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Q1978977 Português

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

Um outro aspecto, talvez ainda mais importante, da transformação na concepção do objeto a ser ensinado envolve um paulatino processo de desnaturalização (desideologização) da leitura e da escrita, em consequência da renovação contínua da prática pedagógica e dos novos papéis assumidos pelo professor, particularmente, o de aprendiz potencial de uma nova prática social. Isso introduz o estranhamento/distanciamento necessário para perceber a dificuldade da atividade e para evitar solicitações que podem não fazer sentido para o aluno. Por exemplo, nos últimos anos, a receita, o bilhete, o rótulo passaram a frequentar o livro didático e a sala de aula, sendo frequentemente utilizados para alfabetizar. Entretanto, ensinar a um grupo de crianças a ler ou escrever uma receita ou um rótulo sem ter construído um contexto que justifique sua leitura ou escrita, em atividades que poderiam perfeitamente ser feitas com outros textos (não precisamos de um rótulo para procurar o N de Neston, por exemplo) produz o efeito de uma tarefa desnecessária, sem sentido e, portanto, muito mais difícil do que aprender a letra N na cartilha, no contexto de muitas sílabas e palavras com essa letra. Efeito semelhante pode ser produzido quando se solicita ler ou escrever uma receita ou uma instrução quando poderíamos perfeitamente mostrar como fazer o prato ou como montar um brinquedo. A escritura de textos como receitas e instruções pode parecer natural para os grupos altamente letrados, mas não são ações que pertencem à ordem natural das coisas: trata-se de convenções não universais para se registrar uma ação.

[...] 

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

A partir do que é dado no fragmento de texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1978976 Português

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

Um outro aspecto, talvez ainda mais importante, da transformação na concepção do objeto a ser ensinado envolve um paulatino processo de desnaturalização (desideologização) da leitura e da escrita, em consequência da renovação contínua da prática pedagógica e dos novos papéis assumidos pelo professor, particularmente, o de aprendiz potencial de uma nova prática social. Isso introduz o estranhamento/distanciamento necessário para perceber a dificuldade da atividade e para evitar solicitações que podem não fazer sentido para o aluno. Por exemplo, nos últimos anos, a receita, o bilhete, o rótulo passaram a frequentar o livro didático e a sala de aula, sendo frequentemente utilizados para alfabetizar. Entretanto, ensinar a um grupo de crianças a ler ou escrever uma receita ou um rótulo sem ter construído um contexto que justifique sua leitura ou escrita, em atividades que poderiam perfeitamente ser feitas com outros textos (não precisamos de um rótulo para procurar o N de Neston, por exemplo) produz o efeito de uma tarefa desnecessária, sem sentido e, portanto, muito mais difícil do que aprender a letra N na cartilha, no contexto de muitas sílabas e palavras com essa letra. Efeito semelhante pode ser produzido quando se solicita ler ou escrever uma receita ou uma instrução quando poderíamos perfeitamente mostrar como fazer o prato ou como montar um brinquedo. A escritura de textos como receitas e instruções pode parecer natural para os grupos altamente letrados, mas não são ações que pertencem à ordem natural das coisas: trata-se de convenções não universais para se registrar uma ação.

[...] 

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

Considerando o conteúdo do fragmento de texto dado, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q1978975 Português

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

O letramento tem como objeto de reflexão, de ensino ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita. Assumir como objetivo o letramento no contexto do ciclo escolar implica adotar na alfabetização uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção tradicional, que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de habilidades individuais. Essa escolha implica, ainda, que a pergunta estruturadora/estruturante do planejamento das aulas seja: “quais os textos significativos para o aluno e para sua comunidade”, em vez de: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e das palavras para formarem frases)”. [...]

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

No que tange aos elementos linguísticos do fragmento de texto dado, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1978974 Português

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

O letramento tem como objeto de reflexão, de ensino ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita. Assumir como objetivo o letramento no contexto do ciclo escolar implica adotar na alfabetização uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção tradicional, que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de habilidades individuais. Essa escolha implica, ainda, que a pergunta estruturadora/estruturante do planejamento das aulas seja: “quais os textos significativos para o aluno e para sua comunidade”, em vez de: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e das palavras para formarem frases)”. [...]

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

Segundo o conteúdo do fragmento do texto dado, depreende-se que, nessa perspectiva, 
Alternativas
Q1978973 Português

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

O letramento tem como objeto de reflexão, de ensino ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita. Assumir como objetivo o letramento no contexto do ciclo escolar implica adotar na alfabetização uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção tradicional, que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de habilidades individuais. Essa escolha implica, ainda, que a pergunta estruturadora/estruturante do planejamento das aulas seja: “quais os textos significativos para o aluno e para sua comunidade”, em vez de: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e das palavras para formarem frases)”. [...]

