Questões de Concurso
Para biomédico
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Leia o texto a seguir.
Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar
Diego Teixeira
O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.
Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artifi cial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.
Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.
Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]
Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniao-artigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem
sabe-usar.html>
Leia o texto a seguir.
Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar
Diego Teixeira
O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.
Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artifi cial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.
Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.
Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]
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sabe-usar.html>
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Diego Teixeira
O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.
Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artifi cial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.
Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.
Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]
Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniao-artigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem
sabe-usar.html>
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Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar
Diego Teixeira
O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.
Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artifi cial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.
Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.
Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]
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sabe-usar.html>
Em relação a isolamento, identificação e meios de cultura utilizados na microbiologia, analise as proposições a seguir.
I- Um meio seletivo é aquele que possui um constituinte que causa uma mudança observável (uma mudança de cor ou de pH) no meio quando ocorre uma reação bioquímica específica. Esta mudança permite ao Biomédico distinguir um determinado tipo de colônia de outros que crescem na mesma placa. Já um meio diferencial é aquele que favorece o crescimento de alguns organismos, mas suprime o crescimento de outros.
II- O meio Ágar verde brilhante identifica Salmonella e diferencia as colônias de Shigella (que não fermentam a lactose nem a sacarose e são de cor vermelha a branca) de outros organismos que fermentam um daqueles açúcares e são de cor amarela a verde.
III- O meio Ágar McConkey contém cristal violeta e sais biliares, que inibem o crescimento de bactérias Gram-positivas, ao mesmo tempo em que permitem o crescimento de bactérias Gram-negativas. Por isso, este meio é, exclusivamente, um meio diferencial.
IV- Quanto ao Ágar ferro-açúcar triplo (TSI), o meio contém quantidades específicas de glicose, sacarose e lactose, aminoácidos contendo enxofre, ferro e um indicador de pH. Logo, o uso relativo de cada açúcar e a formação de sulfeto de hidrogênio (H2S) podem ser detectados.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Sobre conhecimentos gerais e específicos de Bioquímica Clínica, marque a alternativa CORRETA.
Sobre conhecimentos gerais e específicos de Bioquímica Clínica, é CORRETO afirmar que o texto acima se refere à enzima:
I- Os componentes proteicos das lipoproteínas, as apolipoproteínas, são uma família complexa de polipeptídeos que determinam o destino metabólico dos lipídios no plasma e a sua captação pelos tecidos. Atuam também como ativadores ou inibidores das enzimas envolvidas no metabolismo das lipoproteínas.
II- As lipoproteínas são partículas insolúveis em meio aquoso responsáveis pelo transporte dos lipídios no plasma. São constituídos por quantidades variáveis de colesterol e seus ésteres, triglicerídeos, fosfolipídios e proteínas, sendo insolúveis no plasma devido à sua natureza hidrofóbica.
III- As Lipoproteínas de Densidade Alta (HDL – High density lipoproteins) são partículas que exercem importante papel no transporte do colesterol dos tecidos periféricos para o fígado, em um processo denominado transporte reverso do colesterol.
IV- Com base na densidade, as lipoproteínas plasmáticas são separadas em: Quilomicrons, que são ricos em colesterol de origem intestinal; Lipoproteínas de densidade muito baixa (VLDL), que são ricas em colesterol de origem hepática; Lipoproteínas de densidade muito baixa (LDL), que são ricas em triglicerídeos de origem intestinal, e Lipoproteínas de densidade alta (HDL), que também são ricas em triglicerídeos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Em relação aos conhecimentos gerais e específicos sobre os protozoários, analise as proposições a seguir.
I- Os trofozoítos são as formas de resistência dos protozoários, com uma parede que os protegerão quando estiverem em meio impróprio ou em fase de latência. Por sua vez, cística é a forma ativa do protozoário, na qual ele se alimenta e se reproduz por diferentes processos.
II- Quanto ao tipo de alimentação, os protozoários são halofíticos, pois conseguem sintetizar energia a partir da luz solar (fotossíntese), e são halozóicos, pois ingerem partículas orgânicas de origem animal por fagocitose ou por pinocitose.
III- Um aspecto importante a respeito do diagnóstico da giardíase é o fato de que indivíduos parasitados não eliminam cistos continuadamente. Esta eliminação intermitente de cistos nas fezes denomina-se “período negativo” e pode durar alguns dias.
