Questões de Concurso Para técnico em eletrônica

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Q2051857 Eletrônica
Em um circuito trifásico, a potência aparente é 100 VA e o fator de potência 0,95. O valor da potência ativa neste circuito é:
Alternativas
Q2051856 Eletrônica
No estudo da eletrostática, são consideradas formas de eletrização:
1) a eletrização por contato. 2) a eletrização por atrito. 3) a eletrização por indução.
Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q2051855 Eletrônica
Se os terminais C e D são curto-circuitados, a resistência equivalente vista nos terminais A e B é:

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2051854 Eletrônica
Determine o valor da carga RL no circuito.

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2051853 Eletrônica
Em relação à intensidade do campo eletromagnético gerado por um solenoide, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q2051852 Eletrônica
Um transformador ideal, de potência 330 W, possui tensão no primário de 110 V e corrente no secundário de 15 A. Qual é o valor da relação entre espiras do primário e do secundário do transformador?
Alternativas
Q2051851 Eletrônica
A expressão booleana Imagem associada para resolução da questão possui resultado equivalente a: 
Alternativas
Q2051841 Noções de Informática
A partir do XP, o sistema operacional Windows passou a permitir que um usuário suspenda sua sessão temporariamente, mantendo seus aplicativos abertos, para que outro usuário utilize o computador e, mais tarde, reabrir sua sessão. Para que o segundo usuário não tenha acesso aos aplicativos do primeiro, esse último tem como procedimento mais direto a seguinte opção:  
Alternativas
Q2051840 Matemática
Foi realizada uma consulta entre os funcionários de uma empresa para saber se eram capazes de usar um computador. Para tal, foi aplicada uma prova cujo valor variava de 0 a 10, sendo considerada aprovada a pessoa com nota superior a 5,0. A média dos funcionários foi 5,2. Usando a média, podemos concluir que:
Alternativas
Q2051839 Matemática
João e Maria praticam taekwondo com o mesmo treinador e no mesmo horário. João treina a cada 4 dias e Maria a cada 6 dias. Em certo mês, com 31 dias, João treinou no dia 1 e Maria no dia 3. Em quantos dias desse mês os dois treinaram juntos?
Alternativas
Q2051834 Matemática
O preço de um aparelho de TV é de R$ 1.500,00 e pode ser pago nas seguintes condições: um quarto de entrada e o restante em três prestações iguais, sem acréscimo. Qual o valor de cada parcela?
Alternativas
Q2051827 Português
Texto 1 

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado. 
Considerando as regras de concordância verbal, assinale a alternativa cujo enunciado está de acordo com as exigências da norma-padrão da língua.
Alternativas
Q2051824 Português
Texto 1 

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado. 
Considerando as relações de sentido estabelecidas por meio do vocabulário utilizado no Texto 1, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2051822 Português
Texto 1 

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado. 
Quando o autor do Texto 1 afirma que “os porquês da ciência são por natureza rasos” (3º parágrafo), ele quer dizer que:
Alternativas
Q839179 Eletricidade

Considere um motor de indução trifásico de quatro polos, operando em 60 Hz, com velocidade rotacional de 1710 rpm e potência de entrada de 10 kW. A potência dissipada no enrolamento do estator é 100 W por fase.


Assinale a alternativa que apresenta o valor correto da potência total dissipada no enrolamento do rotor (em W).

Alternativas
Q839178 Eletricidade

Em relação às características a vazio e de curto-circuito de máquinas síncronas, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas.


( ) A linha de entreferro corresponde à porção linear da curva de saturação de circuito aberto ou a vazio da máquina.

( ) As características a vazio e de curto-circuito são ambas necessárias para o cálculo da reatância síncrona não saturada da máquina.

( ) A relação de curto-circuito (RCC) é definida como sendo a razão entre a corrente de campo necessária para que seja gerada a tensão nominal a vazio e a corrente de campo necessária para se alcançar a corrente de armadura nominal em curto-circuito.

( ) A resistência efetiva do enrolamento de armadura pode ser calculada por meio da característica a vazio da máquina.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q839177 Eletricidade

Sobre a operação em regime permanente de uma máquina síncrona de polos lisos representada pelo modelo clássico sem perdas ativas e conectada a um sistema elétrico de potência representado por um barramento infinito, considere as seguintes afirmativas:


1. Quando a máquina está sobre-excitada, a projeção do fasor da força eletromotriz interna sobre a direção do fasor da tensão terminal da máquina é maior do que a magnitude deste último fasor, esteja a máquina operando como gerador, motor ou compensador de potência reativa.

2. Na operação da máquina como compensador de potência reativa, a potência ativa deve ser nula, o que significa que a defasagem entre os fasores da força eletromotriz interna e da tensão terminal é igual a 90 graus.

3. A máquina operando como gerador fornece potência reativa ao sistema quando ela está subexcitada.

4. A sensibilidade entre a potência reativa da máquina e o ângulo δ formado entre os fasores da força eletromotriz interna e da tensão terminal é menor, conforme se reduz o ângulo δ.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q839176 Eletricidade

Em relação às perdas e aquecimento nas máquinas elétricas, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas.


( ) As perdas ôhmicas consistem em atrito nas escovas e mancais das máquinas.

( ) As perdas por correntes parasitas em motores de indução variam com o quadrado da frequência de operação.

( ) Os ensaios de envelhecimento acelerado são utilizados para avaliação dos sistemas de isolamento de máquinas elétricas, incluindo uma análise térmica dos materiais isolantes utilizados.

( ) As perdas por atrito e ventilação podem ser medidas a partir do valor da potência de entrada da máquina quando ela está funcionando sob carregamento nominal, porém sem excitação.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q839175 Eletricidade

Considere um transformador monofásico com valores nominais de 10000 VA e 2400:240 V. As perdas no núcleo de ferro e a corrente de magnetização do transformador são consideradas desprezíveis. Os parâmetros do circuito equivalente em unidades reais são dados por uma impedância série no enrolamento de alta tensão igual a 1 + j2 Ω e uma impedância série no enrolamento de baixa tensão igual a 2 + j4 Ω.


Assinale a alternativa que apresenta o valor correto da impedância do circuito equivalente, por unidade, após a eliminação do transformador ideal, usando a especificação nominal do equipamento como base.

Alternativas
Q839174 Eletricidade

Sobre os ensaios de curto-circuito e circuito aberto para determinação dos parâmetros em série (resistência e reatância equivalentes) e parâmetros em derivação (resistência de perdas no núcleo e reatância de magnetização) dos circuitos equivalentes de transformadores monofásicos, considere as seguintes afirmativas:


1. A medição de potência ativa no equipamento é necessária apenas para o ensaio de circuito aberto.

2. No ensaio de curto-circuito, a escolha de qual enrolamento, primário ou secundário, usar para aplicação do curtocircuito é arbitrária.

3. Considerando o ensaio de circuito aberto com o enrolamento secundário em aberto e a tensão nominal aplicada ao enrolamento primário, a resistência de perdas no núcleo referida ao primário pode ser calculada pela razão entre o quadrado da tensão aplicada e a potência ativa de entrada, ao se desprezar a impedância de dispersão do primário.

4. O ensaio de curto-circuito permite encontrar a resistência em série dos enrolamentos e a reatância de magnetização do núcleo do transformador.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
621: A
622: A
623: C
624: E
625: D
626: E
627: B
628: D
629: A
630: B
631: D
632: A
633: C
634: D
635: D
636: E
637: B
638: A
639: B
640: C