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

O texto de onde foi retirado o fragmento acima argumenta a favor de se considerarem aspectos sociais da língua escrita no processo de alfabetização. Assinale a alternativa que NÃO considera tal perspectiva teórica.
Alternativas
Q1977112 Pedagogia
  Não há nenhum lado bom por onde começar; é preciso começar por todos os lados ao mesmo tempo... Mas toda grande criação, na área da vida, parece-nos logicamente impossível antes e às vezes até depois do seu aparecimento. 

Edgar Morin. Para sair do século XX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006,
p. 343. 
Com base no texto acima, julgue o item.

Enquanto princípio epistemológico, a interdisciplinaridade aproxima campos de conhecimento por eixos temáticos, na busca relacional pelo sentido de unidade e todo; enquanto princípio metodológico, exige o diálogo não somente entre as áreas, mas também entre os professores, ampliando as aprendizagens experienciais. Nesse sentido, como se referem às práticas pedagógicas, tais princípios podem ser aplicados ao planejamento das disciplinas, não sendo possível, entretanto, sua aplicação ao planejamento do currículo da escola. 
Alternativas
Q1977111 Pedagogia
  Não há nenhum lado bom por onde começar; é preciso começar por todos os lados ao mesmo tempo... Mas toda grande criação, na área da vida, parece-nos logicamente impossível antes e às vezes até depois do seu aparecimento. 

Edgar Morin. Para sair do século XX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006,
p. 343. 
Com base no texto acima, julgue o item.

Transdisciplinar é um conceito que designa abordagens curriculares que não se restringem a disciplinas, mas atravessam os vários campos de conhecimento. Nesse sentido, esse conceito favorece o desenvolvimento, no contexto pedagógico, dos temas transversais, cuja proposta educativa requer tal atravessamento. 
Alternativas
Q1977110 Pedagogia
  Não há nenhum lado bom por onde começar; é preciso começar por todos os lados ao mesmo tempo... Mas toda grande criação, na área da vida, parece-nos logicamente impossível antes e às vezes até depois do seu aparecimento. 

Edgar Morin. Para sair do século XX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006,
p. 343. 
Com base no texto acima, julgue o item.

A interdisciplinaridade corresponde à busca pela superação da visão fragmentadora na produção dos conhecimentos da humanidade. Nessa perspectiva, a interdisciplinaridade não se alinha à construção de um currículo integrado, porque, mesmo favorecendo uma mesma abordagem temática em diferentes componentes curriculares e áreas de conhecimento, não permite a integração das disciplinas. 
Alternativas
Q1977109 Pedagogia
  Não há nenhum lado bom por onde começar; é preciso começar por todos os lados ao mesmo tempo... Mas toda grande criação, na área da vida, parece-nos logicamente impossível antes e às vezes até depois do seu aparecimento. 

Edgar Morin. Para sair do século XX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006,
p. 343. 
Com base no texto acima, julgue o item.

A partir de uma concepção curricular que provoque rupturas com modelos transmissivos de conteúdos, a interdisciplinaridade, a contextualização e a flexibilidade caracterizam-se, conectadas entre si, como princípios norteadores de um paradigma curricular que relaciona a educação e o mundo da vida contemporânea. 
Alternativas
Q1977108 Pedagogia
  Não há nenhum lado bom por onde começar; é preciso começar por todos os lados ao mesmo tempo... Mas toda grande criação, na área da vida, parece-nos logicamente impossível antes e às vezes até depois do seu aparecimento. 

Edgar Morin. Para sair do século XX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006,
p. 343. 
Com base no texto acima, julgue o item.

Na pedagogia histórico-crítica, a apropriação dos conhecimentos historicamente produzidos pela humanidade é uma condição para se atingirem os objetivos sociopolíticos pedagógicos da educação. A apropriação dos conhecimentos, entretanto, se dá a partir dos interesses, da visão de mundo e da posição dos indivíduos no quadro social. Desse modo, a superação de um ensino fragmentado, orientado por práticas transmissivas de conteúdos, a partir de uma reorganização curricular-metodológica que abranja o espaço-tempo da escola, pode configurar-se como uma perspectiva de fortalecimento das aprendizagens, porque amplia o interesse dos estudantes, retirando-os de uma posição passiva diante dos conteúdos escolares. 
Alternativas
Q1977107 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

O conceito de avaliação somativa articula-se a tendências pedagógicas críticas, porque rompe com práticas arbitrárias e autoritárias de avaliação, assumindo-as como processo. Assim, incorpora, entre seus diversificados instrumentos avaliativos, a função diagnóstica da avaliação, permitindo que o processo formativo seja reconhecido, a partir de um permanente diagnóstico da situação de aprendizagem; com isso, permite que as aprendizagens sejam demonstradas ao longo de todo o processo de ensino-aprendizagem. 
Alternativas
Q1977106 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

A avaliação formativa diz respeito a um modelo avaliativo classificatório, focalizado no resultado, no produto, resultando em notas ou conceitos. Essa abordagem assume um caráter de medida, isto é, toma a aprendizagem como quantitativamente mensurável, sendo compatível com tendências pedagógicas tradicionais. 
Alternativas
Q1977105 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

A função classificatória caracteriza a avaliação como instrumento estático, em que os estudantes são classificados em função de seus resultados. A partir de uma abordagem crítica, essa função é percebida como um dispositivo de frenagem, porque estagna a demonstração das aprendizagem com os registros que dela decorrem. Ao contrário de se colocar a serviço da emancipação dos sujeitos, essa função avaliativa reveste-se de caráter discriminatório, ignorando a aprendizagem como processo.
Alternativas
Q1977104 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

A partir de uma perspectiva crítica, a avaliação diagnóstica é um instrumento de reconhecimento das aprendizagens acumuladas e do caminho percorrido, assim como dos conhecimentos a alcançar e dos caminhos ainda a percorrer. Aplicada ao processo de aprendizagem, a função diagnóstica favorece o desenvolvimento das capacidades dos estudantes, no que se refere ao reconhecimento do estágio atual de apropriação dos conhecimentos historicamente produzidos, configurando-se como instrumento dialético de avanço. 
Alternativas
Q1977103 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

Em relação à aprendizagem, a concepção de avaliação para a aprendizagem evidencia que o foco está no processo, nele contido o progresso, as necessidades e as dificuldades de cada estudante, para que, a partir desse modelo avaliativo, seja possível estabelecer condições de continuidade do processo de aprendizagem. A concepção de avaliação para a aprendizagem estabelece uma lógica relacionada à certificação do que foi aprendido, em relação ao objeto avaliado. Assim, enquanto a primeira concepção se orienta por uma prática que valoriza o produto, a segunda se orienta para a valorização do processo. 
Alternativas
Q1977102 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

A avaliação para a aprendizagem, a partir de uma abordagem crítica, deve representar, para o estudante, um instrumento de tomada de consciência sobre a aquisição de suas aprendizagens, permitindo que se verifique o que já foi aprendido e que se constituam os meios necessários para continuar avançando, em relação àquilo que ainda não foi aprendido, mas é necessário à sua formação. Do ponto de vista do professor, constitui-se como instrumento aliado à reorganização do trabalho pedagógico, especificamente em relação às suas práticas de ensino, rompendo com processos autoritários e arbitrários e ajustando-as em função das aprendizagens e lacunas demonstradas pelos estudantes, histórica e socialmente referenciadas. 
Alternativas
Q1977101 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

O processo de avaliação institucional da escola perpassa por diferentes dimensões que compõem seu currículo, entre as quais se encontram o diagnóstico da escola, seu clima organizacional, o acompanhamento do desempenho escolar dos estudantes, a avaliação do PPP e a avaliação de desempenho dos professores. Compete aos especialistas da escola e à sua comunidade externa a construção de instrumentos e espaços de avaliação institucional, em função do aprimoramento curricular e da qualidade da formação que se deseja alcançar. 
Alternativas
Q1977100 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

A avaliação institucional é um processo avaliativo interno que busca a compreensão da efetividade das ações educativas sob o enfoque da qualidade. Por não se ocupar com comparações e padronizações, toma a escola como referência, priorizando, nesse processo, o protagonismo do coletivo dos atores da comunidade escolar. No momento da avaliação institucional, acontece o movimento de correlacionar resultados de exames externos com os resultados das avaliações praticadas no interior da escola, de modo que tais análises orientem a reorganização do currículo, expresso no PPP da escola. 
Alternativas
Q1977099 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

Os resultados das avaliações de larga escala, produzidos sob metodologias e escalas-padrão de medida, comuns a todas as escolas avaliadas, devem ser assumidos como o diagnóstico da qualidade do trabalho pedagógico e da prática educativa oferecida pela escola. Assim, uma vez que a avaliação em larga escala se estabelece como um instrumento de gestão, seus resultados devem definir as decisões de gestão, estabelecendo o padrão de qualidade da escola.  
Alternativas
Q1977098 Pedagogia
   Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.  

Philippe Meirieu. Aprender... sim, mas como?
Porto Alegre: Artmed, 1998, p. 99. 
Considerando o texto acima, julgue o item.

A avaliação de larga escala refere-se a um processo avaliativo amplo, que envolve diferentes dimensões de avaliação, realizado por órgão externo à escola com reconhecida competência técnica em testes e medidas. Nessa modalidade de avaliação, os conceitos e as metodologias são, necessariamente, comuns a todas as unidades avaliadas, a fim de permitir análises de comparabilidade entre seus resultados. Nesse sentido, toda avaliação externa é uma avaliação de larga escala, mas nem toda avaliação de larga escala é uma avaliação externa. 
Alternativas
Respostas
9861: A
9862: E
9863: A
9864: A
9865: A
9866: E
9867: C
9868: E
9869: C
9870: C
9871: E
9872: E
9873: C
9874: C
9875: E
9876: C
9877: E
9878: C
9879: E
9880: E