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Questões Discursivas

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Q1219619 Português

Leia o texto.


Numa loja de animais, o vendedor enaltece as qualidades de um papagaio a um cliente interessado em comprá-lo.

— Este papagaio é extraordinário! Falante como ele só! O senhor observou que ele tem um fio amarrado em cada pé? Se o senhor puxar o fio amarrado ao pé direito, ele fala francês. Se o senhor puxar o fio amarrado ao pé esquerdo, ele fala russo.

— E se eu puxar os dois ao mesmo tempo? – perguntou o cliente interessado.

— Eu caio no chão, idiota! – responde o papagaio.

in Cereja, William Roberto.

Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto.


1. O período sublinhado no texto é composto por duas orações. A primeira está subordinada à segunda, estabelecendo uma ideia de condição.

2. A palavra “extraordinário” é um predicativo do sujeito no contexto em que se insere.

3. O verbo “enaltecer” possui dois objetos: um direto (as qualidades) e um indireto (de um papagaio).

4. A expressão “o cliente interessado” é um sujeito simples deslocado, se considerada a ordem direta da frase em que se encontra.

5. A frase: “que ele tem um fio amarrado em cada pé” completa o sentido do verbo “observar” e, assim, pode ser classificada como objeto indireto.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1219618 Português

Leia o texto 1 abaixo:


Uma rã viu um boi que tinha uma boa estatura. Ela, que era pequena, invejosa, começou a inflar-se para igualar-se ao boi em tamanho. Depois de algum tempo, disse: — Olhe-me, minha irmã, já é o bastante? Estou do tamanho do boi?


— De jeito nenhum.

— E agora?

— De modo algum.

— Olhe-me agora.

— Você nem se aproxima dele.


O animal invejoso inflou-se tanto que estourou.

LaFontaine. Fábulas

Considere as afirmativas abaixo:


1. O texto é uma história que critica os costumes dos animais em uma clara intenção comunicativa.

2. A história desnuda certos comportamentos humanos.

3. O texto tem como ideia central: “um homem invejoso faz tudo para igualar-se a quem ele inveja”.

4. A inveja tem um significado contextual de altruísmo, ou seja, a intenção comunicativa do texto é enaltecer a abnegação.

5. Há no texto uma reiteração do traço semântico humano.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: PS Concursos Órgão: Prefeitura de Treviso - SC
Q1212480 Pedagogia
Com relação à Inclusão de alunos com necessidades especiais, são vários os métodos que podem ser aplicados na educação desse público. Em geral, são sugeridas mudanças nas formas de ensino e na avaliação, e não no conteúdo a ser transmitido – que deve ser adaptado, se for o caso, mas não diversificado. Há a distinção entre educação integrada, que simplesmente aceita todos os alunos e não se modifica para que efetivamente eles possam aprender, e a educação inclusiva que requer que a escola se transforme para atender a necessidade de todos. Recentemente, surgiu a proposta da educação especial móvel. Com relação a este assunto, analise os itens abaixo e classifique-os como Verdadeiros (V) ou Falsos (F): 
(     ) Trata--se de proposta que traz um professor formado e experiente em educação especial para sala de aula para se responsabilizar pelos alunos com deficiência, o que implica construir um “muro simbólico” entre os alunos regulares e os considerados em situação de inclusão.   (     ) Esse profissional passa a ser conhecido como sendo próprio a esses alunos o que configura uma segregação dentro da própria sala de aula.  (     ) Porém, não se trata de desconhecer que os alunos com deficiências necessitem, por vezes, recursos específicos, mas isso não significa que deva haver isolamento desses alunos em relação a seus colegas. 
Assinale a sequência CORRETA: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Vinhedo - SP
Q1204978 Noções de Informática
No Microsoft Excel, existe a função que permite converter um intervalo de células vertical em um intervalo horizontal e vice-versa. Assinale a alternativa que indica corretamente essa função:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Pastos Bons - MA
Q1202099 Biologia
São tecidos do corpo humano:
Alternativas
Q1201810 Pedagogia
A avaliação envolve um conjunto de procedimentos inerentes ao fazer pedagógico que caracterizam a avaliação continuada. Quais? 
Alternativas
Q1201473 Ciências
Qual pensador considera que cabe aos adultos mediar a aquisição de ferramentas culturais (linguagem e símbolos) das crianças, de forma a levá-las a refletir sobre as suas experiências, articulando ideias e construindo compreensões cada vez mais ricas acerca da realidade? 
Alternativas
Q1201432 Ciências
De acordo com Jussara Hoffmann, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas e assinale a alternativa correta. 
( ) É a quantidade de erros e de acertos que incorpora o “comportamento”, os “hábitos” e as “atitudes” dos alunos e alunas. 
( ) O erro é resultado do desconhecimento revelador do aluno, portanto uma resposta com valor positivo. 
( ) Avaliar não é julgar, mas acompanhar um percurso de vida da criança. 
( ) Avaliar, na concepção mediadora, engloba a intervenção pedagógica.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Raposa - MA
Q1194488 Meio Ambiente
A ação do homem no Brasil prejudica o meio ambiente de diversas formas como, por exemplo, o desmatamento ilegal e predatório por madeireiras e queimadas provocadas por fazendeiros para ampliação de área de cultivo, colocando várias espécies em risco de extinção. Essas ações podem culminar, dentre vários outros exemplos, a fragmentação de habitats, que possui como consequência, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Raposa - MA
Q1194437 Biologia
Sobre a respiração vegetal, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q1192647 Português

Considere o texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.google.com.br/search. Acesso em 04 de setembro de 2018.


Marque a opção na qual todas as palavras estão grafadas em consonância com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, com vigência obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2016, e que a ortografia se justifica pela mesma regra das palavras apresentadas no segundo quadrinho da tirinha.

Alternativas
Q1192646 Português

Considere a frase:


“[Eu] Falei que a realização profissional não é uma coisa tão relativa assim, pois seriam as mesmas, para você e para mim, as expectativas sobre o sucesso decorrente da escolha da profissão certa.”

Com a substituição da palavra “expectativas” por “expectativa”, qual das opções a seguir teve a concordância (verbal e nominal) ajustada coerentemente?

Alternativas
Q1192645 Português

Considerando que o texto abaixo foi extraído de uma conversa do whatsapp, assinale a opção correta, acerca da variação linguística empregada nele.


Vc ñ falou cmg hj, BB... Estou com sdds. Bjs!

Alternativas
Q1192644 Português
Marque a opção que apresenta problema de desrespeito à norma padrão da Língua Portuguesa, quanto à colocação pronominal.
Alternativas
Q1192643 Português

Leia o texto a seguir:

“Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.”

                                                                                                                                       Fernando Pessoa

Marque a opção que classifica correta e simultaneamente os termos em destaque no texto acima.

Alternativas
Q1192642 Português

Leia o excerto a seguir, extraído da obra Iracema (José de Alencar), para responder à questão.


“Depois, Iracema quebrou a flecha homicida, deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada”.

José de Alencar

Ainda com base no texto de José de Alencar, anteriormente apresentado, assinale a opção que apresenta uma outra construção possível para a última oração do excerto, sem que o sentido do texto seja alterado.
Alternativas
Q1192641 Português

Leia o excerto a seguir, extraído da obra Iracema (José de Alencar), para responder à questão.


“Depois, Iracema quebrou a flecha homicida, deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada”.

José de Alencar

No que tange às sequências tipológicas, é correto afirmar que o texto apresentado se trata de
Alternativas
Q1192640 Português

Assinale a opção em que está corretamente indicada a ordem dos sinais de pontuação que preencham, RESPECTIVAMENTE, as lacunas da seguinte frase:


“Quando se trata de eleição ___ duas coisas devem ser observadas ____ uma é o projeto político proposto pelo candidato ___ a outra é o posicionamento dele ante as demandas populares.”

Alternativas
Q1192639 Português

Noção de erro de português é afetada pela ideia de que,

vista do passado, toda evolução é corrupção

Aldo Bizzocchi


      Somos um povo que adora discutir a própria língua. E quando o fazemos, um dos assuntos que invariavelmente vêm à baila é a famigerada questão do erro gramatical. Muito se tem debatido a respeito, e a suposta existência de erros em nossa fala (bem como na escrita) ensejou até o surgimento de uma nova profissão, por sinal lucrativa, a de consultor gramatical. Igualmente, peritos no assunto têm mantido com sucesso colunas em jornais, sites, programas de rádio ou televisão com o propósito de ensinar as pessoas a falar corretamente o seu próprio idioma. Isso porque, segundo o diagnóstico catastrofista desses entendidos, nunca se falou tão mal o português como agora, nossa língua caminha inelutavelmente para a ruína e a dissolução, já não se escreve mais como antigamente, e toda uma interminável cantilena de rabugices.

      (...)

      É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua. É evidente que, se um estrangeiro tentando falar português disser “O meu mulher ser muito bonita”, cometerá um erro, a ponto de se poder dizer que isso não é português. Da mesma forma, quando cometemos um lapsus linguae, isto é, um equívoco involuntário do qual temos consciência, estamos diante de um erro linguístico.

      Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade. Para a linguística, que é a ciência da linguagem humana, esse fenômeno não pode ser chamado de erro. Se a língua é um sistema de signos que se articulam segundo leis definidas para permitir a comunicação e o pensamento humanos, toda expressão linguística, mesmo a das pessoas iletradas, cumpre esse papel com eficiência.

      (...)

      A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação. Para entendermos melhor essa inadequação, vamos fazer uma analogia entre a língua que falamos e a roupa que usamos. Ninguém em sã consciência vai a uma cerimônia de formatura de camiseta e bermudas tampouco vai à praia de terno. Assim como há uma roupa adequada a cada ocasião, há uma forma de expressão linguística, chamada registro ou nível de linguagem, adequada a cada situação de discurso.

      (...)

      Mas e aquelas pessoas que moram na periferia ou na zona rural e dizem “pobrema”, “cardeneta” ou “puliça”, elas não estão falando errado? Do ponto de vista normativo, sim. Mas, como disse, a gramática normativa só se aplica a situações e ambientes formais. O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação. Pessoas que vivem num meio de baixa escolaridade e pronunciam “pobrema” estão adaptadas ao seu habitat. Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece.

      Não estou dizendo com isso que o linguajar das pessoas não-escolarizadas deva ser incentivado. É evidente que, como cidadãos, devemos lutar para acabar com a pobreza e a ignorância. Nesse sentido, não apenas pronunciar “pobrema” é errado; morar em favelas ou andar maltrapilho é muito mais. No entanto, muitos brasileiros moram em barracos ou na rua e só têm uma roupa – muitas vezes esfarrapada – para vestir e só um registro para falar. Sua fala é pobre como é pobre a sua existência, tanto física quanto mental. O imaginário da classe média idealiza essas pessoas indo a todos os lugares sempre com a mesma camisa surrada, os mesmos chinelos velhos, e falando com todos sempre do mesmo modo.

Texto adaptado.Fonte: Língua Portuguesa, ano 3, n.º 25, novembro de 2007

Após a leitura do texto de Aldo Bizzocchi podemos inferir que o autor trata a questão do erro de português a partir de um enfoque
Alternativas
Q1192638 Português

Noção de erro de português é afetada pela ideia de que,

vista do passado, toda evolução é corrupção

Aldo Bizzocchi


      Somos um povo que adora discutir a própria língua. E quando o fazemos, um dos assuntos que invariavelmente vêm à baila é a famigerada questão do erro gramatical. Muito se tem debatido a respeito, e a suposta existência de erros em nossa fala (bem como na escrita) ensejou até o surgimento de uma nova profissão, por sinal lucrativa, a de consultor gramatical. Igualmente, peritos no assunto têm mantido com sucesso colunas em jornais, sites, programas de rádio ou televisão com o propósito de ensinar as pessoas a falar corretamente o seu próprio idioma. Isso porque, segundo o diagnóstico catastrofista desses entendidos, nunca se falou tão mal o português como agora, nossa língua caminha inelutavelmente para a ruína e a dissolução, já não se escreve mais como antigamente, e toda uma interminável cantilena de rabugices.

      (...)

      É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua. É evidente que, se um estrangeiro tentando falar português disser “O meu mulher ser muito bonita”, cometerá um erro, a ponto de se poder dizer que isso não é português. Da mesma forma, quando cometemos um lapsus linguae, isto é, um equívoco involuntário do qual temos consciência, estamos diante de um erro linguístico.

      Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade. Para a linguística, que é a ciência da linguagem humana, esse fenômeno não pode ser chamado de erro. Se a língua é um sistema de signos que se articulam segundo leis definidas para permitir a comunicação e o pensamento humanos, toda expressão linguística, mesmo a das pessoas iletradas, cumpre esse papel com eficiência.

      (...)

      A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação. Para entendermos melhor essa inadequação, vamos fazer uma analogia entre a língua que falamos e a roupa que usamos. Ninguém em sã consciência vai a uma cerimônia de formatura de camiseta e bermudas tampouco vai à praia de terno. Assim como há uma roupa adequada a cada ocasião, há uma forma de expressão linguística, chamada registro ou nível de linguagem, adequada a cada situação de discurso.

      (...)

      Mas e aquelas pessoas que moram na periferia ou na zona rural e dizem “pobrema”, “cardeneta” ou “puliça”, elas não estão falando errado? Do ponto de vista normativo, sim. Mas, como disse, a gramática normativa só se aplica a situações e ambientes formais. O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação. Pessoas que vivem num meio de baixa escolaridade e pronunciam “pobrema” estão adaptadas ao seu habitat. Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece.

      Não estou dizendo com isso que o linguajar das pessoas não-escolarizadas deva ser incentivado. É evidente que, como cidadãos, devemos lutar para acabar com a pobreza e a ignorância. Nesse sentido, não apenas pronunciar “pobrema” é errado; morar em favelas ou andar maltrapilho é muito mais. No entanto, muitos brasileiros moram em barracos ou na rua e só têm uma roupa – muitas vezes esfarrapada – para vestir e só um registro para falar. Sua fala é pobre como é pobre a sua existência, tanto física quanto mental. O imaginário da classe média idealiza essas pessoas indo a todos os lugares sempre com a mesma camisa surrada, os mesmos chinelos velhos, e falando com todos sempre do mesmo modo.

Texto adaptado.Fonte: Língua Portuguesa, ano 3, n.º 25, novembro de 2007

A intenção comunicativa predominante no texto é
Alternativas
Respostas
19441: C
19442: D
19443: D
19444: B
19445: A
19446: B
19447: A
19448: B
19449: C
19450: D
19451: B
19452: C
19453: D
19454: B
19455: C
19456: A
19457: B
19458: C
19459: A
19460: D