenharia elétrica para uma instalação de energia renovável, como um parque eólico, é importante entender a distribuição da velocidade do vento para otimizar o funcionamento dos geradores eólicos. Para modelar essa distribuição, é utilizada uma variável aleatória contínua X que representa a velocidade do vento em determinada altura, em decâmetros por segundo (10 m/s). Considere a seguinte função densidade de probabilidade f (x) para a variável aleatória X:



Imagem associada para resolução da questão



Dessa forma, o valor esperado para a velocidade do vento, em m/s, é aproximadamente igual a 
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Q2449680 Engenharia Elétrica
Em uma planta industrial, um engenheiro elétrico está projetando o sistema de aterramento para uma nova linha de produção. Ele precisa garantir que o sistema de aterramento atenda aos padrões de segurança e seja capaz de lidar com as condições ambientais e as correntes de fuga esperadas.

No projeto do sistema de aterramento de uma planta industrial, qual é a principal consideração em relação à escolha do tipo de eletrodo de aterramento a ser utilizado?
Alternativas
Q2449679 Engenharia Elétrica
Considere um conversor analógico-digital a ser usado para medir a temperatura em um sistema de controle de climatização em um veículo automotivo. Este sistema utiliza sensores de temperatura para ajustar automaticamente o sistema de ar condicionado e garantir o conforto térmico dos passageiros durante a viagem.

Considere que o sensor de temperatura possui, em sua saída, uma variação linear de 100 mV/oC, e que o conversor analógico-digital possua uma faixa de tensão de entrada de 0 V a 16 V com uma resolução de 8 bits. Nesse caso, a menor variação de temperatura detectável por este sistema é dada por
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Q2449678 Engenharia Elétrica
Em um projeto de instalação elétrica residencial, um disjuntor diferencial residual (DR) de 30mA é instalado para proteção dos circuitos elétricos. Este dispositivo é fundamental para evitar acidentes elétricos causados por falhas de isolamento ou contato acidental com partes energizadas.


Considerando o contexto apresentado, qual é a principal função do disjuntor diferencial residual (DR) em uma instalação elétrica residencial?
Alternativas
Q2449677 Engenharia Elétrica
Em uma subestação de distribuição de energia elétrica, um transformador monofásico é utilizado para reduzir a tensão antes de alimentar uma determinada área residencial. O transformador possui um enrolamento primário com 1500 voltas e uma tensão de entrada de 13,8 kV. Com base nas informações fornecidas, qual será a tensão no enrolamento secundário do transformador, o qual possui 250 voltas?
Alternativas
Q2449676 Engenharia Elétrica
Em muitas situações práticas é necessário reduzir a tensão elétrica sobre uma carga. Imagine que uma fonte de tensão V está em série com uma carga resistiva Rq de resistência Rq = R. Imagine que a tensão sobre a carga deva ser reduzida em 10 vezes, isto é, Vq = V/10. Para isso, será adicionado um resistor de resistência Ra em série com a carga Rq. Nesse caso, a resistência Ra deverá ser igual a 
Alternativas
Respostas
4061: A
4062: B
4063: D
4064: C
4065: A
4066: B
4067: A
4068: B
4069: D
4070: C
4071: D
4072: D
4073: A
4074: C
4075: B
4076: A
4077: C
4078: D
4079: D
4080: A