Questões Discursivas

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888995 Eletricidade

Utilize o texto a seguir para responder as questões 34 e 35.

Um determinado equipamento necessita ser reparado. O equipamento é conhecido por Forno de Bier é utilizado para termoterapia, onde a variação de temperatura é utilizada para fins terapêuticos. Verificando as especificações do mesmo descobriu-se que ele tem seu banco de resistência dissipando 3,025 kW quando ligado a uma tensão AC de 220 V.

Se este equipamento for ligado a uma tensão de 110 V ele liberará uma potência de aproximadamente

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888993 Engenharia Elétrica

Utilize o texto a seguir para responder as questões 34 e 35.

Um determinado equipamento necessita ser reparado. O equipamento é conhecido por Forno de Bier é utilizado para termoterapia, onde a variação de temperatura é utilizada para fins terapêuticos. Verificando as especificações do mesmo descobriu-se que ele tem seu banco de resistência dissipando 3,025 kW quando ligado a uma tensão AC de 220 V.

O banco de resistência a ser reparado neste caso deve ter o valor de

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888990 Eletricidade

Numa instalação elétrica hospitalar, onde tem-se a circulação de muitas pessoas todo cuidado é pouco na construção das ramificações elétricas. No projeto deve ser considerado o tipo de isolação dos condutores. O tipo de isolação determinará a temperatura máxima a que os condutores poderão estar submetidos em regime contínuo, em sobrecarga ou em condição de curto circuito. Condutores possuem vários tipos de isolamento. Abaixo são descritos tipos de isolamento, exceto pela alternativa:

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888984 Eletricidade

Preencha as lacunas do texto a seguir com a resposta correta. Uma instalação hospitalar deve ser provida de várias saídas elétricas com tensões diferenciadas devido a grande gama de equipamentos necessários à operação da instalação. Fornos de esterilização, caldeiras para lavanderia, etc são alguns tipos de equipamentos que necessitam ser alimentados. Em um padrão de cabo de instalação 110 V (AC – monofásico a três fios) o fio de cor _____________tem a função de ___________ .

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888981 Engenharia Mecânica

A capnografia é um meio, direto e não invasivo, para medir o estado respiratório do paciente. A figura a seguir apresenta a saída de uma medição com o capnógirafo. Com base na figura afirma-se que a frequência obtida com a medição é de

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888978 Engenharia Eletrônica

Um componente muito utilizado em equipamentos eletrônicos, que inicialmente era conhecido como máquina do tempo por gerar uma batida de tempo nas tarefas microprocessadas tem a sigla

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888974 Engenharia Eletrônica

Leia o texto a seguir e escolha a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

Os dispositivos _____________ são controlados por tensão e têm uma impedância de entrada muito _________. O gate drena uma corrente de fuga muito ____________. A transcondutância, que é a relação da corrente de dreno para a tensão da porta, define as características de transferência sendo um parâmetro muito importante destes dispositivos.

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888971 Eletrônica

É um dispositivo controlado por corrente e requer corrente de base para que flua corrente no coletor. Como a corrente de coletor é dependente da de entrada (base), o ganho de corrente é altamente dependente da temperatura da junção. A descrição está associada

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888968 Engenharia Eletrônica

Preencha a lacuna com a alternativa correta. Um ____________ é um comutador de onda completa ou bidirecional que dispara nos dois sentidos e ambas as polaridades. Conduz corrente apenas quando a tensão atinge o valor de disparo e não conduz quando a corrente elétrica é menor que o valor característico. Esta corrente é conhecida por corrente de corte.

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Engenheiro Clínico |
Q2888965 Engenharia Biomédica

O manual de reparos de um equipamento médico apresenta diversos procedimentos para a substituição ou reparo de seus circuitos (placas). Uma das seções apresenta o exposto na figura abaixo. Trata da tela de um osciloscópio com um sinal analógico (senoidal). Com base nos dados apresentados pode-se dizer que o sinal apresentado tem um comportamento em corrente contínua no valor aproximado de:

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Q2741463 Português

Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.


As raízes do racismo


Drauzio Varella


Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.

Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.

Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.

Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".

Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.

A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere as afirmações abaixo.

I. De acordo com o texto, o homem tem tendência a se agrupar, tendo como base sempre a cor da pele e as características físicas.

II. O intuito da experiência científica dos psicólogos americanos na década de 1950 era obter dados que ajudassem a descrever o comportamento humano.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q2741462 Português

Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.


As raízes do racismo


Drauzio Varella


Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.

Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.

Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.

Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".

Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.

A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere as afirmações abaixo.


I. O autor afirma que a ciência comprova que há, naturalmente, grupos superiores a outros e isso justifica o racismo.

II. O autor afirma que apenas os homens tribais, não evoluídos, apresentam preconceito.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1230311 Legislação Federal
Respeitado o princípio da autonomia universitária, a EBSERH poderá prestar os serviços relacionados às suas competências mediante contrato com as instituições federais de ensino ou instituições congêneres. Considerando o âmbito desses contratos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1219826 Engenharia Eletrônica
Da relação dos equipamentos a seguir, qual não pertence ao setor de laboratórios?  
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1213845 Engenharia Hidráulica
A instalação de um equipamento pode envolver atividades bastante complexas e que podem até exigir a contratação de serviços externos ao EAS. O funcionamento adequado do equipamento a ser instalado pode depender dos mais diversos tipos de recursos. Assinale a alternativa que melhor representa o conjunto mais completo de elementos da infraestrutura hospitalar que devem ser observados quando da instalação de quaisquer equipamentos biomédico. 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1207718 Engenharia Biomédica
No que se refere aos princípios tecnológicos, é correto afirmar que não faz parte daqueles utilizados em um laboratório clínico como princípio de separação ou como método espectral a  
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1207687 Engenharia Mecânica
A Lei noº 8.666/1993, que trata do Estatuto das Licitações, dispõe que somente há obrigatoriedade de firmar contratos para concorrências e tomada de preços. O instrumento legal utilizado para os demais casos de contratações são os  
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CESGRANRIO Órgão: SECAD-TO
Q1239300 Engenharia Mecânica
Uma ampola produtora de Raios-X pode sofrer alguns problemas decorrentes do tempo de uso. O maior número destes problemas refere-se a
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CESGRANRIO Órgão: SECAD-TO
Q1214546 Engenharia Elétrica
Em um exame de eletrocardiografia, as ligações dos fios no paciente são de importância fundamental para a construção de um padrão das derivações criadas por Einthoven. Nesse sentido, as representações de DI, DII e DIII podem ser expressas matematicamente como
Alternativas
Respostas
1181: A
1182: D
1183: D
1184: B
1185: B
1186: D
1187: B
1188: A
1189: C
1190: C
1191: C
1192: B
1193: D
1194: E
1195: D
1196: C
1197: D
1198: C
1199: C
1200: A