Questões de Concurso Para técnico em eletrônica

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Q991777 Eletrônica

Analise o mapa de Karnaugh a seguir.


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A equação simplificada a partir desse mapa é:

Alternativas
Q991776 Eletrônica

Analise o circuito a seguir, que utiliza um amplificador operacional 741.


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Após essa análise, é correto afirmar que se trata de um

Alternativas
Q991775 Eletrônica
Analise a seguir um circuito amplificador de tensão utilizando um BJT.
Imagem associada para resolução da questão
Com relação a esse circuito, é correto afirmar:
Alternativas
Q991774 Eletrônica

Analise este circuito considerando os instrumentos de medida.


Imagem associada para resolução da questão


No circuito apresentado, as indicações desses instrumentos de medida serão, respectivamente, iguais a

Alternativas
Q991770 Noções de Informática

O ícone Imagem associada para resolução da questão no Microsoft Word 2016 significa:

Alternativas
Q979899 Noções de Informática

As aplicações maliciosas, também popularmente chamadas de vírus no Brasil, são de muitos tipos, mas dependerá da estratégia de infecção adotada e do tipo de atividade desempenhada pelo programa. Analise as afrmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) As aplicações maliciosas são também conhecidas por malware, portanto todo vírus é um malware.

( ) O ransomware é um malware que sequestra os dados do computador, criptografa os arquivos pessoais mantendo o sistema operante. Cobra dinheiro para a liberação, apagando os dados caso o prazo de resgate não seja cumprido ou se tentar a liberação do acesso sem o pagamento.

( ) worms são um tipo de malware que, ao conseguirem invadir uma máquina, seguem se replicando e consumindo recursos computacionais, mesmo que muitas vezes não causem alterações no sistema ou corrompam arquivos.

( ) Trojan horses, ou cavalos de Tróia, são malwares do tipo “worms” encaminhados em emails voltados a capturar senhas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q979898 Noções de Informática

O Microsoft Word (MS-Word) é um software proprietário integrante do pacote Office. É uma ferramenta que pode ser empregada com eficiência para fazer a diagramação de textos. A esse respeito, analise as afirmações abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) O MS-Word possibilita que se o arquivo seja encriptado com o uso de uma senha, bastando habilitar o recurso durante o processo de salvar o arquivo.

( ) O MS-Word permite salvar arquivos no formato somente leitura para evitar alterações acidentais por pessoas durante processos de revisão, por exemplo.

( ) PDF um formato muito comum de arquivos de texto em virtude de ser muito robusto na manutenção da formatação original. O MS-Word em todas as suas versões, entretanto, não possibilita converter arquivos para PDF sendo necessário o uso de um aplicativo externo ao pacote Offce.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q979897 Noções de Informática

Uma planilha é implementada para organização das contribuições de pessoas a um pequeno fundo.

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Deseja-se implementar na coluna B a seguinte condição (booleana): se a pessoa teve contribuição igual ou superior a 6 deve aparecer “OK”, do contrário deve-se indicar um valor numérico com o valor faltante. O analista avalia três expressões que podem ser utilizadas na célula B2 (para posterior implementação nas demais com Cntrl-C Cntrl-V).

I. =SE(D2 <=6; 6-D2+C2, “OK”)

II. =SE(D2+C2 >=6;”OK”;6-D2-C2)

III. =SE(D2>=6;”OK”;SE(C2>=6;”OK”;SE(C2+D2>=6;” OK”;6-C2-D2)))

Assinale a opção que indica os itens que resolvem corretamente a tarefa.

Alternativas
Q979896 Noções de Informática

O protocolo mais popular de transferência de dados na internet, HTTP (do inglês Hypertext Transfer Protocol) teve desenvolvida, ao longo da última década, uma variação com maior segurança, o chamado HTTPS. O HTTPS utiliza uma combinação dos protocolos de comunicação criptografados TLS (Transport Layer Security) ou SSL (Secure Sockets Layers, em inglês). Sobre esse assunto, analise as afrmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Os sites que são acessados a partir de um protocolo de transferência de hipertexto seguro, aparecem com o código “https://” antes da URL.

( ) No HTTPS há uma conexão de dados segura entre o computador do usuário e o servidor, usando criptografa, que procuram difcultar a interceptação das informações durante a transmissão dos dados entre o computador do usuário e os servidores dos sites.

( ) Hipertexto é implementado na linguagem html que é uma linguagem de programação de sites e que possibilita programar técnicas de criptografa.