IV- Para confirmar a suspeita clínica em humanos, deve-se fazer o exame de fezes nos pacientes para a identificação de cistos ou trofozoítos nas fezes. Os cistos são encontrados nas fezes da maioria dos indivíduos com giardíase, enquanto o encontro de trofozoítos é menos frequente, e está geralmente associado às infecções assintomáticas.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Sobre conhecimentos gerais e específicos a respeito dos helmintos, marque a alternativa CORRETA.
Em relação às técnicas de confecção e coloração utilizadas em microbiologia, analise as proposições a seguir.
I- Um corante, ou pigmento, é uma molécula que pode se ligar a uma estrutura celular, conferindo-lhe cor. Em microbiologia, os corantes mais utilizados são os corantes catiônicos, como a safranina, e os corantes aniônicos, como o cristal violeta, os quais são utilizados para coloração de Gram.
II- Na coloração diferencial, utilizam-se dois ou mais corantes que reagem de maneira diferente a diversos tipos ou partes das bactérias, permitindo, portanto, as suas diferenciações.
III- As membranas celulares da maioria das bactérias possuem superfícies carregadas positivamente. Logo, atraem os corantes ácidos.
IV- A coloração de Gram não é infalível, pois alguns organismos Gram-positivo, principalmente os anaeróbicos, descoram-se facilmente e podem parecer Gram-negativos. Por outro lado, organismos Gram-negativos podem se corar como Gram-positivos. Um teste que pode confirmar se a bactéria é Gram-positiva ou Gram-negativa é o teste de Hidróxido de Potássio (KOH).
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Em relação à farmacologia e ao mecanismo de ação dos Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINES), analise as proposições a seguir.
I- Os AINES diminuem a sensibilidade dos vasos sanguíneos à bradicinina e à histamina, afetam a produção de linfocinas pelos linfócitos Te revertem a vasodilatação da inflamação.
II- O diclofenaco é o inibidor seletivo da ciclo-oxigenase (COX-2), ligando-se seletivamente ao local ativo da enzima ciclooxigenase 2 (COX-2) e bloqueando a ciclo-oxigenase 1 (COX-1).
III- A terapia em longo prazo com AINEs pode estar associada a graves efeitos adversos gastrintestinais, cuja suposta causa seria a inibição da ciclo-oxigenase (COX-1) gastrointestinal. No entanto, foi aventada a hipótese de que a inibição seletiva da ciclooxigenase (COX-2) teria a vantagem de impedir os mediadores químicos responsáveis pela inflamação, mantendo, ao mesmo tempo, os efeitos citoprotetores dos produtos da atividade da ciclo-oxigenase (COX-1).
IV- Os inibidores seletivos da ciclo-oxigenase 2 (COX-2) apresentam propriedades anti-inflamatórias, antipiréticas e analgésicas semelhantes àquelas dos AINEs tradicionais, compartilhando, inclusive, as ações antiplaquetárias dos inibidores da ciclooxigenase 1 (COX-1), e apresentam um perfil de segurança farmacológica totalmente elucidado. Esses fármacos são conhecidos por terem menos efeitos colaterais no sistema gastrointestinal, como, por exemplo, dor abdominal, náusea, vômito e azia.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Sobre farmacologia e mecanismo de ação dos antibióticos, marque a alternativa CORRETA.
Figura 1 - Curva de crescimento populacional de microrganismos vivos.
Fonte: FADER, R. C.; ENGELKIRK, P. G.; DUBEN-ENGELKIRK, J. Burton. Microbiologia para as Ciências da Saúde. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. Adaptado.
Em relação à curva de crescimento microbiano, analise as proposições a seguir.
I- A fase 1, também chamada de fase Lag, é uma fase que acontece em qualquer situação, independentemente de qualquer fator. É considerada um período de adaptação de intensa atividade enzimática. Porém, é caracterizada e encarada como um período de repouso celular.
II- Na fase 2, também chamada de fase Log, os microrganismos multiplicam-se tão rapidamente que o seu número duplica a cada tempo de geração. A velocidade de crescimento é maior durante esta fase, que é sempre breve, a não ser que a rápida divisão da cultura seja mantida pela adição constante de nutrientes e remoção frequente de produtos de degradação.
III- Na fase 3, também chamada de fase estacionária, a velocidade de divisão celular mantém-se constante, de modo que o número de microrganismos se dividindo torna-se igual ao que está morrendo, ocorrendo uma menor densidade populacional.
IV- Na fase 4, também chamada de fase de declínio, tem-se o aparecimento de uma superpopulação, cuja concentração de produtos de degradação tóxicos continua aumentando, enquanto o suprimento de nutriente diminui, ocorrendo a morte celular.
É CORRETO o que se afirma apenas em: