Questões de Concurso Para técnico em laboratório - química

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Q926941 Português

Em textos jornalísticos, como o texto III, é comum a busca de uma pretensa “imparcialidade”.


Muitas vezes, no entanto, a escolha das palavras revela claramente a visão do produtor do texto, fato que se verifica em

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Q926940 Português

Diversos são os recursos coesivos para evitar a repetição de palavras.


No trecho “Maria da Penha é uma biofarmacêutica cearense e foi casada com o professor universitário Marco Antônio Heredia Viveros. Em 1983, ela sofreu a primeira tentativa de assassinato quando levou um tiro nas costas enquanto dormia” (linhas 3-5), o sujeito “Maria da Penha” é substituído uma vez pelo pronome reto “ela” e três vezes pelo recurso da

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Q926939 Português
A Lei 11.340/06 possibilitou que a mulher tivesse maior proteção com relação a seu agressor, a partir do momento em que
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Q926938 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

O único recurso da função poética que NÃO está presente no texto II é
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Q926937 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

No trecho "É uma santa. Diziam os vizinhos" (linha 1), há duas orações.


Os sujeitos dessas orações podem ser classificados, respectivamente, como

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Q926936 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

No trecho "e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória", observa-se um eufemismo da ideia de morte.


Tal figura de linguagem está relacionada semanticamente à ideia expressa pelos vocábulos

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Q926935 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

Nos trechos "E D. Eulália apanhando" (linha 1) e "E D. Eulália sangrando" (linha 2), a conjunção aditiva "e", associada ao verbo no gerúndio, foi empregada intencionalmente pela autora para passar a impressão de que as ações
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Q926934 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

O título do texto II sinaliza o fato de que a violência do marido
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Q926933 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

O texto II, um miniconto de Marina Colasanti, apresenta recursos próprios da função poética, que, ao ser usada, serve para
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Q926932 Português
Maria, após o divórcio, gostaria de pedir um conselho ao ex-marido porque ela
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Q926931 Português

Percebe-se que, na construção do texto I, o cronista opta por sequenciar a narrativa, usando como parâmetro o aniversário de proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos.


A repetição das sequências temporais faz o texto avançar e pode ser considerada um mecanismo eficaz de

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Q926930 Português
Finda a leitura da crônica de Moacyr Scliar, texto I, percebe-se que o título do texto
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Ano: 2016 Banca: FUNIVERSA Órgão: IF-AP
Q1183123 Química
Amostragem é uma das primeiras etapas de uma análise química. Basicamente deve-se procurar uma amostra pequena, representativa, para que se façam as devidas medições. O preparo da amostra é o processo em que uma amostra representativa é convertida em uma forma apropriada para análise química.
Para uma análise química, uma amostra de laboratório deve 
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Q732220 Técnicas em Laboratório

O risco é inerente a qualquer atividade humana, seja ela pessoal ou profissional. Não diferente disso, o trabalho executado por um técnico de laboratório sempre deve ser realizado com a gestão de riscos ambientais, considerando especialmente a saúde humana, a segurança do processo e o risco ecológico.

Essa gestão de risco ambiental está corretamente aplicada quando

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Q732219 Técnicas em Laboratório

Texto para responder à questão.

      No laboratório devem ser utilizados equipamentos de proteção apropriados aos riscos existentes, sejam eles riscos químicos ou riscos biológicos. Como equipamentos de proteção devem ser considerados os métodos de proteção individual, bem como os meios de proteção coletiva. 

Durante a realização dos experimentos em um laboratório de ensino, os EPIs devem ser utilizados
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Q732218 Técnicas em Laboratório

Texto para responder à questão.

      No laboratório devem ser utilizados equipamentos de proteção apropriados aos riscos existentes, sejam eles riscos químicos ou riscos biológicos. Como equipamentos de proteção devem ser considerados os métodos de proteção individual, bem como os meios de proteção coletiva. 

Excluindo-se os equipamentos de proteção coletiva, são classificados como EPIs:
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Q732217 Técnicas em Laboratório
A manutenção, limpeza, assepsia e conservação de equipamentos e utensílios de laboratório são elementos importantes para a segurança e o conforto dos profissionais que atuam em atividades de laboratório de ensino. Pela falta desses fatores, muitos acidentes podem ocorrer. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.
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Q732216 Técnicas em Laboratório
De modo geral, resíduos são materiais considerados sem utilidade por quem o possui. Em laboratórios de química os resíduos perigosos mais usuais incluem os resíduos de reações, solventes orgânicos, reagentes contaminados, entre outros. No tratamento de um resíduo contendo apenas solução aquosa de HCℓ, antes do seu descarte, deve haver a neutralização com
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Q732215 Técnicas em Laboratório
Com relação às características de incompatibilidade, as substâncias que podem ser armazenadas próximas são:
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Q732214 Técnicas em Laboratório
Com relação à segurança do laboratório de ensino, no armazenamento de reagentes deve-se
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Respostas
321: D
322: A
323: D
324: D
325: A
326: A
327: B
328: D
329: C
330: C
331: B
332: D
333: C
334: E
335: E
336: A
337: A
338: E
339: D
340: C