( ) No Google Chrome, desde a versão de 2018, sites HTTP sem a camada de segurança aparecem marcados em vermelho com a advertência “Inseguro”.

Assinale a alternativa que apresenta, de cima para baixo, a sequência correta.

Alternativas
Q979894 Português
Considere os enunciados abaixo e assinale a alternativa incorreta, ou seja, a que não segue as normas de regência nominal e verbal.
Alternativas
Q979893 Português

De acordo com as regras de ortografa, atribua valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) para as afirmações a seguir.

( ) A palavra pega-pega é escrita com hífen, pois é composta por dois vocábulos semelhantes.

( ) Girassol deve ser escrito sem o hífen, pois o primeiro elemento é verbo e o segundo substantivo.

( ) Usa-se hífen em palavras que apresentam elementos de ligação como cara-de-pau.

( ) Não se usa hífen se o prefxo terminar com a mesma letra com que se inicia a outra palavra. Ex: anti inflacionário.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q979892 Português

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.

I. Cheguei ____ Curitiba depois de longas horas ao volante.

II. Chegamos ___ duas horas em ponto e o almoço ainda estava ___ nos esperar.

III. Já chegaram ___terra. Os radares da NASA foram avisados.

IV. Já chegamos ___ terra dos antepassados. Foi como tivéssemos feito uma bela viagem no túnel do tempo.

Alternativas
Q979891 Português

Na charge, aparecem por quatro vezes a letra o de forma isolada, no 1º e 3º balão de fala. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta sobre a função sintática desta letra isolada no texto.


I. O 1º e 3º uso têm a função de acompanhar o pronome interrogativo que e substitui uma intenção.

II. No 2º e 4º uso são classificados como pronomes pessoais do caso reto e substituem o nome do interlocutor.

III. O 2º e 4º uso são classificados como pronomes pessoais oblíquos e aparecem corretamente no texto na forma proclítica.

IV. O 1º e 3º têm a função de pronomes e o 2º e 4º têm a função de artigos que acompanham verbos.

Estão corretas

Alternativas
Q2217399 Português


Há marcas que vivem da inclusão, e outras que vivem da exclusão

Contardo Calligaris


      Meu telefone, um iPhone 6, estava cada vez mais lento. Não era por nenhuma das causas apontadas nas inúmeras salas de conversa entre usuários de iPhones vagarosos.

     Era mesmo o processador que estava se tornando exasperadamente lento, ao ponto em que havia um intervalo sensível de tempo entre digitar e a letra aparecer na tela.

     Deixei para resolver quando chegasse a Nova York, onde, aliás, a coisa piorou: era suficiente eu tirar o celular do bolso ou deixá-lo num bolso externo (que não estivesse em contato com o calor do corpo) para que a carga da bateria baixasse, de repente, de 60% a zero.

       Pensei que três anos é mesmo o tempo de vida útil para uma bateria. E lá fui à loja da Apple na Broadway. 

      Esperei duas horas para enfim ter acesso a alguém que me explicou que testaria minha bateria. Depois de contemplarmos os gráficos lindos e coloridos deixados no tablet pelo meu telefone, anunciou que minha bateria ainda não justificava uma troca – no tom pernóstico de um plantonista que sabe que não tem leitos disponíveis e manda você para casa com aquela dor no peito e a "certeza" de que "você não está enfartando, deve ser só digestão".

     O mesmo jovem propôs uma reinstalação do sistema operacional, – que é uma trivialidade, mas foi anunciada como se fosse um cateterismo das coronárias.

      Passei a noite me recuperando, ou seja, reinstalando aplicativos. Resultado: telefone lento como antes.

      Voltei para a Apple (loja da Quinta Avenida), onde descobri que, como na história do hospital sem leitos, de fato, a Apple não dispunha mais de baterias para substituir a minha: muitos usuários estavam com o mesmo problema. Por coincidência, tudo conjurava para que eu comprasse um telefone novo.

   Nos EUA, a Apple está sendo processada (15 casos coletivos, em diferentes Estados) por piorar propositalmente a experiência dos usuários de iPhone sem lhes oferecer alternativas –salvo, obviamente, a de adquirir um telefone novo.

    A companhia pediu desculpas públicas, mas a humildade não é o forte do treinamento Apple. Basta se lembrar que o atendimento pós-venda da companhia se chama (o ridículo não mata ninguém) "genius bar", o balcão dos gênios.

     Já pensou: você poderia ligar para seu serviço de TV a cabo porque a recepção está péssima e alguém diria: "Sim, senhor, pode marcar consulta com o balcão dos gênios".

     A maioria dos usuários não acham isso cômico e despropositado. Por que será?

    Há marcas que vivem de seu poder de inclusão, do tipo "nós fabricamos o carro que todos podem dirigir". E há marcas que vivem de seu poder de exclusão: tipo, será que você merece o que estou vendendo?

    Você já entrou alguma vez numa loja cara onde os vendedores, envaidecidos pela aura do próprio produto que vendem, olham para você com desprezo, como se você não fosse um consumidor à altura da loja?

    É uma estratégia básica de marketing: primeiro, espera-se que você inveje (e portanto deseje) o mundo do qual se sente excluído.

    Você perguntará: de que adianta, se não poderei adquirir os produtos da marca? Em geral, nesses casos o projeto é vender os acessórios da casa. Pouquíssimos comprarão o casaco de R$ 15 mil, mas milhares comprarão um lencinho (com monograma) para se sentirem, assim, membros do clube.

   A Apple mantém sua presença no mercado pela ideia de sua superioridade tecnológica - e pelo design elegante, claro.

    Seriamente, alguém que usa processador de texto não deveria escolher um computador em que não dá para apagar letras da esquerda para a direita. Mas é como os carros ingleses dos anos 1950: havia a glória de viver perigosamente e dirigir sem suspensões posteriores independentes (sem capotar a cada curva).

    Pouco importam as críticas. A Apple conseguiu convencer seus usuários de que eles mesmos, por serem usuários, fazem parte de uma arrojada elite tecnológica. Numa loja da Apple, todos, os usuários e os "gênios" vestem (real ou metaforicamente) a camiseta da marca.

    Quer saber o que aconteceu com meu iPhone? Está ótimo. Fui ao Device Shop, em Times Square, no mesmo prédio do Hard Rock Cafe: atendimento imediato, troca de bateria em dez minutos, conversa agradável. Não havia gênios, só pessoas competentes. E custou menos de dois terços do que pagaria na Apple.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2018/01/1949427- ha-marcas-que-vivem-da-inclusao-e-outras-que-vivem-da-exclusao.shtml Acesso em 20 mar. 2018

As palavras estão grafadas corretamente, EXCETO em:
Alternativas
Q2217398 Português


Há marcas que vivem da inclusão, e outras que vivem da exclusão

Contardo Calligaris


      Meu telefone, um iPhone 6, estava cada vez mais lento. Não era por nenhuma das causas apontadas nas inúmeras salas de conversa entre usuários de iPhones vagarosos.

     Era mesmo o processador que estava se tornando exasperadamente lento, ao ponto em que havia um intervalo sensível de tempo entre digitar e a letra aparecer na tela.

     Deixei para resolver quando chegasse a Nova York, onde, aliás, a coisa piorou: era suficiente eu tirar o celular do bolso ou deixá-lo num bolso externo (que não estivesse em contato com o calor do corpo) para que a carga da bateria baixasse, de repente, de 60% a zero.

       Pensei que três anos é mesmo o tempo de vida útil para uma bateria. E lá fui à loja da Apple na Broadway. 

      Esperei duas horas para enfim ter acesso a alguém que me explicou que testaria minha bateria. Depois de contemplarmos os gráficos lindos e coloridos deixados no tablet pelo meu telefone, anunciou que minha bateria ainda não justificava uma troca – no tom pernóstico de um plantonista que sabe que não tem leitos disponíveis e manda você para casa com aquela dor no peito e a "certeza" de que "você não está enfartando, deve ser só digestão".

     O mesmo jovem propôs uma reinstalação do sistema operacional, – que é uma trivialidade, mas foi anunciada como se fosse um cateterismo das coronárias.

      Passei a noite me recuperando, ou seja, reinstalando aplicativos. Resultado: telefone lento como antes.

      Voltei para a Apple (loja da Quinta Avenida), onde descobri que, como na história do hospital sem leitos, de fato, a Apple não dispunha mais de baterias para substituir a minha: muitos usuários estavam com o mesmo problema. Por coincidência, tudo conjurava para que eu comprasse um telefone novo.

   Nos EUA, a Apple está sendo processada (15 casos coletivos, em diferentes Estados) por piorar propositalmente a experiência dos usuários de iPhone sem lhes oferecer alternativas –salvo, obviamente, a de adquirir um telefone novo.

    A companhia pediu desculpas públicas, mas a humildade não é o forte do treinamento Apple. Basta se lembrar que o atendimento pós-venda da companhia se chama (o ridículo não mata ninguém) "genius bar", o balcão dos gênios.

