Questões de Concurso
Para pedagogo
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Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.
BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.
Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.
BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.
Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.
BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.
( ) Crítica à dissimulação do discurso que valoriza a norma padrão em detrimento das variantes linguísticas.
( ) Valorização cultural de diversas linguagens e saberes.
( ) Exemplificação acerca dos modos linguísticos de distinção social.
( ) Exposição do uso da norma padrão como instrumento de poder e de exclusão social.
A ordem correta encontrada é
O sentido da retextualização do discurso direto acima é preservado em:
Os operadores argumentativos sublinhados no trecho acima podem ser substituídos, respectivamente, sem perda de sentido em
No Brasil, os serviços e programas públicos de atendimento direto as necessidades das crianças e dos adolescentes vítimas de todas as formas de abusos e exploração sexual estão geralmente vinculados às Políticas de Assistência Social. Dentre as áreas de atuação governamental relacionadas ao processo de erradicação da exploração sexual de crianças e adolescentes, se destacam algumas ações, a saber:
A Gestão de Qualidade pode ser definida como sendo qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização no sentido de possibilitar a melhoria do serviço com vistas a garantir a completa satisfação das necessidades da mesma. Alguns conceitos básicos de gestão de qualidade, que podem e devem ser observados por qualquer organização são:
I. Liderança.
Il. Envolvimento das pessoas.
III. Abordagem por processos.
IV. Melhoria Continua.
V. Gerenciamento dos Conflitos.
Dos conceitos apresentados:
Uma diversidade de ações e estratégias pode ser adotada para o treinamento e desenvolvimento. Contudo, a escolha deve considerar as lacunas de conhecimento, habilidades e atitudes por diagnósticos fidedignos, decorrentes de um bem elaborado. Levantamento de necessidades de Treinamento(LNI). O Brainstorming é uma técnica onde (que):
No sistema de Educação Corporativa, o desenvolvimento de competência se dá através do:
Um dos primeiros passos para a implantação da Gestão 10 de Pessoas por Competências em uma organização é a realização do Mapeamento das Competências, que servirá de base para o processo de Gestão de Pessoas por Competências. Os passos para a realização do Mapeamento das Competências são:
|. Buscar os indicadores da competência organizacional.
Il. Buscar os indicadores de competências para o cargo a serem mapeados.
III. Extrair cada indicadores os atributos de Competência imprescindíveis para a eficácia do colaborador no cargo.
IV. Agrupar os atributos similares.
V. Definir e formar as competências para cada cargo.
Agora associe às descrições.
( ) Definir competências especificas através dos grupos de atributos.
( ) Extrair da cultura e da estratégia organizacional todas as informações capazes de definir atributos de competência válida para todos na organização.
( ) Para cada cargo gerar, a partir dos indicadores organizacionais e dos específicos, uma lista dos conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao melhor desempenho do profissional no cargo.
( ) Extrair as informações especificas a cerca dos cargos que permitirão elencar os atributos de competência necessários a cada um deles.
( ) Analisar o conjunto dos atributos, buscando similaridades que facilitem a criação das competências.
A sequência correta apresentada nas lacunas deve ser respectivamente:
Leia atentamente o texto a seguir, o qual se trata de um modelo de gestão “Este modelo de gestão surge com a necessidade constante de que os colaboradores da organização estejam cada vez mais a par da realidade estratégica da organização.”
O texto refere-se a:
A cultura organizacional é um elemento fundamental para o sucesso da aprendizagem organizacional. Leia o texto a seguir:
“Muitas pessoas não pensam mais como antes, não querem passara vida inteira em uma única empresa; reconhecem que podem desenvolver seus talentos; se tiverem possibilidade de escolha só ficam na organização enquanto a empresa estiver permitindo que elas se desenvolvam. As pessoas trabalham para si, não querem ficar defasadas. Para reter talentos é necessário oferecer um desenvolvimento contínuo e permanente, criando situações desafiadoras que seduzam e motivem os profissionais”
Com base no texto o processo de aprendizado organizacional pode ter 4 (Quatro) estágios:
