Questões de Concurso
Para engenheiro florestal
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Com base na planilha eletrônica abaixo, da Microsoft MS-EXCEL, assinale a alternativa que apresenta o resultado da fórmula: =B2^A1/C2*B1-C1+A2

Quanto ao editor de apresentações da Microsoft MS-POWERPOINT, analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) WordArt é uma forma rápida de destacar texto com efeitos especiais.
( ) ClipWord é a ferramenta do PowerPoint que permite destacar palavras em um slide.
( ) ClipArt é uma estratégia de anexar arquivos de texto à sua apresentação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Quanto à Segurança da Informação analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Spyware, mais conhecidos como antivírus, são softwares específicos para a devida Segurança da Informação individual e corporativa.
II. Trojan é um tipo de programa malicioso que pode entrar em um computador disfarçado como um programa comum e legítimo.
III. Malware são programas de computador destinados a infiltrar-se em um sistema de computador de forma ilícita, com o intuito de causar danos, alterações ou roubo de informações.
Considere a proposição composta:
“Se o jogador reclama ou o técnico protesta, então o juiz não viu a falta e os auxiliares não puderam ajudar”.
As quatro proposições simples que a decompõe são P1: o jogador reclama; P2: o técnico protesta; P3: o juiz não viu a falta; P4: os auxiliares não puderam ajudar.
A proposição composta pode, então, ser representada por: P1vP2 → P3vP4. Considere a tabela verdade abaixo

Três amigos, João, Rodrigo e Sérgio, decidem apostar em um jogo de dados. Os dados têm 6 lados (variando de 1 a 6 o resultado possível de cada lançamento), é equilibrado e eles apostam no resultado da soma de pontos feitos em dois lançamentos.
Assinale a alternativa correta.
Um casal terá uma criança. Cada um indica três possíveis nomes simples para compor uma lista.
Todos os nomes são diferentes entre si e cada nome
pode ser utilizado para ambos os sexos (por exemplo:
Adriano e Adriana). Decidem que o nome da criança
será um nome composto por dois nomes retirados
desta lista. O nome resultante não pode conter
repetição e deve ser o mesmo gênero, e a ordem
importa - Joana Adriana é diferente de Adriana Joana.
Desconsiderando a variação de gênero (ou seja Joana
Adriana é o mesmo que João Adriano), assinale a
alternativa que indica o total de nomes possíveis.
Algoritmos de classificação têm sido muito utilizados para determinar o perfil de consumo de clientes dentro de sistemas de análise de inteligência de mercado. Considere um caso hipotético onde se determinou que dois índices A e B (contínuos) obtidos a partir de informações coletadas sobre os usuários de uma loja virtual. Com esses dois índices, verifica-se que que é possível separar os usuários completamente em 4 tipos de compras seguintes nos produtos X, Y, W e Z. Representado no plano cartesiano AxB cada consumidor será um ponto e a próxima compra é definida pelo quadrante em que os valores dos índices A e B o localizem. Se o usuário for identificado, pertencendo ao primeiro quadrante, ele irá comprar X (apenas), se pertencer ao segundo quadrante, irá comprar Y (apenas), e assim por diante, conforme visto abaixo.

No diagrama acima temos a amostragem de um
grupo de 10 consumidores da loja neste momento.
Considerando que a previsão se realiza com
probabilidade (independente, associada à calibração
desta classificação) de 80%. A chance de um
consumidor escolhido aleatoriamente neste grupo
comprar X ou W será.
Leia atentamente a notícia e o artigo de opinião abaixo para responder a questão.
Texto I
(Adaptado)
Fogo destrói Museu Nacional, mais antigo centro de ciência do País
RIO - Um incêndio de grandes proporções destruiu o acervo do Museu Nacional, na zona norte do Rio, na noite deste domingo, 2. Especializado em história natural e mais antigo centro de ciência do País, o Museu Nacional completou 200 anos em junho em meio a uma situação de abandono. Não houve feridos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 19h30 e rapidamente chegou ao local, mas, na madrugada de segunda, o fogo permanecia fora de controle. Dois andares foram bastante destruídos, e parte do teto, de madeira, caiu. Segundo o comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Rio, o coronel Roberto Robadey, o prédio não corre risco de desabar. As paredes externas do prédio são bastante grossas, diz ele, e, embora antigas, resistiram ao fogo. “Algumas partes internas desabaram”, afirmou.
Segundo informações do canal GloboNews, às 3h desta segunda-feira, já havia sido iniciado pelos Bombeiros o trabalho de rescaldo após apagar os últimos focos do incêndio. A equipe que trabalha no local trata de resfriar os escombros para, em seguida, fazer uma avaliação do estado do edifício e, finalmente, adentrar o museu.
O comandante dos bombeiros contou também que os dois hidrantes existentes ao redor do imóvel não funcionaram. Por isso, o combate ao fogo começou com atraso. (...)
Segundo Robadey, o prédio não tinha um sistema adequado de proteção contra incêndios. A legislação que exige esse tipo de estrutura é de 1976, quando o prédio já tinha mais de cem anos. Conforme o comandante dos bombeiros, há cerca de um mês representantes do museu procuraram os bombeiros para tratar da instalação de um sistema de proteção contra incêndios.
“Não vai sobrar praticamente nada. Todo o prédio foi atingido. Um absurdo o descaso e abandono que estava esse museu icônico. É como se queimassem o Louvre ou o Museu de História Natural de Londres”, lamentou o vice-diretor do Museu Nacional, Luiz Fernando Dias Duarte. (...)
(Fonte: o Estado de São Paulo)
Texto II
(Adaptado)
Incêndio do Museu Nacional foi um crime
JOSÉ NÊUMANNE, O Estado de S.Paulo
Os 20 milhões de itens expostos ao público, objetos de pesquisa e testemunhas à mão da memória e da História do Brasil, ainda ardiam no incêndio que devastou o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, por não haver água nos hidrantes do prédio enquanto vários oportunistas já vinham à tona para se aproveitarem da tragédia.
O esqueleto de Luzia, a mulher mais antiga do continente, resistente a 12 mil anos de intempéries, era apenas uma imagem virtual quando os repórteres dos telejornais, enfrentando a desinformação absoluta com a necessidade de falar alguma coisa, noticiaram que a polícia terá de descobrir e revelar se o incêndio foi acidental ou criminoso. (...) Minhas senhoras, meus senhores, o que se assistiu na noite de domingo passado foi ao assassinato sem piedade de milhares de anos da História do País e da humanidade pelas castas que dilapidam há séculos o patrimônio público. A documentação do registro da passagem do mamífero bípede, impropriamente definido como racional, e da identidade nacional de uma pretensa civilização, instalada nestes tristes trópicos em substituição à barbárie dos silvícolas, anterior a ela, virou cinzas molhadas pelos jatos impotentes de uma (!) escada de bombeiros jorrando água suficiente para apagar uma fogueira junina, se muito.
(...)
O ministro da Cultura, Sérgio de Sá Leitão, disse que “certamente a tragédia poderia ter sido evitada”, numa tentativa absurda de transferir apenas para os governos anteriores as causas do desastre, que, segundo Walter Neves, antropólogo que pesquisava o esqueleto de Luzia, foi “anunciado”. A culpa não é apenas do governo atual, é claro, mas é principalmente deste. Leitão age como um sujeito que cai do décimo andar, sai caminhando e pergunta aos transeuntes o que aconteceu. E ninguém foi demitido! (...)
(Fonte: o Estado de São Paulo)
A partir da leitura atenta dos dois textos acima, analise
as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O objetivo principal do texto 1 é o de informar o leitor, o que é conseguido pelo predomínio de trechos argumentativos em relação aos narrativos.
II. No último parágrafo do texto 1, há um trecho argumentativo enunciado pelo vice-diretor do Museu Nacional, que, por meio do discurso direto, opina sobre o fato ocorrido.
III. O texto 2 é marcado pela enunciação subjetiva, que intenciona, por meio de estratégias argumentativas, expor uma convicção, um julgamento, do seu autor.
IV. A transcrição literal da fala do ministro da Cultura
é utilizada, no último parágrafo do texto 2, como
estratégia argumentativa pelo autor do texto, já que,
assim como Sérgio de Sá Leitão, ele culpabiliza os
governos anteriores e o atual pelo incêndio ocorrido.