     Já pensou: você poderia ligar para seu serviço de TV a cabo porque a recepção está péssima e alguém diria: "Sim, senhor, pode marcar consulta com o balcão dos gênios".

     A maioria dos usuários não acham isso cômico e despropositado. Por que será?

    Há marcas que vivem de seu poder de inclusão, do tipo "nós fabricamos o carro que todos podem dirigir". E há marcas que vivem de seu poder de exclusão: tipo, será que você merece o que estou vendendo?

    Você já entrou alguma vez numa loja cara onde os vendedores, envaidecidos pela aura do próprio produto que vendem, olham para você com desprezo, como se você não fosse um consumidor à altura da loja?

    É uma estratégia básica de marketing: primeiro, espera-se que você inveje (e portanto deseje) o mundo do qual se sente excluído.

    Você perguntará: de que adianta, se não poderei adquirir os produtos da marca? Em geral, nesses casos o projeto é vender os acessórios da casa. Pouquíssimos comprarão o casaco de R$ 15 mil, mas milhares comprarão um lencinho (com monograma) para se sentirem, assim, membros do clube.

   A Apple mantém sua presença no mercado pela ideia de sua superioridade tecnológica - e pelo design elegante, claro.

    Seriamente, alguém que usa processador de texto não deveria escolher um computador em que não dá para apagar letras da esquerda para a direita. Mas é como os carros ingleses dos anos 1950: havia a glória de viver perigosamente e dirigir sem suspensões posteriores independentes (sem capotar a cada curva).

    Pouco importam as críticas. A Apple conseguiu convencer seus usuários de que eles mesmos, por serem usuários, fazem parte de uma arrojada elite tecnológica. Numa loja da Apple, todos, os usuários e os "gênios" vestem (real ou metaforicamente) a camiseta da marca.

    Quer saber o que aconteceu com meu iPhone? Está ótimo. Fui ao Device Shop, em Times Square, no mesmo prédio do Hard Rock Cafe: atendimento imediato, troca de bateria em dez minutos, conversa agradável. Não havia gênios, só pessoas competentes. E custou menos de dois terços do que pagaria na Apple.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2018/01/1949427- ha-marcas-que-vivem-da-inclusao-e-outras-que-vivem-da-exclusao.shtml Acesso em 20 mar. 2018

A divisão silábica está correta, EXCETO em:
Alternativas
Q2217396 Português


Há marcas que vivem da inclusão, e outras que vivem da exclusão

Contardo Calligaris


      Meu telefone, um iPhone 6, estava cada vez mais lento. Não era por nenhuma das causas apontadas nas inúmeras salas de conversa entre usuários de iPhones vagarosos.

     Era mesmo o processador que estava se tornando exasperadamente lento, ao ponto em que havia um intervalo sensível de tempo entre digitar e a letra aparecer na tela.

     Deixei para resolver quando chegasse a Nova York, onde, aliás, a coisa piorou: era suficiente eu tirar o celular do bolso ou deixá-lo num bolso externo (que não estivesse em contato com o calor do corpo) para que a carga da bateria baixasse, de repente, de 60% a zero.

       Pensei que três anos é mesmo o tempo de vida útil para uma bateria. E lá fui à loja da Apple na Broadway. 

      Esperei duas horas para enfim ter acesso a alguém que me explicou que testaria minha bateria. Depois de contemplarmos os gráficos lindos e coloridos deixados no tablet pelo meu telefone, anunciou que minha bateria ainda não justificava uma troca – no tom pernóstico de um plantonista que sabe que não tem leitos disponíveis e manda você para casa com aquela dor no peito e a "certeza" de que "você não está enfartando, deve ser só digestão".

     O mesmo jovem propôs uma reinstalação do sistema operacional, – que é uma trivialidade, mas foi anunciada como se fosse um cateterismo das coronárias.

      Passei a noite me recuperando, ou seja, reinstalando aplicativos. Resultado: telefone lento como antes.

      Voltei para a Apple (loja da Quinta Avenida), onde descobri que, como na história do hospital sem leitos, de fato, a Apple não dispunha mais de baterias para substituir a minha: muitos usuários estavam com o mesmo problema. Por coincidência, tudo conjurava para que eu comprasse um telefone novo.

   Nos EUA, a Apple está sendo processada (15 casos coletivos, em diferentes Estados) por piorar propositalmente a experiência dos usuários de iPhone sem lhes oferecer alternativas –salvo, obviamente, a de adquirir um telefone novo.

    A companhia pediu desculpas públicas, mas a humildade não é o forte do treinamento Apple. Basta se lembrar que o atendimento pós-venda da companhia se chama (o ridículo não mata ninguém) "genius bar", o balcão dos gênios.

     Já pensou: você poderia ligar para seu serviço de TV a cabo porque a recepção está péssima e alguém diria: "Sim, senhor, pode marcar consulta com o balcão dos gênios".

     A maioria dos usuários não acham isso cômico e despropositado. Por que será?

    Há marcas que vivem de seu poder de inclusão, do tipo "nós fabricamos o carro que todos podem dirigir". E há marcas que vivem de seu poder de exclusão: tipo, será que você merece o que estou vendendo?

    Você já entrou alguma vez numa loja cara onde os vendedores, envaidecidos pela aura do próprio produto que vendem, olham para você com desprezo, como se você não fosse um consumidor à altura da loja?

    É uma estratégia básica de marketing: primeiro, espera-se que você inveje (e portanto deseje) o mundo do qual se sente excluído.

    Você perguntará: de que adianta, se não poderei adquirir os produtos da marca? Em geral, nesses casos o projeto é vender os acessórios da casa. Pouquíssimos comprarão o casaco de R$ 15 mil, mas milhares comprarão um lencinho (com monograma) para se sentirem, assim, membros do clube.

   A Apple mantém sua presença no mercado pela ideia de sua superioridade tecnológica - e pelo design elegante, claro.

    Seriamente, alguém que usa processador de texto não deveria escolher um computador em que não dá para apagar letras da esquerda para a direita. Mas é como os carros ingleses dos anos 1950: havia a glória de viver perigosamente e dirigir sem suspensões posteriores independentes (sem capotar a cada curva).

    Pouco importam as críticas. A Apple conseguiu convencer seus usuários de que eles mesmos, por serem usuários, fazem parte de uma arrojada elite tecnológica. Numa loja da Apple, todos, os usuários e os "gênios" vestem (real ou metaforicamente) a camiseta da marca.

    Quer saber o que aconteceu com meu iPhone? Está ótimo. Fui ao Device Shop, em Times Square, no mesmo prédio do Hard Rock Cafe: atendimento imediato, troca de bateria em dez minutos, conversa agradável. Não havia gênios, só pessoas competentes. E custou menos de dois terços do que pagaria na Apple.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2018/01/1949427- ha-marcas-que-vivem-da-inclusao-e-outras-que-vivem-da-exclusao.shtml Acesso em 20 mar. 2018

Leia o trecho abaixo para responder a questão.
    A possibilidade de tirar fotos panorâmicas já é bastante conhecida pelos usuários de iPhone. As imagens capturadas com este recurso, principalmente as que mostram a natureza ou algo do tipo, podem ficar bem interessantes.    O que muitas pessoas não sabem é que não é preciso tirar a foto panorâmica da esquerda para a direita, como já vem definido na câmera. Ao tocar na tela, o ponto inicial da foto muda de lado.
(globo.com 28/03/2018)
Em: “Ao tocar na tela, o ponto inicial da foto muda de lado.”, o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q2217379 Eletrotécnica
Para a execução de trabalhos em eletricidade, é de extrema importância a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para proteger a vida do trabalhador. São EPIs recomendados para trabalho em eletricidade, EXCETO: 
Alternativas
Q2217378 Eletrotécnica
Uma instalação industrial foi notificada pela concessionária de distribuição sobre a necessidade de providências para a correção de seu fator de potência. Medições realizadas indicaram que a demanda de potência ativa da instalação é de 800 KW e a demanda de potência reativa de 600 kVAr. Para que a indústria volte a ter o fator de potência mínimo exigido pela concessionária de distribuição, correspondente ao valor de 0,90, o valor aproximado da potência do banco de capacitores a ser instalado será de:
Alternativas
Q2217377 Eletrotécnica
Um capacitor de 25 µF está em série com um resistor R na frequência de 60 Hz. A corrente resultante está avançada de 45º em relação à tensão. O valor de R será:
Alternativas
Q2217376 Engenharia Elétrica
A cogeração oferece grandes oportunidades para a economia de combustível, especialmente no setor industrial. A respeito do processo de cogeração, podemos afirmar, EXCETO:
Alternativas
Respostas
401: D
402: B
403: C
404: C
405: B
406: B
407: A
408: C
409: D
410: B
411: B
412: A
413: C
414: D
415: D
416: C
417: D
418: A
419: D
420: A